Gestão de segurança da informação: como fazer?

Gestão de segurança da informação: como fazer?

A gestão de segurança da informação é uma prática cada dia mais urgente em empresas de todos os portes e em todos os segmentos de atuação. É uma preocupação tão importante quanto lidar com os desafios de inovação frente às necessidades de seu negócio.

Com a mesma voracidade com que a tecnologia avança – seja em questões como nuvem, big data, e outras inovações  – cresce também a chamada “indústria hacker” — além dos desafios relacionados à confiabilidade, disponibilidade e integridade dos dados presente no dia a dia operacional.

É sobre isso que vamos refletir neste artigo.

Continue lendo para entender o que é gestão de segurança da informação, sua importância e como fazê-la de maneira otimizada!

O que é gestão da segurança da informação?

Por definição, a gestão de segurança da informação é o conjunto de procedimentos e rotinas que visa garantir a confidencialidade, integridade e disponibilidade de informações, dados e serviços de TI de uma organização. Entra nisso, a utilização de ferramentas de monitoramento, firewall, soluções de antivírus, métodos de backup, entre outras práticas.

Basicamente, estamos falando de processos e metodologias concebidos e implementados para proteger dados corporativos sensíveis e/ou confidenciais contra acesso não autorizado, mau uso, divulgação indevida, cópia, destruição, alteração ou interrupção.

Logo, podemos dizer que há uma gestão de segurança da informação quando esses esforços são realizados de maneira coordenada, estratégica. Ou, em termos ainda mais simples: quando a questão da segurança da informação é tratada de maneira preventiva e não reativa.

Por que a gestão de segurança da informação é tão importante?

Por padrão, quatro atributos conduzem a gestão da segurança da informação: confidencialidade, integridade, autenticidade e disponibilidade. É a partir dessas necessidades que o planejamento e a implementação de metodologias, atividades, recursos e serviços são realizados. Entenda cada uma deles em detalhes:

  • confidencialidade: limites de acesso às informações apenas às pessoas e/ou entidades devidamente autorizados pelo detentor dos direitos;
  • integridade: garantia de que a informação manipulada conserve todas as suas características originais conforme criadas ou estabelecidas pelo proprietário da informação. Essa é uma propriedade ligada ao controle das mudanças e à garantia do ciclo de vida da informação (origem, manutenção e destruição);
  • autenticidade: garantia da identidade de quem está produzindo e/ou manipulando os dados;
  • disponibilidade: garantia de que as informações estarão sempre disponíveis para o uso.

Assim, empresas que têm uma boa gestão de segurança da informação são aquelas que conseguem fazer com que sua infraestrutura de TI (hardwares, softwares etc.) e seus dados estejam em uma zona controlável de confidencialidade, integridade, autenticidade e disponibilidade.

Para se ter uma ideia da importância disso, basta olharmos para as estatísticas relacionadas a fraudes, especialmente virtuais, mas também de danos aos dados corporativos no Brasil e no mundo.

Segundo o WISR – Worldwide Infrastructure Security Report, relatório anual da Netscout Arbor, as empresas brasileiras sofreram uma média de 30 ataques de negação de serviços (indisponibilidade de aplicações) por hora em 2017. Numa escala global, somos o quinto país com maior incidência desse tipo de fraude.

Um outro estudo conduzido pela PwC apontou que os empreendimentos brasileiros tiveram perdas superiores a 1 milhão de dólares em 2017. Para a consultoria global, roubos e danos foram os maiores causadores desse prejuízo, mas também indisponibilidades de serviços, aplicações e redes.

O que fazer para melhorar a gestão de segurança da informação na sua empresa?

Agora que já entendemos o que é gestão de segurança da informação e sua importância no mundo corporativo, vamos a algumas dicas para otimizá-la no seu negócio.

Confira, a seguir, cinco passos que você pode dar para tornar o gerenciamento de segurança da informação mais estratégico:

1. Crie uma política de segurança da informação

Tudo começa pela criação de normas e pela adoção de metodologias de segurança da informação. É importante, por exemplo, controlar acesso aos sistemas e à rede corporativa, estabelecer regras para a utilização dos dados remotamente (soluções em nuvem acessadas via dispositivos móveis etc.), entre outras normativas.

A criação de uma política de segurança da informação também ajuda a tornar o tema parte da cultura organizacional. E isso deve ser feito em todas as camadas da hierarquia, não deve ficar restrito somente aos profissionais de TI. Afinal, os usuários têm que se conscientizar da importância de proteger os dados do negócio.

2. Levante e acompanhe os riscos de segurança da informação

Outra prática muito importante é o levantamento de todos os riscos e vulnerabilidades da empresa em relação à segurança da informação. Sabendo exatamente onde há pontos de melhorias necessárias, é possível trabalhar para ajustá-los e também fazer um acompanhamento mais próximo.

