Você conhece os processadores Intel Xeon Scalable?

Você conhece os processadores Intel Xeon Scalable?

A Intel anunciou no segundo semestre do ano passado o lançamento de sua nova linha de processadores de alto desempenho, a família Intel Xeon Scalable. A novidade representa um salto em performance no segmento de data centers, mas você sabe o que estes processadores podem entregar para a infraestrutura de sua empresa?

De acordo com a própria Intel, os processadores Xeon Scalable representam um novo padrão em plataformas convergentes, capaz de integrar o mais moderno em computação, storage, memória, rede e segurança, em um salto de qualidade para os data centers.

O que tem “debaixo do capô” dos Intel Xeon Scalable?

Designado para atender uma gama variada de aplicações, a linha Intel Xeon Scalable chega para atender clientes que desejam levar sistemas de missão crítica (analytics, inteligência artificial) para a nuvem.

A linha é dividida em quatro categorias (tiers): Bronze, Silver, Gold e Platinum. Como é de se imaginar, quanto mais “valioso” o metal da linha, mais poderoso e mais recursos – mais núcleos, mais frequência, memória DDR mais rápida, mais RAS (confiabilidade, disponibilidade e serviço) – ele possui. Isso ocorre por meio de uma nova microarquitetura em seus núcleos, assim como um subsistema de memória redesenhado.

Para isso, ele inclui tecnologias como otimizador de workloads Intel AVX-512, assim como features já conhecidos e aprovados como a arquitetura Mesh, Intel QuickAssist e os SSDs Intel Optane. Ele também possui a tecnologia Omni-Path integrada, entregando uma banda de transferência de dados de até 100 Gb/s.

Além dos ganhos nítidos de performance, fisicamente o Scalable também foi reforçado, podendo oferecer até 28 núcleos de processamento e memória de até 6 terabytes. As novas CPUs conseguem entregar até 4,2 vezes mais de máquinas virtuais se comparadas com a da linha Xeon anterior. Configurado para uma melhor interação com storage, ele entrega 5 vezes mais IOPS, com 70% a menos de latência.

O que os Intel Xeon Scalable entregam para uma empresa?

Otimizados para performance, escalabilidade e resiliência, a nova família de processadores Intel tem o objetivo de entregar o máximo em desempenho, tanto em cenários para alta densidade de dados e memória, assim como setups flexíveis com maior capacidade de I/O. Baseado na tecnologia Intel Data Center Blocks, os processadores são altamente customizáveis em seus recursos (rede, storage, software), atendendo sob medida as demandas do usuário para um servidor dedicado.

Por meio de sua parceria com a Intel, a Under foi uma das primeiras empresas de infraestrutura do país a receber o novo hardware. No final de 2017, a empresa passou a utilizar estes processadores em sua infraestrutura de cloud pública, e no primeiro trimestre de 2018 passa a oferecer a linha Intel Xeon Scalable como servidor dedicado.

E aí, ficou interessado? Para saber mais sobre a linha Intel Xeon Scalable, confira os servidores dedicados da Under. Para saber mais informações sobre tecnologia, data center e gestão de TI, não deixe de assinar a newsletter do Blog da Under!

Como fazer análise de dados eficiente? Confira!

Como fazer análise de dados eficiente? Confira!

As empresas têm investido em melhorar as práticas de como fazer análise de dados, sendo esta um grande trunfo para as empresas, desde startups até organizações internacionais que se preocupam em fazer a melhor leitura de seus resultados e tomar decisões em cima disso.

A análise de dados é uma forma comprovada para organizações e empresas obterem as informações necessárias para tomar melhores decisões, atender seus clientes e aumentar a produtividade e a receita.

Os benefícios da análise de dados são numerosos demais para contar, e alguns dos benefícios mais gratificantes incluem obter as informações certas para sua empresa, obter mais valor dos departamentos de TI, criar campanhas de marketing mais eficazes e obter um melhor entendimento dos clientes.

Afinal, o que é análise de dados?

A análise de dados é um componente principal da mineração de dados e é fundamental para obter a percepção que impulsiona as decisões de negócios. Organizações e empresas analisam dados de várias origens usando soluções de gerenciamento de Big Data e soluções de gestão da experiência do cliente que utilizam análise de dados para transformar dados em insights acionáveis.

A análise de dados inclui todas as maneiras de decompor os dados, avaliar as tendências ao longo do tempo e comparar um setor ou medida com outro. Também pode incluir as várias maneiras pelas quais os dados são visualizados para tornar as tendências e os relacionamentos intuitivos de relance. Envolve fazer perguntas sobre o que aconteceu, o que está acontecendo e o que acontecerá (análise preditiva).

