Como fazer análise de dados eficiente? Confira!

Como fazer análise de dados eficiente? Confira!

As empresas têm investido em melhorar as práticas de como fazer análise de dados, sendo esta um grande trunfo para as empresas, desde startups até organizações internacionais que se preocupam em fazer a melhor leitura de seus resultados e tomar decisões em cima disso.

A análise de dados é uma forma comprovada para organizações e empresas obterem as informações necessárias para tomar melhores decisões, atender seus clientes e aumentar a produtividade e a receita.

Os benefícios da análise de dados são numerosos demais para contar, e alguns dos benefícios mais gratificantes incluem obter as informações certas para sua empresa, obter mais valor dos departamentos de TI, criar campanhas de marketing mais eficazes e obter um melhor entendimento dos clientes.

Afinal, o que é análise de dados?

A análise de dados é um componente principal da mineração de dados e é fundamental para obter a percepção que impulsiona as decisões de negócios. Organizações e empresas analisam dados de várias origens usando soluções de gerenciamento de Big Data e soluções de gestão da experiência do cliente que utilizam análise de dados para transformar dados em insights acionáveis.

A análise de dados inclui todas as maneiras de decompor os dados, avaliar as tendências ao longo do tempo e comparar um setor ou medida com outro. Também pode incluir as várias maneiras pelas quais os dados são visualizados para tornar as tendências e os relacionamentos intuitivos de relance. Envolve fazer perguntas sobre o que aconteceu, o que está acontecendo e o que acontecerá (análise preditiva).

Como fazer uma conferência de dados com sucesso?

Os dados são tão bons quanto as perguntas que são definidas. Por mais avançada que seja sua infraestrutura de TI, seus dados não fornecerão uma solução pronta, a menos que se faça uma pergunta específica.

Os dados, geralmente, representam os processos de um negócio. Isso pode ser um usuário interagindo com um site de comércio eletrônico, um paciente em um hospital, um projeto sendo aprovado, software sendo comprado e faturado e assim por diante.

Todos eles são representados em milhares de bancos de dados em todo o mundo e todos eles são armazenados de maneira ligeiramente diferente com regras de negócios diferentes.

Para ajudar a transformar dados em decisões de negócios, deve-se começar a preparar os pontos de vista que deseja obter insights antes mesmo de iniciar o processo de coleta de dados.

Com base na estratégia, nas metas, no orçamento e nos clientes-alvo da empresa, deve-se preparar um conjunto de perguntas que orientarão com facilidade a análise de dados e o ajudará a chegar a insights relevantes.

Todos (ou, pelo menos, a maioria das empresas de dados maduros) têm uma fonte de dados de verdade. Mas, deve-se sair da mentalidade de fonte única de dados e pensar em como unir os dados quantitativos e qualitativos para provocar insights melhores. A integração de seus dados pode emprestar dados de ação do usuário do Google Analytics e combiná-los com dados de usuários no Marketo ou SalesForce, por exemplo.

O que é preciso para organizar questionamento?

Em toda análise de dados organizacionais ou de negócios, deve-se começar com as perguntas corretas. As perguntas devem ser mensuráveis, claras e concisas. O analista deve elaborar perguntas para qualificar ou desqualificar possíveis soluções para seu problema ou oportunidade específica.

Considere que tipo de dados você precisaria para responder à pergunta-chave. Ao responder a essa pergunta, você provavelmente precisará responder a muitas subquestões.

Finalmente, em sua decisão sobre o que medir, certifique-se de incluir quaisquer objeções razoáveis ​​que qualquer parte interessada possa ter.

Analistas de dados também precisam se concentrar no contexto que está por trás dos dados que estão analisando. Isso significa entender as necessidades dos outros departamentos que solicitaram o projeto, bem como compreender realmente os processos por trás dos dados que estão analisando.

Isso significa que os analistas de dados precisam entender essas regras de negócios e lógica! Caso contrário, eles não podem realizar uma boa análise, eles farão suposições ruins e, frequentemente, criarão dados sujos e duplicados.

Tudo porque eles não entendiam o contexto. O contexto permite que equipes focadas em dados tornem as suposições mais claras. Eles não são forçados a gastar muito tempo na fase de hipóteses em que estão testando todas as teorias possíveis. Em vez disso, eles podem utilizar o contexto para ajudar a acelerar o processo de análise.

O contexto em torno dos dados são como ouro para os cientistas de dados. Não está sempre lá, mas quando está, torna o trabalho muito mais fácil!

Como apresentar os dados coletados para a sua empresa?

A grande maioria das ocasiões em que os dados são apresentados (relatórios, painéis executivos, apresentações de conferências ou simplesmente uma coisa automática por email do Google Analytics) acabam sendo improdutivas, porque a maior parte da discussão ainda é sobre os dados.

E se você está em uma discussão estratégica, qualquer ocasião para agir sobre os dados, precisará obter respostas o mais rápido possível.

Uma excelente visualização de dados realça exatamente o que você deseja que o usuário perceba e os leva à ação antes mesmo que você possa mencioná-la. Renuncie às tabelas e aos scorecards métricos — é para isso que servem as exportações de dados! Use ferramentas interativas para contar uma história com dados e chamar a atenção das partes interessadas com o que você encontrar.

Confira algumas dicas que potencializarão sua apresentação:

  • não seja desleixado. Sua apresentação é sua marca;
  • traga o foco e simplifique;
  • determine a altitude de dados de forma otimizada;
  • elimine as distrações, utilize somente dados essenciais;
  • consolide os dados, seja o mais honesto possível.

A análise de dados valiosos solicita visualmente as ações a serem tomadas?

Muitas empresas são inundadas com relatórios com excessos de dados. Embora essa abordagem possa deter a maré de alguns interessados ​​com fome de dados, ela serve como um pontinho em um vasto oceano de dados.

Enquanto isso, uma ótima análise de dados pode realmente impactar a estratégia da empresa. Portanto, priorize análises que sejam críticas e que permitam a extração de algum resultado. Você nunca deve ter um ponto de análise que não responda à pergunta “o que posso fazer com esses dados?”

Procure sempre investir não somente em ferramentas de coleta, mas também nas de filtragem e análise.

Para saber mais sobre como fazer análise de dados confira o artigo Big Data: o que é, quais suas vantagens e como usar na sua empresa?

 

Gestão de risco: o que é e como fazer de forma eficiente?

Gestão de risco: o que é e como fazer de forma eficiente?