Nem sempre é fácil fazer isso por conta própria. Se for o caso, chame ajuda especializada. Há consultorias especializadas nisso, com profissionais altamente capacitados para fazer auditorias, por exemplo.

3. Utilize recursos, serviços e métodos avançados

A segurança da informação está em constante evolução, pois os desafios não param de surgir. Daí que é importante que a empresa se mantenha atualizada em métodos, recursos e serviços.

Contratar um serviço de monitoramento da infraestrutura de TI, por exemplo, é uma excelente escolha. Dessa forma, os cuidados passam a ser automatizados e são observados de perto por um fornecedor especializado e dedicado.

4. Faça backups e tenha um plano de contingência

Uma rotina de backups é fundamental. Melhor ainda se ela for automatizada, sem a necessidade de intervenção humana — isso é conseguido mais facilmente quando a infra de TI ou as aplicações estão na nuvem.

No entanto, a realização de cópias de segurança não exclui um bom plano de contingência, ou seja, uma estratégia de recuperação de dados caso um ataque aconteça, por exemplo.

5. Torne o time de TI mais estratégico

Por fim, uma coisa que muitas empresas ainda não perceberam é que quando a equipe de tecnologia tem uma atuação mais analítica, menos operacional, a gestão de segurança da informação é otimizada.

Com profissionais atuando de maneira mais estratégica, a cultura de “apagar incêndios” deixa de existir. A gestão de segurança da informação pode ser feita com proatividade, sempre prevenindo problemas em vez de remediá-los.

Como está a gestão de segurança da informação na sua empresa? Você gostou das dicas que trouxemos neste texto? Compartilhe-o nas suas redes sociais para que mais pessoas tenham acesso a ele!

Quais as melhores estratégias para reduzir custos de TI?

Quais as melhores estratégias para reduzir custos de TI?

Se tem uma dor de cabeça em comum para diretores de TI no mundo todo é a pressão constante por estratégias para reduzir custos de TI. O mercado exige transformação digital nas empresas, a concorrência é cada vez mais voltada para performance e eficiência de custos.

Mas será que é possível transformar esse desafio em uma oportunidade? Neste artigo, nós listamos para você uma série de atitudes, ações e filosofias que podem ajudar você a cortar gastos, aumentar a produtividade e contribuir como nunca para o crescimento da empresa. Vamos lá?

Faça um levantamento completo da sua estrutura

O primeiro passo de qualquer estratégia de redução de custos começa por entender onde, como e por que a empresa gasta o que gasta com tecnologia atualmente.

Comece fazendo um levantamento completo da situação da sua TI. Custos de manutenção, licenças, contratos, até os gastos de energia devem ser mensurados e registrados. Você vai se surpreender como esse simples relatório de gastos já é suficiente para apontar várias oportunidades de redesenho de processos que gerem economia imediatamente.

Reformule a sua governança

Independente da metodologia que você escolha para gerenciar a TI, é muito importante que você crie um sistema padronizado de governança, tanto para todos os departamentos quanto seu próprio controle tecnológico.

Isso significa investir algum tempo em elaborar termos de uso, definir KPIs, implementar um sistema centralizado de desenvolvimento, entre outras atitudes que facilitem a você identificar e resolver desperdícios.

Invista na estrutura para reduzir custos

Na busca por custos menores, muitas vezes, não nos damos conta que em determinados casos a melhor solução é investir para economizar mais na frente.

Um exemplo: para quem tem sua infraestrutura de servidores em um data center próprio, a manutenção recorrente de equipamentos antigos pode ser mais custosa do que migrar para uma estrutura nova, seja interna ou em provedores terceirizados. Além de ter menos trabalho com dispositivos novos, eles podem trazer uma performance para o seu trabalho que facilite tarefas, agilize processos e, por consequência, economize recursos.

Virtualize servidores

Outra boa ideia para aproveitar ao máximo a estrutura que você já tem é virtualizar os servidores que ainda tem capacidade de processamento, mas ficam muitas vezes ociosos.

Os sistemas virtualizados permitem maior densidade na utilização dos recursos disponíveis. É o famoso fazer mais por menos. Com uma boa governança da TI e um sistema bem implementado, é possível aumentar muito a produtividade — uma forma indireta de economizar.

Aposte em mobilidade

Muitos custos indiretos podem ser eliminados se a sua empresa estiver pronta para se tornar móvel. O trabalho remoto hoje é capaz de aumentar a produtividade da equipe sem se preocupar com impedimentos que consomem tempo e dinheiro — como o trânsito ou a necessidade de alinhar fisicamente a agenda de todos os envolvidos em uma decisão importante.

As videoconferências, por exemplo, são perfeitas para aumentar a quantidade de reuniões e facilitar o ajuste de estratégias com um custo muito baixo.

