Outsourcing de TI: tudo que você precisa saber

Outsourcing de TI: tudo que você precisa saber

O outsourcing de TI é uma tendência cada vez mais popular há vários anos. Os benefícios de custo são fáceis de entender quando você considera o salário de uma equipe de bons profissionais dentro da organização. Mas como fazer essa mudança?

As empresas que investem em serviços de outsourcing de TI obtêm vantagens significativas que os ajudam a operar de forma mais eficiente e efetiva sem ter que investir em um departamento de TI de pleno direito.

Com a taxa atual de desenvolvimento tecnológico e a escassez de especialistas em mercados locais, as empresas buscarão cada vez mais parceiros que ofereçam serviços de terceirização em TI. Isso proporcionará a elas a continuidade de processos e a possibilidade de planejamento de desenvolvimento.

A terceirização oferece acesso a profissionais, especialistas e serviços de alta qualidade. Por meio de empresas de outsourcing, são alocados processos de negócios específicos para um provedor especializado de serviços externos. Isso é necessário, na maioria das vezes, porque uma empresa não pode lidar com todos os aspectos de um processo de negócios internamente, devido às restrições de recursos.

O que é outsourcing de TI?

O outsourcing de TI é uma prática cujo objetivo é confiar o tratamento de um certo escopo de trabalho a uma empresa externa. O outsourcing de TI é uma frase usada para descrever a prática de buscar recursos — ou subcontratação — fora de uma estrutura organizacional para a área de TI.

Uma organização pode recorrer à terceirização para funções que vão desde a infraestrutura ao desenvolvimento de software, manutenção e suporte.

Por exemplo, uma empresa pode terceirizar seu gerenciamento de TI, porque é mais barato contratar um terceiro para fazer isso do que construir sua própria equipe de gerenciamento de TI interna.

Ou uma empresa pode terceirizar todas as suas necessidades de armazenamento de dados, porque não quer comprar e manter seus próprios dispositivos de armazenamento. A maioria das grandes organizações apenas terceirizam uma parte de sua função de TI.

Uma estratégia de outsourcing de TI pode exigir a contribuição de muitos departamentos, incluindo operações, jurídicos, cadeia de suprimentos e recursos humanos.

Objetivo do outsourcing de TI

Para muitas organizações, o objetivo de uma estratégia de outsourcing de TI é fornecer a melhor tecnologia possível à empresa com o menor custo possível. E essa combinação, normalmente, é possível com a adoção de tecnologias em rápida evolução.

A economia de custos, no entanto, não é o único objetivo de uma estratégia de outsourcing. Algumas organizações que procuram transformação de negócios dependem de fornecedores terceirizados para os ajudar no processo.

Mesmo nessa frente, a estratégia de outsourcing de TI está mudando. Considerando que, no passado, as organizações costumavam usar um grande provedor de serviços de TI para lidar com todo o projeto, os estrategistas de terceirização hoje recomendam uma abordagem variada de provedores.

Quais os tipos de outsourcing de TI?

O outsourcing é um termo guarda-chuva que abrange mais algumas definições específicas. Vale a pena conferir os tipos existentes e verificar qual se adequa à sua empresa.

Offshoring

Offshoring, muitas vezes, aparece como sinônimo de terceirização, embora os dois termos não sejam exatamente intercambiáveis. Então, o que é offshoring?

Offshoring significa terceirizar os serviços de TI para um local distante para se beneficiar de custos de mão-de-obra mais baixos, condições econômicas mais favoráveis, fuso horário ou um leque de talentos maior. As diferenças de tempo em que estamos falando são de pelo menos 5 ou 6 horas.

Diferenças extremas podem certamente ser úteis para empresas que precisam fornecer suporte ininterrupto de tecnologia ou suporte ao cliente e para quem executa atualizações constantes ou trabalhos de manutenção.

Nearshoring

Nearshoring é muito semelhante ao offshoring, embora com uma diferença importante: nearshoring significa terceirizar o desenvolvimento de software ou outras funções de TI para um local muito mais próximo de sua empresa —  geralmente no mesmo fuso horário ou dentro de algumas horas.

Nearshoring permite uma comunicação muito mais suave em comparação com offshoring. Além disso, os países que estão próximos uns dos outros compartilham aspectos culturais que podem simplificar a comunicação.

Onshoring

Onshoring refere-se a delegar uma série de processos de negócios para um local diferente dentro das fronteiras nacionais. Normalmente, o local escolhido tem custos trabalhistas e operacionais mais baixos.

Embora a economia de custos seja o principal motivo para o onshore, a escassez de habilidades também pode levar as empresas a buscarem talentos em locais alternativos.

Ocasionalmente, o termo “homeshoring” também é usado para descrever uma situação em que os funcionários trabalham em casa.

Multisourcing

Multisourcing é um termo que descreve a terceirização de processos de negócios para vários fornecedores, diversificando assim o risco em operações de fornecedores.

Exemplo: as principais capacidades de desenvolvimento de uma empresa de desenvolvimento de software estão localizadas em Porto Alegre.

Ocasionalmente, a empresa trabalha em projetos que também exigem serviços de design e, quando isso acontece, eles contratam uma pequena agência de design em São Paulo.

Mais tarde, a empresa possui um grande projeto de longo prazo que requer habilidades que a equipe de São Paulo não possui. É quando eles se associam com uma empresa de desenvolvimento no Rio de Janeiro para os ajudar.

Poucos anos depois, a empresa divulga seu próprio produto que deseja comercializar nos Estados Unidos e, para esse fim, envolve uma agência de marketing norte-americana com um conhecimento muito melhor do mercado local.

Quais os cuidados necessários antes do outsourcing de TI?

Para cada empresa, o tempo certo para terceirizar é diferente. Algumas empresas têm equipe interna para lidar com atividades diárias, mas podem precisar de ajuda externa para realizar novos projetos que não demandem outro colaborador em tempo integral.

Quando você e seus funcionários atuais não conseguem gerenciar o departamento de TI da sua empresa satisfatoriamente, pode ser hora de considerar o outsourcing de TI.

Agora que você tomou a decisão de terceirizar, deve conhecer quais são os fatores para considerar mesmo antes de assinar qualquer contrato. Então, qual é o passo a passo antes de terceirar um produto de software?

Tenha uma visão

Parece óbvio, mas muitas empresas esquecem de pensar em uma visão (que representa claramente os interesses da sua empresa). Ter uma visão clara de onde você quer estar no futuro definirá as bases para o que deve ser desenvolvido no médio e longo prazo.