Como fazer uma conferência de dados com sucesso?

Os dados são tão bons quanto as perguntas que são definidas. Por mais avançada que seja sua infraestrutura de TI, seus dados não fornecerão uma solução pronta, a menos que se faça uma pergunta específica.

Os dados, geralmente, representam os processos de um negócio. Isso pode ser um usuário interagindo com um site de comércio eletrônico, um paciente em um hospital, um projeto sendo aprovado, software sendo comprado e faturado e assim por diante.

Todos eles são representados em milhares de bancos de dados em todo o mundo e todos eles são armazenados de maneira ligeiramente diferente com regras de negócios diferentes.

Para ajudar a transformar dados em decisões de negócios, deve-se começar a preparar os pontos de vista que deseja obter insights antes mesmo de iniciar o processo de coleta de dados.

Com base na estratégia, nas metas, no orçamento e nos clientes-alvo da empresa, deve-se preparar um conjunto de perguntas que orientarão com facilidade a análise de dados e o ajudará a chegar a insights relevantes.

Todos (ou, pelo menos, a maioria das empresas de dados maduros) têm uma fonte de dados de verdade. Mas, deve-se sair da mentalidade de fonte única de dados e pensar em como unir os dados quantitativos e qualitativos para provocar insights melhores. A integração de seus dados pode emprestar dados de ação do usuário do Google Analytics e combiná-los com dados de usuários no Marketo ou SalesForce, por exemplo.

O que é preciso para organizar questionamento?

Em toda análise de dados organizacionais ou de negócios, deve-se começar com as perguntas corretas. As perguntas devem ser mensuráveis, claras e concisas. O analista deve elaborar perguntas para qualificar ou desqualificar possíveis soluções para seu problema ou oportunidade específica.

Considere que tipo de dados você precisaria para responder à pergunta-chave. Ao responder a essa pergunta, você provavelmente precisará responder a muitas subquestões.

Finalmente, em sua decisão sobre o que medir, certifique-se de incluir quaisquer objeções razoáveis ​​que qualquer parte interessada possa ter.

Analistas de dados também precisam se concentrar no contexto que está por trás dos dados que estão analisando. Isso significa entender as necessidades dos outros departamentos que solicitaram o projeto, bem como compreender realmente os processos por trás dos dados que estão analisando.

Isso significa que os analistas de dados precisam entender essas regras de negócios e lógica! Caso contrário, eles não podem realizar uma boa análise, eles farão suposições ruins e, frequentemente, criarão dados sujos e duplicados.

Tudo porque eles não entendiam o contexto. O contexto permite que equipes focadas em dados tornem as suposições mais claras. Eles não são forçados a gastar muito tempo na fase de hipóteses em que estão testando todas as teorias possíveis. Em vez disso, eles podem utilizar o contexto para ajudar a acelerar o processo de análise.

O contexto em torno dos dados são como ouro para os cientistas de dados. Não está sempre lá, mas quando está, torna o trabalho muito mais fácil!

Como apresentar os dados coletados para a sua empresa?

A grande maioria das ocasiões em que os dados são apresentados (relatórios, painéis executivos, apresentações de conferências ou simplesmente uma coisa automática por email do Google Analytics) acabam sendo improdutivas, porque a maior parte da discussão ainda é sobre os dados.

E se você está em uma discussão estratégica, qualquer ocasião para agir sobre os dados, precisará obter respostas o mais rápido possível.

Uma excelente visualização de dados realça exatamente o que você deseja que o usuário perceba e os leva à ação antes mesmo que você possa mencioná-la. Renuncie às tabelas e aos scorecards métricos — é para isso que servem as exportações de dados! Use ferramentas interativas para contar uma história com dados e chamar a atenção das partes interessadas com o que você encontrar.

Confira algumas dicas que potencializarão sua apresentação:

  • não seja desleixado. Sua apresentação é sua marca;
  • traga o foco e simplifique;
  • determine a altitude de dados de forma otimizada;
  • elimine as distrações, utilize somente dados essenciais;
  • consolide os dados, seja o mais honesto possível.

A análise de dados valiosos solicita visualmente as ações a serem tomadas?

Muitas empresas são inundadas com relatórios com excessos de dados. Embora essa abordagem possa deter a maré de alguns interessados ​​com fome de dados, ela serve como um pontinho em um vasto oceano de dados.