Se você possui ou gerencia uma empresa que faz uso da Tecnologia da Informação (TI), é importante identificar as ameaças para seus sistemas e dados, reduzir ou realizar a gestão de risco e desenvolver um plano de resposta em caso de crise.

Os CEOs de empresas têm obrigações legais em relação à privacidade, às transações eletrônicas e ao treinamento de pessoal. Tudo isso influencia as estratégias de gestão de risco de TI. Infelizmente, você não pode prever quando ocorrerá um ataque e o que isso pode envolver. Se ocorrer um incidente de segurança, você deve minimizar o impacto e voltar aos negócios o mais rápido possível.

Um plano de resposta ao incidente de segurança cibernética ajudará você e sua empresa a se preparar e responder a ele de forma rápida e eficaz.

Os riscos de TI incluem falhas de hardware e software, erros humanos, spam, vírus e ataques maliciosos, bem como desastres naturais, como incêndios ou inundações.

Os impactos para a empresa incluem comprometimento da confidencialidade dos dados do cliente, danos à reputação, multas regulatórias e honorários legais, danos ao seu crédito e incapacidade de garantir empréstimos bancários, para não mencionar inconvenientes extraordinários e diminuição da produtividade.

Você pode gerenciar problemas de TI ao completar uma avaliação de risco de negócios. Ter um plano de continuidade de negócios pode ajudar sua empresa a se recuperar de um incidente de TI.

Este artigo ajudará você a entender os riscos de TI e fornecerá informações sobre formas de se preparar e responder a incidentes de TI.

Qual é a importância da gestão de risco?

Nos negócios de hoje, o risco representa uma questão crítica. Quase todas as decisões empresariais exigem que os executivos e gerentes equilibrem o risco e a recompensa. A gestão eficaz dos riscos empresariais é essencial para o sucesso de uma empresa.

Muitas vezes, o risco de TI é ignorado. Outros riscos comerciais, como riscos de mercado, risco de crédito e riscos operacionais, foram incorporados nos processos de tomada de decisão corporativa.

O risco de TI foi relegado a especialistas técnicos fora da sala de reuniões, apesar de cair sob a mesma categoria de risco “guarda-chuva”, como outros riscos comerciais.

Todas as empresas que usam TI, seja uma startup ou grandes corporações, podem se beneficiar da gestão de risco de TI. Esse risco pode ser personalizado para qualquer tipo de empresa em qualquer localização geográfica.

As soluções de análise de risco permitem que as empresas tomem decisões conscientes por meio de programas e metodologias de gestão mais inteligentes — direcionando o desempenho do negócio para melhores resultados.

A gestão de risco é tão importante quanto um plano de negócios. Todos pensam que isso não pode acontecer com seu negócio, então não é preciso se preparar para isso. Porém, uma vez que esse risco se torne realidade, você precisa se concentrar em lidar com o evento, ao mesmo tempo que precisa continuar a administrar seu negócio.

Se a sua empresa estiver lutando para reunir uma resposta a uma ameaça enquanto também lida com o incidente, isso dificultará a sua capacidade de informar o público e resolver o problema.

Os recursos combinados da gestão de riscos podem ajudar sua empresa a alcançar um crescimento lucrativo e atender demandas cada vez maiores de conformidade regulamentar nas condições de mercado voláteis e atuais de hoje.

Então, o que é a gestão de risco?

A gestão de risco é um procedimento de identificação, análise e controle de ameaças a uma empresa, que podem ter como resultado uma grande diversidade de fontes, incluindo incerteza financeira, erros de gestão estratégica, responsabilidades legais, acidentes e desastres naturais.

As ameaças à segurança de TI e os riscos relacionados com os dados, bem como as estratégias de gestão de riscos para amenizá-los, tornaram-se uma prioridade para as empresas tecnológicas voltadas à transformação digital.

Como resultado, um plano de gestão de risco inclui cada vez mais os processos das empresas para identificar e controlar as ameaças aos seus ativos digitais, incluindo dados corporativos proprietários, informações pessoais e de propriedade intelectual de um cliente.

O plano deve conter quatro aspectos: um plano de gestão de riscos para minimizar a ameaça; um plano de mitigação para limitar o impacto de qualquer ataque em seu negócio; um plano de resposta para que saiba exatamente o que fazer (e não fazer); e um plano de recuperação de dados para garantir que o seu negócio esteja funcionando novamente o mais rápido possível caso ocorra um imprevisto.

As ameaças gerais aos sistemas e dados de TI incluem:

  • vírus: código de computador que pode copiar e se espalhar de um computador para outro, muitas vezes, interrompendo as operações do computador;
  • falha de hardware e software: perda de energia ou corrupção de dados;
  • spam, fraudes e phishing: e-mail não solicitado que procura enganar as pessoas para revelar detalhes pessoais ou comprar bens fraudulentos;
  • malware: software malicioso projetado para interromper a operação do computador;
  • erro humano: processamento de dados incorretos, descarte de dados de forma descuidada ou abertura acidental de anexos de e-mail infectados.

As ameaças criminais específicas para os sistemas e dados de TI incluem:

  • desonestidade pessoal: roubo de dados ou informações confidenciais, como detalhes do cliente;
  • hackers: pessoas que ilegalmente invadem os sistemas informáticos;
  • negação de serviço: ataques online que impedem o acesso do site para usuários autorizados;
  • fraude: usar um computador para alterar dados para benefício ilegal;
  • falhas de segurança: inclui falhas físicas, bem como online;
  • roubo de senhas: muitas vezes, um alvo para hackers mal-intencionados.

Desastres naturais, como fogo e inundações, também apresentam riscos para sistemas de TI, dados e infraestrutura. Os danos causados ​​aos edifícios e ao hardware podem resultar em perda ou corrupção de registros e transações de clientes.

Em resumo, a gestão de risco:

  • permite a integração com as estruturas globais de risco e conformidade dentro da empresa;
  • fornece uma visão abrangente de todos os riscos relacionados ao uso de TI e um tratamento similarmente completo da gestão de risco para questões operacionais;
  • evolui dinamicamente com uma arquitetura de risco que pode se adaptar eficientemente à medida que as práticas de gestão de riscos, as exigências dos clientes e as tendências de TI mudam;
  • melhora a tomada de decisões, fornecendo ferramentas de gestão, análise de risco, visão e transparência;
  • permite que as empresas compreendam e gerenciem todos os tipos significativos de risco de TI;
  • explica como capitalizar um investimento feito em um sistema de controle de TI já implementado para gerenciar riscos relacionados a TI;
  • fornece benefícios empresariais tangíveis e reduz o custo da conformidade regulamentar;
  • aumenta o retorno sobre o capital, tomando decisões com base no risco sobre como otimizar a alocação de capital e qualificar para incentivos fiscais;
  • acelera e racionaliza os processos de risco para redução de custos de perdas de crédito e gerencia riscos operacionais.