Uma visão também determina o que e por que você está fazendo tarefas específicas.

Isso ajuda a empresa terceirizada a definir o tipo de software que pode atender a sua demanda.

Seja específico e defina um objetivo claro

É normal que tenhamos expectativas sobre tudo o que gostaríamos de alcançar com um software desde o início. No entanto, essas expectativas podem não estar tão claras para sua equipe, seja ela interna ou terceirizada.

Tenha em mente que uma única solução pode não resolver todos os seus problemas. Então, primeiro, pense: o que você quer que o outsourcing faça por você? Uma grande parte do sucesso da terceirização depende de como seu objetivo é definido.

Defina uma estratégia

A definição de objetivos é fundamental quando você está planejando um novo produto de software, mas estabelecer uma estratégia de crescimento também irá ajudá-lo a elaborar o roteiro para o sucesso do outsourcing.

Esse é definitivamente um dever quando você está se perguntando o que considerar antes de terceirizar um serviço.

Fazer isso também ajudará a detectar o escopo e a criar uma previsão de quanto a sua área de TI precisa crescer no futuro próximo para realizar a estratégia

Não considere apenas o preço

Muitas vezes, o barato realmente sai caro e você deve ter cuidado com isso.

É bom que você tome o tempo necessário para analisar em profundidade a experiência com clientes e indústrias e o conhecimento em tecnologias e metodologias que o fornecedor tem.

Existem muitas maneiras de medir a qualidade de um software e, além do preço, você deve garantir que obterá qualidade, suporte e sustentabilidade.

Encontre os parceiros corretos

Antes de entregar as rédeas da área de TI de sua empresa, certifique-se de que está trabalhando com o parceiro certo. Embora com a tecnologia seja muito mais fácil do que era encontrar provedores de terceirização capazes e confiáveis, o processo de seleção ainda é de vital importância.

Um bom ponto de partida é a sua própria rede. Pergunte a outros empresários ou a seu contador ou advogado se eles podem recomendar um provedor que ofereça os serviços que você precisa. As redes online, como o LinkedIn e o Twitter, facilitam a expansão das suas redes pessoais e também o pedido de recomendações.

Quais as vantagens do outsourcing de TI?

À medida que você avalia suas escolhas e decisões na terceirização de diferentes componentes de suas operações, você precisará considerar as vantagens do outsourcing de TI.

Quando determinado pelas razões certas, o outsourcing de TI realmente ajudará sua empresa a crescer e economizar dinheiro. Existem outras vantagens da terceirização que vão além do dinheiro. Aqui estão as principais vantagens da terceirização.

Controle de custos

O principal motor de outsourcing de TI, para muitas empresas, é a redução dos gastos. As economias são significativas. As despesas de capital e de funcionamento podem ser reduzidas. No caso de um outsourcing de infraestrutura de TI, você não precisa comprar hardware de computador e dedicar caro espaço quadrado para desenvolver um data center.

Com a terceirização, as despesas de contratação de funcionários para executar funções de TI diminuem. Todas as funções de uma equipe de TI interna, desde o desenvolvimento de aplicativos até instalações de hardware para suporte ao usuário final podem ser terceirizadas. Juntamente à redução da folha de pagamento, reduzem as despesas de treinamento e benefícios.

A terceirização também torna os custos previsíveis, com contratos especificando taxas fixas mensais. Os fornecedores de outsourcing de TI, muitas vezes, podem cobrar menos por acesso e suporte à rede do que uma empresa pagaria o provedor diretamente, na medida em que eles compram em massa e podem transferir poupança.

Escolher terceirizar diferentes funções de tecnologia da informação permite variáveis ​​de custo, o que liberará dinheiro para investimentos em outras áreas do negócio.

E colocar mais capital nas atividades comerciais que produzem receita é uma maneira segura de atrair novos clientes e investidores.

Custo de trabalho e eficiência

As empresas podem ganhar vantagem competitiva quando terceirizam. A despesa de um negócio tentando gerenciar tudo por si só é transmitida ao cliente.

Contratar e treinar funcionários, seja de curto ou longo prazo, pode sair muito caro e apresentar resultados potencialmente inferiores. Os projetos podem ser iniciados com mais rapidez quando os recursos competentes estão disponíveis.

Para a maioria das empresas, a área de TI é uma função de suporte, não uma competência básica. Construir e apoiar o seu próprio centro de dados não lhe garantirá uma vantagem competitiva.

Como a sua empresa não é da área de tecnologia, é mais difícil recrutar e reter uma equipe de TI interna com habilidades de primeira linha, de modo que sua equipe talvez não tenha habilidades para criar software que possa dar uma vantagem frente aos concorrentes.

As funções de uma equipe de TI terceirizada permitem que seu gerenciamento concentre-se em suas competências-chave (o chamado core business) e no desenvolvimento de negócios, em vez de lutar com problemas triviais de tecnologia.

Além disso, os serviços de TI terceirizados oferecem suporte 24 horas por dia, 7 dias por semana e acordos que garantem a otimização de rendimento. Assim, o nível do serviço prestado é superior ao que seu time de operações internas poderia fornecer, permitindo que você trabalhe mais com menos problemas operacionais.

Acesso a tecnologias mais atualizadas no mercado

O modelo de outsourcing em TI é, para o cliente, um ganho econômico. O serviço de terceirização facilita o acesso rápido a especialistas em uma área específica de novas tecnologias e uma garantia de que um determinado projeto será feito de acordo com as últimas tendências e possibilidades tecnológicas.

Como TI é a competência principal de seu fornecedor, ele garante que seus funcionários sejam treinados e certificados nas tecnologias oferecidas aos clientes.

Você pode recorrer à equipe do fornecedor para obter conselhos que o ajudem a tomar as decisões de tecnologia corretas. Também obtém acesso à tecnologia mais recente e suporte de uma equipe especializada em implementá-la efetivamente.

O provedor de TI assegurará que os sistemas sejam corrigidos e atualizados em um cronograma apropriado.

Risco reduzido e flexibilidade aumentada

Com as mudanças constantes nos regulamentos de tecnologia, condições e problemas de segurança, o outsourcing de TI para um terceiro gerenciar e assumir qualquer risco faz muito sentido.

A tecnologia é dispendiosa e a tomada de decisões erradas gera um custo extra e dispensável. Um provedor de serviços de TI possui uma sólida base de experiência que ajuda a tomar as decisões técnicas corretas.

Se você decidir mudar sua estratégia de tecnologia, seu provedor de TI terá ferramentas e serviços para ajudar você na transição para sua nova plataforma.

