7 motivos para contratar uma consultoria em cloud

7 motivos para contratar uma consultoria em cloud

Lidar com a chamada transformação digital e os ganhos oferecidos por ela se tornou uma necessidade de sobrevivência para muitas empresas nos últimos anos. Porém, como conseguir a migração perfeita, que extraia o potencial máximo da nuvem na sua rotina de trabalho? Uma ótima resposta para essa pergunta está na consultoria em cloud.

Neste artigo, vamos contar por que ela é importante e por que você deveria pensar em contratar uma agora mesmo! Vamos começar?

Qual é a importância da consultoria em cloud?

Antes de listar os motivos para apostar na consultoria em cloud, nós temos que entender por que isso importa. Por que não simplesmente contratar um serviço de nuvem e implementá-lo por conta própria?

A resposta dessa questão vem de uma necessidade interminável em qualquer negócio que trabalhe com produtos e serviços digitais: a busca por otimização de recursos e processos sem que isso afete a qualidade. Não há como se manter consolidado no mercado por muito tempo se os concorrentes conseguem entregar algo semelhante mais rápido e gastando menos.

A nuvem está sim disponível para o uso e não faltam opções para contratar. Mas, com um uso básico dessa estrutura, não é possível usufruir de todos os benefícios que ela oferece. Como identificar qual ferramenta vamos usar na hora certa? Para as empresas, a resposta para esse tipo de pergunta está atrelada à eficiência de custo e às outras vantagens.

Ao escolher uma consultoria, sua empresa ganha mais inteligência para usar os recursos da nuvem e alcançar o melhor resultado para o negócio. Isso trará eficiência de custo, escalabilidade, disponibilidade e diversas outras vantagens que detalharemos mais a seguir. É uma questão de tirar o máximo proveito da nuvem para as necessidades do seu negócio.

Quais são os 7 motivos para contratar uma consultoria em cloud?

Então, podemos entrar em mais detalhes no que faz a consultoria em cloud um investimento necessário para empresas que buscam extrair o máximo da tecnologia que contratam e adquirem. Como dissemos, são vantagens que convergem na busca por otimização e podemos citar as 7 mais importantes:

1. Eficiência de custo

O que mais se espera de uma consultoria tecnológica é conseguir a melhor estrutura pelo menor preço possível. Quando se adquire hardware, por exemplo, isso significa pesar o custo-benefício e negociar condições de pagamento. Contudo, em um modelo recorrente de serviço, o foco é um pouco diferente.

Aqui, o importante é conseguir não o melhor ou o mais potente, mas os componentes que se adequem mais ao fluxo produtivo da empresa. Ferramentas, conexão, sistema, virtualização, armazenamento — tudo isso deve ser contratado de acordo com o que você precisa para encurtar processos e facilitar o desenvolvimento.

Só uma empresa especializada é capaz de levantar esses dados em todos os seus aspectos e indicar qual é a melhor solução para cada etapa desse processo.

2. Migração facilitada

Mesmo que não seja um processo tão complicado, a forma como sua empresa migra para a nuvem pode definir a otimização de seu uso no futuro. Se essa transição for desorganizada ou apressada, é possível que você precise de uma nova grande reformulação no futuro para não desperdiçar dinheiro e recursos.

Uma consultoria em cloud, quando feita com empresas experientes e com expertise, permite a elaboração de um plano de migração seguro, organizado e estruturado em etapas. Dessa forma, seu negócio garante o potencial máximo da nuvem desde o primeiro dia.

3. Escalabilidade pré-configurada

A escalabilidade de recursos é um dos maiores argumentos de venda da nuvem: uma empresa é capaz de, em alguns cliques, aumentar exponencialmente sua estrutura para atender a picos de demanda, sem precisar necessariamente aumentar de forma proporcional os gastos e os esforços dos profissionais.

Parece fácil, mas só é assim quando o provedor de nuvem oferece um serviço de qualidade e o seu sistema como um todo já está preparado para lidar com esse processo. Para garantir as duas coisas, a consultoria em cloud é uma grande aliada.

4. Disponibilidade adequada à demanda

Quanta infraestrutura você precisa hoje para atender ao seu público? Quanto você vai precisar daqui a cinco, dez anos? Esse tipo de planejamento é essencial para quem quer crescer de forma sustentável, mas nem sempre é um processo simples para quem já tem que lidar com uma rotina de trabalho intensa.

A consultoria pode tirar esse peso das suas costas e fazer o planejamento por você. Da sua parte e dos profissionais da empresa, basta utilizar esses dados como fonte para traçar uma estratégia de crescimento utilizando a cloud computing.

5. Microsserviços

Uma tendência atual de desenvolvimento em nuvem é a troca de grandes ferramentas abrangentes por arquitetura de microsserviços, quando cada aplicação funciona de forma precisa e dedicada a determinada função.

A grande sacada desse modelo é dar mais flexibilidade para a forma como esses módulos se conversam para agilizar o desenvolvimento. Partes desnecessárias podem ser descartadas para economizar e realocar esse capital em funcionalidades mais importantes. Uma consultoria em cloud poderá escolher, estruturar e implementar um sistema baseado em microsserviços para aumentar a rapidez e a qualidade da sua entrega.

6. Backups garantidos

O uso de backups na nuvem hoje é fundamental para qualquer negócio que não quer lidar com desastres originados da perda de dados. Mas armazenar cópias e criar redundâncias de qualquer jeito não garante que você terá um sistema confiável.

O que uma consultoria em cloud pode fazer é levantar e delimitar duas métricas importantes para garantir o sucesso de recuperação em casos de desastre:

  • o Recovery Point Objective, ou RPO, define em quanto tempo antes de uma falha ou desastre alterações de dados podem ser perdidas para que o sistema seja recuperado;
  • o Recovery Time Objective, ou RTO, determina quanto tempo a empresa tem para recuperar aplicações e dados que foram comprometidos a um estado operacional antes que haja prejuízo para a operação.

7. Segurança

O assunto segurança é prioritário em empresas que planejam a sua transformação digital e a migração para a nuvem. Por isso, ela é mais um ponto a se pensar na hora de decidir contratar uma consultoria.

A cloud computing é hoje uma tecnologia muito segura, com provedoras investindo em equipamentos mais modernos e equipes de segurança dedicadas. No entanto, isso depende do modelo escolhido, da empresa contratada e da implementação bem-feita.

A equação que equilibra todos esses fatores não é sempre simples de fazer por profissionais que já precisam lidar com suas rotinas no dia a dia. Deixar a cargo de uma boa consultoria em cloud pode ser a forma perfeita de tirar o peso das suas costas e garantir o sistema mais seguro possível.

Quais são as dificuldades que a empresa pode ter na hora de migrar?

