Níveis de backup: o que são e quais as diferenças?

Níveis de backup: o que são e quais as diferenças?

Pensar sobre os níveis de backup é muito importante dentro da estratégia de integridade e segurança dos dados corporativos. Basicamente, existem dois tipos bastante utilizados pelas organizações em todo o mundo: em nível de blocos e em nível de arquivos.

Sobre isso, vamos conversar ao longo deste artigo.

Continue lendo para entender as diferenças entre backup em nível de blocos e em nível de arquivos. Você vai ver que um é mais focado na segurança no ambiente virtual e o outro tem como foco as partes específicas do arquivo!

A importância de uma boa estratégia de backup para as empresas

Quando analisamos o Relatório Anual de Segurança Cibernética da Cisco (2017), concluímos que os números relacionados a ransomware e outros tipos de ataques são bastante alarmantes. No relatório, também aprendemos que as empresas têm muito mais a perder do que apenas dados ou dinheiro durante um ataque (e também porque uma estratégia de backup de dados corporativos é tão importante).

Dê uma olhada nestes pontos trazidos pelo estudo:

  • mais da metade de todas as empresas que são vítimas de um ataque cibernético ou violação de dados são subsequentemente sujeitas a escrutínio público e sofrem perdas na reputação da marca, na fidelização de clientes e na confiança nos clientes;
  • 29% dos empreendimentos que são vítimas de ataques perdem receita e quase 40% deles perdem mais de 20% das receitas totais;
  • entre os negócios que sofrem ataques ou violações, quase um quarto perde oportunidades comerciais importantes em seguida;
  • mais de 20% das organizações que experimentam perda de dados ou sofrem um ataque cibernético também perdem consumidores. E 40% dessas perdem mais de 20% de sua carteira de clientes.

Uma boa estratégia de backup depende do sistema ou do site do negócio. Por exemplo, a empresa pode ter site institucional e não querer fazer backup periodicamente dos arquivos nele contido. Se o site tem mudanças a cada seis meses, então backup a cada três meses é ideal.

Mas, se a organização tem um software integrado de gestão empresarial (ERP) na nuvem, a importância de backup é muito maior, pois não pode perder informações geradas em curto período. Então haverá backup a cada uma ou duas horas.

É sempre importante ter backups, mas a periodicidade depende do sistema da empresa que roda ali. Depende muito do core business e das informações.

Todavia, é sempre importante ter backup. Se olharmos para o número de ataques cibernéticos que as empresas atualmente sofrem (e para a intensidade deles), sabemos disso sem muita teoria. No caso dos ataques “wanna cry” que aconteceram recentemente em nível mundial, somente o backup poderia retornar as informações danificadas, pois esse é um tipo de ataque (ransomware) no qual os discos rígidos são criptografados e ficam indisponíveis.

Daí que é importante escolher em que momento utilizar um dos níveis de backup, como veremos em seguida!

Níveis de backup

1. Backup em nível de blocos

O backup em nível de blocos analisa os arquivos de origem e faz cópias apenas das partes modificadas dos arquivos. Esse tipo de backup ignora o sistema de arquivos e lê dados diretamente do disco ou do volume.

Os aplicativos desse modelo podem ler dados nos mesmos blocos de tamanho que o sistema de arquivos ou em blocos de tamanhos diferentes. O tamanho do bloco pode ser ajustado para menor, o que resultará em um backup mais lento; já em um tamanho maior, ele será mais rápido.

Para que o backup de bloco funcione como foi projetado, é necessário que a opção “backup de bloco” seja ativada desde a primeira execução. Dessa forma, os blocos são criados para cada arquivo.

2. Backup em nível de arquivos

Já quando falamos em backup em nível de arquivos, estamos nos referindo ao tipo mais popular. Isso porque é mais fácil de entender e mais simples (tecnicamente falando).

Esse tipo de backup geralmente permite opções mais detalhadas e restauração, além da capacidade de excluir muitos dados que os usuários provavelmente não querem copiar.

Os backups em nível de arquivo também geralmente fornecem uma maneira mais flexível, agendamentos e cópias normalmente menores que as realizadas no formato de imagens de disco.