Os serviços de TI terceirizados reduzem o risco de perda de dados. Os fornecedores de outsourcing de TI asseguram que os centros de dados tenham defesas apropriadas, como firewalls e informações de segurança e software de monitoramento de eventos.

Os fornecedores de terceirização geralmente mantêm a certificação nos padrões de segurança necessários para proteger dados de pagamento ou informações de saúde, reduzindo os riscos para as empresas dessas indústrias.

Confiar em serviços de TI terceirizados também reduz o risco de interrupção do tempo de inatividade. Os fornecedores criam instalações resilientes com dispositivos redundantes, minimizando esse risco.

Procedimentos robustos de backup e recuperação reduzem a chance de perda de dados se houver uma falha no dispositivo.

Trabalhar com um provedor de serviços de TI também fornece flexibilidade que permite que as empresas ampliem ou diminuam rapidamente quando suas necessidades mudam.

Como fazer o outsourcing de TI?

Agora que você tem objetivos e especialistas para identificar e interpretar informações, é hora de identificar projetos específicos para o seu programa de outsourcing. Toda empresa desenvolve critérios diferentes e é impulsionada tanto pela cultura quanto pela análise financeira ou operacional, mas há critérios comuns que você deve observar.

Foque na gestão de relacionamento por meio de uma comunicação clara

Desde o início do relacionamento, estabeleça regras e procedimentos para a comunicação e nomeie uma pessoa designada para garantir a fluidez da informação do projeto entre você e a organização de terceirização.

O gerenciamento relaciona-se com a gestão de processos de TI terceirizados e concentra-se nos empregos e responsabilidades de clientes e prestadores de serviços.

O objetivo básico é garantir que todas as partes envolvidas contribuam igualmente para a consecução de metas e objetivos compartilhados.

Começando com os prestadores de serviços, o gerenciamento de terceirização para eles exigiria alcançar os resultados desejados, como economia de custos, melhorias de eficiência, melhorias de qualidade, adições de valor e outras, dependendo das necessidades e dos requisitos específicos do cliente.

Contrate uma consultoria específica

Para as pequenas empresas, existem inúmeras vantagens na contratação de um consultor externo. As mais importantes incluem ter um impacto positivo na empresa.

Os serviços de consultoria de TI podem ser contratados em uma base horária ou por contrato para preencher posições provisórias de gerenciamento de TI.

Há muitas coisas que devem ser consideradas quando se procura uma empresa de terceirização, mas o aspecto mais importante que deve ser levado em consideração é que você está escolhendo um parceiro e não apenas um provedor.

Você e seu parceiro de terceirização devem ser confiantes, colaborativos e comunicativos, uma vez que uma ruptura na comunicação é a última coisa que você deseja.

Escolha o país de terceirização sabiamente

Embora muitos provedores de terceirização estejam disponíveis em locais distantes, existem vários riscos que acompanham a terceirização de um país distante.

Por outro lado, a terceirização nearshore, também conhecida como nearshoring, pode trazer inúmeros benefícios comerciais, incluindo culturas de trabalho semelhantes, fusos horários e feriados. Vale a pena verificar rankings de terceirização para locais estratégicos.

Não subestime a complexidade do serviço

O funcionamento cotidiano de uma empresa é, muitas vezes, complexo e a maioria dos líderes empresariais não entende por completo o quão difíceis e demoradas algumas tarefas podem ser.

Claramente, comunicar o que você precisa para um fornecedor de terceirização é, portanto, primordial para um relacionamento bem-sucedido, pois ajuda os líderes empresariais e a empresa terceirizada a reconhecerem fluxos de trabalho complexos.

Quando os processos são concluídos com sucesso, uma empresa pode adaptar seus procedimentos e racionalizar sistemas.

Confirme os contratos no início da parceria

Ao assinar os contratos, você pode determinar entregas desde o início. Portanto, não há mal entendidos ou ações questionáveis ​​ao longo do caminho.

Definir as datas claramente para refletir e discutir seu projeto é desejável, a fim de determinar o sucesso do projeto e as mudanças que precisam ser feitas. Não se esqueça de cobrir coisas como direitos de propriedade intelectual, duração do contrato e acordos de retorno de serviços.

Procure certificações da indústria

Uma empresa terceirizada que é certificada ISO ou ganhou prêmios da indústria tem muito mais chances de ser um parceiro confiável.

Por exemplo, escolher uma empresa que tenha a certificação ISO garante que a empresa possui um padrão de segurança da informação e está trabalhando ativamente para melhorar suas ofertas.

A escolha de uma empresa de terceirização que estabeleceu parcerias de longa data tanto com os clientes quanto com os principais players da indústria sugere que é uma parceira confiável e que pode firmar um longo relacionamento.

Confie em seu bom trabalho

Se a empresa de terceirização atende aos critérios acima, então acredita-se que faz um bom trabalho. Um ótimo parceiro de terceirização completará o trabalho com um alto padrão e continuará nutrindo o relacionamento, sugerindo melhorias.

Os desenvolvedores com a coragem de desafiar você, ao invés de apenas concordarem com o que foi solicitado sem perguntas, demonstram proatividade.

Um parceiro de terceirização deve oferecer mais do que apenas contratar funcionários. As empresas que oferecem outros serviços e soluções são mais propensas a entregar um trabalho bem-feito.

Sua oferta mais ampla significa que você pode estar seguro, sabendo que a empresa é uma organização bem estabelecida.

No fim, uma excelente gestão de outsourcing de TI requer muitos componentes: liderança, ferramentas, processos, pessoal, habilidades e princípios.

Operar a partir de princípios compartilhados pode criar a base para a relação de alta confiança necessária para entregar os resultados complexos esperados dos acordos de outsourcing de TI de hoje.

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Gestão de risco operacional: como adotar em sua empresa?

Gestão de risco operacional: como adotar em sua empresa?

 

Na atual dinâmica do mercado, a concorrência acirrada exige decisões e atitudes cada vez mais rápidas dos gestores de negócio. Além disso, a tecnologia não para de evoluir, entre outros fatores.  Por isso mais e mais empresas têm se voltado para a gestão de risco operacional.

Todos os negócios enfrentam circunstâncias ou mudanças fundamentais em sua situação. Isso pode apresentar níveis variáveis ​​de risco, de pequenos inconvenientes até a possibilidade de dificultar a própria existência da empresa.

Continue lendo para entender este conceito aprender a prever melhor os riscos, evitando possíveis prejuízos em seus projetos!

