Qual a melhor forma de fazer gestão na nuvem?

Qual a melhor forma de fazer gestão na nuvem?

A gestão na nuvem é algo com a qual muitas empresas agora têm que lidar, uma vez que praticamente todos os negócios têm alguma forma de utilização de recursos e serviços virtualizados. Na verdade, é um desafio que já ocorre há alguns anos.

Em 2016, um estudo da Cisco já apontava que 69% das organizações que migraram algum elemento de suas infraestruturas tecnológicas para a nuvem ainda não lidavam com isso de maneira estratégica.

Segundo os especialistas, essas empresas atuavam com pouca especialização e com ativos autogerenciados — o que reduz bastante o aproveitamento dos investimentos.

Uma vez que se toma a decisão de gerir negócios a partir da nuvem, deve-se fazer de uma maneira consciente e com uma nova visão de uso da tecnologia. Como administrar operações e aproveitar oportunidades de mercado se a virtualização não é vista como uma estratégia? Neste artigo, resolvemos trazer essa reflexão.

Aqui, além de saber em detalhes o que é gestão na nuvem, você vai ver algumas dicas para realizá-la da melhor maneira possível.

O que é gestão na nuvem?

Basicamente, gestão na nuvem refere-se à prática da utilização de infraestrutura, sistemas, recursos e serviços baseados em computação em nuvem para administrar um negócio.

Não importa se o empreendimento está 100% amparado pela virtualização ou se a migração é parcial. Contar com soluções virtualizadas na operação e/ou na estratégia em si é fazer gestão na nuvem.

O que diferencia as empresas que fazem isso de uma maneira eficiente das que ainda estão se adaptando a essa nova realidade é a consciência.

Com o avanço das ofertas de aplicações em nuvem, muitos negócios estão apenas inserindo recursos em seu dia a dia e acabam atuando de maneira intuitiva. Logo, muitas vezes, não conseguem visualizar resultados palpáveis.

É correto afirmar que uma empresa que faz uma boa gestão na nuvem é aquela que consegue extrair retornos dos seus investimentos em recursos virtualizados.

Também está certo dizer que as empresas que logram esse estado de excelência são aquelas que controlam seus ambientes virtuais com eficiência, escolhem boas ferramentas de gestão na nuvem (e utilizam suas funcionalidades da melhor forma possível).

Além disso, estamos falando de novas maneiras de explorar os benefícios dessa abordagem (mobilidade, redução de custos, fácil escalabilidade etc.) com estratégia e foco em resultados.

Como fazer uma boa gestão na nuvem?

Dito isso, vamos agora a uma série de passos que pode ajudá-lo a ter uma excelente gestão na nuvem em seu negócio:

1. Defina as necessidades da empresa antes de migrar para a nuvem

Não é possível chegar a um patamar de estratégia se os recursos de nuvem (softwares, equipamentos, infra, serviços etc.) são inseridos sem um levantamento prévio de requisitos técnicos e de negócio.

É assim com qualquer investimento empresarial. No entanto, na ânsia de modernizar a TI, muitos negócios deixam de fazer essa “lição de casa”. Daí que a prática de aquisição de sistemas como serviço (SaaS), sem que o departamento de tecnologia saiba, já se transformou em um fenômeno — o chamado Shadow IT, ou TI invisível!

Para escolher um tipo de armazenamento de dados (em nuvem pública, privada ou híbrida), por exemplo, é fundamental verificar quais recursos a empresa já dispõe. Isso pode ajudar, inclusive, a evitar gastos desnecessários.

2. Faça uma pesquisa profunda antes de contratar um provedor

O mercado de computação em nuvem tem crescido vertiginosamente. Há provedores para todos os gostos e bolsos. O desafio agora é separar o joio do trigo.

Antes de firmar contrato com o primeiro provedor que oferecer um pacote de serviços, é interessante pesquisar. Para tal, é fundamental ir além do discurso comercial dos potenciais fornecedores.

As empresas mais bem-sucedidas em suas parcerias são aquelas que fazem benchmarking, pedem referências a quem já utiliza um determinado serviço e — muito importante — fazem “degustações” antes de fechar negócio.

Uma boa dica é reunir informações de no mínimo três provedores para avaliar os diferenciais de cada um e determinar qual deles melhor atende às particularidades do negócio.

3. Fique atento ao acordo de nível de serviço (SLA)

Outro ponto muito sensível na hora de criar uma estratégia de gestão na nuvem é o chamado acordo de nível de serviço. Ele é conhecido normalmente pela sigla SLA (do inglês Service Level Agreement).

O SLA é um documento assinado entre o provedor e a empresa cliente. Nele estão descritos detalhadamente quais serviços serão fornecidos e quais padrões de desempenho deverão ser cumpridos por ambas as partes.

É nesse documento que estão definidos, por exemplo, os horários de atendimento do suporte. Em muitos casos até as multas que as partes deverão pagar, caso não cumpram com suas obrigações, estão especificadas ali.

4. Certifique-se de qualificar sua equipe para lidar com a nuvem

Também é fundamental que a empresa prepare sua equipe para lidar com o leque cada vez maior de recursos da computação em nuvem.