Quando uma empresa decide fazer a migração para a nuvem por conta própria, ela pode esbarrar em uma série de dificuldades que irão pôr em cheque a qualidade da implementação.

Geralmente, profissionais têm pouco tempo para elaborar um plano completo, já que estão constantemente trabalhando na melhoria do seu produto. Um planejamento inicial incompleto gera demora nas etapas de migração, dificuldade de encontrar uma harmonia entre as soluções contratadas e muita gambiarra para encaixar esse novo sistema nos seus processos atuais.

Uma consultoria em cloud pode eliminar todos esses pontos problemáticos. É o tipo de empresa que fará um levantamento da sua estrutura, do seu fluxo de trabalho e das suas necessidades de entrega. Dessa forma, ela garantirá a melhor solução de nuvem para alavancar a qualidade e a agilidade do seu trabalho.

O que você está esperando, então, para contratar uma consultoria em cloud? Entre em contato conosco agora! A Under vai acompanhar você nesse processo e vai garantir uma transformação digital completa para a sua empresa!

Gestão de risco: o que é e como fazer de forma eficiente?

Gestão de risco: o que é e como fazer de forma eficiente?

Se você possui ou gerencia uma empresa que faz uso da Tecnologia da Informação (TI), é importante identificar as ameaças para seus sistemas e dados, reduzir ou realizar a gestão de risco e desenvolver um plano de resposta em caso de crise.

Os CEOs de empresas têm obrigações legais em relação à privacidade, às transações eletrônicas e ao treinamento de pessoal. Tudo isso influencia as estratégias de gestão de risco de TI. Infelizmente, você não pode prever quando ocorrerá um ataque e o que isso pode envolver. Se ocorrer um incidente de segurança, você deve minimizar o impacto e voltar aos negócios o mais rápido possível.

Um plano de resposta ao incidente de segurança cibernética ajudará você e sua empresa a se preparar e responder a ele de forma rápida e eficaz.

Os riscos de TI incluem falhas de hardware e software, erros humanos, spam, vírus e ataques maliciosos, bem como desastres naturais, como incêndios ou inundações.

Os impactos para a empresa incluem comprometimento da confidencialidade dos dados do cliente, danos à reputação, multas regulatórias e honorários legais, danos ao seu crédito e incapacidade de garantir empréstimos bancários, para não mencionar inconvenientes extraordinários e diminuição da produtividade.

Você pode gerenciar problemas de TI ao completar uma avaliação de risco de negócios. Ter um plano de continuidade de negócios pode ajudar sua empresa a se recuperar de um incidente de TI.

Este artigo ajudará você a entender os riscos de TI e fornecerá informações sobre formas de se preparar e responder a incidentes de TI.

Qual é a importância da gestão de risco?

Nos negócios de hoje, o risco representa uma questão crítica. Quase todas as decisões empresariais exigem que os executivos e gerentes equilibrem o risco e a recompensa. A gestão eficaz dos riscos empresariais é essencial para o sucesso de uma empresa.

Muitas vezes, o risco de TI é ignorado. Outros riscos comerciais, como riscos de mercado, risco de crédito e riscos operacionais, foram incorporados nos processos de tomada de decisão corporativa.

O risco de TI foi relegado a especialistas técnicos fora da sala de reuniões, apesar de cair sob a mesma categoria de risco “guarda-chuva”, como outros riscos comerciais.

Todas as empresas que usam TI, seja uma startup ou grandes corporações, podem se beneficiar da gestão de risco de TI. Esse risco pode ser personalizado para qualquer tipo de empresa em qualquer localização geográfica.

As soluções de análise de risco permitem que as empresas tomem decisões conscientes por meio de programas e metodologias de gestão mais inteligentes — direcionando o desempenho do negócio para melhores resultados.

A gestão de risco é tão importante quanto um plano de negócios. Todos pensam que isso não pode acontecer com seu negócio, então não é preciso se preparar para isso. Porém, uma vez que esse risco se torne realidade, você precisa se concentrar em lidar com o evento, ao mesmo tempo que precisa continuar a administrar seu negócio.

Se a sua empresa estiver lutando para reunir uma resposta a uma ameaça enquanto também lida com o incidente, isso dificultará a sua capacidade de informar o público e resolver o problema.

Os recursos combinados da gestão de riscos podem ajudar sua empresa a alcançar um crescimento lucrativo e atender demandas cada vez maiores de conformidade regulamentar nas condições de mercado voláteis e atuais de hoje.

Então, o que é a gestão de risco?

A gestão de risco é um procedimento de identificação, análise e controle de ameaças a uma empresa, que podem ter como resultado uma grande diversidade de fontes, incluindo incerteza financeira, erros de gestão estratégica, responsabilidades legais, acidentes e desastres naturais.

As ameaças à segurança de TI e os riscos relacionados com os dados, bem como as estratégias de gestão de riscos para amenizá-los, tornaram-se uma prioridade para as empresas tecnológicas voltadas à transformação digital.

Como resultado, um plano de gestão de risco inclui cada vez mais os processos das empresas para identificar e controlar as ameaças aos seus ativos digitais, incluindo dados corporativos proprietários, informações pessoais e de propriedade intelectual de um cliente.

O plano deve conter quatro aspectos: um plano de gestão de riscos para minimizar a ameaça; um plano de mitigação para limitar o impacto de qualquer ataque em seu negócio; um plano de resposta para que saiba exatamente o que fazer (e não fazer); e um plano de recuperação de dados para garantir que o seu negócio esteja funcionando novamente o mais rápido possível caso ocorra um imprevisto.

As ameaças gerais aos sistemas e dados de TI incluem:

  • vírus: código de computador que pode copiar e se espalhar de um computador para outro, muitas vezes, interrompendo as operações do computador;
  • falha de hardware e software: perda de energia ou corrupção de dados;
  • spam, fraudes e phishing: e-mail não solicitado que procura enganar as pessoas para revelar detalhes pessoais ou comprar bens fraudulentos;
  • malware: software malicioso projetado para interromper a operação do computador;
  • erro humano: processamento de dados incorretos, descarte de dados de forma descuidada ou abertura acidental de anexos de e-mail infectados.

As ameaças criminais específicas para os sistemas e dados de TI incluem:

  • desonestidade pessoal: roubo de dados ou informações confidenciais, como detalhes do cliente;
  • hackers: pessoas que ilegalmente invadem os sistemas informáticos;
  • negação de serviço: ataques online que impedem o acesso do site para usuários autorizados;
  • fraude: usar um computador para alterar dados para benefício ilegal;
  • falhas de segurança: inclui falhas físicas, bem como online;
  • roubo de senhas: muitas vezes, um alvo para hackers mal-intencionados.