As diferenças entre os dois níveis de backup

Quando falamos em nível de usuário, o usuário verá o arquivo como um objeto só. Mas, em um nível mais baixo, o arquivo dentro do HD é dividido em blocos. Toda vez que o arquivo é modificado, um dos blocos é modificado, não o arquivo todo.

Quando é realizado um backup em nível de arquivos, é feita a cópia do arquivo. Em nível de bloco (quando é uma ferramenta que faz o backup em nível de bloco), ela verá se algum bloco do arquivo foi modificado e fará a cópia apenas desse bloco. Portanto, isso economiza mais espaço. Não haverá a cópia do arquivo como um todo. Essa é principal diferença.

As vantagens de cada um

Agora que já entendemos os dois conceitos e já delimitamos quais são as principais diferenças entre eles, vamos falar sobre as vantagens de cada um.

Em nível de bloco é mais rápido, porque só fará backup do que foi alterado, além de economizar mais espaço.

Se o usuário tem um HD que ocupa 20GB de arquivos, fazendo backup hoje e amanhã, terá 40GB em nível de arquivo. Em nível de bloco, se não houve mudança nos blocos, não é nem rodado o backup, pois não houve modificação e o backup anterior ainda é íntegro. Não haverá necessidade de outro backup. A própria ferramenta fará essa verificação.

Para o usuário final, pode não haver necessidade de fazer em nível de blocos. Essa é uma alternativa mais comum quando falamos em data centers.

Em suma, no mundo corporativo, o backup em nível de bloco tem a vantagem de não ter que percorrer o sistema de arquivos e depois disso comparar a diferença de arquivo por arquivo. Em nível de bloco é mais completo também, pois copia o disco inteiro.

Conclusão

O usuário final, geralmente, utiliza o backup em nível de arquivo, pois usa ferramentas como Dropbox ou Google Drive que, logicamente, fazem as cópias de segurança em nível de arquivo. Nesse caso, ele vai pegar arquivos e mandará para outro lugar.

Já em data centers o mais utilizado é em nível de blocos. Isso porque as ferramentas dentro do servidor rodam em nível de bloco.

O que você achou da reflexão que trouxemos acerca desses dois níveis de backup? Para receber mais textos como este em primeira mão no seu e-mail, assine agora mesmo nossa newsletter!

SSD ou HDD: qual é a melhor opção para o seu servidor?

SSD ou HDD: qual é a melhor opção para o seu servidor?

No passado, não existiam muitas variáveis na hora de contratar um servidor para uma empresa. Hoje em dia, no entanto, a tarefa é mais complexa: já existem dois modelos distintos de memória disponíveis no mercado. Eles são o HDD (ou Hard Disk Drive) e o SSD (Solid States Drive). Qual escolher: SSD ou HDD?

Quer saber qual é o melhor tipo de memória para o servidor da sua empresa? Para ajudar você nessa decisão, vamos explicar em detalhes quais são as principais diferenças entre HDDs e SSDs e quais são as vantagens específicas de cada um deles. Acompanhe a leitura!

Hard Disk Drive (HDD)

Os HDDs surgiram em 1956 e são os sistemas de armazenamento de dados tradicionalmente conhecidos como disco rígido.

Ao contrário do que acontece em uma memória RAM, os dados armazenados em um HDD não desaparecem quando o sistema é desligado. Por isso, diz-se que um disco rígido é um tipo de memória não-volátil, assim como o SSD.

Essencialmente, em um HDD, os dados são armazenados em um conjunto de discos metálicos rotativos com revestimento magnético. A leitura e a gravação dos dados ocorrem por meio de um braço móvel, à medida que os discos metálicos giram.

A comunicação de dados entre o HDD e o computador pode acontecer de diversas maneiras. Os modelos de transferência de dados mais populares do mercado são SATA (Serial AT Attachment) e SAS (Serial Attached SCSI).

Ao passo em que os HDDs baseados em SAS são mais rápidos e confiáveis, os HDDs baseados em SATA tendem a ter uma capacidade de armazenamento maior. Por esse motivo, SAS é mais utilizado em servidores e SATA em computadores domésticos.