Normalmente, os empresários pensam que os recursos virtualizados são preocupações apenas do departamento de tecnologia. Não é bem assim.

Tanto os usuários quanto as lideranças e a alta hierarquia devem ser capacitados para lidar com a gestão na nuvem. Logicamente, cada qual dentro das suas atribuições.

A capacitação do time abarcar desde fatores como segurança da informação até a forma com que devem assinar o serviço de suporte do provedor. Ou seja, estamos falando de uma nova cultura organizacional — uma vez que a maneira como a tecnologia será empregada e utilizada mudará significativamente.

Sua empresa já faz gestão na nuvem de maneira estratégica?

Para finalizar, é importante pontuar que a nuvem não é uma tendência. Ela é uma realidade. De acordo com o Global Cloud Index (2015-2020), relatório produzido pela Cisco, até 2020, o tráfego de recursos virtualizados deverá consumir praticamente a totalidade das capacidades de data centers em todo o globo. Ou seja, em pouco tempo esse será o único sinônimo de computação existente.

Sendo assim, ter uma boa gestão na nuvem já não é mais um diferencial. As organizações que ainda não se deram conta disso estão atrasadas num mercado cada vez mais competitivo e exigente.

Agora que você já sabe como fazer uma boa gestão na nuvem, não perca nossas próximas publicações. Para isso, curta agora mesmo nossa página no Facebook!

Oracle cloud: como e por que usar na sua empresa?

Oracle cloud: como e por que usar na sua empresa?

Ganhar velocidade nos processos e melhorar o desempenho do negócio promovendo a transformação digital. Se é isso que você busca para a sua empresa, existe algo que certamente ajudará você: a Oracle Cloud.

Para quem está à procura de um serviço completo e que reduza a complexidade operacional e tecnológica da companhia, a Oracle Cloud será uma excelente escolha no que se refere ao caminho para a nuvem.

Com ela, você poderá adotar um modelo de TI híbrido, executando determinados recursos nela própria e outros no local. Além disso, também é possível implementar e gerenciar aplicações na sua nuvem privada ou movê-las para a pública.

De qualquer forma, este artigo foi preparado para mostrar por que utilizar a Oracle Cloud como solução. Continue a leitura e confira.

Quais as características da Oracle Cloud?

Começaremos, então, pelas características da Oracle Cloud. A primeira observação a se fazer é que ela consegue ser a nuvem mais automatizada do mercado e, ainda assim, oferecer o menor custo quando comparada aos seus principais concorrentes.

A segunda é que a Oracle Cloud é também uma das opções mais abrangentes e integradas que existem. Ela entrega possibilidades de implantação que vão desde a nuvem pública até o data center, e também apresenta serviços de primeira linha em Infraestrutura como Serviço (IaaS), Plataforma como Serviço (PaaS), Dados como Serviço (DaaS) e Software como Serviço (SaaS).

Tais atributos colaboram fortemente para todo e qualquer tipo de organização que queira promover inovação e transformação. Isso aumenta a agilidade e reduz a complexidade do TI.

Acumulando a experiência de 40 anos da Oracle, a Oracle Cloud foi desenvolvida com o que há de melhor em termos de tecnologia e ferramentas digitais. Tudo isso garante uma oferta de computação em nuvem totalmente sintonizada com as exigências da atualidade.

A solução é aberta, completa e absolutamente segura, com data centers na Europa, Ásia e Américas, incluindo duas unidades no Brasil (Campinas e São Paulo, capital).

Outra particularidade da Oracle Cloud é o seu marketplace. Ele consiste em um ecossistema criado dentro da própria nuvem para dar suporte aos usuários que chegam até ela, mesmo que eles não utilizem nenhum produto Oracle.

Por que usar a Oracle Cloud?

Desenvolvida para toda a sua empresa e com aplicativos que você pode usufruir à medida que ela cresce. Basicamente, é por essa razão que o uso da Oracle Cloud vem sendo cada vez mais indicado.

No entanto, para fortalecer o porquê de usá-la, destacaremos brevemente o que cada um dos seus serviços em nuvem pode proporcionar para as organizações:

Software as a Service (SaaS)

Por oferecer o conjunto de aplicativos SaaS mais completo, inovador e confiável de todos, a Oracle Cloud possibilita aos clientes transformar seus negócios com as mais recentes tecnologias de Inteligência Artificial (IA).

Data as a Service (DaaS)

Podendo ser utilizada a partir de uma ampla variedade de fontes da Oracle e de terceiros, sua nuvem de dados pode ser usada pelas áreas de marketing e vendas para a produção de resultados mais satisfatórios.

Platform as a Service (PaaS)

A Oracle Cloud também apresenta a maior gama de serviços PaaS do setor, permitindo que os profissionais de TI e líderes corporativos desenvolvam, ampliem e projetem aplicações que se aproveitam de análises precisas e avançadas.

Infrastructure as a Service (IaaS)

Além de tudo o que já foi falado, o serviço de infraestrutura da Oracle Cloud é um dos que mais apresenta alto desempenho e baixo custo do mercado. Ele consente aos seus consumidores a execução de altas cargas de trabalho em seus aplicativos.