Como criar uma política de gestão de risco corporativa?

A gestão de risco de TI não funciona somente uma vez. Não é um produto a comprar. Em vez disso, é um processo que deve ser realizado de forma contínua. É fundamental que uma organização examine continuamente os riscos e os objetivos de segurança em seu ambiente de negócios e proteja sistematicamente na forma como opera.

A abordagem sistemática deve se estabelecer como um modelo geral para a gestão de risco de negócios, identificando processos relacionados à segurança que devem ser analisados ​​e fornecendo orientação sobre objetivos de segurança, postura de segurança e alternativas de arquitetura de segurança.

A gestão adequada de riscos exige um forte compromisso da alta administração, um processo documentado que apoia a missão da organização, uma política de gestão de risco de informação e uma equipe, inclusive de fornecedores de TI. Depois de identificar o nível aceitável de risco da sua empresa, você precisa desenvolver uma política de gestão de risco de informação.

A política de risco de TI deve ser um subconjunto da política geral de gestão de riscos da organização (os riscos para uma empresa incluem mais do que apenas problemas de segurança da informação) e devem ser mapeados para as políticas de segurança organizacional, que estabelecem o risco aceitável e o papel da segurança como um todo na organização. A política de riscos de TI é focada na gestão de riscos, enquanto a política de segurança é de alto nível e aborda todos os aspectos da segurança. Ela deve abordar os seguintes itens:

  • objetivos;
  • nível de risco que a empresa aceitará;
  • processos formais de identificação de risco;
  • conexão entre a política e os processos de planejamento estratégico da organização;
  • responsabilidades e funções a serem cumpridas;
  • mapeamento de risco para controles internos;
  • abordagem para mudar comportamentos de pessoal e alocação de recursos em resposta à análise de risco;
  • mapeamento de riscos para metas e orçamentos de desempenho;
  • indicadores-chave para monitorar a eficácia dos controles.

A política fornece a infraestrutura para os processos e procedimentos de gestão de riscos da organização e deve abordar todas as questões de segurança da informação, da triagem de pessoal e da ameaça para segurança física e firewalls. Ele deve fornecer orientação sobre como a equipe relaciona informações sobre os riscos da empresa para a gerência sênior e como executar corretamente as decisões da administração em tarefas de mitigação de risco.

Papel das equipes na política de risco de TI

Em organizações líderes, a gestão de risco deve ser um item constante nas agendas de CEOs e conselhos. Para ficar à frente das ameaças, os executivos devem se envolver em um diálogo contínuo para garantir que sua estratégia evolua continuamente e devem fazer os trade-off adequados entre oportunidades de negócios e riscos.

A preparação para a violação começa com a definição das atividades que uma organização deve seguir ao definir uma gestão de risco. A política de risco de TI deve ser clara quanto ao papel de cada um dentro da organização. A política deve conter uma lista de “fazer e não fazer” para a equipe seguir.

O que a política realmente deve fazer é apontar para promover o comportamento de segurança inteligente. Seu plano deve ser criar uma cultura em que os funcionários saibam o que se espera deles — e que são inteligentes o suficiente para detectar possíveis problemas de segurança em cenários reais de risco.

Gerentes de negócios

Eles precisam entender o que é o risco de TI e como ele pode ajudar a suportar seus processos de negócios. Os acordos firmados de contratação de novos sistemas devem ser feitos sob o conceito de segurança do negócio e devem ser responsáveis por decisões críticas. Por exemplo, se os sistemas comerciais devem ser desligados em caso de ameaça.

Representantes da TI

Como a equipe de TI interage? Que ações são realizadas pela equipe de TI durante as operações de resposta a uma ameaça? A equipe terá acesso fácil à rede e aos logs de sistemas para fins de análise? A equipe poderá fazer recomendações para melhorar a segurança da infraestrutura organizacional?

Representantes do departamento jurídico

Quando e como o departamento jurídico deve estar envolvido nos esforços de resposta a incidentes? O pessoal jurídico também pode ser necessário para revisar acordos de confidencialidade, desenvolver uma redação apropriada para entrar em contato com outros sites e organizações, e determinar a responsabilidade do site para incidentes de segurança do computador.

Representantes de recursos humanos

Podem auxiliar no desenvolvimento de descrições de trabalho para contratar pessoal e na criação de políticas e procedimentos para remover empregados internos envolvidos em atividades de informática não autorizadas ou ilegais.

Representantes de relações-públicas

Devem estar preparados para lidar com quaisquer perguntas da mídia e ajudar a desenvolver políticas de divulgação de informações e de práticas.

Especialistas em auditoria e gerenciamento de riscos

Eles podem ajudar a desenvolver métricas de ameaças e vulnerabilidade, avaliações, melhores práticas de segurança em toda a organização.

Como fazer uma boa gestão de risco na área de TI?

Para priorizar e gerenciar o risco de TI, os CEOs precisam de um quadro de referência e uma compreensão clara da função de TI e do seu risco. No entanto, mesmo as pessoas que devem ser responsáveis pela gestão de riscos dentro da empresa, muitas vezes, não tem um entendimento completo.

O risco de TI não é apenas uma questão técnica. Embora os especialistas em assuntos de TI ajudem a entender e gerenciar aspectos do risco de TI, a gestão de negócios é mais importante.

Os gerentes de negócios determinam o que a TI precisa fazer para suportar seus negócios; eles estabelecem as metas para TI e são responsáveis ​​pela gestão dos riscos associados.

A estrutura de TI permite que a empresa tome as decisões adequadas e permite aos usuários compreender como responder ao risco.

Todos os processos de gestão de riscos seguem as mesmas etapas básicas. Juntas, estas 6 etapas combinam para oferecer um processo de gestão de risco simples e eficaz.

1. Identificar o risco

Você e sua equipe descobrem, reconhecem e descrevem os riscos que podem afetar seu negócio ou seus resultados. Existem várias técnicas que você pode usar para encontrar os riscos no negócio da empresa, desde o processo operacional até o atendimento ao cliente. Nem todos os dados precisam ser protegidos da mesma maneira; algumas informações são públicas, algumas informações são confidenciais da empresa e algumas informações são privadas. A quantidade de recursos financeiros que a organização gasta para protegê-la depende da sua importância para a organização.