Enquanto isso, uma ótima análise de dados pode realmente impactar a estratégia da empresa. Portanto, priorize análises que sejam críticas e que permitam a extração de algum resultado. Você nunca deve ter um ponto de análise que não responda à pergunta “o que posso fazer com esses dados?”

Procure sempre investir não somente em ferramentas de coleta, mas também nas de filtragem e análise.

Para saber mais sobre como fazer análise de dados confira o artigo Big Data: o que é, quais suas vantagens e como usar na sua empresa?

 

Oracle cloud: como e por que usar na sua empresa?

Oracle cloud: como e por que usar na sua empresa?

Ganhar velocidade nos processos e melhorar o desempenho do negócio promovendo a transformação digital. Se é isso que você busca para a sua empresa, existe algo que certamente ajudará você: a Oracle Cloud.

Para quem está à procura de um serviço completo e que reduza a complexidade operacional e tecnológica da companhia, a Oracle Cloud será uma excelente escolha no que se refere ao caminho para a nuvem.

Com ela, você poderá adotar um modelo de TI híbrido, executando determinados recursos nela própria e outros no local. Além disso, também é possível implementar e gerenciar aplicações na sua nuvem privada ou movê-las para a pública.

De qualquer forma, este artigo foi preparado para mostrar por que utilizar a Oracle Cloud como solução. Continue a leitura e confira.

Quais as características da Oracle Cloud?

Começaremos, então, pelas características da Oracle Cloud. A primeira observação a se fazer é que ela consegue ser a nuvem mais automatizada do mercado e, ainda assim, oferecer o menor custo quando comparada aos seus principais concorrentes.

A segunda é que a Oracle Cloud é também uma das opções mais abrangentes e integradas que existem. Ela entrega possibilidades de implantação que vão desde a nuvem pública até o data center, e também apresenta serviços de primeira linha em Infraestrutura como Serviço (IaaS), Plataforma como Serviço (PaaS), Dados como Serviço (DaaS) e Software como Serviço (SaaS).

Tais atributos colaboram fortemente para todo e qualquer tipo de organização que queira promover inovação e transformação. Isso aumenta a agilidade e reduz a complexidade do TI.

Acumulando a experiência de 40 anos da Oracle, a Oracle Cloud foi desenvolvida com o que há de melhor em termos de tecnologia e ferramentas digitais. Tudo isso garante uma oferta de computação em nuvem totalmente sintonizada com as exigências da atualidade.

A solução é aberta, completa e absolutamente segura, com data centers na Europa, Ásia e Américas, incluindo duas unidades no Brasil (Campinas e São Paulo, capital).

Outra particularidade da Oracle Cloud é o seu marketplace. Ele consiste em um ecossistema criado dentro da própria nuvem para dar suporte aos usuários que chegam até ela, mesmo que eles não utilizem nenhum produto Oracle.

Por que usar a Oracle Cloud?

Desenvolvida para toda a sua empresa e com aplicativos que você pode usufruir à medida que ela cresce. Basicamente, é por essa razão que o uso da Oracle Cloud vem sendo cada vez mais indicado.

No entanto, para fortalecer o porquê de usá-la, destacaremos brevemente o que cada um dos seus serviços em nuvem pode proporcionar para as organizações:

Software as a Service (SaaS)

Por oferecer o conjunto de aplicativos SaaS mais completo, inovador e confiável de todos, a Oracle Cloud possibilita aos clientes transformar seus negócios com as mais recentes tecnologias de Inteligência Artificial (IA).

Data as a Service (DaaS)

Podendo ser utilizada a partir de uma ampla variedade de fontes da Oracle e de terceiros, sua nuvem de dados pode ser usada pelas áreas de marketing e vendas para a produção de resultados mais satisfatórios.

Platform as a Service (PaaS)

A Oracle Cloud também apresenta a maior gama de serviços PaaS do setor, permitindo que os profissionais de TI e líderes corporativos desenvolvam, ampliem e projetem aplicações que se aproveitam de análises precisas e avançadas.

Infrastructure as a Service (IaaS)

Além de tudo o que já foi falado, o serviço de infraestrutura da Oracle Cloud é um dos que mais apresenta alto desempenho e baixo custo do mercado. Ele consente aos seus consumidores a execução de altas cargas de trabalho em seus aplicativos.

Completa, a solução é baseada em um único modelo de dados que liga de ponta a ponta todos os processos da empresa. Isso acaba tornando-a mais inteligente e contribuindo, desse modo, para o ganho de eficiência operacional.