Desastres naturais, como fogo e inundações, também apresentam riscos para sistemas de TI, dados e infraestrutura. Os danos causados ​​aos edifícios e ao hardware podem resultar em perda ou corrupção de registros e transações de clientes.

Em resumo, a gestão de risco:

  • permite a integração com as estruturas globais de risco e conformidade dentro da empresa;
  • fornece uma visão abrangente de todos os riscos relacionados ao uso de TI e um tratamento similarmente completo da gestão de risco para questões operacionais;
  • evolui dinamicamente com uma arquitetura de risco que pode se adaptar eficientemente à medida que as práticas de gestão de riscos, as exigências dos clientes e as tendências de TI mudam;
  • melhora a tomada de decisões, fornecendo ferramentas de gestão, análise de risco, visão e transparência;
  • permite que as empresas compreendam e gerenciem todos os tipos significativos de risco de TI;
  • explica como capitalizar um investimento feito em um sistema de controle de TI já implementado para gerenciar riscos relacionados a TI;
  • fornece benefícios empresariais tangíveis e reduz o custo da conformidade regulamentar;
  • aumenta o retorno sobre o capital, tomando decisões com base no risco sobre como otimizar a alocação de capital e qualificar para incentivos fiscais;
  • acelera e racionaliza os processos de risco para redução de custos de perdas de crédito e gerencia riscos operacionais.

Como criar uma política de gestão de risco corporativa?

A gestão de risco de TI não funciona somente uma vez. Não é um produto a comprar. Em vez disso, é um processo que deve ser realizado de forma contínua. É fundamental que uma organização examine continuamente os riscos e os objetivos de segurança em seu ambiente de negócios e proteja sistematicamente na forma como opera.

A abordagem sistemática deve se estabelecer como um modelo geral para a gestão de risco de negócios, identificando processos relacionados à segurança que devem ser analisados ​​e fornecendo orientação sobre objetivos de segurança, postura de segurança e alternativas de arquitetura de segurança.

A gestão adequada de riscos exige um forte compromisso da alta administração, um processo documentado que apoia a missão da organização, uma política de gestão de risco de informação e uma equipe, inclusive de fornecedores de TI. Depois de identificar o nível aceitável de risco da sua empresa, você precisa desenvolver uma política de gestão de risco de informação.

A política de risco de TI deve ser um subconjunto da política geral de gestão de riscos da organização (os riscos para uma empresa incluem mais do que apenas problemas de segurança da informação) e devem ser mapeados para as políticas de segurança organizacional, que estabelecem o risco aceitável e o papel da segurança como um todo na organização. A política de riscos de TI é focada na gestão de riscos, enquanto a política de segurança é de alto nível e aborda todos os aspectos da segurança. Ela deve abordar os seguintes itens:

  • objetivos;
  • nível de risco que a empresa aceitará;
  • processos formais de identificação de risco;
  • conexão entre a política e os processos de planejamento estratégico da organização;
  • responsabilidades e funções a serem cumpridas;
  • mapeamento de risco para controles internos;
  • abordagem para mudar comportamentos de pessoal e alocação de recursos em resposta à análise de risco;
  • mapeamento de riscos para metas e orçamentos de desempenho;
  • indicadores-chave para monitorar a eficácia dos controles.

A política fornece a infraestrutura para os processos e procedimentos de gestão de riscos da organização e deve abordar todas as questões de segurança da informação, da triagem de pessoal e da ameaça para segurança física e firewalls. Ele deve fornecer orientação sobre como a equipe relaciona informações sobre os riscos da empresa para a gerência sênior e como executar corretamente as decisões da administração em tarefas de mitigação de risco.

Papel das equipes na política de risco de TI

Em organizações líderes, a gestão de risco deve ser um item constante nas agendas de CEOs e conselhos. Para ficar à frente das ameaças, os executivos devem se envolver em um diálogo contínuo para garantir que sua estratégia evolua continuamente e devem fazer os trade-off adequados entre oportunidades de negócios e riscos.

A preparação para a violação começa com a definição das atividades que uma organização deve seguir ao definir uma gestão de risco. A política de risco de TI deve ser clara quanto ao papel de cada um dentro da organização. A política deve conter uma lista de “fazer e não fazer” para a equipe seguir.

O que a política realmente deve fazer é apontar para promover o comportamento de segurança inteligente. Seu plano deve ser criar uma cultura em que os funcionários saibam o que se espera deles — e que são inteligentes o suficiente para detectar possíveis problemas de segurança em cenários reais de risco.

Gerentes de negócios

Eles precisam entender o que é o risco de TI e como ele pode ajudar a suportar seus processos de negócios. Os acordos firmados de contratação de novos sistemas devem ser feitos sob o conceito de segurança do negócio e devem ser responsáveis por decisões críticas. Por exemplo, se os sistemas comerciais devem ser desligados em caso de ameaça.

Representantes da TI

Como a equipe de TI interage? Que ações são realizadas pela equipe de TI durante as operações de resposta a uma ameaça? A equipe terá acesso fácil à rede e aos logs de sistemas para fins de análise? A equipe poderá fazer recomendações para melhorar a segurança da infraestrutura organizacional?

Representantes do departamento jurídico

Quando e como o departamento jurídico deve estar envolvido nos esforços de resposta a incidentes? O pessoal jurídico também pode ser necessário para revisar acordos de confidencialidade, desenvolver uma redação apropriada para entrar em contato com outros sites e organizações, e determinar a responsabilidade do site para incidentes de segurança do computador.

Representantes de recursos humanos

Podem auxiliar no desenvolvimento de descrições de trabalho para contratar pessoal e na criação de políticas e procedimentos para remover empregados internos envolvidos em atividades de informática não autorizadas ou ilegais.

Representantes de relações-públicas

Devem estar preparados para lidar com quaisquer perguntas da mídia e ajudar a desenvolver políticas de divulgação de informações e de práticas.

Especialistas em auditoria e gerenciamento de riscos

Eles podem ajudar a desenvolver métricas de ameaças e vulnerabilidade, avaliações, melhores práticas de segurança em toda a organização.

Como fazer uma boa gestão de risco na área de TI?

Para priorizar e gerenciar o risco de TI, os CEOs precisam de um quadro de referência e uma compreensão clara da função de TI e do seu risco. No entanto, mesmo as pessoas que devem ser responsáveis pela gestão de riscos dentro da empresa, muitas vezes, não tem um entendimento completo.

O risco de TI não é apenas uma questão técnica. Embora os especialistas em assuntos de TI ajudem a entender e gerenciar aspectos do risco de TI, a gestão de negócios é mais importante.

Os gerentes de negócios determinam o que a TI precisa fazer para suportar seus negócios; eles estabelecem as metas para TI e são responsáveis ​​pela gestão dos riscos associados.