Migre para a nuvem

E hoje, a resposta para a mobilidade é sempre a nuvem. Aliás, a cloud computing é a resposta para diversas ações de redução de custos e otimização para competir no mercado atual. A mudança do investimento de bens de capital para investimentos em serviços deixou de ser uma vantagem para se tornar uma necessidade de sobrevivência.

A terceirização da infraestrutura precisa ser estudada e implementada o quanto antes. É uma forma de garantir um sistema mais seguro, confiável, disponível e com escalabilidade.

Desabilite licenças de software desnecessárias

Licenças de software são grandes fontes de desperdício de dinheiro pela falta de atenção que é dada na gestão de contratos pela TI. Muitas vezes, essas licenças são recorrentes e não são canceladas quando ocorre uma mudança de processos que as torne obsoletas.

Que tal fazer um levantamento desses contratos? O investimento em SaaS é uma boa saída, já que integra o uso dos programas à estrutura de nuvem e torna todo esse gerenciamento mais simples.

Incentive programas de treinamento e capacitação

Seu sistema sempre será tão eficiente quanto as pessoas que o utilizam. É muito comum que empresas percam tempo e dinheiro porque funcionários não conseguem utilizar uma ferramenta em todo o seu potencial.

Incentive ou até elabore planos de treinamento e comunicação interna que incluam todos os departamentos em uma cultura de bom uso da tecnologia. Transforme a TI em uma aliada. Essa harmonia será uma das chaves para que todos consigam executar suas tarefas com mais eficiência.

Use a tecnologia para enxugar processos

Já que a tecnologia é sua aliada para reduzir custos, use e abuse dela. Crie grupos dentro da sua equipe e com representantes de outros setores para discutirem como utilizar a estrutura atual para otimizar cada etapa operacional.

Aproveitando o passo para a nuvem, não implemente qualquer sistema sem antes revisar os processos mais importantes da empresa e descobrir como uma TI flexível, automatizada e móvel pode redesenhar o trabalho dentro do escritório. Cada clique, cada aba, cada arquivo que você consegue eliminar de uma tarefa é um passo em direção a uma empresa mais econômica.

Invista em uma cultura de inovação dentro da empresa

Tudo que falamos nesses dois últimos tópicos tem a ver com esta ideia: a cultura de inovação. Você, como líder tecnológico da empresa, tem o poder e a responsabilidade de criar um ambiente propício à criatividade e ao pensamento disruptivo.

Abra um canal para conversar com todos os departamentos. Tente ouvir mais do que impor. Basta uma ideia vinda de uma pessoa inusitada para reformular completamente os custos de uma TI.

Busque parceiros especializados

E se todas essas estratégias parecem muita coisa para lidar de uma vez só, seu caminho fica muito mais simples com a ajuda de uma empresa especializada em implementação tecnológica eficiente.

Consultorias podem fazer um melhor levantamento sobre suas necessidades e oportunidades de economia, enquanto serviços de gestão de infraestrutura e nuvem podem dar a você o suporte necessário para garantir o sistema mais otimizado possível.

E por que isso é importante? Porque, com boas estratégias para reduzir custos de TI implementadas e bem gerenciadas, o gestor tecnológico está pronto para assumir um papel estratégico no negócio e encontrar novos rumos para o sucesso.

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Multicloud: o que é e por que usar essa inovação?

Multicloud: o que é e por que usar essa inovação?

Para as organizações focadas em inovar e que desejam desfrutar do cloud computing sem ter que apostar todas as suas fichas em apenas um único “ambiente”, as nuvens múltiplas (o chamado multicloud) são uma alternativa que mitiga riscos de indisponibilidade e busca aumentar a eficiência operacional.

Embora não sejam vistas como algo que vá otimizar a TI das empresas de forma revolucionárias, as otimizações que o multicloud entrega podem, de fato, favorecer uma empresa.

E, por mais singelas que essas melhorias possam ser, as nuvens múltiplas conseguirão satisfazer diferentes necessidades, superando os desafios impostos e trazendo as soluções que mais se adequem às suas demandas.

De qualquer modo, preparamos este artigo para apresentar os principais pontos em relação a elas. Se você possui vários softwares e precisa deixá-los operando simultaneamente para que todas as áreas do negócio funcionem bem, não perca esta leitura em hipótese alguma. Confira!

Mas, afinal, no que consiste o multicloud?

Em primeiro lugar, é preciso compreender o que são as nuvens múltiplas. Para isso, começaremos com as definições vindas da própria comunidade da tecnologia da informação.

A Technopedia, por exemplo, define o conceito como o uso de dois ou mais sistemas de cloud computing ao mesmo tempo. A implantação pode usar nuvens públicas, privadas ou uma combinação das duas, visando oferecer redundância nos casos de falhas de hardware ou software, evitando, desse modo, a dependência de apenas um único fornecedor.