O ponto a destacar, nesse caso, é que, independentemente do tipo ou tamanho da organização, a Oracle Cloud se capacita para todas elas — de startups à corporações globais.

Quais são as soluções oferecidas pela Oracle Cloud?

Devido ao fato que a Oracle é um player de atuação abrangente no mercado de TI, de bancos de dados a infraestrutura e software, a Oracle Cloud prima por sua diversidade de usos e soluções. A seguir, mostraremos algumas delas e o que elas proporcionam:

Ravello

Solução que permite a integração das suas cargas de trabalho do data center existente baseado em KVM ou VMware no Oracle Cloud Infrastructure, GPC ou AWS, sem ser preciso qualquer modificação no armazenamento, na rede ou nas VMs.

Database

Com eficácia empresarial comprovada, o database (serviço de banco de dados em nuvem) é capaz de suportar qualquer volume de trabalho para implantações ou desenvolvimentos em larga escala.

Analytics

O recurso de analytics da Oracle Cloud é que o há de mais abrangente em termos de análise na nuvem. A plataforma é única, capacitando toda a sua empresa a realizar qualquer pergunta sobre quaisquer dados utilizando qualquer dispositivo em qualquer ambiente!

Container

Serviços na nuvem para o gerenciamento de aplicações baseadas em contêineres Docker no Oracle Cloud Infrastructure. Excelente opção para os casos de uso de Dev, Dev/Test, DevOps e outros tipos contêineres nativos.

Oracle Integration Cloud

Por meio de uma plataforma unificada e fácil de usar, o Oracle Integration Cloud facilita a integração de aplicativos, a gestão de casos adaptáveis, a automação de processos e muito mais.

Além desses, cabe salientar também as seguintes soluções:

  • API Platform;
  • Big Data Cloud;
  • Application Runtime;
  • Developer Cloud;
  • Management Cloud;
  • Identity;
  • MySQL;
  • Virtual Cloud Network;
  • Internet of Things.

Para ter uma melhor compreensão de todas as possibilidades, dê uma conferida no site da própria Oracle.

Quais as vantagens da Oracle Cloud?

Antes de concluirmos, nada mais justo do que deixarmos bem claras quais são as vantagens da Oracle Cloud. As principais são:

Vale deixar claro que a redução do custo já é percebida no licenciamento da solução. Isso ocorre porque, ao contratar o serviço em nuvem da Oracle, o pagamento é mensal, com um valor consideravelmente mais baixo quando comparado à compra da licença, por exemplo.

A Oracle Cloud se faz da pirâmide IaaS, SaaS e PaaS, sendo a IaaS na base e a SaaS no topo. Foi o modelo Software as a Service que deu início à extensão dos demais. Isso significa que ela foi estruturada de cima para baixo.

Para comparação, as outras nuvens começaram, geralmente, de baixo para cima — ou seja, de IaaS para SaaS. Essa condição reflete no aspecto de que somente a Oracle tem alguns produtos como SaaS (BI, CRM e ERP). Para os clientes que estão em busca um serviço pronto, é válido optar por SaaS.

Esperamos que você tenha gostado deste artigo sobre a Oracle Cloud. Se quiser saber ainda mais e conhecer os planos e valores dessa solução, entre em contato conosco. Nossa equipe está pronta para atender você e tirar todas as suas dúvidas!

Cloud Server ou Servidor dedicado: como escolher?

Cloud Server ou Servidor dedicado: como escolher?

À primeira vista, escolher o melhor tipo de servidor para a sua empresa pode parecer uma tarefa complexa. Afinal, é melhor optar por um cloud server e sua infraestrutura em nuvem aberta, ou servidor dedicado? Qual deles apresenta o menor custo? Qual deles oferece mais flexibilidade e desempenho?

O fato é que não existe resposta simples para essas questões, pois tomar uma decisão acertada vai depender principalmente das necessidades e dos objetivos específicos da sua empresa.

Caso deseje entender melhor quais são as vantagens e desvantagens de cloud server e servidor dedicado, este post é para você!

O que escolher: cloud server ou servidor dedicado?

Veja, a seguir, as principais diferenças entre esses dois tipos de servidor que você precisa conhecer antes de tomar a sua decisão!

Espaço físico

Diversos textos especializados sugerem que a principal vantagem do cloud server em relação aos servidores dedicados é que ele não ocupa espaço físico. Contudo, essa explicação não está correta.