O conceito de risco operacional

O que se convencionou chamar de risco operacional é o risco de perda resultante de processos internos, pessoas e sistemas inadequados ou falidos, ou de eventos externos. Assim, o conceito envolve planos de continuidade de negócios, risco ambiental, operacional, à pessoa e à saúde, gerenciamento de crises, sistemas de processos, segurança da informação etc.

Quanta perda uma organização está preparada para aceitar, combinada com o custo de corrigir esses erros, determina seu apetite para o risco. A gestão de risco operacional é uma metodologia para organizações que buscam colocar em prática uma supervisão e estratégia real quando se trata de gerenciar essas questões.

Ao avaliar o risco operacional, normalmente, são enfatizadas as medidas práticas necessárias para eliminar as exposições e garantir respostas bem-sucedidas. A má gestão desse fator pode prejudicar a reputação de uma empresa e causar sérios danos financeiros.

A importância da gestão de risco operacional

O risco operacional pode desempenhar um papel fundamental no desenvolvimento do negócio, o que inclui a continuidade do negócio, planejamento de recuperação de desastres e medidas de segurança e conformidade da informação.

Um primeiro passo no desenvolvimento de uma estratégia de gestão de risco operacional pode estar na criação de um mapa de risco — um plano que o identifica, avalia-o, comunica-o e o mitiga.

Mas, por que isso é tão importante para os negócios? Aqui estão os principais benefícios de uma boa gestão de risco operacional:

  • melhorias na confiabilidade das operações comerciais;
  • melhorias na eficácia das operações de gestão de risco;
  • fortalecimento do processo de tomada de decisão em que os riscos estão envolvidos;
  • redução das perdas (financeiras, de reputação etc.) causadas por riscos mal identificados;
  • identificação precoce de atividades ilegais;
  • redução de custos de conformidade;
  • redução de possíveis danos por riscos futuros.

Os diversos níveis de gestão de riscos operacionais

A primeira etapa de qualquer estratégia é, naturalmente, entender a natureza do negócio e os riscos específicos associados a ele. Por exemplo, se a empresa é uma escola de esqui aquático, haverá riscos muito diferentes do que aqueles de uma empresa que cria tecnologia para máquinas de venda automática.

Existem 3 níveis de gerenciamento de riscos operacionais:

1. Em profundidade

Como o nome sugere, este é o tipo de gerenciamento que todos estaríamos empreendendo em um mundo ideal, pois oferecerá os melhores resultados.

Nós não vivemos em um mundo ideal, mas ainda há muitas situações em que podemos tirar um tempo para planejar um novo projeto ou empreendimento com gerenciamento de risco operacional em profundidade. Isso pode incluir treinamento de pessoal ou a implementação de novas políticas e procedimentos.

2. Deliberado

Ainda não é uma “estação de pânico” no mundo da gestão de riscos, mas é realizado em vários estágios durante o ciclo de vida de um projeto ou empresa e pode ser feito sob controle de segurança ou revisões de desempenho.

3. Crítico no tempo

Esse tipo de gestão de risco operacional envolve mais urgência, pois geralmente é feita em meio a mudanças, quando há apenas um período de tempo limitado para que ela seja realizada antes que as possíveis consequências possam aparecer.

Normalmente, trabalha-se nos seguintes processos neste tipo de gestão: avaliação da situação → balanceamento dos recursos → comunicação de riscos e intenções → plano de ação.

Em geral, as empresas só se lembram da gestão de risco operacional quando é necessário agir correndo contra o tempo. Idealmente, é claro, é mais recomendado inseri-la na cultura organizacional para aumentar o poder de proatividade e preventividade.

As 4 etapas básicas da gestão de risco operacional

Em um processo de gerenciamento de risco mais padrão, essas são as etapas habituais que os gestores devem empreender:

1. Identificação de ameaças

Como mencionado anteriormente, a compreensão dos riscos específicos do negócio é fundamental, mas também existem muitos aqueles em potencial, e é preciso identificá-los. Isso vale tanto para os que são recorrentes quanto os que podem surgir inesperadamente.

O processo de identificação precisa envolver pessoas de todos os níveis do negócio, se possível, trazendo uma variedade de origens e experiências para obter um resultado coeso.

Os riscos que podem ser observados pela equipe do chão de fábrica em uma indústria, por exemplo, serão muito diferentes e não menos críticos do que os identificados na sala de reuniões.

2. Avaliação de risco

Uma vez que os riscos foram identificados, eles precisam ser avaliados. Isso precisa ser feito a partir de uma perspectiva quantitativa e qualitativa. Fatores como a frequência e gravidade da ocorrência também precisam ser levados em consideração.

A avaliação deve sempre priorizar o gerenciamento desses riscos em relação a esses fatores.

3. Medição e mitigação

Mitigá-los (quando não for possível eliminá-los completamente) é a próxima etapa. Devem ser implantados controles para limitar a exposição da empresa aos riscos e aos potenciais danos causados ​​por eles.

4. Monitoramento e relatórios

Qualquer plano de gestão de risco operacional deve ter algo em vigor para o monitoramento e relatórios contínuos, sobretudo para demonstrar a eficácia do trabalho. Monitorar e criar relatórios demonstrativos também é fundamental para garantir que as soluções implementadas continuem sendo efetivas e façam seu trabalho na gestão dos riscos.

Percebeu como a gestão de risco operacional é fundamental para o seu negócio? Então se você ainda não a aplica em sua empresa, não perca mais tempo! Siga as sugestões acima e se previna contra quaisquer problemas oriundos desses erros.

Que continuar inovando o seu negócio? Então permaneça no blog e confira dicas para migrar um sistema para a nuvem!

Gerenciamento de servidores: como fazê-lo?

Gerenciamento de servidores: como fazê-lo?

Ter um gerenciamento de servidores adequado é um dos aspectos mais importantes para as empresas modernas, cada vez mais tecnológicas e com administração orientada a dados. Praticamente toda empresa hoje hospeda vários servidores que precisam de manutenção.

Ter um sistema indisponível por alguns minutos pode gerar imensos prejuízos para os negócios. Da mesma forma, ter os dados danificados ou roubados também pode comprometer a saúde financeira, a imagem e até a sobrevivência de uma empresa.

Sobre isso, vamos conversar ao longo deste artigo. Continue lendo para entender quais são as melhores práticas de gerenciamento de servidores e como isso pode mudar os resultados do seu negócio!

O que é e para que serve o gerenciamento de servidores

Basicamente, o gerenciamento de servidores implica tarefas de administração do sistema. Da configuração do servidor à otimização da segurança da informação, passando por monitoramento de serviço e manutenção.

