Gestão de risco operacional: como adotar em sua empresa?

 

Na atual dinâmica do mercado, a concorrência acirrada exige decisões e atitudes cada vez mais rápidas dos gestores de negócio. Além disso, a tecnologia não para de evoluir, entre outros fatores.  Por isso mais e mais empresas têm se voltado para a gestão de risco operacional.

Todos os negócios enfrentam circunstâncias ou mudanças fundamentais em sua situação. Isso pode apresentar níveis variáveis ​​de risco, de pequenos inconvenientes até a possibilidade de dificultar a própria existência da empresa.

Continue lendo para entender este conceito aprender a prever melhor os riscos, evitando possíveis prejuízos em seus projetos!

O conceito de risco operacional

O que se convencionou chamar de risco operacional é o risco de perda resultante de processos internos, pessoas e sistemas inadequados ou falidos, ou de eventos externos. Assim, o conceito envolve planos de continuidade de negócios, risco ambiental, operacional, à pessoa e à saúde, gerenciamento de crises, sistemas de processos, segurança da informação etc.

Quanta perda uma organização está preparada para aceitar, combinada com o custo de corrigir esses erros, determina seu apetite para o risco. A gestão de risco operacional é uma metodologia para organizações que buscam colocar em prática uma supervisão e estratégia real quando se trata de gerenciar essas questões.

Ao avaliar o risco operacional, normalmente, são enfatizadas as medidas práticas necessárias para eliminar as exposições e garantir respostas bem-sucedidas. A má gestão desse fator pode prejudicar a reputação de uma empresa e causar sérios danos financeiros.

A importância da gestão de risco operacional

O risco operacional pode desempenhar um papel fundamental no desenvolvimento do negócio, o que inclui a continuidade do negócio, planejamento de recuperação de desastres e medidas de segurança e conformidade da informação.

Um primeiro passo no desenvolvimento de uma estratégia de gestão de risco operacional pode estar na criação de um mapa de risco — um plano que o identifica, avalia-o, comunica-o e o mitiga.

Mas, por que isso é tão importante para os negócios? Aqui estão os principais benefícios de uma boa gestão de risco operacional:

  • melhorias na confiabilidade das operações comerciais;
  • melhorias na eficácia das operações de gestão de risco;
  • fortalecimento do processo de tomada de decisão em que os riscos estão envolvidos;
  • redução das perdas (financeiras, de reputação etc.) causadas por riscos mal identificados;
  • identificação precoce de atividades ilegais;
  • redução de custos de conformidade;
  • redução de possíveis danos por riscos futuros.

Os diversos níveis de gestão de riscos operacionais

A primeira etapa de qualquer estratégia é, naturalmente, entender a natureza do negócio e os riscos específicos associados a ele. Por exemplo, se a empresa é uma escola de esqui aquático, haverá riscos muito diferentes do que aqueles de uma empresa que cria tecnologia para máquinas de venda automática.

Existem 3 níveis de gerenciamento de riscos operacionais:

1. Em profundidade

Como o nome sugere, este é o tipo de gerenciamento que todos estaríamos empreendendo em um mundo ideal, pois oferecerá os melhores resultados.

Nós não vivemos em um mundo ideal, mas ainda há muitas situações em que podemos tirar um tempo para planejar um novo projeto ou empreendimento com gerenciamento de risco operacional em profundidade. Isso pode incluir treinamento de pessoal ou a implementação de novas políticas e procedimentos.

2. Deliberado

Ainda não é uma “estação de pânico” no mundo da gestão de riscos, mas é realizado em vários estágios durante o ciclo de vida de um projeto ou empresa e pode ser feito sob controle de segurança ou revisões de desempenho.

3. Crítico no tempo

Esse tipo de gestão de risco operacional envolve mais urgência, pois geralmente é feita em meio a mudanças, quando há apenas um período de tempo limitado para que ela seja realizada antes que as possíveis consequências possam aparecer.

Normalmente, trabalha-se nos seguintes processos neste tipo de gestão: avaliação da situação → balanceamento dos recursos → comunicação de riscos e intenções → plano de ação.

Em geral, as empresas só se lembram da gestão de risco operacional quando é necessário agir correndo contra o tempo. Idealmente, é claro, é mais recomendado inseri-la na cultura organizacional para aumentar o poder de proatividade e preventividade.

As 4 etapas básicas da gestão de risco operacional

Em um processo de gerenciamento de risco mais padrão, essas são as etapas habituais que os gestores devem empreender:

1. Identificação de ameaças

Como mencionado anteriormente, a compreensão dos riscos específicos do negócio é fundamental, mas também existem muitos aqueles em potencial, e é preciso identificá-los. Isso vale tanto para os que são recorrentes quanto os que podem surgir inesperadamente.

O processo de identificação precisa envolver pessoas de todos os níveis do negócio, se possível, trazendo uma variedade de origens e experiências para obter um resultado coeso.

Os riscos que podem ser observados pela equipe do chão de fábrica em uma indústria, por exemplo, serão muito diferentes e não menos críticos do que os identificados na sala de reuniões.

2. Avaliação de risco

Uma vez que os riscos foram identificados, eles precisam ser avaliados. Isso precisa ser feito a partir de uma perspectiva quantitativa e qualitativa. Fatores como a frequência e gravidade da ocorrência também precisam ser levados em consideração.

A avaliação deve sempre priorizar o gerenciamento desses riscos em relação a esses fatores.

3. Medição e mitigação

Mitigá-los (quando não for possível eliminá-los completamente) é a próxima etapa. Devem ser implantados controles para limitar a exposição da empresa aos riscos e aos potenciais danos causados ​​por eles.

4. Monitoramento e relatórios

Qualquer plano de gestão de risco operacional deve ter algo em vigor para o monitoramento e relatórios contínuos, sobretudo para demonstrar a eficácia do trabalho. Monitorar e criar relatórios demonstrativos também é fundamental para garantir que as soluções implementadas continuem sendo efetivas e façam seu trabalho na gestão dos riscos.

Percebeu como a gestão de risco operacional é fundamental para o seu negócio? Então se você ainda não a aplica em sua empresa, não perca mais tempo! Siga as sugestões acima e se previna contra quaisquer problemas oriundos desses erros.

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