A estrutura de TI permite que a empresa tome as decisões adequadas e permite aos usuários compreender como responder ao risco.

Todos os processos de gestão de riscos seguem as mesmas etapas básicas. Juntas, estas 6 etapas combinam para oferecer um processo de gestão de risco simples e eficaz.

1. Identificar o risco

Você e sua equipe descobrem, reconhecem e descrevem os riscos que podem afetar seu negócio ou seus resultados. Existem várias técnicas que você pode usar para encontrar os riscos no negócio da empresa, desde o processo operacional até o atendimento ao cliente. Nem todos os dados precisam ser protegidos da mesma maneira; algumas informações são públicas, algumas informações são confidenciais da empresa e algumas informações são privadas. A quantidade de recursos financeiros que a organização gasta para protegê-la depende da sua importância para a organização.

Os dados têm valor, tanto na quantidade de vantagem competitiva que os dados permitem quanto nos custos difíceis associados à divulgação não autorizada desses dados. Um esforço bem-sucedido de classificação de dados determinará o valor intrínseco ou de evitação de custos do conjunto de dados. Uma vez que uma organização determina o verdadeiro valor dos dados, pode determinar quanto gastar para protegê-lo.

Existem muitos dados de local (por exemplo, bancos de dados de produção, cópias de backup, data warehouses, lojas de dados departamentais, sistemas de teste e desenvolvimento). A localização torna-se crucial para determinar como protegê-lo.

2. Analisar o risco

Isso é crítico e pode evoluir ao longo do tempo. É perfeitamente possível que uma empresa não tenha uma imagem completa de quem tem acesso a certos tipos de dados. Ao identificar isso, uma empresa pode determinar quem tem uma necessidade legítima de vê-los e pode restringir ainda mais o acesso.

Uma vez que os riscos são identificados, você determina a probabilidade e a consequência de cada risco. Você desenvolve uma compreensão da natureza do risco e seu potencial para afetar as metas e os objetivos da empresa.

3. Avaliar ou classificar o risco

Avalie ou classifique o risco determinando a magnitude dessa ameaça, que é a combinação de probabilidade e consequência.

Conduza as avaliações configurando pontuações e classificando-as usando uma matriz de risco simples. Transmita as pontuações para uma entidade ou organização avaliada. Defina a lógica para calcular pontuações de risco inerentes e residuais, e veja e analise essas pontuações por meio de mapas de calor flexíveis.

Ao completar um processo de classificação de dados, uma organização pode determinar quanto esforço e custo são necessários para proteger adequadamente os ativos de informação mais críticos. Uma vez que uma organização tenha concluído uma iniciativa de classificação de dados, decisões gerenciais podem ser feitas para equilibrar despesas de segurança com o valor real dos dados que a organização está tentando proteger.

4. Tratar o risco

Isso também é referido como Planejamento de Resposta ao Risco. Durante essa etapa, você avalia seus riscos classificados mais altos e estabelece um plano para tratar ou modificar esses riscos para alcançar níveis de risco aceitáveis.

Como você pode minimizar a probabilidade de riscos negativos e aumentar as oportunidades? Você cria estratégias de mitigação de risco, planos preventivos e planos de contingência nessa etapa. Defina um plano de ação e acompanhe o processo de remediação e os problemas de risco mais altos ou mais sérios.

5. Monitorar e rever o risco

Embora a maioria das estruturas líderes de controle de segurança incluam controles de verificação, chamamos atenção especial para isso como parte do processo de gestão de risco. Periodicamente, as organizações devem avaliar seus controles de segurança para obter garantia sobre a eficácia do controle da segurança e determinar se os controles estão operando como pretendido dentro das organizações.

Muitas vezes, vejo organizações com departamentos de auditoria interna que se concentram amplamente nos controles internos sobre relatórios financeiros. Avaliar os controles de segurança (por meio de uma combinação de testes de controle e testes de penetração) também é uma ótima maneira para os departamentos de auditoria interna continuarem a agregar valor aumentando a postura geral de segurança da organização.

O risco é sobre a incerteza. Se você colocar uma estrutura em torno dela, então você efetivamente desrespeitará seu negócio. E isso significa que você pode mover-se muito mais com confiança para alcançar os objetivos da sua empresa. Ao identificar e gerenciar uma lista abrangente dos riscos, as surpresas e barreiras desagradáveis ​​podem ser reduzidas e você pode descobrir oportunidades douradas.

O processo de gestão de riscos também ajuda a resolver problemas quando ocorrem, porque esses problemas foram planejados e os planos para tratá-los já foram desenvolvidos e acordados. Você evita reações impulsivas e entra no modo “fogo combate” para corrigir problemas que poderiam ter sido antecipados.

Isso faz com que equipes e partes interessadas fiquem mais felizes e menos estressadas. O resultado final é que você minimiza os impactos das ameaças de TI e captura as oportunidades que ocorrem.

6. Aceitar o risco

As violações de alto perfil demonstram, mesmo com processos de segurança robustos, que as organizações podem sofrer uma violação. Quando as medidas de segurança falham, podem ocorrer impactos financeiros (por exemplo, monitoramento de crédito para clientes afetados, aumento de custos de processamento de transações ou multas avaliadas por agências reguladoras).

As organizações devem entender sua exposição financeira em relação a um conjunto de dados comprometido. Nesse ponto, a organização pode avaliar a eficácia geral do seu processo de segurança e decidir se aceita esse risco ou transfere esse risco por meio de uma política de responsabilidade civil.

Quer saber mais sobre gestão de risco? Assine nossa newsletter e fique por dentro das novidades!

8 dicas para um projeto de redução de custos

8 dicas para um projeto de redução de custos

A grande pressão dos executivos para que sejam implantadas as melhores soluções utilizando a alta tecnologia disponível no momento definitivamente está tirando o sono de muitos experts em TI. Entretanto, implementar uma eficiência financeira em sua empresa necessita de um sólido projeto de redução de custos.

Afinal, diminuir os custos e aumentar a lucratividade é algo que toda organização busca incansavelmente e, nos últimos anos, a TI está sendo a peça mais importante dessa engrenagem. O grande desafio é conseguir implantar um projeto de redução de custos excelente sem prejudicar a segurança e a disponibilidade dos sistemas.

Para resolver esses problemas de forma sustentável, a primeira ação a ser tomada é o planejamento estratégico. Apresentaremos, primeiramente, como estabelecê-lo e, logo após, daremos dicas para a implantação de um projeto de redução de custos que atenda as necessidades.

Planejamento estratégico

O tal do Planejamento estratégico nada mais é do que estabelecer um plano para alcançar a missão do projeto, por meio da consecução dos objetivos estabelecidos. Para cada objetivo ou item de redução de custos que consta dentro do planejamento, é crucial definir se os prazos serão de curto, médio ou longo prazo. Porém, dentro de cada plano estratégico de longo prazo, pode existir um plano operacional com metas de curto prazo.