Se entrarmos mais a fundo nos principais processos que compõem um serviço de gerenciamento de servidores, temos:

  • monitoramento dos servidores e aplicativos em execução neles — verificação de status, tempo de atividade e monitoramento de problemas novos ou recorrentes;
  • atualização dos servidores e dos softwares instalados neles;
  • controle de acesso aos servidores;
  • controle de segurança dos dados e também dos hardwares;
  • rotinas de backup (cópias de segurança dos arquivos);
  • configuração dos servidores, das aplicações e dos serviços em execução neles etc.

Há outros tipos de serviços que podem compor o gerenciamento de servidores. Cada empresa especializada pode incluir novas tarefas conforme as necessidades dos seus clientes.

De qualquer forma, estamos falando de um serviço especializado, que pode ser realizado internamente ou por um provedor especializado. Cada vez mais, as empresas estão optando pelo serviço terceirizado, assim conseguem se manter atualizadas com métodos e técnicas de última geração e garantir a qualidade necessária para o sucesso de suas operações.

Os desafios que exigem um excelente gerenciamento de servidores

São inúmeros os desafios (técnicos e não técnicos) que as empresas modernas vivenciam cotidianamente. Para se ter uma ideia disso, basta olharmos para uma pesquisa realizada pela IBM em 2016 e divulgada em 2017. Naquele ano, as empresas brasileiras tiveram uma média mensal de R$ 211 mensais em prejuízos causados por falhas em suas aplicações tecnológicas.

De acordo com a IBM, as empresas nacionais somaram 4,31 milhões de reais em prejuízos causados por indisponibilidade (paralisações na operação por falta de funcionamento das aplicações), erros dos usuários (danos aos dados por utilização errada dos softwares e abertura de vulnerabilidade na infraestrutura de TI), além de ataques de hackers (roubo de informações sigilosas e fraudes em transações comerciais).

Também a PwC constatou em um estudo que os empreendimentos brasileiros tiveram perdas superiores a 1 milhão de dólares em 2016. A consultoria global apontou roubos e danos aos dados, mas também dificuldades com disponibilidade de serviços, aplicações e redes como causadores desse prejuízo.

Olhando para um âmbito maior, não é exagero dizer que esses desafios são delineadores da competitividade empresarial. Afinal, empresas com falta de disponibilidade de aplicações, vítimas de fraudes e com sucessivos erros de seus usuários tendem a ficar mais sensíveis à concorrência acirrada, gastam muito dinheiro de forma reativa e perdem poder de inovação.

Ter um gerenciamento de servidores eficiente é a melhor forma de evitar esses problemas e garantir que tudo ocorra bem com a infraestrutura de TI. Significa que o trabalho realizado é preventivo, mantém investimentos sob controle e oferece experiência suficiente para seguir avançando o poder tecnológico do negócio.

As melhores práticas de gerenciamento de servidores

Já entendemos o que é, quais benefícios oferece e também quais são os desafios que tornam o gerenciamento de servidores tão importante atualmente. Vamos agora a uma lista de melhores práticas para garantir que ele seja realizado da maneira mais estratégica possível!

Confira a seguir:

Avalie a possibilidade de terceirizar o gerenciamento de servidores

Cada dia mais, as empresas têm optado pelo outsourcing de gerenciamento de servidores. Isso porque fazê-lo internamente requer muitos investimentos (em equipamentos, software, equipe qualificada etc.), o que eleva os custos.

Ao terceirizar, o time interno de TI deixa de se preocupar com a rotina técnica e ganha mais tempo para uma atuação mais estratégica, consegue mensurar melhor os resultados, entre outros benefícios.

Contrate os serviços de um provedor confiável

Ao optar pela terceirização, é importante buscar um provedor de serviços de gerenciamento de servidores de confiança. Isso porque é este provedor que ajudará a empresa a configurar as atividades essenciais para que os servidores se mantenham seguros, confiáveis e disponíveis.

É importante ir além do discurso comercial do fornecedor. Buscar informações com clientes atuais, verificar a experiência e as práticas, bem como firmar um acordo de níveis de serviço (SLA) bem detalhado, são boas atitudes.

Garanta um monitoramento de excelência

Tanto internamente como no serviço contratado de um fornecedor especializado, o monitoramento é uma das chaves do sucesso em gerenciamento de servidores.

O ideal é que ele seja automatizado, com o mínimo de contato humano. Assim, as falhas e os erros causados pelos usuários são mitigados e há garantia de que o serviço será realizado 24 horas por dia nos sete dias da semana.

Também é fundamental que a estratégia de monitoramento contemple hardwares e softwares, fazendo com que qualquer risco seja identificado e tratado com antecedência. Um trabalho preventivo surtirá bem mais efeito do que correções depois que os riscos se transformarem em problemas reais.

Crie um plano de contingência

Outra prática importante é a criação de um plano de contingência. Em termos bem práticos, é importante estar preparado para o pior e ter um plano B.

Basicamente, deve-se responder as seguintes perguntas: o que faremos se houver uma invasão aos nossos servidores? Se nossas aplicações ficarem indisponíveis, quais serão as ações necessárias para restabelecê-las rapidamente e com o mínimo de perdas?

Como está o gerenciamento de servidores na sua empresa? O que você achou das dicas que trouxemos neste artigo? Para receber mais conteúdos como este em primeira mão no seu e-mail, assine agora a nossa newsletter!

Como o business intelligence cria oportunidades para profissionais de TI?

Como o business intelligence cria oportunidades para profissionais de TI?

Muito se fala sobre as soluções e técnicas de business intelligence (BI) e suas vantagens para a gestão empresarial. Da administração orientada a dados, com análises mais profundas, rápidas e eficazes, ao ganho de competitividade, BI já é unanimidade no mundo corporativo moderno.

E, perceba, estamos falando do universo da inteligência competitiva. Na definição do Gartner, maior empresa de pesquisa em tecnologia, “business intelligence é um termo abrangente que inclui aplicativos, infraestrutura e ferramentas e as melhores práticas que permitem o acesso e análise de informações para melhorar decisões e desempenho”.

O que pouco entra em pauta, no entanto, são as vantagens oferecidas aos profissionais de TI preparados para lidar com este conceito.  Sobre isso vamos refletir ao longo deste artigo.

Continue lendo para entender as principais oportunidades que os profissionais de tecnologia podem obter com business intelligence!