Na verdade, ambos os tipos de servidor estão armazenados em espaços físicos e exigem manutenção de hardware, climatização e medidas de segurança. A diferença é que, no caso dos servidores dedicados, o equipamento geralmente está armazenado em um local conhecido — dentro da empresa ou em um centro de processamento de dados —, embora a sua localização exata seja mantida em segredo por questões de segurança.

Por outro lado, em um cloud server, os servidores utilizados pelo negócio podem estar distribuídos por diferentes lugares, às vezes até mesmo em países diversos, mas trabalhando como um só servidor. Esse tipo de recurso é muito utilizado por aplicações que demandam grande escalabilidade, como ferramentas SaaS (Software como Serviço).

Portanto, um cloud server oferece a vantagem de reduzir o uso de espaço físico dentro da sua empresa ou escritório, enquanto um servidor dedicado garante a estabilidade de manter seus servidores exatamente onde você pode vê-los, seja em um data center próprio ou uma estrutura de terceiros conhecida pela empresa..

Recursos

Tanto servidores dedicados quanto cloud server suportam arquivos pesados e costumam permitir o aumento dos recursos de capacidade, memória e tráfego.

Um cloud server oferece maior flexibilidade e rapidez na alocação de recursos — espaço em disco, memória RAM ou número de máquinas virtuais, por exemplo —, com uma implementação que geralmente leva alguns minutos. Em certos casos, também é possível realizar a alocação automática de recursos a fim de suportar picos de carga.

Entretanto, um servidor dedicado também pode ser customizado. É possível aumentar a memória RAM ao inserir mais pentes de memória na máquina ou expandir o processador, trocando-o por um modelo mais potente.

Portanto, a escolha por um cloud server ou servidor dedicado não depende do porte da empresa, mas os recursos que ela precisa para solucionar seus problemas. Bancos de dados e nuvens privadas, por exemplo, tendem mais para o uso de servidores dedicados.

Preços

É verdade que o cloud server é mais barato quando se trata de pequenas demandas. Em uma comparação rápida de preços, pode-se perceber que os valores do cloud começam na casa dos R$ 200, enquanto os de servidores dedicados ficam a partir de R$ 800.

No entanto, é preciso considerar também a quantidade do poder computacional que a sua empresa precisa. Se você quiser adicionar mais três terabytes de espaço em disco ou pretende montar uma nuvem privada, vai perceber que esse processo sai mais barato em um servidor dedicado do que um cloud. Nesse sentido, o que indicará a rentabilidade dos seus servidores é o volume da demanda que a empresa precisa suprir.

Exclusividade

Como você já sabe, o cloud server é uma combinação de diversos recursos alocados em diferentes servidores pelo mundo. Esses recursos geralmente são compartilhados por outros clientes do provedor do serviço contratado.

Isso não significa que os serviços em cloud ofereçam menos segurança, já que é responsabilidade do provedor garantir o sigilo e o armazenamento seguro dos dados do negócio.

Contudo, se você procura exclusividade, o caminho é optar por um servidor dedicado, uma vez que os recursos serão reservados para o uso exclusivo da sua empresa. E isso tem algumas vantagens, como:

  • maior espaço de armazenamento por um custo mais baixo;
  • mais liberdade para instalar sistemas e aplicações;
  • mais estabilidade, em virtude de ser um sistema exclusivo;
  • mais robustez e resiliência do ponto de vista técnico.

Manutenção

A manutenção e a atualização dos sistemas costumam ocorrer virtualmente e de forma automática em um cloud server. Além disso, é comum que novas tecnologias sejam disponibilizadas ao cliente sem a necessidade de adquirir um novo hardware.

Outro detalhe é que a configuração de sistemas e o backup de dados em um cloud server geralmente ficam sob responsabilidade do fornecedor do serviço, reduzindo a carga de trabalho da instituição contratante.

Um servidor dedicado, por outro lado, depende de um equipamento físico sob o controle da empresa.

Contudo, é possível contratar um servidor dedicado com manutenção e garantia inclusas — o que contorna o problema dos possíveis imprevistos. E como os sistemas dedicados são mais robustos, é raro ter algum problema com hardware (queima de HDs ou fontes, por exemplo). Mesmo que isso ocorra, a substituição da peça pode acontecer de imediato, sem interromper a continuidade dos serviços.

Qual é o melhor tipo de servidor para a minha empresa?

A partir dos tópicos anteriores, você já entendeu quais são as principais vantagens e desvantagens de servidores dedicados e cloud server. Ainda não sabe qual é a melhor opção para a sua empresa? Então, a melhor saída é analisar o cenário específico do negócio e identificar quais são as suas principais necessidades.