Completa, a solução é baseada em um único modelo de dados que liga de ponta a ponta todos os processos da empresa. Isso acaba tornando-a mais inteligente e contribuindo, desse modo, para o ganho de eficiência operacional.

O ponto a destacar, nesse caso, é que, independentemente do tipo ou tamanho da organização, a Oracle Cloud se capacita para todas elas — de startups à corporações globais.

Quais são as soluções oferecidas pela Oracle Cloud?

Devido ao fato que a Oracle é um player de atuação abrangente no mercado de TI, de bancos de dados a infraestrutura e software, a Oracle Cloud prima por sua diversidade de usos e soluções. A seguir, mostraremos algumas delas e o que elas proporcionam:

Ravello

Solução que permite a integração das suas cargas de trabalho do data center existente baseado em KVM ou VMware no Oracle Cloud Infrastructure, GPC ou AWS, sem ser preciso qualquer modificação no armazenamento, na rede ou nas VMs.

Database

Com eficácia empresarial comprovada, o database (serviço de banco de dados em nuvem) é capaz de suportar qualquer volume de trabalho para implantações ou desenvolvimentos em larga escala.

Analytics

O recurso de analytics da Oracle Cloud é que o há de mais abrangente em termos de análise na nuvem. A plataforma é única, capacitando toda a sua empresa a realizar qualquer pergunta sobre quaisquer dados utilizando qualquer dispositivo em qualquer ambiente!

Container

Serviços na nuvem para o gerenciamento de aplicações baseadas em contêineres Docker no Oracle Cloud Infrastructure. Excelente opção para os casos de uso de Dev, Dev/Test, DevOps e outros tipos contêineres nativos.

Oracle Integration Cloud

Por meio de uma plataforma unificada e fácil de usar, o Oracle Integration Cloud facilita a integração de aplicativos, a gestão de casos adaptáveis, a automação de processos e muito mais.

Além desses, cabe salientar também as seguintes soluções:

  • API Platform;
  • Big Data Cloud;
  • Application Runtime;
  • Developer Cloud;
  • Management Cloud;
  • Identity;
  • MySQL;
  • Virtual Cloud Network;
  • Internet of Things.

Para ter uma melhor compreensão de todas as possibilidades, dê uma conferida no site da própria Oracle.

Quais as vantagens da Oracle Cloud?

Antes de concluirmos, nada mais justo do que deixarmos bem claras quais são as vantagens da Oracle Cloud. As principais são:

Vale deixar claro que a redução do custo já é percebida no licenciamento da solução. Isso ocorre porque, ao contratar o serviço em nuvem da Oracle, o pagamento é mensal, com um valor consideravelmente mais baixo quando comparado à compra da licença, por exemplo.

A Oracle Cloud se faz da pirâmide IaaS, SaaS e PaaS, sendo a IaaS na base e a SaaS no topo. Foi o modelo Software as a Service que deu início à extensão dos demais. Isso significa que ela foi estruturada de cima para baixo.

Para comparação, as outras nuvens começaram, geralmente, de baixo para cima — ou seja, de IaaS para SaaS. Essa condição reflete no aspecto de que somente a Oracle tem alguns produtos como SaaS (BI, CRM e ERP). Para os clientes que estão em busca um serviço pronto, é válido optar por SaaS.

Esperamos que você tenha gostado deste artigo sobre a Oracle Cloud. Se quiser saber ainda mais e conhecer os planos e valores dessa solução, entre em contato conosco. Nossa equipe está pronta para atender você e tirar todas as suas dúvidas!

7 motivos para contratar uma consultoria em cloud

7 motivos para contratar uma consultoria em cloud

Lidar com a chamada transformação digital e os ganhos oferecidos por ela se tornou uma necessidade de sobrevivência para muitas empresas nos últimos anos. Porém, como conseguir a migração perfeita, que extraia o potencial máximo da nuvem na sua rotina de trabalho? Uma ótima resposta para essa pergunta está na consultoria em cloud.

Neste artigo, vamos contar por que ela é importante e por que você deveria pensar em contratar uma agora mesmo! Vamos começar?

Qual é a importância da consultoria em cloud?

Antes de listar os motivos para apostar na consultoria em cloud, nós temos que entender por que isso importa. Por que não simplesmente contratar um serviço de nuvem e implementá-lo por conta própria?

A resposta dessa questão vem de uma necessidade interminável em qualquer negócio que trabalhe com produtos e serviços digitais: a busca por otimização de recursos e processos sem que isso afete a qualidade. Não há como se manter consolidado no mercado por muito tempo se os concorrentes conseguem entregar algo semelhante mais rápido e gastando menos.

A nuvem está sim disponível para o uso e não faltam opções para contratar. Mas, com um uso básico dessa estrutura, não é possível usufruir de todos os benefícios que ela oferece. Como identificar qual ferramenta vamos usar na hora certa? Para as empresas, a resposta para esse tipo de pergunta está atrelada à eficiência de custo e às outras vantagens.