CloudTech descreve de maneira semelhante, mas com detalhes adicionais sobre por que as organizações as adotam, dizendo o seguinte: “as nuvens múltiplas combinam os melhores serviços dos mais distintos fornecedores para que se possa criar uma solução apropriada para as necessidades de uma empresa”.

Essa abordagem dá às companhias maior flexibilidade, oferecendo diferentes pontos de preço e assegurando uma melhor disponibilidade acerca de suas aplicações.

Para simplificar, as nuvens múltiplas podem ser resumidas como um modelo de implantação que envolve variados serviços em cloud, oriundos de fornecedores distintos.

De acordo com o InformationWeek, essa infraestrutura emerge como resultado de uma adoção orgânica, na qual uma equipe, um departamento ou uma unidade de negócio pode optar por utilizar o AWS e o Azure (ou ainda outros) ao mesmo tempo.

Quais as diferenças do multicloud em relação às nuvens híbridas?

Por uma questão de informação e para facilitar o seu entendimento sobre as nuvens múltiplas, é interessante abordarmos as suas diferenças em relação às nuvens híbridas.

Enquanto a primeira engloba diversos serviços de variados fornecedores, a segunda integra uma nuvem pública à rede privada. Aqui, utiliza-se uma parte da infra em uma nuvem privada (servidores físicos exclusivos) com uma nuvem pública (servidores não exclusivos).

Em quais casos é indicado que uma empresa utilize as nuvens múltiplas?

Um caso comum, provavelmente um dos mais recomendados, é quando um projeto da empresa se encaixa melhor nos custos e benefícios de uma nuvem, enquanto os outros melhor se ajustam nas condições de um segundo ou terceiro serviço. Essas condições podem ser variadas como: rede, latência, data center localizado no país, entre outros.

Não ficar dependente de só um fornecedor também é um motivo pelo qual os CIOs acabam optando pelo multicloud. O aumento da disponibilidade, da flexibilidade e do controle sobre as cargas de trabalho são outras razões pela sua escolha: se um fornecedor tiver problemas, a aplicação rodará no outro.

Vale ressaltar que os ataques DDoS são ameaças recorrentes e que podem derrubar uma solução em nuvem por inteiro. No entanto, essa alternativa nem sempre é a mais indicada, pois tudo depende das necessidades do negócio.

Se a organização quiser manter os seus dados críticos em sua infraestrutura interna, a nuvem híbrida é a opção mais adequada e também é mais apropriada para quem não queira dar complexidade ao seu ambiente: quanto mais fornecedores, mais complexo ele será.

Quais são os desafios ao utilizar as nuvens múltiplas?

Como em qualquer outro empreendimento de TI, a utilização das nuvens múltiplas envolve desafios que podem “destruí-la” se não houver um planejamento pertinente.

Os CIOs devem estar atentos a duas questões-chave: a escolha de bons fornecedores e a migração inicial, principalmente se você estiver fazendo um movimento significativo de um centro de dados tradicional para os vários ambientes em nuvem.

Não menos importante está a compreensão no que corresponde às potenciais plataformas em termos de segurança, conformidade e preços, por exemplo.

Entenda que nem todos os serviços ou fornecedores são iguais. Assim sendo, os obstáculos começam a partir do momento em que você tem que lidar com diferentes portais de gerenciamento.

Sem um controle bem instituído, os problemas e as dificuldades virão, disso não há a menor dúvida. Ao permitir que isso aconteça, prepare-se, pois eles podem gerar inúmeros prejuízos.

É é justamente por essa razão que os gestores de TI precisam buscar as soluções dos maiores e melhores provedores de cloud do mercado, encontrando uma forma de centralizar a gestão de todos os serviços contratados em somente um único local.

Só assim é que os responsáveis pelo departamento conseguirão ter uma visão clara e geral de todos os ambientes, os controlando adequadamente e fazendo com que as nuvens múltiplas tragam os resultados que tanto se espera.

Para concluir, é válido salientarmos que os “observadores de plantão” dizem que a sua adoção está sendo bastante impulsionada pelo fator da disponibilidade. Ao optar por essa metodologia, você acaba reduzindo os riscos de inatividade nos casos em que ocorrer um impedimento em algum dos serviços.

Além disso, há outros benefícios a considerar e que também estão contribuindo para essa tendência, como:

  • redução de custos;
  • melhora da segurança;
  • baixa latência;
  • poder de escolha;
  • aumento da confiabilidade;
  • otimização custo-desempenho;
  • melhor retorno sobre o investimento (ROI).

Isso sem contar que, com a elaboração de um bom plano de desastres, sua companhia se tornará mais resistente do que nunca. Mas não se esqueça: contrate um fornecedor que seja reconhecido pelo mercado e que utilize as melhores ferramentas do setor. Isso é muito importante!