Uma startup em fase inicial pode não ter condições de arcar com o investimento em um servidor dedicado até alcançar uma etapa mais rentável dos negócios, por exemplo. Nesse caso, um cloud server seria uma boa opção.

Por outro lado, uma empresa de grande porte que receba elevado volume de acessos diários em seu e-commerce pode se beneficiar da robustez de um servidor dedicado.

Em síntese, um bom caminho é entrar em contato com os fornecedores de serviço e entender quais são as soluções mais indicadas para a sua situação.

E então, já sabe o que escolher: cloud server ou servidor dedicado? Para auxiliar na escolha, entre em contato com a Under e converse com nossos consultores, que poderão indicar o melhor projeto para sua empresa. Além disso, não deixe de assinar a nossa newsletter e não perca as nossas atualizações!

Volume de dados: como gerir de forma eficiente?

Volume de dados: como gerir de forma eficiente?

O volume de dados e a sua diversidade continuam a crescer nas empresas, ano após ano. Mas, enquanto novas ferramentas e serviços estão redefinindo os processos a uma velocidade incrível, muitos gestores ainda não sabem como começar.

De fato, as empresas sempre lutaram para garantir um alto nível de qualidade de dados. Só que, na era digital de hoje, em que eles emergem cada vez mais como um fator de produção, há uma pressão crescente para usar ou produzir dados de alta qualidade.

Os dados estão no centro da direção estratégica, tática e operacional de cada organização. Logo, ter processos adequados de qualidade correlaciona-se diretamente com a capacidade de uma organização tomar as decisões corretas e garantir o seu sucesso econômico.

O volume de informações só tende a aumentar. Todos os sinais apontam para o crescimento extremo (e inevitável) da indústria, e ver como esses dados podem ser importantes certamente trará um aumento no investimento em breve.

Por conta disso, espera-se que as empresas busquem o gerenciamento de dados, análises avançadas e computação cognitiva para se manterem competitivas e gerarem receita. É disso que este post tratará. Confira:

Por que estabelecer uma estratégia de dados para a empresa?

O surgimento de tecnologia de comunicação, automação de processos e um número crescente de novas fontes de geração de dados resultou em inúmeros recursos de informação — sobre consumo de serviços, qualidade de serviço, preferências pessoais e muito mais. E esses dados têm mesmo o potencial de melhorar todos os aspectos das operações e dos processos comerciais.

O problema é que, hoje, muitas empresas coletam e gerenciam grandes volumes desses dados com pouca ou nenhuma previsão.

Assim como o planejamento é fundamental para qualquer projeto de negócios estratégico, a estratégia é de extrema importância quando se trata de grande volume de dados. Afinal, todos os elementos do processo devem ser propostos e alinhados de perto com os objetivos comerciais.

Nesse sentido, as empresas que sofrem de problemas de qualidade de dados devem começar definindo um conjunto curto de diretrizes, em que se reconhece, por exemplo, que a idade das digitalizações precisa ser repensada e que os dados devem ser vistos como um fator de produção importante.

Então, qual é o caminho certo?

Você deve começar com uma questão comercial estratégica e, depois, adquirir os dados necessários para responder a essa pergunta. Só então você pode começar a visualizar o contexto da sua empresa, realizando descobertas comerciais e fornecendo inteligência acionável.

Como gerir o volume de dados da sua empresa?

Quando se trata de melhorar a qualidade dos dados, é essencial nutrir uma cultura empresarial que os reconhece como um fator chave de produção para gerar percepções. E, para garantir isso, temos o chamado ciclo de qualidade de dados.

Grosso modo, ele é composto por um processo iterativo de análise, limpeza e monitoramento dos dados. E isso pode ser feito automaticamente via software, aplicando regras de negócios definidas.

O conceito de ciclo enfatiza que a qualidade dos dados não é um projeto único, mas um empreendimento em andamento. Assim, no final do ciclo, há uma transição fluente da iniciativa original de qualidade de dados para a segunda fase: a proteção contínua dessa qualidade dos dados.

Tendo isso em mente, vejamos a seguir cinco dicas para melhorar o volume de dados da sua empresa:

1. Flexibilize a arquitetura de armazenamento

Muitas organizações seguem abordagens centralizadas, voltadas para o controle de arquiteturas de dados e informações. Anteriormente conhecidas como engenharia de informação e agora como gerenciamento de dados, essas abordagens de cima para baixo geralmente não são adequadas para suportar uma ampla estratégia de dados.