Ao escolher uma consultoria, sua empresa ganha mais inteligência para usar os recursos da nuvem e alcançar o melhor resultado para o negócio. Isso trará eficiência de custo, escalabilidade, disponibilidade e diversas outras vantagens que detalharemos mais a seguir. É uma questão de tirar o máximo proveito da nuvem para as necessidades do seu negócio.

Quais são os 7 motivos para contratar uma consultoria em cloud?

Então, podemos entrar em mais detalhes no que faz a consultoria em cloud um investimento necessário para empresas que buscam extrair o máximo da tecnologia que contratam e adquirem. Como dissemos, são vantagens que convergem na busca por otimização e podemos citar as 7 mais importantes:

1. Eficiência de custo

O que mais se espera de uma consultoria tecnológica é conseguir a melhor estrutura pelo menor preço possível. Quando se adquire hardware, por exemplo, isso significa pesar o custo-benefício e negociar condições de pagamento. Contudo, em um modelo recorrente de serviço, o foco é um pouco diferente.

Aqui, o importante é conseguir não o melhor ou o mais potente, mas os componentes que se adequem mais ao fluxo produtivo da empresa. Ferramentas, conexão, sistema, virtualização, armazenamento — tudo isso deve ser contratado de acordo com o que você precisa para encurtar processos e facilitar o desenvolvimento.

Só uma empresa especializada é capaz de levantar esses dados em todos os seus aspectos e indicar qual é a melhor solução para cada etapa desse processo.

2. Migração facilitada

Mesmo que não seja um processo tão complicado, a forma como sua empresa migra para a nuvem pode definir a otimização de seu uso no futuro. Se essa transição for desorganizada ou apressada, é possível que você precise de uma nova grande reformulação no futuro para não desperdiçar dinheiro e recursos.

Uma consultoria em cloud, quando feita com empresas experientes e com expertise, permite a elaboração de um plano de migração seguro, organizado e estruturado em etapas. Dessa forma, seu negócio garante o potencial máximo da nuvem desde o primeiro dia.

3. Escalabilidade pré-configurada

A escalabilidade de recursos é um dos maiores argumentos de venda da nuvem: uma empresa é capaz de, em alguns cliques, aumentar exponencialmente sua estrutura para atender a picos de demanda, sem precisar necessariamente aumentar de forma proporcional os gastos e os esforços dos profissionais.

Parece fácil, mas só é assim quando o provedor de nuvem oferece um serviço de qualidade e o seu sistema como um todo já está preparado para lidar com esse processo. Para garantir as duas coisas, a consultoria em cloud é uma grande aliada.

4. Disponibilidade adequada à demanda

Quanta infraestrutura você precisa hoje para atender ao seu público? Quanto você vai precisar daqui a cinco, dez anos? Esse tipo de planejamento é essencial para quem quer crescer de forma sustentável, mas nem sempre é um processo simples para quem já tem que lidar com uma rotina de trabalho intensa.

A consultoria pode tirar esse peso das suas costas e fazer o planejamento por você. Da sua parte e dos profissionais da empresa, basta utilizar esses dados como fonte para traçar uma estratégia de crescimento utilizando a cloud computing.

5. Microsserviços

Uma tendência atual de desenvolvimento em nuvem é a troca de grandes ferramentas abrangentes por arquitetura de microsserviços, quando cada aplicação funciona de forma precisa e dedicada a determinada função.

A grande sacada desse modelo é dar mais flexibilidade para a forma como esses módulos se conversam para agilizar o desenvolvimento. Partes desnecessárias podem ser descartadas para economizar e realocar esse capital em funcionalidades mais importantes. Uma consultoria em cloud poderá escolher, estruturar e implementar um sistema baseado em microsserviços para aumentar a rapidez e a qualidade da sua entrega.

6. Backups garantidos

O uso de backups na nuvem hoje é fundamental para qualquer negócio que não quer lidar com desastres originados da perda de dados. Mas armazenar cópias e criar redundâncias de qualquer jeito não garante que você terá um sistema confiável.

O que uma consultoria em cloud pode fazer é levantar e delimitar duas métricas importantes para garantir o sucesso de recuperação em casos de desastre:

  • o Recovery Point Objective, ou RPO, define em quanto tempo antes de uma falha ou desastre alterações de dados podem ser perdidas para que o sistema seja recuperado;
  • o Recovery Time Objective, ou RTO, determina quanto tempo a empresa tem para recuperar aplicações e dados que foram comprometidos a um estado operacional antes que haja prejuízo para a operação.

7. Segurança

O assunto segurança é prioritário em empresas que planejam a sua transformação digital e a migração para a nuvem. Por isso, ela é mais um ponto a se pensar na hora de decidir contratar uma consultoria.

A cloud computing é hoje uma tecnologia muito segura, com provedoras investindo em equipamentos mais modernos e equipes de segurança dedicadas. No entanto, isso depende do modelo escolhido, da empresa contratada e da implementação bem-feita.