Os dados têm valor, tanto na quantidade de vantagem competitiva que os dados permitem quanto nos custos difíceis associados à divulgação não autorizada desses dados. Um esforço bem-sucedido de classificação de dados determinará o valor intrínseco ou de evitação de custos do conjunto de dados. Uma vez que uma organização determina o verdadeiro valor dos dados, pode determinar quanto gastar para protegê-lo.

Existem muitos dados de local (por exemplo, bancos de dados de produção, cópias de backup, data warehouses, lojas de dados departamentais, sistemas de teste e desenvolvimento). A localização torna-se crucial para determinar como protegê-lo.

2. Analisar o risco

Isso é crítico e pode evoluir ao longo do tempo. É perfeitamente possível que uma empresa não tenha uma imagem completa de quem tem acesso a certos tipos de dados. Ao identificar isso, uma empresa pode determinar quem tem uma necessidade legítima de vê-los e pode restringir ainda mais o acesso.

Uma vez que os riscos são identificados, você determina a probabilidade e a consequência de cada risco. Você desenvolve uma compreensão da natureza do risco e seu potencial para afetar as metas e os objetivos da empresa.

3. Avaliar ou classificar o risco

Avalie ou classifique o risco determinando a magnitude dessa ameaça, que é a combinação de probabilidade e consequência.

Conduza as avaliações configurando pontuações e classificando-as usando uma matriz de risco simples. Transmita as pontuações para uma entidade ou organização avaliada. Defina a lógica para calcular pontuações de risco inerentes e residuais, e veja e analise essas pontuações por meio de mapas de calor flexíveis.

Ao completar um processo de classificação de dados, uma organização pode determinar quanto esforço e custo são necessários para proteger adequadamente os ativos de informação mais críticos. Uma vez que uma organização tenha concluído uma iniciativa de classificação de dados, decisões gerenciais podem ser feitas para equilibrar despesas de segurança com o valor real dos dados que a organização está tentando proteger.

4. Tratar o risco

Isso também é referido como Planejamento de Resposta ao Risco. Durante essa etapa, você avalia seus riscos classificados mais altos e estabelece um plano para tratar ou modificar esses riscos para alcançar níveis de risco aceitáveis.

Como você pode minimizar a probabilidade de riscos negativos e aumentar as oportunidades? Você cria estratégias de mitigação de risco, planos preventivos e planos de contingência nessa etapa. Defina um plano de ação e acompanhe o processo de remediação e os problemas de risco mais altos ou mais sérios.

5. Monitorar e rever o risco

Embora a maioria das estruturas líderes de controle de segurança incluam controles de verificação, chamamos atenção especial para isso como parte do processo de gestão de risco. Periodicamente, as organizações devem avaliar seus controles de segurança para obter garantia sobre a eficácia do controle da segurança e determinar se os controles estão operando como pretendido dentro das organizações.

Muitas vezes, vejo organizações com departamentos de auditoria interna que se concentram amplamente nos controles internos sobre relatórios financeiros. Avaliar os controles de segurança (por meio de uma combinação de testes de controle e testes de penetração) também é uma ótima maneira para os departamentos de auditoria interna continuarem a agregar valor aumentando a postura geral de segurança da organização.

O risco é sobre a incerteza. Se você colocar uma estrutura em torno dela, então você efetivamente desrespeitará seu negócio. E isso significa que você pode mover-se muito mais com confiança para alcançar os objetivos da sua empresa. Ao identificar e gerenciar uma lista abrangente dos riscos, as surpresas e barreiras desagradáveis ​​podem ser reduzidas e você pode descobrir oportunidades douradas.

O processo de gestão de riscos também ajuda a resolver problemas quando ocorrem, porque esses problemas foram planejados e os planos para tratá-los já foram desenvolvidos e acordados. Você evita reações impulsivas e entra no modo “fogo combate” para corrigir problemas que poderiam ter sido antecipados.

Isso faz com que equipes e partes interessadas fiquem mais felizes e menos estressadas. O resultado final é que você minimiza os impactos das ameaças de TI e captura as oportunidades que ocorrem.

6. Aceitar o risco

As violações de alto perfil demonstram, mesmo com processos de segurança robustos, que as organizações podem sofrer uma violação. Quando as medidas de segurança falham, podem ocorrer impactos financeiros (por exemplo, monitoramento de crédito para clientes afetados, aumento de custos de processamento de transações ou multas avaliadas por agências reguladoras).

As organizações devem entender sua exposição financeira em relação a um conjunto de dados comprometido. Nesse ponto, a organização pode avaliar a eficácia geral do seu processo de segurança e decidir se aceita esse risco ou transfere esse risco por meio de uma política de responsabilidade civil.

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8 dicas para um projeto de redução de custos

8 dicas para um projeto de redução de custos

A grande pressão dos executivos para que sejam implantadas as melhores soluções utilizando a alta tecnologia disponível no momento definitivamente está tirando o sono de muitos experts em TI. Entretanto, implementar uma eficiência financeira em sua empresa necessita de um sólido projeto de redução de custos.

Afinal, diminuir os custos e aumentar a lucratividade é algo que toda organização busca incansavelmente e, nos últimos anos, a TI está sendo a peça mais importante dessa engrenagem. O grande desafio é conseguir implantar um projeto de redução de custos excelente sem prejudicar a segurança e a disponibilidade dos sistemas.

Para resolver esses problemas de forma sustentável, a primeira ação a ser tomada é o planejamento estratégico. Apresentaremos, primeiramente, como estabelecê-lo e, logo após, daremos dicas para a implantação de um projeto de redução de custos que atenda as necessidades.

Planejamento estratégico

O tal do Planejamento estratégico nada mais é do que estabelecer um plano para alcançar a missão do projeto, por meio da consecução dos objetivos estabelecidos. Para cada objetivo ou item de redução de custos que consta dentro do planejamento, é crucial definir se os prazos serão de curto, médio ou longo prazo. Porém, dentro de cada plano estratégico de longo prazo, pode existir um plano operacional com metas de curto prazo.

Em alguns casos, as empresas são muito boas em articular um plano estratégico, mas não conseguem executar com sucesso um plano operacional de curto prazo. Ao combinar o planejamento estratégico de longo prazo com um plano operacional de curto prazo, a organização é capaz de estabelecer um caminho geral com base em seus valores e objetivos, ao mesmo tempo que tem a capacidade de se adaptar a ambientes em mudança.