Ainda que sejam eficientes para padronizar informações empresariais, elas podem dificultar a flexibilidade, tornando mais difícil aplicar estrategicamente a personalização de dados ou os resultados obtidos.

Uma abordagem mais flexível e realista, por tanto, das arquiteturas de dados e informações envolve hoje tanto uma única fonte de verdade quanto múltiplas versões.

2. Invista em softwares

Como dissemos, há diversos softwares no mercado que ajudam os usuários a entender os novos requisitos de conformidade e aumentam a administração de dados, definindo a qualidade e as regras de conformidade.

Os administradores de dados — implantados em conjunto com a inteligência da máquina, bots e outras tecnologias — podem automatizar muitas tarefas tradicionalmente manuais de governança, supervisão e responsabilidade.

3. Busque soluções de virtualização

Ao migrar o armazenamento para a nuvem, você confia a segurança dos dados de pequenas empresas a especialistas nas últimas práticas recomendadas. Como resultado, sua equipe pode se concentrar nas principais áreas de negócios da empresa sem se distrair com essas preocupações de segurança.

Vale ressaltar que os provedores de nuvens mais respeitáveis, como a Amazon ou o Google, têm um histórico e uma reputação que os provedores de nuvem barata e desconhecida provavelmente não podem corresponder. Por outro lado, preço e qualidade de atendimento pode ser algo que empresas maiores, com centenas de milhares de clientes, podem não entregar de forma satisfatória.

Então, se você planeja comparar as ofertas, procure empresas que possam competir tanto na qualidade como no preço. Peça para ver as suas certificações de segurança e sempre solicite referências.

4. Preste atenção na segurança

A defesa dos dados consiste em minimizar os riscos negativos. Isso inclui garantir a conformidade com os regulamentos — como regras que regem a privacidade dos dados e a integridade dos relatórios financeiros, por exemplo —, usando análises para detectar e limitar a fraude e construir sistemas para evitar roubo.

Os esforços defensivos também asseguram a integridade dos dados que fluem pelos sistemas internos de uma empresa, identificando, padronizando e gerindo fontes de dados autorizadas, como informações fundamentais do cliente e do fornecedor ou dados de vendas.

5. Defina uma equipe de controle de dados

Hoje em dia, muitas organizações costumam empregar um administrador de dados que se concentra, principalmente, na qualidade e na uniformidade dos dados.

Afinal, com os dados considerados cada vez mais como um ativo comercial vital, muitas vezes é preciso ir além do gerenciamento simples de dados e contratar funcionários específicos para se concentrarem apenas nessa gestão.

E você, como gerencia o volume de dados da sua empresa? Gostou do post? Sobrou alguma dúvida sobre o assunto? Deixe-nos o seu comentário!

Servidor dedicado: o que observar na hora de escolher?

Servidor dedicado: o que observar na hora de escolher?

A escolha de um servidor para uma empresa envolve vários cenários e dúvidas. De um lado, a possibilidade de ter um servidor dedicado, com mais segurança e melhor performance. De outro, contar com um serviço compartilhado (ou na nuvem) e otimizar custos.

Nenhuma das duas escolhas está errada. O que você deve levar em consideração para uma decisão mais acertada são as necessidades da companhia. Você quer um banco de dados com agilidade no processamento? Seu software está licenciado para rodar em um servidor virtual? É preciso privacidade para os dados?

É sobre essa decisão (e todas as perguntas que vêm com ela) que vamos falar neste post. Continue a leitura!

Quais os principais aspectos técnicos envolvidos na escolha de servidores dedicados?

Qualquer investimento em tecnologia deve ser bem pensado. Se uma análise completa dos requisitos básicos para o projeto não é feita, você pode acabar com uma dor de cabeça. Para orientar sua decisão, vamos tratar, abaixo, de alguns aspectos técnicos que devem ser levados em conta nesse momento.

Hardware

Uma boa dica é buscar por um hardware enterprise. Trata-se de servidores que não são montados aleatoriamente e seguem um padrão. Por exemplo: o fabricante tem que trabalhar com chipsets, HDs e todo o resto voltados para operação em data center. Esse cuidado é necessário, pois os servidores de um data center ficam 24 horas ligados e não podem ter falhas.

Outro ponto importante é escolher servidores com controladora RAID por hardware. Ela faz com que os HDs atuem como um espelho. A informação é gravada nos dois discos ao mesmo tempo e, se houver uma parada, um deles pode ser trocado sem que o ambiente sofra alterações.