A equação que equilibra todos esses fatores não é sempre simples de fazer por profissionais que já precisam lidar com suas rotinas no dia a dia. Deixar a cargo de uma boa consultoria em cloud pode ser a forma perfeita de tirar o peso das suas costas e garantir o sistema mais seguro possível.

Quais são as dificuldades que a empresa pode ter na hora de migrar?

Quando uma empresa decide fazer a migração para a nuvem por conta própria, ela pode esbarrar em uma série de dificuldades que irão pôr em cheque a qualidade da implementação.

Geralmente, profissionais têm pouco tempo para elaborar um plano completo, já que estão constantemente trabalhando na melhoria do seu produto. Um planejamento inicial incompleto gera demora nas etapas de migração, dificuldade de encontrar uma harmonia entre as soluções contratadas e muita gambiarra para encaixar esse novo sistema nos seus processos atuais.

Uma consultoria em cloud pode eliminar todos esses pontos problemáticos. É o tipo de empresa que fará um levantamento da sua estrutura, do seu fluxo de trabalho e das suas necessidades de entrega. Dessa forma, ela garantirá a melhor solução de nuvem para alavancar a qualidade e a agilidade do seu trabalho.

O que você está esperando, então, para contratar uma consultoria em cloud? Entre em contato conosco agora! A Under vai acompanhar você nesse processo e vai garantir uma transformação digital completa para a sua empresa!

Multicloud: o que é e por que usar essa inovação?

Multicloud: o que é e por que usar essa inovação?

Para as organizações focadas em inovar e que desejam desfrutar do cloud computing sem ter que apostar todas as suas fichas em apenas um único “ambiente”, as nuvens múltiplas (o chamado multicloud) são uma alternativa que mitiga riscos de indisponibilidade e busca aumentar a eficiência operacional.

Embora não sejam vistas como algo que vá otimizar a TI das empresas de forma revolucionárias, as otimizações que o multicloud entrega podem, de fato, favorecer uma empresa.

E, por mais singelas que essas melhorias possam ser, as nuvens múltiplas conseguirão satisfazer diferentes necessidades, superando os desafios impostos e trazendo as soluções que mais se adequem às suas demandas.

De qualquer modo, preparamos este artigo para apresentar os principais pontos em relação a elas. Se você possui vários softwares e precisa deixá-los operando simultaneamente para que todas as áreas do negócio funcionem bem, não perca esta leitura em hipótese alguma. Confira!

Mas, afinal, no que consiste o multicloud?

Em primeiro lugar, é preciso compreender o que são as nuvens múltiplas. Para isso, começaremos com as definições vindas da própria comunidade da tecnologia da informação.

A Technopedia, por exemplo, define o conceito como o uso de dois ou mais sistemas de cloud computing ao mesmo tempo. A implantação pode usar nuvens públicas, privadas ou uma combinação das duas, visando oferecer redundância nos casos de falhas de hardware ou software, evitando, desse modo, a dependência de apenas um único fornecedor.

CloudTech descreve de maneira semelhante, mas com detalhes adicionais sobre por que as organizações as adotam, dizendo o seguinte: “as nuvens múltiplas combinam os melhores serviços dos mais distintos fornecedores para que se possa criar uma solução apropriada para as necessidades de uma empresa”.

Essa abordagem dá às companhias maior flexibilidade, oferecendo diferentes pontos de preço e assegurando uma melhor disponibilidade acerca de suas aplicações.

Para simplificar, as nuvens múltiplas podem ser resumidas como um modelo de implantação que envolve variados serviços em cloud, oriundos de fornecedores distintos.

De acordo com o InformationWeek, essa infraestrutura emerge como resultado de uma adoção orgânica, na qual uma equipe, um departamento ou uma unidade de negócio pode optar por utilizar o AWS e o Azure (ou ainda outros) ao mesmo tempo.

Quais as diferenças do multicloud em relação às nuvens híbridas?

Por uma questão de informação e para facilitar o seu entendimento sobre as nuvens múltiplas, é interessante abordarmos as suas diferenças em relação às nuvens híbridas.

Enquanto a primeira engloba diversos serviços de variados fornecedores, a segunda integra uma nuvem pública à rede privada. Aqui, utiliza-se uma parte da infra em uma nuvem privada (servidores físicos exclusivos) com uma nuvem pública (servidores não exclusivos).

Em quais casos é indicado que uma empresa utilize as nuvens múltiplas?

Um caso comum, provavelmente um dos mais recomendados, é quando um projeto da empresa se encaixa melhor nos custos e benefícios de uma nuvem, enquanto os outros melhor se ajustam nas condições de um segundo ou terceiro serviço. Essas condições podem ser variadas como: rede, latência, data center localizado no país, entre outros.

Não ficar dependente de só um fornecedor também é um motivo pelo qual os CIOs acabam optando pelo multicloud. O aumento da disponibilidade, da flexibilidade e do controle sobre as cargas de trabalho são outras razões pela sua escolha: se um fornecedor tiver problemas, a aplicação rodará no outro.

Vale ressaltar que os ataques DDoS são ameaças recorrentes e que podem derrubar uma solução em nuvem por inteiro. No entanto, essa alternativa nem sempre é a mais indicada, pois tudo depende das necessidades do negócio.