Um plano bem executado consegue visualizar onde o negócio está agora, aonde a gerência quer ir, como e quando eles chegarão lá e como eles saberão que chegaram. E como fazer isso? Ao entender e descobrir no que pode ser realizado as melhores e mais efetivas reduções de custos. Confira agora as dicas que trouxemos para você!

1. Crie uma cultura de otimização de custos

Assegure-se de incorporar uma cultura de propriedade, empenhada em ajudar a reduzir custos desnecessários.

As prioridades estratégicas de redução de custos devem ser regularmente revisadas e atualizadas da mesma maneira que sua corporação avalia a relevância de seu projeto e as oportunidades futuras.

Essa mudança de cultura com os colaboradores inclui facilitadores para a revisão periódica e a conscientização da melhoria contínua no negócio. É importante recompensar e incentivar o pessoal a buscar continuamente oportunidades de melhoria, assim como ensinar a diferenciar claramente os custos necessários dos desnecessários.

2. Diferencie os custos

A principal prioridade na redução de custos estratégicos é direcionar os recursos para aquilo em que eles podem ganhar o melhor retorno, em vez de apenas cortar custos em si. O ponto de partida é diferenciar as capacidades necessárias para gerar o crescimento lucrativo — “custos necessários” direcionados ao investimento — de operações de baixo desempenho e operações ineficientes — “custos desnecessários” visando a revisão ou a eliminação.

Os melhores custos são capacidades que diferenciam seus negócios, aproximam-se dos clientes e permitem desenvolver novas proposições de valor. É preciso determinar o que realmente interessa aos clientes no mercado de hoje.

3. Mensure a performance do projeto de redução de custos

Existe muito interesse e muita pressão por parte dos executivos para que os valores sejam reduzidos constantemente. Se você planejar devidamente e começar a ter resultados, faça relatórios gerenciais que quantifiquem e qualifiquem os pontos do projeto de redução de custos, além de calcular o ROI.

Você também pode fazer projeções, que poderão mostrar um caminho diferente no projeto se algo não estiver indo para o caminho desejado.

É importante mensurar a cada finalização de uma etapa e sempre criar uma projeção próximo o suficiente para que sua equipe de gerenciamento sinta que está fazendo um bom trabalho ou que precisa mudar alguma coisa para que o projeto seja um sucesso.

4. Mantenha uma equipe enxuta

Uma das coisas mais difíceis — e erradas — que algumas organizações fazem é desligar a metade dos funcionários. A redução de custos é resolvida a curto prazo e a folha de pagamento fica mais leve. Mas os funcionários que ficaram costumam ficar inseguros, insatisfeitos e claro, sobrecarregados.

A melhor estratégia é conhecer melhor a equipe, capacitá-los para que tenham cada vez mais valor para a organização. Dessa forma, não é necessário contratar mais pessoas para fazer um trabalho que o funcionário antigo está apto a fazer. Pode ser considerado um custo bom e facilmente justificável aos executivos: especializar e manter a equipe enxuta, produtiva e feliz.

5. Incentive o home office

Está sendo cada dia mais utilizado pelas empresas de vanguarda e traz inúmeros benefícios a todos os envolvidos. Além das facilidades com os colaboradores, como evitar o trânsito, ter o próprio horário e passar mais tempo com a família, temos diminuições de custos em espaço físico e os custos operacionais, como energia, água e transportes.

Para que isso funcione corretamente, é imprescindível que a TI monte uma infraestrutura segura, atualizada e com mobilidade. Pense na utilização de aplicativos online, SaaS e infraestrutura na nuvem.

6. Considere mudar para a nuvem

Colocar a infraestrutura e os seus sistemas em na nuvem é uma das tendências de TI mais utilizadas há alguns anos e está cada dia mais sofisticada, eficiente e segura. Praticamente todos as vantagens propiciam a redução de custos.

Não envolve investimentos antecipados, pois todas as necessidades de infraestrutura de TI serão atendidas pelo provedor de serviços da nuvem por um custo fixo. Vamos dar alguns exemplos:

Custo operacional x capital

Quando você executa operações em seus próprios servidores, você precisa comprar mais hardware. Comprar hardware extra pode adicionar muito ao seu custo capital (o chamado Capex), pois precisam de manutenção mesmo se ociosos, e podem gerar gastos vultuosos em casos de troca de equipamento. Com os cloud services, essa preocupação é diluida ao longo de meses, se tornando um custo operacional (Opex), mais previsível para a sua empresa.

Reduza a equipe eventual especializada

Você não precisa se preocupar em contratar especialistas em TI somente para algum projeto ou uma equipe imensa, focada somente na manutenção de todo o parque dos servidores in house. A equipe poderá focar em outras áreas e no core business da organização.

Consuma menos energia

O consumo fica a cargo do provedor da nuvem, que também consome significativamente menos energia e é mais eficiente do que ter uma instalação de TI interna.

Tenha escalabilidade

A nuvem garante a plena utilização dos recursos de hardware independente da carga de trabalho do seu negócio. É ótimo em épocas sazonais ou em períodos de baixa atividade de processamento porque a carga de trabalho será utilizada de acordo com a necessidade da operação.

7. Automatize as tarefas

Esse ponto é bastante difícil e demorado, mas fará muita diferença a longo prazo. Tenha em mente que não é só “passar tudo para o computador”, existem muitas análises anteriores a serem feitas, como:

  • fazer um levantamento de todos os processos;
  • encontrar os processos redundantes entre os setores;
  • olhar quantos passos são necessários para uma tarefa ser finalizada e encontrar uma solução mais simples;
  • considerar a utilização de aplicações na nuvem, como Software as a Service (SaaS);
  • automatizar as tarefas, deixar a vida do usuário mais simples e integrar os sistemas.

8. Pense em terceirizar serviços

Ao terceirizar os serviços de TI, você investe em profissionais que são altamente especializados e conseguem alinhar seus objetivos de negócios com os seus. Eles se esforçam para trabalhar de forma eficiente e resolvem os problemas rapidamente, pois estão focados nisso. Pesquise bastante e encontre uma excelente consultoria, pois essa é uma opção que vale a pena considerar na redução de custos.

Os maiores players do mercado já estão assegurando o diferencial competitivo da redução efetiva de custos estratégicos. E a vantagem que eles ganharam continuará a aumentar à medida que o mercado não se manter atualizado. Não perca mais tempo!