Em alguns casos, as empresas são muito boas em articular um plano estratégico, mas não conseguem executar com sucesso um plano operacional de curto prazo. Ao combinar o planejamento estratégico de longo prazo com um plano operacional de curto prazo, a organização é capaz de estabelecer um caminho geral com base em seus valores e objetivos, ao mesmo tempo que tem a capacidade de se adaptar a ambientes em mudança.

Um plano bem executado consegue visualizar onde o negócio está agora, aonde a gerência quer ir, como e quando eles chegarão lá e como eles saberão que chegaram. E como fazer isso? Ao entender e descobrir no que pode ser realizado as melhores e mais efetivas reduções de custos. Confira agora as dicas que trouxemos para você!

1. Crie uma cultura de otimização de custos

Assegure-se de incorporar uma cultura de propriedade, empenhada em ajudar a reduzir custos desnecessários.

As prioridades estratégicas de redução de custos devem ser regularmente revisadas e atualizadas da mesma maneira que sua corporação avalia a relevância de seu projeto e as oportunidades futuras.

Essa mudança de cultura com os colaboradores inclui facilitadores para a revisão periódica e a conscientização da melhoria contínua no negócio. É importante recompensar e incentivar o pessoal a buscar continuamente oportunidades de melhoria, assim como ensinar a diferenciar claramente os custos necessários dos desnecessários.

2. Diferencie os custos

A principal prioridade na redução de custos estratégicos é direcionar os recursos para aquilo em que eles podem ganhar o melhor retorno, em vez de apenas cortar custos em si. O ponto de partida é diferenciar as capacidades necessárias para gerar o crescimento lucrativo — “custos necessários” direcionados ao investimento — de operações de baixo desempenho e operações ineficientes — “custos desnecessários” visando a revisão ou a eliminação.

Os melhores custos são capacidades que diferenciam seus negócios, aproximam-se dos clientes e permitem desenvolver novas proposições de valor. É preciso determinar o que realmente interessa aos clientes no mercado de hoje.

3. Mensure a performance do projeto de redução de custos

Existe muito interesse e muita pressão por parte dos executivos para que os valores sejam reduzidos constantemente. Se você planejar devidamente e começar a ter resultados, faça relatórios gerenciais que quantifiquem e qualifiquem os pontos do projeto de redução de custos, além de calcular o ROI.

Você também pode fazer projeções, que poderão mostrar um caminho diferente no projeto se algo não estiver indo para o caminho desejado.

É importante mensurar a cada finalização de uma etapa e sempre criar uma projeção próximo o suficiente para que sua equipe de gerenciamento sinta que está fazendo um bom trabalho ou que precisa mudar alguma coisa para que o projeto seja um sucesso.

4. Mantenha uma equipe enxuta

Uma das coisas mais difíceis — e erradas — que algumas organizações fazem é desligar a metade dos funcionários. A redução de custos é resolvida a curto prazo e a folha de pagamento fica mais leve. Mas os funcionários que ficaram costumam ficar inseguros, insatisfeitos e claro, sobrecarregados.

A melhor estratégia é conhecer melhor a equipe, capacitá-los para que tenham cada vez mais valor para a organização. Dessa forma, não é necessário contratar mais pessoas para fazer um trabalho que o funcionário antigo está apto a fazer. Pode ser considerado um custo bom e facilmente justificável aos executivos: especializar e manter a equipe enxuta, produtiva e feliz.

5. Incentive o home office

Está sendo cada dia mais utilizado pelas empresas de vanguarda e traz inúmeros benefícios a todos os envolvidos. Além das facilidades com os colaboradores, como evitar o trânsito, ter o próprio horário e passar mais tempo com a família, temos diminuições de custos em espaço físico e os custos operacionais, como energia, água e transportes.

Para que isso funcione corretamente, é imprescindível que a TI monte uma infraestrutura segura, atualizada e com mobilidade. Pense na utilização de aplicativos online, SaaS e infraestrutura na nuvem.

6. Considere mudar para a nuvem

Colocar a infraestrutura e os seus sistemas em na nuvem é uma das tendências de TI mais utilizadas há alguns anos e está cada dia mais sofisticada, eficiente e segura. Praticamente todos as vantagens propiciam a redução de custos.

Não envolve investimentos antecipados, pois todas as necessidades de infraestrutura de TI serão atendidas pelo provedor de serviços da nuvem por um custo fixo. Vamos dar alguns exemplos:

Custo operacional x capital

Quando você executa operações em seus próprios servidores, você precisa comprar mais hardware. Comprar hardware extra pode adicionar muito ao seu custo capital (o chamado Capex), pois precisam de manutenção mesmo se ociosos, e podem gerar gastos vultuosos em casos de troca de equipamento. Com os cloud services, essa preocupação é diluida ao longo de meses, se tornando um custo operacional (Opex), mais previsível para a sua empresa.

Reduza a equipe eventual especializada

Você não precisa se preocupar em contratar especialistas em TI somente para algum projeto ou uma equipe imensa, focada somente na manutenção de todo o parque dos servidores in house. A equipe poderá focar em outras áreas e no core business da organização.

Consuma menos energia

O consumo fica a cargo do provedor da nuvem, que também consome significativamente menos energia e é mais eficiente do que ter uma instalação de TI interna.

Tenha escalabilidade

A nuvem garante a plena utilização dos recursos de hardware independente da carga de trabalho do seu negócio. É ótimo em épocas sazonais ou em períodos de baixa atividade de processamento porque a carga de trabalho será utilizada de acordo com a necessidade da operação.

7. Automatize as tarefas

Esse ponto é bastante difícil e demorado, mas fará muita diferença a longo prazo. Tenha em mente que não é só “passar tudo para o computador”, existem muitas análises anteriores a serem feitas, como:

  • fazer um levantamento de todos os processos;
  • encontrar os processos redundantes entre os setores;
  • olhar quantos passos são necessários para uma tarefa ser finalizada e encontrar uma solução mais simples;
  • considerar a utilização de aplicações na nuvem, como Software as a Service (SaaS);
  • automatizar as tarefas, deixar a vida do usuário mais simples e integrar os sistemas.

8. Pense em terceirizar serviços

Ao terceirizar os serviços de TI, você investe em profissionais que são altamente especializados e conseguem alinhar seus objetivos de negócios com os seus. Eles se esforçam para trabalhar de forma eficiente e resolvem os problemas rapidamente, pois estão focados nisso. Pesquise bastante e encontre uma excelente consultoria, pois essa é uma opção que vale a pena considerar na redução de custos.