Se a organização quiser manter os seus dados críticos em sua infraestrutura interna, a nuvem híbrida é a opção mais adequada e também é mais apropriada para quem não queira dar complexidade ao seu ambiente: quanto mais fornecedores, mais complexo ele será.

Quais são os desafios ao utilizar as nuvens múltiplas?

Como em qualquer outro empreendimento de TI, a utilização das nuvens múltiplas envolve desafios que podem “destruí-la” se não houver um planejamento pertinente.

Os CIOs devem estar atentos a duas questões-chave: a escolha de bons fornecedores e a migração inicial, principalmente se você estiver fazendo um movimento significativo de um centro de dados tradicional para os vários ambientes em nuvem.

Não menos importante está a compreensão no que corresponde às potenciais plataformas em termos de segurança, conformidade e preços, por exemplo.

Entenda que nem todos os serviços ou fornecedores são iguais. Assim sendo, os obstáculos começam a partir do momento em que você tem que lidar com diferentes portais de gerenciamento.

Sem um controle bem instituído, os problemas e as dificuldades virão, disso não há a menor dúvida. Ao permitir que isso aconteça, prepare-se, pois eles podem gerar inúmeros prejuízos.

É é justamente por essa razão que os gestores de TI precisam buscar as soluções dos maiores e melhores provedores de cloud do mercado, encontrando uma forma de centralizar a gestão de todos os serviços contratados em somente um único local.

Só assim é que os responsáveis pelo departamento conseguirão ter uma visão clara e geral de todos os ambientes, os controlando adequadamente e fazendo com que as nuvens múltiplas tragam os resultados que tanto se espera.

Para concluir, é válido salientarmos que os “observadores de plantão” dizem que a sua adoção está sendo bastante impulsionada pelo fator da disponibilidade. Ao optar por essa metodologia, você acaba reduzindo os riscos de inatividade nos casos em que ocorrer um impedimento em algum dos serviços.

Além disso, há outros benefícios a considerar e que também estão contribuindo para essa tendência, como:

  • redução de custos;
  • melhora da segurança;
  • baixa latência;
  • poder de escolha;
  • aumento da confiabilidade;
  • otimização custo-desempenho;
  • melhor retorno sobre o investimento (ROI).

Isso sem contar que, com a elaboração de um bom plano de desastres, sua companhia se tornará mais resistente do que nunca. Mas não se esqueça: contrate um fornecedor que seja reconhecido pelo mercado e que utilize as melhores ferramentas do setor. Isso é muito importante!

O que achou deste artigo sobre as nuvens múltiplas? Gostou? Se quiser ficar por dentro dos melhores conteúdos relacionados às tecnologias da informação, assine a nossa newsletter agora mesmo e receba eles diretamente em seu e-mail!

Migração para a nuvem: tendências para o Brasil em 2018

Migração para a nuvem: tendências para o Brasil em 2018

Um estudo da Intel revelou que a migração para nuvem deverá atingir cerca de 94% das organizações globais até 2020. Ou seja, dentro de pouco menos de dois anos, a cloud computing será praticamente o foco principal da computação existente nas grandes empresas.

Nesse movimento, os gestores de TI estimam que ganharão entre 45% e 87% de eficiência operacional, especialmente no quesito tempo de provisionamento dos serviços e recursos (disponibilidade).

Se pensarmos que há pouco mais de cinco anos a nuvem era vista como uma grande novidade, temos uma mudança significativa no comportamento corporativo em relação à virtualização de infraestrutura, aplicações, recursos e serviços. Sobre isso, vamos refletir ao longo deste artigo.

Continue lendo para entender como está o cenário brasileiro quando o assunto é migração para a nuvem!

5 motivos pelos quais as empresas estão optando pela migração para nuvem

Vamos começar listando as principais razões pelas quais empresas de todos os portes e em todos os segmentos de atuação optam por migrar infra, aplicações, recursos e serviços para a computação em nuvem:

1. Redução de custos

Se pensarmos nos softwares como serviço (Software as a Service — SaaS), por exemplo, já temos um motivo claro para a migração para nuvem: mitigação de custos iniciais de compra e implementação.

Ao estendermos a prática para a infraestrutura de TI como um todo, a queda nos gastos pode ser de mais de 50% na comparação com o modelo tradicional. Afinal, é o provedor de serviços de nuvem que precisa se preocupar com a manutenção de seus servidores e a empresa cliente paga apenas pelos recursos que usa, quando usa, dentro de um acordo firmado previamente.

2. Escalabilidade e mobilidade

Outro ponto positivo para as empresas que optam pela migração para a nuvem é a escalabilidade tecnológica. Sempre que necessário, é possível alterar o acordo para incluir mais recursos. E isso é realizado rapidamente, sem a necessidade de intervenções máquina a máquina.

Além disso, o uso baseado na web permite que os usuários acessem as aplicações com facilidade em qualquer local com conexão e por meio de qualquer dispositivo (desktop, notebook, tablet, smartphone etc). Assim, os profissionais não ficam restritos às quatro paredes dos escritórios, o que eleva a mobilidade e torna o negócio mais competitivo.