O que achou deste artigo sobre as nuvens múltiplas? Gostou? Se quiser ficar por dentro dos melhores conteúdos relacionados às tecnologias da informação, assine a nossa newsletter agora mesmo e receba eles diretamente em seu e-mail!

Link privado: por que ter e qual é sua importância?

Link privado: por que ter e qual é sua importância?

Você já pensou em ter a estabilidade e a segurança de uma rede privada em todos os acessos da empresa aos servidores na nuvem e à internet em geral? Então, o link privado pode ser a resposta que você procura.

Neste artigo, vamos apresentar para você essa tecnologia, mostrar os benefícios de investir na solução e especificar em que casos você tem mais a ganhar apostando em uma VPN. Vamos lá?

O que é um link privado?

Um link privado pode ser descrito como uma rota exclusiva de transporte de dados entre duas pontas via internet. É um canal de comunicação criptografado usado para conexões VPN, as redes privadas virtuais.

A ideia principal por trás desse tipo de tecnologia é garantir a estabilidade e segurança de uma rede corporativa interna sem restringir a produtividade ao escritório da empresa.

Isso é possível porque a conexão é direta e existem poucas brechas para a interceptação e captura de dados. Mesmo que isso ocorra, será impossível que o criminoso visualize e edite essas informações sem a chave correspondente.

Quais são as vantagens de um link privado na empresa?

Investir na solução de link privado associado a uma VPN é uma grande saída para diminuir ameaças externas, garantir a confiabilidade do negócio e ainda dar mais espaço para que o gestor de TI se preocupe com questões mais estratégicas de negócio apoiadas em tecnologia. Veja alguns exemplos de benefícios que a tecnologia pode proporcionar à sua empresa:

Estabilidade de conexão

A velocidade de um link privado geralmente segue a qualidade e banda contratada pela empresa fornecedora, como qualquer tipo de conexão. Porém, apostar em VPN ou link privado é uma forma de adquirir um link dedicado para o seu sistema.

Exclusividade de estrutura é uma garantia de mais estabilidade e disponibilidade principalmente de serviços na nuvem. Essa pode se tornar uma grande vantagem de negócio, principalmente em um país como o Brasil, com suas limitações de infraestrutura de conectividade.

Criptografia

Esse é o grande benefício quando falamos de segurança em um negócio apoiado por cloud computing. A base do link privado é a criptografia de ponta a ponta, ou seja, os dados são embaralhados na saída e só podem ser desembaralhados quando alcançarem o destino certo.

Mesmo que essas informações sejam capturadas e haja alguma indisponibilidade momentânea no serviço, é virtualmente impossível visualizar esses dados sem a chave de criptografia. Esse é o tipo de cuidado com a segurança que traz confiança e credibilidade à marca, tanto entre fornecedores como parceiros, colaboradores e, claro, o público.

Controle maior na gestão de dados

Outra vantagem de contar com esse túnel privado para a troca de informações é que fica muito mais fácil gerenciar e monitorar o uso de informações sensíveis por funcionários e colaboradores.

Como é quase impossível que haja o comprometimento de dados no caminho entre as duas pontas, falhas humanas e casos de uso indevido de documentos podem ser rastreados com mais facilidade — todos esses processos confinados dentro do sistema.

Detecção de ameaças

E se é mais fácil identificar anomalias no uso dos dados, também é mais simples encontrar brechas sendo exploradas por criminosos e outros tipos de ameaça externa. Como o tráfego de informações é criptografado, suas ações de segurança podem focar nas pontas do sistema, seja a rede interna do escritório ou dispositivos específicos acessando documentos à distância.

Maior confiança em processos

Com um sistema melhor gerenciado, mais seguro e garantido pela criptografia, o gestor de TI tem mais ferramentas e tempo disponível para focar na otimização de processos, na relação de confiança entre sistemas e, por consequência, no aumento geral de produtividade da empresa.

É uma arma que você tem para transformar uma solução tecnológica em um motivador por economia, inovação e disrupção em todos os departamentos.

Para que casos um link privado é mais recomendado?

Se você procura mais estabilidade de conexão e segurança para a operação e gestão da nuvem, o link privado é uma solução importante para a sua empresa. Mas podemos especificar ainda mais em que situações uma VPN pode contribuir para o sucesso da empresa:

Quando há uso do Active Directory da Microsoft

A melhor forma de garantir a segurança no uso de ADs hospedados na nuvem é por meio de links privados ou conexões VPN. Dados confidenciais ou sensíveis para a operação ficam armazenados em um sistema de alto rendimento sem a preocupação de brechas que permitam roubo de informações — já que, para qualquer acesso, será exigida a chave de criptografia.