BI como mola propulsora da inteligência competitiva das empresas e dos profissionais de TI

O volume de dados com o qual as empresas precisam lidar atualmente é exponencialmente maior do que há dez anos. Não é à toa que todo o mercado — desde os grandes players até as startups — passou a buscar ferramentas, métodos e estratégias para tornar as análises mais inteligentes e ágeis.

Uma pesquisa do Portal ERP, com mais de 4,5 mil empresas brasileiras, constatou que 25% delas já adotaram soluções de BI, big data e outras baseadas em análise de dados para se tornarem mais competitivas em 2018.

Na mesma proporção, o que se espera de um profissional de TI na atualidade é uma atuação menos operacional do que há alguns anos, portanto, mais analítica e estratégica.

Nesse movimento, são inúmeras as oportunidades para especialistas em business intelligence. De desenvolvedores de aplicações a cientistas de dados, passando por analistas, especialistas em segurança da informação etc. Não param de surgir modelos de negócios, empregos e possibilidades de reinvenção de carreira nesta área.

Principais oportunidades que o BI oferece aos profissionais de TI

Dentre as soluções que compõem o fenômeno do big data, as aplicações de BI são, sem sombra de dúvidas, as que mais geram otimismo aos profissionais de tecnologia, como demonstraremos a seguir.

Espaço para empreender no desenvolvimento de aplicações e serviços especializados

Em 2016, um estudo da Resultados Digitais constatou que 70% das empresas no Brasil ainda não contavam com soluções de BI para fazer análises de negócios.

Por outro lado, de acordo com a consultoria IDC, uma em cada nove empresas latino-americanas deve empreender uma estratégia de transformação digital — o Brasil detém 45% do mercado na região. Ou seja, as organizações estão trabalhando para aproveitar tecnologias inovadoras em seus processos produtivos, de gestão e negócios.

Esses dois estudos apontam oportunidades para empreendedores em TI dispostos a oferecer ao mercado ferramentas e serviços dentro do conceito de business intelligence.

Escassez de mão de obra especializada em análise de dados

O McKinsey Global Institute indica que até o final de 2018 deverá haver um déficit de mais de 190 mil profissionais especializados para lidar com big data nos Estados Unidos. E olha que estamos falando do país mais desenvolvido tecnologicamente no mundo.

Aqui no Brasil, cientistas de dados, analistas e gestores especializados em unir ferramentas e métodos tecnológicos com os interesses dos negócios, também são raridade. Atrair e reter esses talentos não é tarefa fácil.

É aí que surgem oportunidades de upgrade na carreira dos profissionais de TI. Analistas de BI, por exemplo, começam com salários na faixa dos R$ 2,5 mil e podem chegar a R$ 10,5 mil conforme suas habilidades e também de acordo com o tamanho das empresas para os quais prestam serviços, segundo o Sistema Nacional de Empregos (Sine).

Analistas de bancos de dados iniciam a carreira com salários superiores a três mil reais, de acordo com a consultoria Catho. Já os cientistas de dados (data scientists), ainda mais raros, são procurados de norte a sul do país.

Possibilidade de participar dos boards executivos do mercado digital

Outra grande oportunidade para os profissionais de TI em torno do conceito de business intelligence é deixar de atuar na operação para compor as mesas de discussão da alta hierarquia empresarial.

Daí que a figura do C-level é bastante procurada principalmente pelas empresas que estão mergulhando na transformação digital. A união da tecnologia com as estratégias de negócio requerem executivos com excelente domínio técnico e capacidades de negociação, implementação de métodos inovadores de análise de dados, facilidade com decisões de alta complexidade e coordenação de equipes de alta performance.

Gap no mercado de consultoria em inteligência de negócios

Também o mercado de consultoria em inteligência de negócios está aquecido e necessitando de profissionais altamente capacitados.

Um consultor de BI desenvolve uma compreensão abrangente dos processos de negócios, armazéns de dados, sistemas de produção e bancos de dados departamentais. Também ajuda a criar e coordenar equipes multifuncionais para ajudar a desenvolver a conscientização organizacional, desenvolver projetos e potencializar resultados.

É importante escolher uma das áreas (técnica, estratégica etc.) para mergulhar fundo e oferecer ao mercado soluções realmente inovadoras.

Como se preparar para as oportunidades do business intelligence

Obviamente, as oportunidades são para os profissionais de tecnologia mais preparados, aqueles que ampliam sua visão e conseguem estabelecer pontes produtivas entre a tecnologia e os negócios.

Aqui estão algumas dicas para quem quer se destacar nessa carreira:

Especialize-se em transformação digital

Há excelentes ofertas em MBA, cursos profissionalizantes e certificações em torno da transformação digital. Um bom especialista é aquele que compreende os conceitos de inteligência artificial, aprendizado de máquina, internet das coisas, big data, computação em nuvem.

Mais que isso, é preciso saber encontrar fornecedores de recursos e serviços de alta performance para propor inovações dentro dos novos modelos de negócio que estão surgindo.

Desenvolva suas capacidades e sua imagem como um profissional inovador

Outro ponto importante é o desenvolvimento de habilidades em inovação. Mas, mais do que isso, é importante trabalhar a imagem. Afinal, o mercado não vai advinhar que o profissional está atento aos movimentos e tem a inovação como um valor.

Logo, é fundamental participar de eventos na área, criar e manter um bom networking, compartilhar conhecimento… A linha tênue entre ser e parecer precisa ser bem utilizada.

Assuma riscos e realize testes constantemente

Quando se trata de atuação com análises de dados e tomadas de decisões de alta complexidade, é importante ter aptidão para assumir riscos.

Na inteligência de negócios não há espaço para síndrome do impostor (dificuldade de assumir para si mesmo seu valor profissional). Pelo contrário, os profissionais mais respeitados e valorizados são aqueles que fazem testes, criam projetos arriscados e, dessa forma, conseguem obter resultados superiores à média.

E aí, como está a sua atuação dentro das oportunidades do business intelligence? Gostou da reflexão que trouxemos neste artigo? Deixe seu comentário no post!

As 7 melhores ferramentas de gestão para CIOs

As 7 melhores ferramentas de gestão para CIOs

Assegurar que todas as áreas da organização tenham ao seu alcance as melhores informações e os dados necessários para que seja possível atingir o máximo da sua eficiência, são apenas alguns dos benefícios que as ferramentas de gestão podem trazer ao seu negócio.

Sem a menor sombra de dúvida, um dos aspectos mais importantes da missão de um CIO é justamente essa, fazer com que a comunicação entre as partes seja precisa, sem desencontros, e livre de erros.  Nesse sentido, vale ressaltar o fato de que as tecnologias da informação desempenham um papel de extrema relevância no que se refere às estratégias de uma empresa.