3. Liberação do time de TI para uma atuação mais estratégica

A migração para nuvem também contribui para a tendência de uma TI menos operacional, mais analítica e estratégica.

Com recursos sendo entregues por um fornecedor de confiança, gestores, analistas e assistentes de tecnologia podem se dedicar a fornecer inovação tecnológica ao negócio em vez de se preocupar com questões técnicas.

4. Segurança da informação

A computação na nuvem também eleva os níveis de segurança dos dados. Ou seja, a empresa não precisa se preocupar com investimentos robustos em ferramentas, métodos e profissionais especializados para manter suas informações seguras, disponíveis e confiáveis.

É o provedor de serviços de nuvem que precisa se atualizar constantemente para cumprir com os requisitos de segurança da informação prometidos em contrato. E ele dispõe de recursos e métodos testados e aprovados internacionalmente.

5. Inovação e competitividade

Por fim, a migração para nuvem torna as empresas mais compatíveis para a inovação.

Com recursos tecnológicos virtualizados, sem necessidade de fazer grandes investimentos e com mais segurança da informação, fica mais fácil tornar processos e estratégias mais digitais, o que propicia terreno fértil para a inovação.

Com a concorrência cada dia mais acirrada, a empresa que dispõe de tecnologia consegue se destacar, criar produtos e serviços e vencer a disputa mercadológica — não é em vão que uma em cada nove empresas da América Latina devem empreender uma estratégia de transformação digital em 2018, segundo a IDC.

O movimento das empresas brasileiras em migração para nuvem

Ao olharmos para o Brasil, que, de acordo com a IDC, detém 45% da produção e do consumo de tecnologia na América Latina, vemos claramente a migração para a nuvem acontecendo.

A tendência de migrar parcial ou totalmente as capacidades tecnológicas para a nuvem começou a se concretizar um tanto quanto tarde no país, uma vez que os grandes players globais do setor chegaram por aqui há pouco mais de dois anos. No entanto, o movimento vem se intensificando significativamente — para muitos especialistas, o ano de 2018 será crucial nesta nova realidade.

Um relatório produzido pela SolarWinds em 2017 revelou um forte crescimento da migração de aplicativos críticos para o modelo de computação em nuvem no Brasil. Para os executivos que responderam à pesquisa, os motivos mais latentes para a decisão de migrar para a nuvem são: maior potencial de retorno sobre investimentos, economia de recursos financeiros e escalabilidade elástica (possibilidade de aumentar ou reduzir os recursos conforme a demanda da empresa).

No país, a nuvem híbrida — ou seja, a junção do modelo público com o privado — tem uma grande aceitação, especialmente entre os médios e grandes negócios. Os pequenos empreendimentos, que não possuem uma grande infraestrutura legada, optam pela nuvem pública com bastante facilidade. Já a exclusividade da nuvem privada é melhor aceita em grandes indústrias multinacionais e no setor bancário, especialmente para armazenamento e processamento de transações financeiras.

Seguindo a tendência latino-americana, apontada pela IDC, as empresas brasileiras deverão seguir em estratégias multi cloud, ou seja, adotando soluções e serviços de mais de um provedor, conforme suas necessidades operacionais e táticas.

Em suma, para os gestores de TI e para os empresários que já entenderam o quanto a computação em nuvem pode significar um divisor de águas em seus negócios, a boa notícia é que as estratégias em torno da computação em nuvem está começando a penetrar a cultura empresarial brasileira, o que deve facilitar bastante o processo de migração.

Com mais provedores de serviços de nuvem ofertando soluções e mais mão de obra especializada, o poder de transformação digital das empresas brasileiras vai se expandindo. E isso, como vimos até aqui, é excelente!

E no seu negócio, como está a migração para nuvem? Para receber mais conteúdos como este em primeira mão no seu e-mail, assine agora nossa newsletter!

Software na nuvem: 7 motivos para fazer a migração!

Software na nuvem: 7 motivos para fazer a migração!

Adquirir e utilizar um software na nuvem (software as a service — SaaS) deixou de ser algo inovador há bastante tempo. De acordo com um estudo realizado pela Cisco, esse modelo de computação deverá ser a responsável por mais de metade do tráfego de dados dos data centers em todo o mundo até 2020.

Em outras palavras, em pouco tempo a computação em nuvem (cloud computing) será o único sinônimo de computação existente. Isso se dá por conta de uma série de vantagens que as empresas — de todos os portes e em todos os segmentos de atuação — obtêm com ela.

Da segurança da informação à redução significativa de custos, passando pela facilidade de escala e pela mobilidade, são inúmeras as vantagens de migrar do modelo tradicional para a nuvem — e é sobre isso vamos refletir ao longo deste artigo.

Continue lendo para entender de uma vez por todas o que é um SaaS e descobrir 7 vantagens de migrar as soluções da sua empresa para a nuvem o mais rápido possível!

O que é software na nuvem

De acordo com o glossário de TI do Gartner, trata-se de um software que é propriedade, entregue e gerenciado remotamente por um ou mais fornecedores.