Os maiores players do mercado já estão assegurando o diferencial competitivo da redução efetiva de custos estratégicos. E a vantagem que eles ganharam continuará a aumentar à medida que o mercado não se manter atualizado. Não perca mais tempo!

Esperamos que essas ideias tenham trazido inspiração para que você faça um projeto de redução de custos fantástica e sua empresa fique ainda mais fortalecida! Para garantir seu projeto e saber mais detalhes, descubra também como escolher a melhor consultoria de TI!

Ataques DDoS: o que são e como se proteger?

Ataques DDoS: o que são e como se proteger?

Os ataques DDoS estão em ascensão e cada vez mais estão se tornando motivo de preocupação para usuários da web e administradores de ambientes online. Somente em 2017 foram mais de 250 mil invasões no Brasil, o que representa uma média de 30 ataques por hora.

Ficando cada vez mais sutis e elaborados, os ataques DDoS estão tirando o sono de equipes de TI por todo o mundo. Se considerarmos que, a cada dia, mais instrumentos sustentam suas operações em estruturas na internet, o perigo aumenta.

Por isso, no post de hoje, você entenderá melhor como funcionam esses ataques, quais prejuízos eles podem acarretar à sua empresa e quais as formas mais eficazes de se proteger contra eles. Confira!

O que é o ataque DDoS

Um relatório publicado pela Arbor Networks, empresa de proteção de redes corporativas, indica que o Brasil é o maior alvo dos ataques DDoS da América Latina, além de receber também as intervenções mais intensas.

Contudo, muitas vezes, não se sabe as origens desses ataques, que têm seu conceito relacionado a objetivos de grande impacto, como derrubar sistemas como os de servidores de alta demanda (Netflix, Playstation Network, etc) ou, até mesmo, a competição por espaço de grupos hackers.

Também conhecido como ataque de negação de serviço, os ataques DDoS (da sigla Distributed Denial of Service) ocorre quando um usuário utiliza-se de milhares de computadores — também chamados de usuários zumbis — com a intenção de esgotar os recursos disponíveis em um servidor, rede ou aplicativo. O aumento repentino do tráfego gera uma sobrecarga fazendo com que os usuários reais não consigam acessar o domínio.

Para o ataque de negação se concretizar, é preciso um grande número de computadores, que funcionam como um exército da máquina mestre — responsável por comandar os demais usuários.

Para conseguir acesso a tantos servidores, são criados “malwares” (vírus, cavalos de troia, backdoor’s, entre outros), que, após disseminados na rede, instalam nos computadores recursos que permitem o comando involuntário.

O que impede a identificação da máquina mestre é o número de usuários que acessam o domínio com recursos parecidos e números de IP que se modificam constantemente — o que dificulta também o reconhecimento do usuário como máquina zumbi.

Quem são as principais vítimas do ataque DDoS?

É comum que os ataques atinjam máquinas domésticas, uma vez que elas, muitas vezes, não são devidamente protegidas ou podem ter os seus softwares desatualizados.

No entanto, é importante não pensar que apenas as páginas de menor alcance são vulneráveis. Sites de grandes corporações já foram vítimas dos hackers como a Amazon, o E-bay e até a própria Microsoft.

Informações referentes a e-mails, CRMs, ferramentas de automação, dados de clientes, documentação de cadastro e outras dezenas de operações da empresa são vulneráveis aos ataques DDoS, refletindo diretamente na produtividade e segurança da corporação.

Contudo, não se pode dizer qual é o principal alvo do ataque. Tanto o usuário comum quanto as grandes corporações trabalham com softwares igualmente bem elaborados e com sistemas de proteção condizentes com a necessidade do equipamento. O que pode determinar a máquina “alvo” são as reais motivações do hacker.

Quais as intenções do hacker e a quem eles já atingiram?

Os motivos para que esses ataques ocorram são os mais variados: tentativas de fraude, atos de protesto, competição entre grandes grupos hackers, entre outros.

Entre as invasões mais conhecidas no Brasil, destaca-se o ataque ao site da Petrobras, em 2011. A página da empresa ficou por algumas horas fora do ar e um grupo de hackers chamado LulzSecBrazil — que fez questão de se identificar pelo feito — reivindicou a queda em uma postagem de blog. Na publicação, o grupo responsabilizava o preço do combustível na época pela ação.

E não parou por aí. O grupo anunciou que outros grandes sites também seriam atacados. No mesmo dia, mais tarde, as páginas federais presidencia.gov.br e brasil.gov.br saíram do ar.

Outros ataques mais maliciosos e elaborados também já estiveram em pauta. Em 2016, uma empresa americana de proteção computacional descobriu um ataque que acontecia (inclusive em empresas brasileiras) por meio de malwares que se utilizavam de câmeras de segurança. A invasão nos sistemas conectados de segurança permitiu o acesso a dados sigilosos de bancos e outras grandes corporações que eram passíveis de fraudes.

Com o avanço da Internet das Coisas (IoT), a situação tende a piorar?

Agora, que até aparelhos eletrodomésticos mais básicos, como um fogão ou uma geladeira, têm acesso à internet, o número de opções para os atacantes pode aumentar consideravelmente e, em contrapartida, diminuem-se as chances de descobrir as origens do ataque. Afinal, quem desconfiará que um item de cozinha é o responsável por danos a softwares e informações de grandes empresas?

Com a expansão da Internet das Coisas, as empresas precisam se dedicar mais ao desenvolvimento de softwares de proteção para evitar a vulnerabilidade dos aparelhos.

E não só os fabricantes, mas também os usuários devem se preocupar mais com as condições de segurança dos seus equipamentos. No caso citado acima, por exemplo, os usuários das câmeras não se preocupam em reforçar o código de acesso do sistema — muitos não chegam nem a mudar a senha de fábrica — o que facilita a entrada dos hackers.

É importante lembrar que as funções voltadas à segurança devem se sobrepor às questões de design e estética dos aparelhos adquiridos pelo cliente.

Como se proteger dos ataques DDoS?

Existem algumas práticas que dificultam as invasões e visam à proteção contra os ataques DDoS. Uma delas é a adoção de uma maior largura de banda, que visa atender tráfegos maiores, além de, claro, uma conexão reserva.

A instalação de sistemas de detecção também é uma alternativa viável, que se contrapõe à contratação de um especialista — o que pode ser caro em uma situação de urgência, como acontece na maioria dos casos.

Os sistemas de mitigação — termo difundido em setores de TI quando se fala em diminuição de riscos — também são eficazes por identificar quais tráfegos são ou não legítimos. A desvantagem é que o processo é demorado e a urgência por normalizar a situação da página pode transformá-lo em uma opção ineficaz.