Solid States Drive (SSD)

Os SSDs são modelos de memória não-volátil mais atuais — começaram a ser comercializados em 2007 — e são considerados a evolução dos dispositivos de armazenamento de dados tradicionais.

Em vez de discos metálicos, o sistema de armazenamento SSD consiste em diversos chips interconectados de memória flash, sem partes móveis, de maneira semelhante a um pen-drive. Esses chips podem ser instalados permanentemente na placa-mãe de um sistema, em um cartão PCI Express ou como uma caixa adaptável em um laptop ou disco rígido.

Nessa espécie de memória, o sistema é composto pelo control gate (ou controlador) e pelo floating gate. Enquanto o floating gate armazena os dados, o control gate é responsável por realizar a comunicação da memória com o computador.

Atualmente, a maioria dos SSDs utiliza a tecnologia Multi-Level Cell (MLC), armazenando dois bits por célula de memória.

Quais são as diferenças entre SSD e HDD?

Seja SSD ou HDD, o fato é que ambos os tipos de memória são capazes de executar as mesmas funções, como iniciar o sistema e armazenar aplicações e arquivos. Contudo, cada modelo possui suas próprias vantagens e desvantagens em diversos pontos.

Separamos, a seguir, as principais diferenças entre SSD e HDD por fator analisado:

Velocidade

Se você está buscando mais agilidade no seu servidor, então aposte no SSD! Atualmente, a velocidade de cópia e gravação de arquivos em SSDs varia de 200 MB/s até 550 MB/s, em comparação com uma média de 50 a 120 MB/s nos HDDs. Além disso, a velocidade de abertura de arquivo nos SSDs é 30% superior aos HDDs.

Na prática, isso significa que uma máquina com um SSD vai iniciar o sistema, executar aplicativos e transferir arquivos em uma questão de minutos ou, até mesmo, segundos. Como um HDD depende inteiramente de partes mecânicas e móveis para a leitura ou gravação de dados, demora um pouco mais até ser capaz de realizar essas tarefas específicas.

Capacidade

Se você precisa de mais capacidade de armazenamento no seu servidor, por outro lado, um HDD pode ser o caminho ideal. Isso porque, apesar de a capacidade dos SSDs aumentar gradualmente com o avanço da tecnologia, ela ainda é mais baixa em relação aos HDDs.

No mercado atual, por exemplo, a memória de um SSD costuma variar de 120GB a 1TB. Um HDD, por sua vez, costuma variar de 500GB a 2TB (já existem modelos com 10TB de capacidade de armazenamento, mas esses ainda apresentam um preço de aquisição mais alto).

Vida de bateria

Um SSD não precisa gastar energia com peças móveis (discos e braço mecânico), como no caso do HDD. Com isso, um SSD ganha em eficiência, resultando em uma média de 30 minutos a mais de bateria em relação a um disco rígido tradicional.

Custo

Como já estão no mercado há mais tempo, os HDDs geralmente apresentam um preço mais acessível para o bolso dos consumidores. Simplificando bastante, um SSD custa em média US$0,20 por gigabyte (com base em um drive de 1TB), enquanto um HDD custa em média US$0,03 por gigabyte (com base em um drive de 4TB).

Barulho

Até aqui, você já sabe que uma memória SSD não conta com partes móveis, o que a torna extremamente silenciosa em relação a um HDD tradicional.

Mesmo um disco rígido de última geração vai emitir cliques e ruídos de rotação audíveis, e isso tende a se intensificar nos casos de discos mais rápidos.

Durabilidade

A média da taxa de falha de um SSD equivale a 2 milhões de horas, para 1,5 milhões de um HDD. Outro detalhe é que, ao contrário do HDD, a mémória SDD não é afetada por magnetismo. Ou seja, SDD tem uma vida útil maior.

SSD ou HDD?

Resumindo, o SSD é escolha ideal caso você esteja disposto a pagar mais por uma memória mais durável, com performance mais rápida e capacidade de armazenamento limitada.

Por outro lado, um HDD será a melhor escolha caso você precise de maior capacidade de armazenamento e não dependa tanto de uma memória que inicie seus sistemas e aplicações agilmente.