Aqui, estamos falando de um método de entrega de software que permite que os dados sejam acessados ​​em quaisquer dispositivos — como um desktop, tablet ou smartphone conectado à internet — em contraposição ao modelo tradicional de implementação local – o chamado on-premises.

Neste modelo, o fornecedor armazena e mantém os bancos de dados e códigos que constituem a aplicação em seus servidores. Ou seja, a empresa cliente não se preocupa com a infraestrutura necessária para manter a solução funcionando, segura e disponível.

O sucesso do software na nuvem é tamanho que, segundo o relatório Brazil SaaS Landscape Research, já há em nosso país mais de 400 startups especializadas no assunto.

Vantagens em migrar para o modelo de software na nuvem

1. Ajuda a reduzir custos

O modelo SaaS pode fornecer economias notáveis ​​por vários motivos diferentes. Em primeiro lugar, elimina o custo inicial de compra e instalação, bem como custos contínuos — como manutenção e atualizações, por exemplo.

Em vez de gastar grandes quantidades de dinheiro em instalações de hardware, as aplicações SaaS podem ser facilmente baixadas e mantidas. Além disso, software como serviço permite que a empresa pague apenas pelo que realmente está usando — sem desperdício de dinheiro com licenças não utilizadas.

Um software como serviço pode ser especialmente vantajoso para as empresas em fase de crescimento, pois oferece acesso a funcionalidades normalmente caras — no modelo tradicional — de alta potência. O método baseado em assinatura também elimina o risco financeiro extremo de pagar valores altos pela licença de um software. Para completar, pelo fato dos sistemas rodarem em data centers externos, elimina-se a necessidade de aquisição de equipamentos para rodar estes softwares.

2. Proporciona ganho significativo de tempo de implementação e manutenção

Muitas pessoas dizem que tempo é dinheiro e, felizmente, softwares como serviço ajudam muito nisso. Para muitas aplicações SaaS, a instalação é tão simples como ter uma conexão com a internet e adquirir um login.

Além disso, as responsabilidades de manutenção são transferidas do seu departamento de TI para o próprio fornecedor — o provedor de cloud computing. Isso elimina as horas extras de trabalho e o tempo de inatividade necessário para atualizar soluções convencionais.

Finalmente, as aplicações SaaS tendem a ter uma menor curva de aprendizado, o que significa uma adoção mais rápida em toda a força de trabalho.

3. Melhora escalabilidade e acessibilidade

Outra característica excelente do software como serviço é que o modelo de repartição oferece flexibilidade e opções fantásticas. Como o software é hospedado externamente por um fornecedor, alterar o seu plano de uso é fácil e pode ser feito sem aviso prévio.

Além disso, o uso baseado na web permite que os usuários acessem o software facilmente a partir de qualquer local com recursos da internet. A mobilidade oferecida nesse modelo pode aumentar a competitividade do negócio — que não se limita mais às quatro paredes de seus escritórios.

4. Evita problemas de compatibilidade

Com o método convencional de instalação de software, as atualizações podem exigir enormes quantidades de tempo e dinheiro. Pior ainda: as discrepâncias de versão entre os membros de sua equipe podem levar a problemas de compatibilidade e desperdício de tempo.

Já com a utilização do modelo SaaS, os usuários podem simplesmente fazer logon na solução, que estará sempre atualizada, disponível e segura.

5. Libera o time de TI para uma atuação mais estratégica

Ao implementar softwares na nuvem, o departamento de TI da empresa deixa de se preocupar com rotinas operacionais e passa a ter uma atuação mais estratégica. Afinal, cabe ao provedor da solução se ocupar das questões técnicas.

Dessa forma, os profissionais de tecnologia conseguem mais tempo para trabalhar alinhados com os objetivos de negócio na criação de soluções em análise de resultados, no desenvolvimento de estratégias de TI para elevar os resultados e em outras atividades relevantes.

6. Fornece mais capacidade tecnológica para o negócio continuar crescendo

Como os custos caem e todo o processo de TI em torno das aplicações se torna mais simplificado, não é exagero dizer que softwares na nuvem ajudam a tornar a empresa mais competitiva.

Se antigamente somente as grandes corporações tinham acesso à tecnologia, agora, com o modelo SaaS, já é possível falar em democratização e isso é ótimo, especialmente em mercados de alta competitividade.

7. Eleva a segurança da informação a um patamar de excelência

Por fim, mas não menos importante, é preciso falar de como migrar para a utilização de um software na nuvem eleva a segurança de dados da sua empresa.

Ao invés de se preocupar com ferramentas para proteger a solução na infraestrutura interna, no modelo SaaS você transfere essa responsabilidade para o provedor da nuvem. É ele quem se preocupa em manter os dados 100% confiáveis, invioláveis e disponíveis.

Isso é feito por meio de padrões internacionais de segurança, métodos específicos — como backup e criptografia — e também de equipe altamente qualificada. Aos usuários, caberá apenas a tarefa de não compartilhar suas chaves de acesso com ninguém.

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