Quando a empresa tem filiais

O link privado pode ser uma ótima solução para comunicação confiável, estável e segura entre filiais, escritórios diferentes ou departamentos que não estejam todos integrados em uma mesma rede. É uma forma de criar um canal tão protegido de ameaças externas quanto seria uma rede interna corporativa.

Quando há uma política de trabalho remoto na empresa

Se você pretende implementar ou já gerencia modelos como BYOD e trabalho remoto na sua empresa, o link privado se transforma em mais uma camada de proteção sem prejudicar a produtividade.

Nesse cenário, apenas os aplicativos monitorados com credenciais verificadas poderão visualizar e editar documentos dentro do sistema. Essa não só é uma solução para uma gestão de dados segura como pode ser um novo passo tecnológico para impulsionar o crescimento da sua empresa.

Quando o link privado não é recomendado?

A questão da segurança de dados hoje é tão importante que não se recomenda o link privado apenas para gestão de informações que já são públicas ou que não afetam a operação do negócio. Por exemplo, quando o site da empresa é hospedado em um servidor na nuvem, não faz sentido utilizar uma VPN para visualização de código e arquivos.

Mas, como estamos acompanhando nos últimos anos, é a gestão dos dados sensíveis para um negócio que se torna cada vez mais vital para o sucesso em um mercado transformado digitalmente. Se você quer, ao mesmo tempo, garantir a segurança do seu sistema e aumentar a produtividade de todos os departamentos, o link privado pode ser a solução que você precisa!

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RAID: o que é e como ele ajuda os servidores?

RAID: o que é e como ele ajuda os servidores?

O armazenamento é essencial ao configurar um servidor, já que praticamente toda informação depende de um dispositivo de storage, onde é salva, atualizada e recuperada em diversas utilizações. Se você tiver requisitos de redundância ou desempenho mais complexos, soluções como o RAID podem fazer a diferença.

Confira a seguir como o RAID pode ampliar a capacidade de armazenamento e velocidade do seu servidor. Veja mais!

Afinal, o que é RAID?

RAID é uma sigla para Redundant Array of Independent Disks ou Conjunto Redundante de Discos Independentes. É uma técnica que consiste em utilizar um conjunto de discos rígidos de forma que eles operem com maior eficiência.

De uma forma simples, RAID é a configuração de dois ou vários discos rígidos para funcionar como uma única unidade em um único sistema de computador. Embora a configuração possa variar de acordo com o uso pretendido, o principal conceito é fornecer uma instalação de alta disponibilidade, que deve isolar todo o armazenamento de dados de situações como falhas no sistema ou falhas na infraestrutura.

No mundo da tecnologia da informação, o termo “alta disponibilidade” é obtido por meio da redundância. Isso pode ser feito implantando matrizes RAID no centro de dados, o que reduz a probabilidade de falhas do sistema, que acontecem devido a falhas do disco rígido. Isso evita que as matrizes de disco configuradas falhem e, portanto, suas operações gerais também não serão afetadas fazendo com que os usuários do data center nunca experimentem o tempo de inatividade.

Por que usar o RAID?

Os valores primários fornecidos pelo RAID são a redundância de dados e os ganhos de desempenho. A redundância destina-se a ajudar a aumentar a disponibilidade dos seus dados.

Isso significa que, durante certas condições de falha, como quando uma unidade de armazenamento fica defeituosa, suas informações ainda estão acessíveis e o sistema como um todo pode continuar a funcionar até que a unidade seja substituída.

Isso não significa um mecanismo de backup — os backups separados sempre são recomendados com RAID como com qualquer outro tipo de armazenamento — mas, em vez disso, tem como objetivo minimizar as interrupções quando ocorrem problemas.

O outro benefício que o RAID oferece em alguns cenários está no desempenho. O armazenamento geralmente é limitado pela velocidade de um único disco. Com o RAID, os dados são redundantes ou distribuídos, o que significa que vários discos podem ser consultados para cada operação de leitura, aumentando a taxa de transferência total. As operações de gravação também podem ser melhoradas em certas configurações, pois cada disco individual pode ser solicitado a escrever apenas uma fração do total de dados.

Qual nível de RAID é adequado para o meu negócio?

RAID 0

O RAID 0 destina-se a velocidades rápidas de leitura e gravação, dando ao usuário um ótimo desempenho. O RAID 0 é um pouco diferente porque, apesar do seu nome, não há redundância. Em vez disso, os dados são “listrados” nas unidades, o que significa que cada disco contém uma parte da informação geral.

Embora isso permita velocidades de leitura e gravação mais rápidas, isso também significa que, se uma das unidades falhar, não há como recuperar qualquer um dos dados em discos de trabalho restantes.

O RAID 0 geralmente é a configuração RAID preferida para jogadores, em que a velocidade é de extrema importância.