Esperamos que essas ideias tenham trazido inspiração para que você faça um projeto de redução de custos fantástica e sua empresa fique ainda mais fortalecida! Para garantir seu projeto e saber mais detalhes, descubra também como escolher a melhor consultoria de TI!

Quais as vantagens e as desvantagens do outsourcing de TI?

Quais as vantagens e as desvantagens do outsourcing de TI?

No mercado atual, no qual a eficiência de custos e a assertividade em processos fala mais alto, a terceirização vem ganhando cada vez mais adeptos. Mesmo assim, muitos de gestores de tecnologia ainda guardam dúvidas quanto às vantagens e às desvantagens do outsourcing de TI.

Entretanto, é importante entender também que terceirizar os processos nem sempre será a melhor solução. Tudo vai depender das necessidades e das características da organização: cada caso deve ser analisado individualmente.

Mesmo assim, não se pode negar o fato de que a aplicação dessa abordagem faz parte da transformação digital, a qual está mudando a realidade dos negócios e fazendo com que as empresas cresçam cada vez mais.

De qualquer maneira, este artigo foi preparado para abordar as vantagens e as desvantagens do outsourcing de TI. Confira!

Vantagens do outsourcing de TI

Começaremos então pelas suas vantagens. O ponto a destacar, nesse caso, é que os benefícios apresentados pela terceirização dos serviços serão percebidos em praticamente todos os tipos de empresa.

Isso é ainda mais verdade para aquelas que lidam com um grande volume de informações e, que por causa disso, necessitam de sistemas robustos, 100% funcionais e sempre disponíveis.

De acordo com o Outsourcing Institute, as vantagens mais relevantes são:

Redução de custos

Sem a menor sombra de dúvida, a redução de custos é um dos principais incentivos pelo outsourcing de TI. E não é nada difícil de entender o porquê visto que, ao compará-lo com os gastos necessários para a implantação e manutenção de uma infraestrutura dedicada, você perceberá uma economia significativa.

Porém, é possível ir ainda mais adiante, pois, além de reduzir os custos de capital, haverá também uma redução considerável no que se refere aos custos operacionais.

Nesse sentido, estamos nos referindo às despesas para criar e manter uma equipe interna, como:

  • recrutamento e seleção;
  • treinamentos;
  • salários e bonificações;
  • impostos trabalhistas (que podem chegar ao dobro do que está na folha de pagamento);
  • férias e 13º salário;
  • rescisões.

Ao jogar esses números no papel, você verá que ao optar pela “internalização” incidirá em gastos um tanto quanto mais elevados. Ao terceirizar, parte desses custos pode ser instantaneamente eliminada.

Entretanto, uma conta mais correta a fazer seria analisar essa questão sob uma perspectiva de médio e longo prazo. Em outras palavras, essa vantagem será mais bem compreendida ao longo do tempo.

Flexibilidade

Como você sabe, flutuações na demanda são fatores absolutamente normais em qualquer tipo de organização. Seja em épocas de crise ou de economia aquecida, é importante poder se adaptar ao volume de negócios.

E é essa mais uma das vantagens do outsourcing de TI, que permite a flexibilidade dos serviços conforme as diligências do momento. Em resumo, você paga apenas pelo que usa, podendo aumentar ou diminuir a sua carga de necessidades de forma simples e rápida.

Inovação

Outro ponto que merece ser destacado é a inovação. E o porquê disso? A resposta: porque, ao contratar uma empresa especializada no fornecimento das soluções que você necessita, ganha-se, com isso, uma infraestrutura atualizada e em conformidade com as últimas tecnologias do mercado.

Expertise profissional

Ao contar com o conhecimento do fornecedor, você será beneficiado com a expertise do seu time de profissionais. Por ter na prestação de serviços a sua atividade principal, o mínimo que se espera é uma equipe de colaboradores certificados e experimentados acerca dos treinamentos de capacitação.

Desvantagens do outsourcing de TI

Como a quase tudo que se relaciona aos negócios, o outsourcing de TI também tem as suas desvantagens. Sempre que houver a delegação de atividades para um terceiro, riscos estarão envolvidos.

Embora não exista relação com os fornecedores em si, o que ocorre aqui é que eles serão minimizados se você encontrar um bom parceiro. Dito isso, veja a seguir quais são os dispêndios da terceirização:

Perda de confidencialidade

Para muitos, a perda de confiabilidade é a maior desvantagem. Ao decidir-se pelo outsourcing, o acesso (ou, até mesmo, o controle) aos seus dados confidenciais terá de ser “repassado” ao fornecedor do serviço.

É claro que, nesse , estarão as práticas de segurança da informação. No entanto, se você não tiver o devido cuidado na hora de escolher a terceirizada, existe um risco inerente para o mau uso dos seus dados.

Por essa razão, avalie a idoneidade dos fornecedores com muita atenção, isso é muito importante. A dica é simples: observe quem são os seus clientes, quais classes e entidades eles participam e que companhias são suas parceiras.

Risco de mau clima

Queira você ou não, a passagem do “interno” para o “externo” costuma envolver a demissão de funcionários, podendo gerar um clima de mal-estar no ambiente de trabalho.

Por isso, é fundamental que você seja o mais transparente possível, comunicando as reais causas para os desligamentos. Se não fizer isso, os colaboradores que nada têm a ver com essa transição podem pensar que também estão ameaçados — resultando, desse modo, em um clima ainda pior.

Outra questão a salientar e que precisa ser avaliada é a relação entre os seus funcionários com os da empresa contratada. Diante disso, analise o profissionalismo dos fornecedores nos momentos em que você estiver sendo atendido, por exemplo.

Além desses, é válido acrescentar as desvantagens relacionadas ao fornecimento de um serviço de má qualidade, como:

  • suporte ineficiente;
  • atendimento inadequado;
  • custos ocultos (sem a menção de quando podem ocorrer);
  • etc.

Para concluir, não poderíamos deixar de mencionar as situações em que a terceirização é recomendada. Basicamente, a solução é indicada para os casos em que:

  • a estrutura atual esteja limitando as operações do negócio;
  • exista uma necessidade de redução de custos;
  • seja preciso inovar os processos.

Só não se esqueça de que, para obter os seus benefícios, é necessário contratar um fornecedor reconhecido e que seja capaz de proporcionar um serviço qualificado.