Afinal, elas visam garantir que os projetos sejam finalizados a tempo, otimizando a produtividade, reduzindo os custos e melhorando o seu controle. Isso sem contar a sua contribuição para a integração dos processos, desde a manufatura até o pós-venda, por exemplo.

E foi pensando em todas essas vantagens que preparamos este artigo. Aqui, vamos apresentar as 7 melhores ferramentas de gestão para CIOs. Se você deseja obter bons resultados e se destacar perante à concorrência, não perca essa leitura em hipótese alguma!

1. Asana

Começaremos então pelo Asana, solução de gerenciamento que traz total clareza aos projetos. Eles podem ser criados e compartilhados não apenas entre as equipes, mas também com os clientes, fornecedores ou qualquer outro terceiro que possa estar envolvido no andamento das atividades.

A ferramenta permite o planejamento e a visualização das metas, possibilitando que os responsáveis pelas tarefas estabeleçam datas de entrega, prioridades, regras e normas a serem seguidas.

O nível de acesso e de controle dos usuários é definido previamente pelos administradores da companhia, configurando as autenticações de acordo com as responsabilidades de cada membro.

Os recursos oferecidos são inúmeros e o painel de comando é simples e fácil de usar, sendo intuitivo e completo. Além disso, o Asana proporciona uma perfeita integração com diversos outros aplicativos, como:

  • Google Drive;
  • Slack;
  • Evernote;
  • Dropbox;
  • MailChimp;
  • Zendesk;
  • GitHub;
  • e muito mais.

2. Clarizen

Excelente para conectar e engajar a sua força de trabalho, o Clarizen ajuda os gestores a planejar, analisar, executar e monitorar todos os processos da empresa. O software é robusto e totalmente escalável as suas necessidades, oferecendo a gestão de projetos, documentos, orçamentos e despesas, além de disponibilizar relatórios personalizados.

O Clarizen também oferece segurança corporativa, webinars, treinamentos online e em tempo real, integrando-se com:

  • Excel;
  • Salesforce;
  • Google Docs;
  • iCal Calendar;
  • Box;
  • Outlook;
  • Testuff;
  • OneLogin.

3. Mavenlink

Unificando funções essenciais para que as organizações possam planejar e entregar os trabalhos, gerir os recursos e a colaboração entre as equipes e clientes, o Mavenlink foi projetado para facilitar o planejamento, a execução, o controle e a contabilidade dos projetos.

Não o bastante, o Mavelink conta com funcionalidades avançadas no que corresponde à inteligência de negócio, com mais de 40 tipos de relatórios pré-construídos e personalizáveis.

Assim como o Clarizen, os desenvolvedores também oferecem treinamentos online (ao vivo) e webinars. As integrações são semelhantes, incluindo:

  • Salesforce;
  • Netsuite;
  • Jira;
  • Intacct;
  • QuickBooks;
  • Google Drive.

4. Wrike

Outro que está entre as melhores ferramentas de gestão para CIOs é o Wrike, que permite que os times trabalhem de forma mais rápida e inteligente, contribuindo para o crescimento das instituições.

Essa solução ajuda a melhorar a comunicação, trazendo transparência e responsabilidade. O painel de administração dispõe de uma série de recursos e elementos visuais para o acompanhamento das tarefas, tanto em relação ao tempo quanto ao orçamento. O Wrike integra-se com:

  • Google Drive;
  • Dropbox;
  • Adobe;
  • Salesforce;
  • Evernote;
  • Jira;
  • GitHub;
  • QuickBooks;
  • LinkedIn.

5. Aha

Criado com o propósito de vincular a visão e os objetivos comerciais às iniciativas, o Aha é mais uma das ferramentas de gestão que não poderia ficar de fora desta lista.

A aplicação oportuniza funcionalidades interessantíssimas, analisando os pontos fortes, fracos, as oportunidades e as ameaças a considerar para a construção dos roteiros estratégicos.

Conforme os dizeres da própria desenvolvedora, ao utilizá-lo, você poderá definir os “quais”, os “porquês” e os “quandos” com maior facilidade, aumentando a precisão das suas operações e dos seus procedimentos.

São diversos recursos disponíveis, permitindo a priorização dos processos e o rastreamento de progresso. No que diz respeito às integrações, o Aha pode ser unificado aos seguintes aplicativos:

  • Trello;
  • Salesforce;
  • Slack;
  • Google Drive;
  • Dropbox;
  • OneDrive;
  • Zapier;
  • Zandesk.

6. iRise

O iRise é um software de gerenciamento que viabiliza a prototipagem dos projetos, fazendo com que as diferentes partes interessadas possam validá-los (ou não) antes de se comprometerem a sua realização.

Os gestores, por sua vez, poderão adicionar navegações, mídias, lógicas de negócio, dados de amostra e qualquer outro tipo de informação e/ou interação, que consiga trazer uma experiência verdadeira à proposta.

Essa função dá aos usuários a chance de descobrir falhas, requisitos necessários e erros de usabilidade, por exemplo. Quanto ao seu funcionamento, o iRise motiva a colaboração entre os departamentos, dispondo o rastreamento do histórico, a priorização das atividades, listas de tarefas, relatórios de status etc. A ferramenta pode ser integrada com o/a:

  • G Suite;
  • IBM Rational;
  • Blueprint;
  • Visual Studio;
  • Okta;
  • ConfirmlQ;
  • Jira;
  • Jama.

7. Zoho Reports

Para concluir este artigo sobre as melhores ferramentas de gestão para CIOs, falaremos um pouco do Zoho Reports. Com ela, você conseguirá melhor analisar os seus dados de negócio e, consequentemente, tomar decisões mais acertadas.

Gráficos, widgets, tabelas dinâmicas, funções analíticas preestabelecidas, planilhas eletrônicas para a adição, análise dos dados, painel para o rastreamento e o compartilhamento de KPIs, enfim, tudo isso estará a sua disposição ao utilizá-lo.

Além do que, o Zoho Reports também oferece um conjunto de poderosas APIs, abrangendo integrações como:

  • Google Analytics;
  • Google Adwords;
  • QuickBooks;
  • Xero;
  • Zendesk;
  • Salesforce;
  • entre outros.

Como você acabou de ver, as ferramentas de gestão podem contribuir significativamente para o sucesso da sua empresa. Não há menor dúvida que, nos dias de hoje, seria um grande erro não utilizá-las! Portanto, não deixe de avaliar as melhores para começar a usar nos processo do seu negócio!