No entanto, mantenha em mente que a performance de ambos os tipos de drive pode ser influenciada por outros fatores.

A UNDER, por exemplo, utiliza controladoras RAID (Redundant Array of Independent Disks) para gerenciar os discos, independentemente de serem SSD ou HDD. Com isso, a controladora RAID permite que um disco supra outro caso haja alguma falha, e ainda faz a soma dos IOPS (Input/Output per Second), agregando em segurança e performance para o seu servidor.

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Servidor dedicado: o que é e por que usá-lo?

Servidor dedicado: o que é e por que usá-lo?

Escalar o tamanho dos ambientes online é uma das principais preocupações das empresas hoje. À medida que o seu negócio cresce, o tráfego para seu site ou aplicações online também aumenta. Em alguns casos, servidores cloud podem não suprir mais a demanda (especialmente de rede) e o uso de um servidor dedicado se apresenta como uma solução.

Um site com alto tráfego pode sofrer problemas de acesso em um servidor de hospedagem compartilhado, já que tem que dividir seus recursos físicos com outros “vizinhos”. Tanto o seu site quanto os outros sites que compartilham seu servidor podem ter quedas velocidade ou, até mesmo cair quando a capacidade do servidor for excedida.

A velocidade do site é muito importante. Não apenas para otimização de mecanismos de buscas e rankings, mas para pessoas que estão visitando seu site. Um site com carregamento lento pode significar uma enorme taxa de rejeição e nenhum valor real adicionado ao seu perfil de atividade do usuário — compartilhamentos sociais, links etc.

A longo prazo, um ou dois segundos de atraso podem ser um grande fator de classificação.

Com um servidor dedicado, você não precisa compartilhá-lo, é capaz de customizar seus recursos de acordo com sua necessidade, e isso torna a execução muito mais ágil. Você é livre para usar 100% do produto para lidar com seu tráfego e gerenciar suas transações. Se suas necessidades superarem a capacidade do seu servidor, você pode atualizar para um que seja maior e mais rápido, algo que sua empresa em crescimento deve estar pronta para suportar.

Afinal, o que é servidor dedicado?

O servidor dedicado é um servidor físico que fornece aos usuários o máximo de desempenho e segurança. Durante a sua configuração, uma variedade de opções podem ser ajustadas, incluindo RAM, recursos de rede, segurança, discos rígidos e processadores.

Você não só tem controle sobre o hardware, mas também sobre o software. Você pode implantar quaisquer sistemas operacionais, tecnologias ou estruturas que você gostaria, sem restrições. Isso permite o mais alto nível de personalização.

Como não há clientes adicionais hospedados, não há risco de compartilhar espaço com sites potencialmente prejudiciais. Além disso, há a garantia de que seu website nunca estará em competição por recursos.

Quando escolher um servidor dedicado?

Os servidores dedicados ajudam a aumentar a velocidade do site. Portanto, você precisa considerar o tipo de site que você tem. A quantidade e o tipo de conteúdo são muito importantes. Se você tem um site pequeno, com muitas páginas, sua velocidade de carregamento pode ser suficiente.

Além disso, se o seu site contiver apenas conteúdo de texto, você não precisa que os servidores ajudem a aumentar a velocidade do site. No entanto, se o seu site tem muitas páginas, ou conteúdo que inclui vídeos e gráficos, você necessita de uma solução de hospedagem confiável. Confira a diferença entre os tipos de servidores de hospedagem.

Hospedagem Compartilhada

A hospedagem compartilhada é o tipo de hospedagem mais básico. Com a hospedagem compartilhada, um único servidor físico hospeda um certo número de aplicações e sites. Essa modalidade oferece preços mais baixos ao distribuir os custos operacionais entre diversos clientes.

O desempenho não é garantido com a hospedagem compartilhada, devido ao alto número de sites rodando no mesmo conjunto de recursos do sistema.

Hospedagem VPS

Com uma hospedagem VPS — chamados servidores privados virtuais — os recursos do servidor serão divididos entre diferentes sites ou contas de hospedagem. Pense nisso como um computador doméstico que tem muitos usuários diferentes: todos usam a mesma máquina, porém, de maneiras diferentes.