Esperamos que você tenha gostado deste artigo sobre as vantagens e as desvantagens do outsourcing de TI. Se sim, não deixe de conferir como o Business Intelligence cria oportunidades para os profissionais do setor.

Gestão de segurança da informação: como fazer?

Gestão de segurança da informação: como fazer?

A gestão de segurança da informação é uma prática cada dia mais urgente em empresas de todos os portes e em todos os segmentos de atuação. É uma preocupação tão importante quanto lidar com os desafios de inovação frente às necessidades de seu negócio.

Com a mesma voracidade com que a tecnologia avança – seja em questões como nuvem, big data, e outras inovações  – cresce também a chamada “indústria hacker” — além dos desafios relacionados à confiabilidade, disponibilidade e integridade dos dados presente no dia a dia operacional.

É sobre isso que vamos refletir neste artigo.

Continue lendo para entender o que é gestão de segurança da informação, sua importância e como fazê-la de maneira otimizada!

O que é gestão da segurança da informação?

Por definição, a gestão de segurança da informação é o conjunto de procedimentos e rotinas que visa garantir a confidencialidade, integridade e disponibilidade de informações, dados e serviços de TI de uma organização. Entra nisso, a utilização de ferramentas de monitoramento, firewall, soluções de antivírus, métodos de backup, entre outras práticas.

Basicamente, estamos falando de processos e metodologias concebidos e implementados para proteger dados corporativos sensíveis e/ou confidenciais contra acesso não autorizado, mau uso, divulgação indevida, cópia, destruição, alteração ou interrupção.

Logo, podemos dizer que há uma gestão de segurança da informação quando esses esforços são realizados de maneira coordenada, estratégica. Ou, em termos ainda mais simples: quando a questão da segurança da informação é tratada de maneira preventiva e não reativa.

Por que a gestão de segurança da informação é tão importante?

Por padrão, quatro atributos conduzem a gestão da segurança da informação: confidencialidade, integridade, autenticidade e disponibilidade. É a partir dessas necessidades que o planejamento e a implementação de metodologias, atividades, recursos e serviços são realizados. Entenda cada uma deles em detalhes:

  • confidencialidade: limites de acesso às informações apenas às pessoas e/ou entidades devidamente autorizados pelo detentor dos direitos;
  • integridade: garantia de que a informação manipulada conserve todas as suas características originais conforme criadas ou estabelecidas pelo proprietário da informação. Essa é uma propriedade ligada ao controle das mudanças e à garantia do ciclo de vida da informação (origem, manutenção e destruição);
  • autenticidade: garantia da identidade de quem está produzindo e/ou manipulando os dados;
  • disponibilidade: garantia de que as informações estarão sempre disponíveis para o uso.

Assim, empresas que têm uma boa gestão de segurança da informação são aquelas que conseguem fazer com que sua infraestrutura de TI (hardwares, softwares etc.) e seus dados estejam em uma zona controlável de confidencialidade, integridade, autenticidade e disponibilidade.

Para se ter uma ideia da importância disso, basta olharmos para as estatísticas relacionadas a fraudes, especialmente virtuais, mas também de danos aos dados corporativos no Brasil e no mundo.

Segundo o WISR – Worldwide Infrastructure Security Report, relatório anual da Netscout Arbor, as empresas brasileiras sofreram uma média de 30 ataques de negação de serviços (indisponibilidade de aplicações) por hora em 2017. Numa escala global, somos o quinto país com maior incidência desse tipo de fraude.

Um outro estudo conduzido pela PwC apontou que os empreendimentos brasileiros tiveram perdas superiores a 1 milhão de dólares em 2017. Para a consultoria global, roubos e danos foram os maiores causadores desse prejuízo, mas também indisponibilidades de serviços, aplicações e redes.

O que fazer para melhorar a gestão de segurança da informação na sua empresa?

Agora que já entendemos o que é gestão de segurança da informação e sua importância no mundo corporativo, vamos a algumas dicas para otimizá-la no seu negócio.

Confira, a seguir, cinco passos que você pode dar para tornar o gerenciamento de segurança da informação mais estratégico:

1. Crie uma política de segurança da informação

Tudo começa pela criação de normas e pela adoção de metodologias de segurança da informação. É importante, por exemplo, controlar acesso aos sistemas e à rede corporativa, estabelecer regras para a utilização dos dados remotamente (soluções em nuvem acessadas via dispositivos móveis etc.), entre outras normativas.

A criação de uma política de segurança da informação também ajuda a tornar o tema parte da cultura organizacional. E isso deve ser feito em todas as camadas da hierarquia, não deve ficar restrito somente aos profissionais de TI. Afinal, os usuários têm que se conscientizar da importância de proteger os dados do negócio.

2. Levante e acompanhe os riscos de segurança da informação

Outra prática muito importante é o levantamento de todos os riscos e vulnerabilidades da empresa em relação à segurança da informação. Sabendo exatamente onde há pontos de melhorias necessárias, é possível trabalhar para ajustá-los e também fazer um acompanhamento mais próximo.

Nem sempre é fácil fazer isso por conta própria. Se for o caso, chame ajuda especializada. Há consultorias especializadas nisso, com profissionais altamente capacitados para fazer auditorias, por exemplo.

3. Utilize recursos, serviços e métodos avançados

A segurança da informação está em constante evolução, pois os desafios não param de surgir. Daí que é importante que a empresa se mantenha atualizada em métodos, recursos e serviços.

Contratar um serviço de monitoramento da infraestrutura de TI, por exemplo, é uma excelente escolha. Dessa forma, os cuidados passam a ser automatizados e são observados de perto por um fornecedor especializado e dedicado.

4. Faça backups e tenha um plano de contingência

Uma rotina de backups é fundamental. Melhor ainda se ela for automatizada, sem a necessidade de intervenção humana — isso é conseguido mais facilmente quando a infra de TI ou as aplicações estão na nuvem.

No entanto, a realização de cópias de segurança não exclui um bom plano de contingência, ou seja, uma estratégia de recuperação de dados caso um ataque aconteça, por exemplo.

5. Torne o time de TI mais estratégico

Por fim, uma coisa que muitas empresas ainda não perceberam é que quando a equipe de tecnologia tem uma atuação mais analítica, menos operacional, a gestão de segurança da informação é otimizada.

Com profissionais atuando de maneira mais estratégica, a cultura de “apagar incêndios” deixa de existir. A gestão de segurança da informação pode ser feita com proatividade, sempre prevenindo problemas em vez de remediá-los.