Esperamos que você tenha gostado do nosso artigo. Se sim, deixe seu comentário abaixo. Sua opinião é muito importante para que possamos melhorar ainda mais a qualidade dos conteúdos!

Governança de Dados: conheça as melhores práticas!

Governança de Dados: conheça as melhores práticas!

As empresas começaram a perceber que uma sólida estratégia de governança de dados pode melhorar significativamente os retornos dos investimentos em seus negócios. Tal prática possibilita benefícios impressionantes, como economias significativas de custos e de tempo.

Desenvolver uma estratégia bem-sucedida de governança de dados requer um planejamento cuidadoso, pessoas certas e ferramentas apropriadas. Continue a leitura e aprenda as melhores práticas para gerenciar um programa qualificado de compliance para sua organização!

Primeiramente, o que é governança de dados?

governança de dados refere-se ao plano para gerenciar recursos de dados de uma organização, que inclui muitas camadas, como a arquitetura, a estrutura operacional e os processos. Assim, as empresas podem exercer um controle sobre essas informações.

O objetivo da governança é facilitar uma visão unificada e consistente da informação em toda a companhia, para o exercício de suas atividades com segurança, disponibilidade e integridade dos dados.

Tal prática inclui, normalmente, um conselho de administração, um conjunto definido de procedimentos e um plano para executá-los. Para alcançar a conformidade, uma organização deve ter processos formalizados de gerenciamento de dados, para que seja possível governá-los ao longo de seu ciclo de vida.

Quando feita corretamente, a governança permite que qualquer usuário acesse dados a qualquer momento. Assim, os processos podem ser conduzidos de forma mais eficiente e os usuários podem gerenciar sua carga de trabalho de forma autônoma.

Por que praticar a governança de dados?

Muitos projetos de inteligência e análise de negócios concentram-se em um conjunto de dados limitado dentro da organização. E muitas partes interessadas do projeto acreditam que a governança no âmbito da análise é suficiente.

A realidade, no entanto, é que é preciso abranger todos os recursos de dados em toda a companhia. O objetivo é criar uma visão coesa da informação e fornecer uma maneira de gerenciar inconsistências e potenciais problemas de qualidade de dados à medida que surgem.

Embora seja mais analítica e focada em dados, uma forte governança afeta os negócios além da parte tecnológica. Listas de melhores clientes e informações sobre dados demográficos, produtos, fornecedores e parceiros criam mais visibilidade.

Essa visibilidade, se usada corretamente, ajuda as organizações no gerenciamento de seus dados de forma mais eficaz e na identificação de possíveis oportunidades, além do controle do desempenho. Falando de um modo prático, alguns benefícios incluem:

  • diminuição dos custos associados a outras áreas da empresa;
  • segurança de procedimentos precisos em torno de atividades de regulamentação e conformidade;
  • aumento da transparência em qualquer atividade relacionada a dados;
  • ajuda, para a instituição, quanto a uma melhor formação e práticas educativas em torno da gestão de ativos de dados;
  • aumento do valor das informações de uma organização;
  • fornecimento de sistemas de dados padronizados, políticas e procedimentos;
  • ajuda na resolução de problemas de dados passados ​​e atuais;
  • viabilização de mecanismos aprimorados de monitoramento e rastreamento para a qualidade e outras atividades relacionadas a dados;
  • crescimento da receita geral da empresa.

Quais as melhores práticas a serem seguidas?

Hoje, é possível vincular os esforços de gerir os dados a uma variedade de drivers corporativos. Isso faz duas coisas: a primeira é proporcionar o necessário para executivos e gerentes que desejam certificar-se de que qualquer iniciativa mapeie um item prioritário.

Em segundo, ao associar a governança de dados a um objetivo organizacional maior, você pode demonstrar valor ao longo do processo e obter mais recursos e suporte no futuro. Essencialmente, existem 5 melhores práticas ao lançar um programa de governança de dados:

1. Pense no quadro geral, mas comece por partes

A governança de dados é direcionada a pessoas, processos e tecnologia. Embora seja importante manter todos os três fatores em mente ao planejar e executar a estratégia, lembre-se de começar com uma base sólida para construir um quadro completo.

Comece com as pessoas, siga com o processo e termine cuidando da tecnologia — cada componente se baseia no elemento anterior. Sem as pessoas certas, o processo pode tornar-se obsoleto e, assim como a tecnologia, sem os dois primeiros pilares.

Comece por identificar e contratar as pessoas certas. Então, defina um processo e termine com o fornecimento da tecnologia para fazer o trabalho.

2. Construa um caso de negócios

O planejamento é fundamental ao implementar uma prática de governança de dados. Mas, por si só, essa iniciativa não é suficiente para suportar plenamente o esforço e garantir o sucesso.

Identifique os benefícios e as oportunidades que a qualidade dos dados proporcionará para a organização. Mostre as melhorias que serão possíveis para o negócio, como o aumento da receita, uma melhor experiência do cliente e mais eficiência.

A maioria pode concordar que a má qualidade no gerenciamento de dados é um problema, mas saber que existe um problema não é suficiente. Ao identificar as insuficiências e a maior oportunidade, você terá a base sólida para impulsionar a mudança.

3. Crie métricas

Assim como ocorre com qualquer mudança, é fundamental poder medir o progresso e exibir o sucesso. Certifique-se de identificar medições desde o início e acompanhar tudo de forma consistente.

As métricas não só mostram o progresso geral e o sucesso das mudanças, mas servem como marcadores e pontos de controle ao longo do caminho. Usando-as devidamente, é possível garantir que o processo seja efetivo na prática.

Os planos podem parecer perfeitos no papel, mas, uma vez no campo, é importante observar atentamente e permitir ajustes ou melhorias.

4. Comunique-se com frequência

Independentemente do estágio do processo que uma companhia atende ao seu programa de governança de dados, é essencial se comunicar com antecedência e frequência. A comunicação consistente e eficaz tem o papel fundamental de mostrar o impacto do programa.

5. Faça da governança de dados uma prática — não um projeto

Muitas vezes, quando as mudanças são feitas, uma equipe é montada para executar o projeto. Mas é importante apresentar o programa de gerenciamento de dados como uma prática, não como um projeto.

A diferença é que um projeto tem data de início e término. Já uma prática refere-se a uma mudança fundamental que é tecida na organização.

Então, embora pareça natural ter um nome de projeto cativante e um mapa de rotas impressionante, lembre-se de que você está implementando uma prática que não apenas começa e termina.

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