Os servidores VPS geralmente têm um ou dois ambientes de hospedagem que você pode escolher. Dessa forma, eles não têm a absoluta personalização de um servidor dedicado. Entretanto, isso significa uma configuração mais fácil para aqueles que têm necessidades para configurações mais básicas.

Esse modelo de hospedagem será suficiente para sites mais simples, que não recebem enormes quantidades de tráfego.

Servidor em nuvem

Os servidores em nuvem podem ser configurados para fornecer níveis de desempenho, segurança e controle semelhantes aos de um servidor dedicado. Mas, em vez de ser hospedado em um hardware físico, que é exclusivamente direcionado a um usuário, eles residem em um ambiente “virtualizado”, que é gerenciado pelo seu provedor de hospedagem em nuvem.

O usuário se beneficia da economia resultada pelo compartilhamento de hardware com outros clientes. Com os servidores em nuvem, o usuário paga apenas pela quantidade exata de espaço e processamento usada no servidor.

Clientes que optam pela hospedagem dedicada, caso decidam mudar para a nuvem privada, conseguem fazer isso sem muitas dificuldades. Isso acontece porque o servidor dedicado cria uma base que facilita essa migração.

Quais são as vantagens?

Quando comparado com as outras formas de hospedagem, servidores dedicados são os mais personalizáveis e flexíveis. Com eles, você tem acesso a todas as partes de seus recursos e poderá fazer o que desejar, porque você é o único que usa esse espaço.

Confira, a seguir, algumas vantagens que o aguardam quando você escolher um servidor dedicado:

Segurança

Os clientes que usam uma plataforma dedicada poderão implantar medidas de segurança, como configurações de antivírus e firewall mais adaptadas às suas próprias funções. Dessa forma, é possível evitar as vulnerabilidades de segurança que podem ser introduzidas pelas atividades de clientes vizinhos, como nas plataformas de hospedagem compartilhada.

Além disso, os servidores localizados nos “data centers” podem se beneficiar das medidas de segurança física que tais instalações geralmente implementam — incluindo, por exemplo, autenticação biométrica e guardas de segurança.

Flexibilidade

Quando não há necessidade de compartilhar um servidor, pode-se desfrutar de muita flexibilidade. Com a hospedagem dedicada, você pode gerenciar a configuração da maneira que for mais conveniente à sua empresa.

Isso significa ter mais controle à medida que seu negócio cresce; sem ter que se preocupar se um servidor compartilhado será ou não capaz de acomodar suas necessidades com o passar do tempo.

Velocidade

Entre os fatores que ajudam você a descobrir a resposta para aumentar a velocidade do site, um deles seria a quantidade de recursos oferecidos. Tome o caso da largura de banda. Se o seu site é popular, você tem grande volume de visitantes. Isso significa que você precisaria ter largura de banda suficiente para atender a todos eles. Sem largura de banda, seu site diminuirá a velocidade ou travará.

Ambas as situações são evitáveis, se você usar planos de hospedagem dedicados. Esses planos oferecem muitos recursos, incluindo largura de banda. É por isso que, quando você usa hospedagem dedicada para sites pesados ​​de tráfego, você experimenta mais estabilidade e maior velocidade de carregamento.

Tempo de atividade

Em um mundo em que a conveniência é tudo e os usuários não estão acostumados a esperar, é vital garantir que um site seja funcional e rápido em todos os momentos. O tempo de carregamento é um fator que pode levar potenciais clientes a desistirem da sua empresa.

A hospedagem permite um alto desempenho e estabilidade para garantir que os sites e outras funções de negócios estejam operacionais praticamente 100% do tempo.

Para esse fim, os provedores devem oferecer serviços de monitoramento e backup, em conjunto com um suporte eficiente para garantir o funcionamento do serviço.

Quer saber mais sobre servidor dedicado e dicas de ferramentas de TI? Assine nossa newsletter e fique por dentro das novidades!

Servidor dedicado: o que observar na hora de escolher?

Servidor dedicado: o que observar na hora de escolher?