RAID 1

O RAID 1 é uma configuração de, pelo menos, duas unidades que contém exatamente os mesmos dados. O RAID 1 fornece o que se chama “tolerância a falhas”, o que significa que, quando uma unidade falha, as outras ainda funcionarão. Esse é, portanto, o favorito para aqueles que precisam de alta confiabilidade.

A diferença é que ele não oferece nem mesmo as mesmas velocidades de gravação que uma configuração RAID 0. Quando os dados são salvos, ele deve ser gravado em cada unidade, o que significa que a velocidade de gravação só pode ser tão rápida quanto a unidade mais lenta na matriz. Posteriormente, o espaço de armazenamento também depende da unidade menor da matriz.

Pense na eficiência do RAID 1 como o número de unidades divididas pelo número de unidades. Dois divididos por dois são um (um para armazenamento e o outro para backup). Já uma configuração de cinco unidades ainda tem apenas um valor de unidade de informação, mas quatro backups.

RAID 5

A configuração mais popular, o RAID 5 usa um método semelhante ao RAID 0, e também tem uma “paridade” distribuída nas unidades.

De uma forma lógica, os dados são reunidos no caso de uma única falha na unidade, usando as informações de paridade armazenadas nas outras unidades.

Essa função é executada enquanto as outras unidades continuam suas operações normais, o que significa que o tempo de inatividade é zero em caso de falha na unidade. É por isso que o RAID 5 requer pelo menos três unidades.

O RAID 5 perde 33% do espaço de armazenamento (usando três unidades) para essa paridade, mas ainda é uma configuração mais econômica do que o RAID 1. As configurações mais populares do RAID 5 usam quatro unidades, o que reduz o espaço de armazenamento perdido para 25%.

RAID 10

O RAID 10 consiste em um mínimo para quatro unidades e tem todas as vantagens de RAID 0 e RAID 1 — embora a um custo ligeiramente maior.

O RAID 10 tem as características de desempenho de uma configuração RAID 0, mas, em vez de confiar em discos únicos, é utilizada uma matriz espelhada, que fornece uma redundância de todos os acolhimentos. Isso significa que o RAID 10 pode fornecer a velocidade do RAID 0 com a redundância do RAID 1, razão pela qual, às vezes, você o verá como RAID 1 + 0 (ou 10).

Como aplicar RAID no meu negócio?

O RAID normalmente é usado em servidores em que a tolerância a falhas é necessária e a acessibilidade de dados é crítica. Como resultado, o RAID é comumente usado em dispositivos de armazenamento conectados em rede, bem como servidores que hospedam linhas críticas de aplicativos de negócios.

O RAID também pode ser usado em PCs de mesa. As empresas que criam PCs de alta potência para seus funcionários, como aqueles nos campos de edição de CAD ou multimídia, podem se beneficiar da configuração do RAID. O RAID fornece proteção de falha do disco rígido para aqueles que devem usar aplicativos robustos com grandes quantidades de armazenamento.

Como o RAID deixa o negócio mais seguro?

Ter uma configuração de redundância nos discos rígidos de seus servidores poderia potencialmente salvar seu negócio de tempo de inatividade dispendioso.

Com o RAID, as organizações podem perder um disco em sua matriz e continuar com suas operações do dia a dia sem se preocupar. A maioria das matrizes RAID fornece aos administradores estatísticas do disco, que fornece alertas para a equipe de TI se uma unidade estiver prestes a falhar dentro de um RAID.

Gostou dos benefícios que o armazenamento em RAID pode trazer para sua operação de dados. Pois saiba que os servidores dedicados Under já contam com discos RAID para garantir a melhor disponibilidade. Entre em contato conosco para saber mais.

Qual é a melhor forma de fazer seus backups periódicos?

Qual é a melhor forma de fazer seus backups periódicos?

Fazer backups periódicos é uma prática de segurança recomendada para evitar a perda de dados. No ambiente empresarial, isso é ainda mais importante, sobretudo com o avanço das fraudes virtuais. Não basta equipar a empresa com o que há de mais moderno em recursos tecnológicos se as informações processadas podem sumir em um piscar de olhos.

Sobre isso, vamos refletir aqui neste artigo. Continue lendo para entender algumas técnicas e formas de realizar backups periódicos para potencializar a segurança da informação no seu negócio!

Os desafios da segurança dos dados

Vamos começar com um panorama rápido dos atuais desafios relacionados à segurança dos dados corporativos. Eles nos mostram a importância de uma boa estratégia de backups periódicos.

De acordo com o WISR – Worldwide Infrastructure Security Report, relatório anual da Netscout Arbor, as empresas brasileiras sofreram uma média de 30 ataques de negação de serviços (indisponibilidade de aplicações) por hora ao longo de 2017. Na escala global, o país está em quinto lugar nesse tipo de fraude.