Apesar do RAID também poder ser gerado pelo próprio sistema operacional, usar a tecnologia em dois HDs traz vantagens. A possibilidade de fazer cache, ter uma gestão melhor e realizar uma importação ou exportação são algumas delas.

Memória de disco

Se você espera ter uma velocidade maior, o que está procurando são discos SSD. Trata-se de discos sólidos, que usam uma tecnologia por flash e estão substituindo os HDs de disco rígido tradicional. Eles conseguem chegar a uma velocidade de 10 a 15 vezes maior do que a dos outros tipos de HD, o que melhora o processamento.

Processador

Os processadores Intel já têm uma base sólida de conhecimento e credibilidade no mercado tecnológico. Então, é melhor apostar no que é certo, não é? A linha Xeon é uma das mais conhecidas e confiáveis para ambientes de data center.

Com o i3, é possível ter uma memória RAM de até 64 GB. Já o i5 permite chegar a 512 GB. Alguns fornecedores oferecem dois processadores ao mesmo tempo para os servidores, ou seja, dois sockets físicos do processador dentro do data center.

Fonte de energia

Sem eletricidade, nada funciona. Por isso, é importante que existam duas fontes redundantes de energia no data center. Para encontrar essa característica, você deve buscar um data center com classificação a partir do Tier 3.

Tal classificação garante dois circuitos de energia conectados e duas fontes. Com a redundância tanto nas fontes como nos circuitos, caso haja alguma falha, o servidor continua sendo abastecido pela outra até que tudo volte ao normal.

Isso também acontece com os switches de rede: para que estejam adequados a essa padronização, é preciso ter duas fontes. Assim, o link de internet também não para. Um fabricante bastante renomado no mercado é o Juniper.

As tecnologias empregadas por essa marca garantem a resiliência do switch e uma alta disponibilidade quando se fala em níveis de rede.

Acesso ao KVM por IP

Ter um KVM (sigla para máquina virtual baseada em kernel) por IP permite que o cliente gerencie sua máquina. Às vezes, você quer acessar um servidor, mas coloca o endereço e ele não abre. Se o servidor estiver fisicamente dentro da empresa, você pega um teclado e um monitor para conectá-lo em um CPD.

Já com o KVM por IP, do seu escritório, a partir de uma conexão de VPN, você se conecta a um túnel seguro até o data center. Em seguida, é possível acessar o hardware.

Isso permite fazer reboots, instalação no sistema operacional, verificação de recursos do hardware (como temperatura) e assim por diante. Então, trata-se de um recurso que dá a liberdade de gestão de sua máquina.

Links de internet

Outra questão importante é o link de internet. O ideal, para que você tenha um bom desempenho, é ter links de saída (upload) de 1Gbs e de entrada de 100 Mbs. É necessário saber, também, qual é a taxa de transferência e seu custo. Em um data center, geralmente, o cálculo é feito só pela saída.

De que uma empresa precisa para se preparar?

A empresa deve verificar se sua aplicação (ou seu software) pode rodar em um servidor virtual ou se é necessário um servidor dedicado. Se o software demandar um token, também é preciso que o servidor seja dedicado.

Outro ponto é o tipo de licenciamento do software. Em alguns casos, o licenciamento é feito para servidor dedicado — e não para servidor virtual.

Existe, ainda, a questão da segurança. Com um servidor dedicado, os dados ficam exclusivos para a empresa e não podem ser acessados por outro cliente.

Com relação ao custo, é mais vantajoso, hoje em dia, contratar uma solução nacional, devido aos impostos e tributações que as estrangeiras trazem, o que acaba encarecendo (muito!) o produto. Além disso, você recebe o atendimento em português e a resposta do software tem menor latência em relação às redes de opções estrangeiras.

Agora que você já está por dentro do que existe em tecnologia de ponta no mercado de servidores dedicados, fica mais fácil procurar por uma solução que se adapte às necessidades do negócio. O próximo passo é desenhar o projeto e escolher a solução.

E como a Under pode ajudá-lo? A empresa tem Data Centers com servidores dedicados e planos all inclusive. O que isso quer dizer? Todas as características de que falamos estão incluídas, sem que seja preciso pagar individualmente por cada uma.

São equipamentos completos, a um preço extremamente competitivo. Para saber mais, entre em contato com a gente. Nossos especialistas estão prontos para tirar dúvidas sobre aspectos técnicos e preços!