A escolha de um servidor para uma empresa envolve vários cenários e dúvidas. De um lado, a possibilidade de ter um servidor dedicado, com mais segurança e melhor performance. De outro, contar com um serviço compartilhado (ou na nuvem) e otimizar custos.

Nenhuma das duas escolhas está errada. O que você deve levar em consideração para uma decisão mais acertada são as necessidades da companhia. Você quer um banco de dados com agilidade no processamento? Seu software está licenciado para rodar em um servidor virtual? É preciso privacidade para os dados?

É sobre essa decisão (e todas as perguntas que vêm com ela) que vamos falar neste post. Continue a leitura!

Quais os principais aspectos técnicos envolvidos na escolha de servidores dedicados?

Qualquer investimento em tecnologia deve ser bem pensado. Se uma análise completa dos requisitos básicos para o projeto não é feita, você pode acabar com uma dor de cabeça. Para orientar sua decisão, vamos tratar, abaixo, de alguns aspectos técnicos que devem ser levados em conta nesse momento.

Hardware

Uma boa dica é buscar por um hardware enterprise. Trata-se de servidores que não são montados aleatoriamente e seguem um padrão. Por exemplo: o fabricante tem que trabalhar com chipsets, HDs e todo o resto voltados para operação em data center. Esse cuidado é necessário, pois os servidores de um data center ficam 24 horas ligados e não podem ter falhas.

Outro ponto importante é escolher servidores com controladora RAID por hardware. Ela faz com que os HDs atuem como um espelho. A informação é gravada nos dois discos ao mesmo tempo e, se houver uma parada, um deles pode ser trocado sem que o ambiente sofra alterações.

Apesar do RAID também poder ser gerado pelo próprio sistema operacional, usar a tecnologia em dois HDs traz vantagens. A possibilidade de fazer cache, ter uma gestão melhor e realizar uma importação ou exportação são algumas delas.

Memória de disco

Se você espera ter uma velocidade maior, o que está procurando são discos SSD. Trata-se de discos sólidos, que usam uma tecnologia por flash e estão substituindo os HDs de disco rígido tradicional. Eles conseguem chegar a uma velocidade de 10 a 15 vezes maior do que a dos outros tipos de HD, o que melhora o processamento.

Processador

Os processadores Intel já têm uma base sólida de conhecimento e credibilidade no mercado tecnológico. Então, é melhor apostar no que é certo, não é? A linha Xeon é uma das mais conhecidas e confiáveis para ambientes de data center.

Com o i3, é possível ter uma memória RAM de até 64 GB. Já o i5 permite chegar a 512 GB. Alguns fornecedores oferecem dois processadores ao mesmo tempo para os servidores, ou seja, dois sockets físicos do processador dentro do data center.

Fonte de energia

Sem eletricidade, nada funciona. Por isso, é importante que existam duas fontes redundantes de energia no data center. Para encontrar essa característica, você deve buscar um data center com classificação a partir do Tier 3.

Tal classificação garante dois circuitos de energia conectados e duas fontes. Com a redundância tanto nas fontes como nos circuitos, caso haja alguma falha, o servidor continua sendo abastecido pela outra até que tudo volte ao normal.

Isso também acontece com os switches de rede: para que estejam adequados a essa padronização, é preciso ter duas fontes. Assim, o link de internet também não para. Um fabricante bastante renomado no mercado é o Juniper.

As tecnologias empregadas por essa marca garantem a resiliência do switch e uma alta disponibilidade quando se fala em níveis de rede.

Acesso ao KVM por IP

Ter um KVM (sigla para máquina virtual baseada em kernel) por IP permite que o cliente gerencie sua máquina. Às vezes, você quer acessar um servidor, mas coloca o endereço e ele não abre. Se o servidor estiver fisicamente dentro da empresa, você pega um teclado e um monitor para conectá-lo em um CPD.

Já com o KVM por IP, do seu escritório, a partir de uma conexão de VPN, você se conecta a um túnel seguro até o data center. Em seguida, é possível acessar o hardware.

Isso permite fazer reboots, instalação no sistema operacional, verificação de recursos do hardware (como temperatura) e assim por diante. Então, trata-se de um recurso que dá a liberdade de gestão de sua máquina.