E, por fim, armazenar os dados em um sistema de nuvem bem preparado para cenários de ataques é outra boa prática para mitigar riscos. Algumas empresas possuem seus sistemas de ERPs e CRMs completamente hospedados na internet. Um ataque desse porte pode colocar todas as informações em risco, paralisando o sistema por horas ou, até mesmo, dias.

Contudo, mesmo existindo várias formas de proteção, nenhuma tem sua eficácia 100% garantida. Ao mesmo tempo em que os desenvolvedores criam sistemas de proteção mais modernos e eficazes, os hackers atualizam seus códigos e instrumentos de ataque.

Por isso, adotar medidas preventivas é a melhor opção para evitar a invasão de seu sistema, ajudando a garantir segurança para o seu negócio e a deter imprevistos.

Gostou deste post? Então, assine a nossa newsletter e fique por dentro das mais relevantes informações do mundo tecnológico!

Conheça 6 casos de sucesso de Big Data em empresas

Conheça 6 casos de sucesso de Big Data em empresas

A quantidade de dados digitais cresceu tremendamente nos últimos anos e, com isso, surgiu o Big Data, termo que refere-se a um processo de análise de dados para direcionamentos estratégicos nas empresas. E isso não se aplica somente àqueles que têm seus negócios focados em tecnologia. Existem casos de sucesso de Big Data em empresas de todos os tipos.

Todos sabemos que grandes empresas digitais como a Amazon, a Uber e a Netflix usam dados importantes para gerar tudo, desde o desenvolvimento de novos produtos até a previsão de quais filmes o manterão colado na sua cadeira. Contudo, os varejistas, as instituições públicas e empresas consolidadas enfrentam situações únicas que muitas empresas digitais não enfrentam e, mesmo assim, estão investindo em Big Data.

Os dados sempre foram importantes nos negócios, é claro. Porém, com a chegada das tecnologias digitais, ficou clara a necessidade de ajudar as empresas a desenvolverem uma vantagem competitiva sustentável.

Confira 6 empresas com casos de sucesso de Big Data:

1. Monsanto

Monsanto aproveita a análise de dados para elaborar projetos otimizados de plantio. Os agricultores estão sempre perguntando sobre quais sementes plantar, quanto, onde e quando. Essa empresa usa a ciência dos dados para fazer recomendações prescritivas para o plantio.

Eles usam os modelos matemáticos e estatísticos para planejar os melhores momentos e locais para cultivar plantas masculinas e femininas. A ideia é maximizar o rendimento e reduzir a utilização da terra.

Seu algoritmo de aprendizado de máquina atinge mais de 90 bilhões de pontos de dados em dias, em vez de semanas ou meses. Isso pode reduzir e otimizar a extensão da área de plantio, inclusive.

2. Grupo Pão de Açúcar

O grupo Pão de Açúcar tem um sistema de relacionamento com o cliente voltado para a fidelização do seu público externo. Chamado de Clube Extra, o sistema tem o objetivo de não só promover a aproximação com clientes mas também com fornecedores.

De forma simples, o cliente se cadastra no programa da rede de supermercados e pode acumular pontos por meio de compras online ou em lojas físicas. Os dados originados com essa plataforma são analisados para relacionar os clientes com os produtos, com as marcas favoritas e com os mais consumidos.

Operacionalmente, o sistema com a tecnologia Big Data otimiza o estoque, visto que a empresa terá conhecimento prévio sobre o quanto se deve comprar de determinado produto, tendo em vista os custos de mantê-lo.

3. Ministério da Justiça

As instituições governamentais também estão investindo no uso de Big Data. O Ministério da Justiça do Brasil usa um banco de dados imenso, com mais de 1 bilhão de registros.

Para poder analisar todos os dados, o Ministério da Justiça conta com o auxílio da tecnologia Watson da IBM, desenvolvida para coletar e processar dados em milésimos de segundos. Ele ainda utiliza o Big Data para identificar ações ilícitas, especialmente relacionadas com lavagem de dinheiro.

4. Zara

Antes que as portas se abram diariamente em cada um dos 2.213 estabelecimentos da Zara em todo o mundo, os funcionários e os gerentes compartilham detalhes dos artigos mais vendidos do dia anterior, peças devolvidas pelos clientes, feedback dos compradores, bem como tendências que a equipe tem percebido.

Usando um sistema sofisticado orientado para a tecnologia, analistas divulgam as atualizações diárias e usam-nas para pintar uma imagem precisa do que exatamente os clientes da Zara estão exigindo.

Essa informação é rapidamente traduzida por uma vasta equipe de mais de 300 designers internos em projetos tangíveis que obedecem às tendências de moda, que são decentemente feitos e vendidos a preços acessíveis. E, em 21 dias, a nova peça está disponível no varejo.

Enquanto a maioria das marcas de moda rápida tentam antecipar o que os clientes desejam, a Zara ganha a tendência, obtendo os comentários dos clientes. As lojas são abastecidas duas vezes por semana — com pedidos uma vez antes do fim de semana e uma vez depois. O estoque é novo e o cliente geralmente pode encontrar itens que são exclusivos.

A Zara está sempre preparada para dar aos consumidores o que eles querem ou, melhor ainda, o que eles nem sabem que precisam. E, ao que parece, esse é o segredo do seu sucesso.

5. NASA

Não chega a ser uma grande surpresa, mas a Agência Espacial Norte-americana (NASA) tem diversos programas que contam com o uso de Big Data. Um exemplo é o projeto de pesquisa sobre mudanças climáticas, com análises de dados importantes coletados por meio de 16 satélites de ciências da terra da NASA para o programa de ciência climática, monitorando a qualidade do ar, os oceanos e os furacões, entre outros.

Outro projeto é o supercomputador Pleiades — o supercomputador mais avançado do mundo para modelagem e simulação. Ele é um dos mais poderosos instalados no Centro de Pesquisa da NASA em Moffett Field, Califórnia, e apoia as missões da agência na exploração da ciência terrestre e espacial, aeronáutica, futuras viagens espaciais e explorações.

Pleiades já foi usado para explicar a atmosfera do sol por meio de modelos numéricos avançados. Usado para modelagem e simulação, esse supercomputador ajuda os pesquisadores da NASA a aproveitar os recursos computacionais vastos e incorporar simulações em escalas espaciais.

6. Nike

A Nike é líder mundial em várias categorias de calçados e vestuários esportivos e está investindo pesadamente em aplicativos, wearables e Big Data. A Nike está olhando além dos produtos físicos e pretende criar marcas de estilo de vida que os atletas não querem correr sem.

A empresa tem 13 linhas diferentes, em mais de 180 países. No entanto, a forma como ela segmenta e serve esses mercados é o seu diferencial real. Nike divide o mundo em empreendimentos esportivos em vez de apenas em geografia. A teoria é que as pessoas que jogam golfe, por exemplo, têm mais em comum do que as pessoas que simplesmente vivem próximas umas das outras.