Como está a gestão de segurança da informação na sua empresa? Você gostou das dicas que trouxemos neste texto? Compartilhe-o nas suas redes sociais para que mais pessoas tenham acesso a ele!

Quais as melhores estratégias para reduzir custos de TI?

Quais as melhores estratégias para reduzir custos de TI?

Se tem uma dor de cabeça em comum para diretores de TI no mundo todo é a pressão constante por estratégias para reduzir custos de TI. O mercado exige transformação digital nas empresas, a concorrência é cada vez mais voltada para performance e eficiência de custos.

Mas será que é possível transformar esse desafio em uma oportunidade? Neste artigo, nós listamos para você uma série de atitudes, ações e filosofias que podem ajudar você a cortar gastos, aumentar a produtividade e contribuir como nunca para o crescimento da empresa. Vamos lá?

Faça um levantamento completo da sua estrutura

O primeiro passo de qualquer estratégia de redução de custos começa por entender onde, como e por que a empresa gasta o que gasta com tecnologia atualmente.

Comece fazendo um levantamento completo da situação da sua TI. Custos de manutenção, licenças, contratos, até os gastos de energia devem ser mensurados e registrados. Você vai se surpreender como esse simples relatório de gastos já é suficiente para apontar várias oportunidades de redesenho de processos que gerem economia imediatamente.

Reformule a sua governança

Independente da metodologia que você escolha para gerenciar a TI, é muito importante que você crie um sistema padronizado de governança, tanto para todos os departamentos quanto seu próprio controle tecnológico.

Isso significa investir algum tempo em elaborar termos de uso, definir KPIs, implementar um sistema centralizado de desenvolvimento, entre outras atitudes que facilitem a você identificar e resolver desperdícios.

Invista na estrutura para reduzir custos

Na busca por custos menores, muitas vezes, não nos damos conta que em determinados casos a melhor solução é investir para economizar mais na frente.

Um exemplo: para quem tem sua infraestrutura de servidores em um data center próprio, a manutenção recorrente de equipamentos antigos pode ser mais custosa do que migrar para uma estrutura nova, seja interna ou em provedores terceirizados. Além de ter menos trabalho com dispositivos novos, eles podem trazer uma performance para o seu trabalho que facilite tarefas, agilize processos e, por consequência, economize recursos.

Virtualize servidores

Outra boa ideia para aproveitar ao máximo a estrutura que você já tem é virtualizar os servidores que ainda tem capacidade de processamento, mas ficam muitas vezes ociosos.

Os sistemas virtualizados permitem maior densidade na utilização dos recursos disponíveis. É o famoso fazer mais por menos. Com uma boa governança da TI e um sistema bem implementado, é possível aumentar muito a produtividade — uma forma indireta de economizar.

Aposte em mobilidade

Muitos custos indiretos podem ser eliminados se a sua empresa estiver pronta para se tornar móvel. O trabalho remoto hoje é capaz de aumentar a produtividade da equipe sem se preocupar com impedimentos que consomem tempo e dinheiro — como o trânsito ou a necessidade de alinhar fisicamente a agenda de todos os envolvidos em uma decisão importante.

As videoconferências, por exemplo, são perfeitas para aumentar a quantidade de reuniões e facilitar o ajuste de estratégias com um custo muito baixo.

Migre para a nuvem

E hoje, a resposta para a mobilidade é sempre a nuvem. Aliás, a cloud computing é a resposta para diversas ações de redução de custos e otimização para competir no mercado atual. A mudança do investimento de bens de capital para investimentos em serviços deixou de ser uma vantagem para se tornar uma necessidade de sobrevivência.

A terceirização da infraestrutura precisa ser estudada e implementada o quanto antes. É uma forma de garantir um sistema mais seguro, confiável, disponível e com escalabilidade.

Desabilite licenças de software desnecessárias

Licenças de software são grandes fontes de desperdício de dinheiro pela falta de atenção que é dada na gestão de contratos pela TI. Muitas vezes, essas licenças são recorrentes e não são canceladas quando ocorre uma mudança de processos que as torne obsoletas.

Que tal fazer um levantamento desses contratos? O investimento em SaaS é uma boa saída, já que integra o uso dos programas à estrutura de nuvem e torna todo esse gerenciamento mais simples.

Incentive programas de treinamento e capacitação

Seu sistema sempre será tão eficiente quanto as pessoas que o utilizam. É muito comum que empresas percam tempo e dinheiro porque funcionários não conseguem utilizar uma ferramenta em todo o seu potencial.

Incentive ou até elabore planos de treinamento e comunicação interna que incluam todos os departamentos em uma cultura de bom uso da tecnologia. Transforme a TI em uma aliada. Essa harmonia será uma das chaves para que todos consigam executar suas tarefas com mais eficiência.

Use a tecnologia para enxugar processos

Já que a tecnologia é sua aliada para reduzir custos, use e abuse dela. Crie grupos dentro da sua equipe e com representantes de outros setores para discutirem como utilizar a estrutura atual para otimizar cada etapa operacional.

Aproveitando o passo para a nuvem, não implemente qualquer sistema sem antes revisar os processos mais importantes da empresa e descobrir como uma TI flexível, automatizada e móvel pode redesenhar o trabalho dentro do escritório. Cada clique, cada aba, cada arquivo que você consegue eliminar de uma tarefa é um passo em direção a uma empresa mais econômica.

Invista em uma cultura de inovação dentro da empresa

Tudo que falamos nesses dois últimos tópicos tem a ver com esta ideia: a cultura de inovação. Você, como líder tecnológico da empresa, tem o poder e a responsabilidade de criar um ambiente propício à criatividade e ao pensamento disruptivo.

Abra um canal para conversar com todos os departamentos. Tente ouvir mais do que impor. Basta uma ideia vinda de uma pessoa inusitada para reformular completamente os custos de uma TI.

Busque parceiros especializados

E se todas essas estratégias parecem muita coisa para lidar de uma vez só, seu caminho fica muito mais simples com a ajuda de uma empresa especializada em implementação tecnológica eficiente.

Consultorias podem fazer um melhor levantamento sobre suas necessidades e oportunidades de economia, enquanto serviços de gestão de infraestrutura e nuvem podem dar a você o suporte necessário para garantir o sistema mais otimizado possível.

E por que isso é importante? Porque, com boas estratégias para reduzir custos de TI implementadas e bem gerenciadas, o gestor tecnológico está pronto para assumir um papel estratégico no negócio e encontrar novos rumos para o sucesso.

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