Links de internet

Outra questão importante é o link de internet. O ideal, para que você tenha um bom desempenho, é ter links de saída (upload) de 1Gbs e de entrada de 100 Mbs. É necessário saber, também, qual é a taxa de transferência e seu custo. Em um data center, geralmente, o cálculo é feito só pela saída.

De que uma empresa precisa para se preparar?

A empresa deve verificar se sua aplicação (ou seu software) pode rodar em um servidor virtual ou se é necessário um servidor dedicado. Se o software demandar um token, também é preciso que o servidor seja dedicado.

Outro ponto é o tipo de licenciamento do software. Em alguns casos, o licenciamento é feito para servidor dedicado — e não para servidor virtual.

Existe, ainda, a questão da segurança. Com um servidor dedicado, os dados ficam exclusivos para a empresa e não podem ser acessados por outro cliente.

Com relação ao custo, é mais vantajoso, hoje em dia, contratar uma solução nacional, devido aos impostos e tributações que as estrangeiras trazem, o que acaba encarecendo (muito!) o produto. Além disso, você recebe o atendimento em português e a resposta do software tem menor latência em relação às redes de opções estrangeiras.

Agora que você já está por dentro do que existe em tecnologia de ponta no mercado de servidores dedicados, fica mais fácil procurar por uma solução que se adapte às necessidades do negócio. O próximo passo é desenhar o projeto e escolher a solução.

E como a Under pode ajudá-lo? A empresa tem Data Centers com servidores dedicados e planos all inclusive. O que isso quer dizer? Todas as características de que falamos estão incluídas, sem que seja preciso pagar individualmente por cada uma.

São equipamentos completos, a um preço extremamente competitivo. Para saber mais, entre em contato com a gente. Nossos especialistas estão prontos para tirar dúvidas sobre aspectos técnicos e preços!

Veja dicas para migrar um sistema para a nuvem

Veja dicas para migrar um sistema para a nuvem

A cloud computing mudou completamente a forma como as organizações armazenam, consomem e protegem os seus arquivos e dados. Atualmente, a tendência é que as empresas integrem o seu sistema na nuvem, e o passo a passo para migrar deve obedecer algumas etapas.

A migração é benéfica para empresas de todas as categorias. Para as pequenas, o crescimento no mundo digital de maneira segura e sem a dependência de um programa caro e complexo. Já para as grandes, a redução de custos, organização e facilidade no gerenciamento são os principais fatores positivos.

Neste artigo, vamos entender um pouco mais sobre o que pode ser mais delicado e o que demanda mais atenção no processo de mudança de um sistema para a nuvem.

Formato de acesso

É preciso compreender que definir uma ordem de processos que devem ser seguidos na transição de dados para a nuvem não é uma tarefa fácil de se mensurar. Tudo depende de uma avalanche de fatores, como o volume de dados dos quais falamos, a estrutura do hardware, o formato da nuvem, entre outros.

Contudo, é essencial sabermos de que maneira os dados serão acessados pelo usuário. Se vão ser acessados de forma online, offline, ou por um botão do desktop do computador.

O administrador (ou gerente de TI) leva o formato de acesso em consideração antes de passar para os próximos passos e descobrir qual é a implementação mais adequada. O formato de acesso mais adequado é o indicado pelos profissionais de tecnologia da informação.

Links redundantes

Um dos principais alvos de dúvidas na hora de optar pela migração para a cloud é em relação ao uso de links redundantes. O link de internet contratado pela empresa deve, no mínimo, ter alta disponibilidade, o que manterá o funcionamento do sistema de forma impecável mesmo estando sobrecarregado.

Essa redundância é de grande importância na passagem dos dados, momento em que a dependência da internet é importante para que nenhuma informação se perca. A preocupação em ter um bom servidor neste momento é fundamental.

Cuidados ao migrar para o datacenter

O datacenter é projetado com o objetivo de concentrar os servidores, formando uma grande rede. Pode ser considerado o cérebro de uma empresa, onde estão concentradas milhares de informações e de conteúdos.