Essa estratégia de varejo e marketing é, em grande parte, impulsionada por Big Data. A Nike tem investido também em análise de dados demográfica para definir seus mercados de teste e impulsionar seus negócios.

Como você pôde perceber, o Big Data auxiliou essas empresas a alavancarem seus negócios e a alcançaram excelentes resultados. Quer saber mais sobre o uso do Big Data? Veja o nosso outro artigo sobre o assunto!

Quais as vantagens e as desvantagens do outsourcing de TI?

Quais as vantagens e as desvantagens do outsourcing de TI?

No mercado atual, no qual a eficiência de custos e a assertividade em processos fala mais alto, a terceirização vem ganhando cada vez mais adeptos. Mesmo assim, muitos de gestores de tecnologia ainda guardam dúvidas quanto às vantagens e às desvantagens do outsourcing de TI.

Entretanto, é importante entender também que terceirizar os processos nem sempre será a melhor solução. Tudo vai depender das necessidades e das características da organização: cada caso deve ser analisado individualmente.

Mesmo assim, não se pode negar o fato de que a aplicação dessa abordagem faz parte da transformação digital, a qual está mudando a realidade dos negócios e fazendo com que as empresas cresçam cada vez mais.

De qualquer maneira, este artigo foi preparado para abordar as vantagens e as desvantagens do outsourcing de TI. Confira!

Vantagens do outsourcing de TI

Começaremos então pelas suas vantagens. O ponto a destacar, nesse caso, é que os benefícios apresentados pela terceirização dos serviços serão percebidos em praticamente todos os tipos de empresa.

Isso é ainda mais verdade para aquelas que lidam com um grande volume de informações e, que por causa disso, necessitam de sistemas robustos, 100% funcionais e sempre disponíveis.

De acordo com o Outsourcing Institute, as vantagens mais relevantes são:

Redução de custos

Sem a menor sombra de dúvida, a redução de custos é um dos principais incentivos pelo outsourcing de TI. E não é nada difícil de entender o porquê visto que, ao compará-lo com os gastos necessários para a implantação e manutenção de uma infraestrutura dedicada, você perceberá uma economia significativa.

Porém, é possível ir ainda mais adiante, pois, além de reduzir os custos de capital, haverá também uma redução considerável no que se refere aos custos operacionais.

Nesse sentido, estamos nos referindo às despesas para criar e manter uma equipe interna, como:

  • recrutamento e seleção;
  • treinamentos;
  • salários e bonificações;
  • impostos trabalhistas (que podem chegar ao dobro do que está na folha de pagamento);
  • férias e 13º salário;
  • rescisões.

Ao jogar esses números no papel, você verá que ao optar pela “internalização” incidirá em gastos um tanto quanto mais elevados. Ao terceirizar, parte desses custos pode ser instantaneamente eliminada.

Entretanto, uma conta mais correta a fazer seria analisar essa questão sob uma perspectiva de médio e longo prazo. Em outras palavras, essa vantagem será mais bem compreendida ao longo do tempo.

Flexibilidade

Como você sabe, flutuações na demanda são fatores absolutamente normais em qualquer tipo de organização. Seja em épocas de crise ou de economia aquecida, é importante poder se adaptar ao volume de negócios.

E é essa mais uma das vantagens do outsourcing de TI, que permite a flexibilidade dos serviços conforme as diligências do momento. Em resumo, você paga apenas pelo que usa, podendo aumentar ou diminuir a sua carga de necessidades de forma simples e rápida.

Inovação

Outro ponto que merece ser destacado é a inovação. E o porquê disso? A resposta: porque, ao contratar uma empresa especializada no fornecimento das soluções que você necessita, ganha-se, com isso, uma infraestrutura atualizada e em conformidade com as últimas tecnologias do mercado.

Expertise profissional

Ao contar com o conhecimento do fornecedor, você será beneficiado com a expertise do seu time de profissionais. Por ter na prestação de serviços a sua atividade principal, o mínimo que se espera é uma equipe de colaboradores certificados e experimentados acerca dos treinamentos de capacitação.

Desvantagens do outsourcing de TI

Como a quase tudo que se relaciona aos negócios, o outsourcing de TI também tem as suas desvantagens. Sempre que houver a delegação de atividades para um terceiro, riscos estarão envolvidos.

Embora não exista relação com os fornecedores em si, o que ocorre aqui é que eles serão minimizados se você encontrar um bom parceiro. Dito isso, veja a seguir quais são os dispêndios da terceirização:

Perda de confidencialidade

Para muitos, a perda de confiabilidade é a maior desvantagem. Ao decidir-se pelo outsourcing, o acesso (ou, até mesmo, o controle) aos seus dados confidenciais terá de ser “repassado” ao fornecedor do serviço.

É claro que, nesse , estarão as práticas de segurança da informação. No entanto, se você não tiver o devido cuidado na hora de escolher a terceirizada, existe um risco inerente para o mau uso dos seus dados.

Por essa razão, avalie a idoneidade dos fornecedores com muita atenção, isso é muito importante. A dica é simples: observe quem são os seus clientes, quais classes e entidades eles participam e que companhias são suas parceiras.

Risco de mau clima

Queira você ou não, a passagem do “interno” para o “externo” costuma envolver a demissão de funcionários, podendo gerar um clima de mal-estar no ambiente de trabalho.

Por isso, é fundamental que você seja o mais transparente possível, comunicando as reais causas para os desligamentos. Se não fizer isso, os colaboradores que nada têm a ver com essa transição podem pensar que também estão ameaçados — resultando, desse modo, em um clima ainda pior.

Outra questão a salientar e que precisa ser avaliada é a relação entre os seus funcionários com os da empresa contratada. Diante disso, analise o profissionalismo dos fornecedores nos momentos em que você estiver sendo atendido, por exemplo.

Além desses, é válido acrescentar as desvantagens relacionadas ao fornecimento de um serviço de má qualidade, como:

  • suporte ineficiente;
  • atendimento inadequado;
  • custos ocultos (sem a menção de quando podem ocorrer);
  • etc.

Para concluir, não poderíamos deixar de mencionar as situações em que a terceirização é recomendada. Basicamente, a solução é indicada para os casos em que:

  • a estrutura atual esteja limitando as operações do negócio;
  • exista uma necessidade de redução de custos;
  • seja preciso inovar os processos.

Só não se esqueça de que, para obter os seus benefícios, é necessário contratar um fornecedor reconhecido e que seja capaz de proporcionar um serviço qualificado.

Esperamos que você tenha gostado deste artigo sobre as vantagens e as desvantagens do outsourcing de TI. Se sim, não deixe de conferir como o Business Intelligence cria oportunidades para os profissionais do setor.