Já um estudo realizado pela PwC aponta que os empresários brasileiros tiveram perdas superiores a 1 milhão de dólares em 2017 por conta de danos e roubos de dados, além de problemas com disponibilidade de serviços, softwares e redes.

Em nível mundial, de acordo com a fabricante de soluções em antivírus McAfee, os diversos tipos de cibercrimes já provocaram perdas na casa dos 600 bilhões de dólares. A empresa destaca a rapidez com que a chamada “indústria hacker” se adapta às inovações tecnológicas para explorar vulnerabilidades; e alerta para a necessidade de estratégias cada vez mais poderosas para lidar com o problema.

Backups periódicos como tática de segurança da informação

Não importa o tamanho da empresa ou em que segmento atue, os backups regulares são essenciais para garantir a segurança dos dados. Na prática, uma boa estratégia de backup pode ser a única forma de evitar um desastre na infraestrutura de TI como um todo.

Realizar backups periodicamente, de preferência de forma automatizada, ajuda a garantir que, independentemente da estratégia de segurança atual, a organização tenha dados seguros e limpos para manter sua operação em caso de perda de dados, ataques de hacker ou, até mesmo, um desastre natural.

Há especialistas que recomendam, inclusive, deixar o backup sempre em um servidor que não é o mesmo dele, em um outro datacenter. Em caso de desastre (incêndio, incidentes naturais etc.), por exemplo, é bom ter o backup mantido fora do ambiente interno de TI. E isso pode ser conseguido contratando um provedor de computação em nuvem.

Dessa forma, com os backups sendo realizados a quilômetros de distância (em alguns casos, até em outros países), a garantia de que os dados poderão ser recuperados facilmente aumenta significativamente.

Outra medida bastante recomendada é a realização de testes de backup com antecedência. Em um bom plano de contingência, são realizadas simulações para certificar de que as cópias de segurança serão realizadas regularmente.

A periodicidade indicada depende muito do sistema e do produto tecnológico que a empresa possui. Há aplicações que exigem backups semanais, como é o caso dos sites institucionais; e há casos como o dos softwares integrados de gestão empresarial (ERP) em que são necessárias cópias de segurança diárias e até de hora em hora.

Os modelos de backup mais comuns

Basicamente, são três os tipos de backups periódicos mais praticados atualmente:

Backup full ou backup completo

Esse é um tipo de backup no qual são geradas cópias de tudo o que a empresa possui em seus servidores. Dia a dia, tudo é copiado. Um dos desafios desse modelo é que ele consome bastante espaço de armazenamento.

Backup incremental

Como o próprio nome sugere, esse é um tipo de backup que copia apenas arquivos que foram alterados desde o backup anterior.

O problema desse backup é que é preciso restaurar a cópia completa e depois cada uma das diferenças. Ou seja, a restauração é mais trabalhosa.

Backup diferencial

O diferencial é um tipo de backup que copia todos os dados que mudaram desde o último backup completo. Por exemplo, se um backup completo for feito no domingo, o backup diferencial de segunda-feira faz cópia de todos os arquivos alterados ou adicionados desde o domingo.

Backups periódicos na nuvem são a melhor escolha

Soluções de backup em nuvem vêm ganhando bastante aderência nos últimos tempos. Bons provedores de soluções em nuvem fornecem serviços de backup automatizados, ou seja, sem a necessidade de intervenção humana.

Ao contrário das técnicas tradicionais de backup, o backup na nuvem se distingue por ser altamente flexível e escalável. Ou seja, as capacidades de realização cópias de segurança e de armazenamento, bem como a periodicidade, são facilmente adaptadas conforme aumentam as demandas da empresa. Basta que a empresa contratante solicite ao provedor de nuvem e as atualizações são realizadas automaticamente, sem necessidade de implementações na infraestrutura interna.

Graças aos vários níveis de redundância oferecidos pelo serviço de backup na nuvem, em casos de dados perdidos ou apagados (por erros dos usuários ou intencionalmente por agentes internos e externos à empresa), as cópias de segurança estão sempre disponíveis e podem ser facilmente localizadas. Logicamente, ao contratar backup em nuvem, é importante se certificar de que o fornecedor armazena diversas cópias em locais independentes um do outro (em diversos datacenters, espalhados, muitas vezes, por regiões diferentes). É isso que garante a redundância e eleva a certeza de que os dados não serão perdidos.

Por fim, um benefício muito importante dos serviços de backup online é a redução de gastos. Esses serviços são muito mais baratos do que unidades de fita, servidores ou outros elementos de hardware e software necessários para realizar o backup do modo tradicional, pois são totalmente digitais e virtualizados.

Além disso, todo o custo interno com equipe e infraestrutura desaparece, pois o backup em nuvem é de inteira responsabilidade do provedor do serviço.

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