Não há uma receita fixa que determine o espaço necessário para o datacenter. Todavia, além desse local, serão necessárias etapas essenciais, como a capacidade energética, a equipe capacitada para fazer a manutenção e as questões referentes à refrigeração.

Por isso, a aquisição do datacenter Tier 3 muda todo o conceito relacionado às exigências para se montar a estrutura de maneira correta.

Datacenter Tier 3

O Tier 3 é um datacenter certificado com nível superior de segurança e disponibilidade. Sua configuração permite gerir grandes períodos de manutenção sem perdas, mudanças e impactos nos serviços prestados que estão em andamento.

Falhas de hardware ou falta de energia são problemas facilmente geridos pelo Tier 3, em que se mantém o ambiente rodando sem interrupções internas ou externas. Essa redundância também tem relação com as medidas de segurança, resistindo a incêndios e outros problemas climáticos.

No Tier 3, há a redundância N + 1, que garante a disponibilidade do sistema em caso de falha no componente. Os componentes (N) possuem pelo menos um componente de backup independente (+1).

O datacenter dispõe também de acesso por biometria, redobrando a segurança e controle do dispositivo. Sua estrutura redundante permite a acoplação de mais de um dispositivo.

É possível fazer também a entrada de links de internet e energia por dois caminhos distintos. Essa função evita problemas recorrentes, como a rede perdida por questões do servidor.

Às vezes, nos perguntamos qual o motivo da falta de rede, quando tudo parece estar em perfeita ordem, e concluímos que o problema só pode vir da operadora. O Tier 3 evita essas falhas, pensando, de antemão, em outra fonte de alimentação de rede.

Uptime Institute

Reconhecida mundialmente pela criação e administração do Tier Standards & Certifications, a Uptime Institute, localizada em Washington, atesta a qualidade e padrões globais dos serviços de datacenter.

O Tier 3 recebeu o selo de alto padrão de design na capacidade e infraestrutura. O elemento chave na consideração do título foi justamente o fato de que as atividades não são interrompidas em hipótese alguma, mesmo com fortes oposições, mantendo seu funcionamento constante por 99,982% do tempo ao ano.

Retenção de custos

Os custos tangíveis fazem parte do ambiente de qualquer empresa. Entre eles, o preço cobrado pelo uso da energia e da refrigeração, as horas de trabalho da equipe técnica que administra o hardware, entre outros. Colocar o sistema na nuvem faz com que esses custos deixem de existir, liberando capital para que a empresa invista em outras coisas.

É importante pensar que a transação de um plano desse porte não representa a compra de um equipamento. Nesse caso, é feita a contratação de um serviço de maneira tributária e vantajosa. Quando se adquire um ativo, ele entra em vigor como um patrimônio da empresa, mudando a tributação.

Junto com o fator economia, podemos considerar a despreocupação com a possibilidade de perda do material produzido ou protegido pelo contratante, com acesso a qualquer lugar e a qualquer hora — dependendo apenas da conexão ou não à internet. Sendo assim, diminui-se o risco de retrabalhos e aumenta a produtividade.

Switches

Ocupando a função central da rede, os switches fazem a conexão entre várias máquinas onde as informações advêm de um computador de origem, mandando a mensagem certa para o usuário certo. Uma espécie de evolução da HUB que funcionava como um espelho de informações.

Switches de marcas como a Juniper Networks fazem toda a diferença na implementação, com um desempenho consideravelmente melhor, eficiência energética e com níveis elevados de escala lógica.

Lembrando que uma rede aberta e inteligente está sempre em evolução e acompanhando o mercado moderno, enquanto as redes fechadas e de upgrades onerosos podem ser fatais.

Funcionamento do sistema de nuvem

O modelo de funcionamento pode variar bastante de acordo com o provedor escolhido. Contando com uma aparência amigável e fácil, o painel faz com que os profissionais de TI e desenvolvedores façam solicitações e gerenciamentos de maneira rápida e prática.

Na hora de migrar o sistema para a nuvem, é importante observar muitos fatores, mas o investimento é positivo e tendência no armazenamento de dados de empresas dos mais variados tipos de segmentos.

Para receber a orientação ideal sobre sistema na nuvem e também sobre servidores dedicados, entre em contato com a Under.