Você conhece os processadores Intel Xeon Scalable?

Você conhece os processadores Intel Xeon Scalable?

A Intel anunciou no segundo semestre do ano passado o lançamento de sua nova linha de processadores de alto desempenho, a família Intel Xeon Scalable. A novidade representa um salto em performance no segmento de data centers, mas você sabe o que estes processadores podem entregar para a infraestrutura de sua empresa?

De acordo com a própria Intel, os processadores Xeon Scalable representam um novo padrão em plataformas convergentes, capaz de integrar o mais moderno em computação, storage, memória, rede e segurança, em um salto de qualidade para os data centers.

O que tem “debaixo do capô” dos Intel Xeon Scalable?

Designado para atender uma gama variada de aplicações, a linha Intel Xeon Scalable chega para atender clientes que desejam levar sistemas de missão crítica (analytics, inteligência artificial) para a nuvem.

A linha é dividida em quatro categorias (tiers): Bronze, Silver, Gold e Platinum. Como é de se imaginar, quanto mais “valioso” o metal da linha, mais poderoso e mais recursos – mais núcleos, mais frequência, memória DDR mais rápida, mais RAS (confiabilidade, disponibilidade e serviço) – ele possui. Isso ocorre por meio de uma nova microarquitetura em seus núcleos, assim como um subsistema de memória redesenhado.

Para isso, ele inclui tecnologias como otimizador de workloads Intel AVX-512, assim como features já conhecidos e aprovados como a arquitetura Mesh, Intel QuickAssist e os SSDs Intel Optane. Ele também possui a tecnologia Omni-Path integrada, entregando uma banda de transferência de dados de até 100 Gb/s.

Além dos ganhos nítidos de performance, fisicamente o Scalable também foi reforçado, podendo oferecer até 28 núcleos de processamento e memória de até 6 terabytes. As novas CPUs conseguem entregar até 4,2 vezes mais de máquinas virtuais se comparadas com a da linha Xeon anterior. Configurado para uma melhor interação com storage, ele entrega 5 vezes mais IOPS, com 70% a menos de latência.

O que os Intel Xeon Scalable entregam para uma empresa?

Otimizados para performance, escalabilidade e resiliência, a nova família de processadores Intel tem o objetivo de entregar o máximo em desempenho, tanto em cenários para alta densidade de dados e memória, assim como setups flexíveis com maior capacidade de I/O. Baseado na tecnologia Intel Data Center Blocks, os processadores são altamente customizáveis em seus recursos (rede, storage, software), atendendo sob medida as demandas do usuário para um servidor dedicado.

Por meio de sua parceria com a Intel, a Under foi uma das primeiras empresas de infraestrutura do país a receber o novo hardware. No final de 2017, a empresa passou a utilizar estes processadores em sua infraestrutura de cloud pública, e no primeiro trimestre de 2018 passa a oferecer a linha Intel Xeon Scalable como servidor dedicado.

E aí, ficou interessado? Para saber mais sobre a linha Intel Xeon Scalable, confira os servidores dedicados da Under. Para saber mais informações sobre tecnologia, data center e gestão de TI, não deixe de assinar a newsletter do Blog da Under!

Armazenamento na nuvem: quais as vantagens para sua empresa?

Armazenamento na nuvem: quais as vantagens para sua empresa?

Fornecedores de serviços e armazenamento na nuvem oferecem soluções de TI valiosas para empresas de todos os tamanhos. Originalmente pensado para uso pessoal, com o surgimento de Big Data, o armazenamento em nuvem para negócios está seguindo os passos de muitas tecnologias pessoais adaptadas para fins comerciais.

Muitas empresas podem se beneficiar de serviços abrangentes da nuvem — aplicativos hospedados, infraestrutura como serviço, software as a service (SaaS) e mais — e a transição geralmente começa com as necessidades de armazenamento de dados.

Se o seu armazenamento atual de dados no local parece suficiente ou você simplesmente não teve tempo para considerar o armazenamento em nuvem, revisar essas vantagens é uma ideia para seu negócio. Continue a leitura!

Armazenamento na nuvem x armazenamento tradicional

Ao contrário dos dispositivos de armazenamento tradicionais, como discos rígidos ou CDs, nos quais as informações são armazenadas em um formato físico, todos os dados da nuvem são armazenados em servidores. Além disso, você pode acessar tudo o que está na nuvem a partir de qualquer computador com conexão à internet.

A primeira grande diferença entre o armazenamento em nuvem e o armazenamento tradicional é a acessibilidade. Enquanto os discos rígidos oferecem acesso local à informação, o armazenamento em nuvem oferece acesso ilimitado ao volume de dados, se os usuários fornecerem as senhas necessárias e se o computador tiver acesso à internet.

Trabalhar com um serviço de armazenamento em nuvem tem muitas vantagens. Provavelmente, a vantagem mais óbvia que se destaca é que você não precisará desordenar seu disco rígido com informações inúteis. Além disso, os serviços de armazenamento na nuvem geralmente empregam funções avançadas de compressão de informações, o que significa maior capacidade de indexação.

Isso, por sua vez, se traduz em velocidades de pesquisa mais rápidas. No entanto, o uso de um serviço de armazenamento na nuvem não é desvantagem. Sendo uma entidade de hospedagem, migrar para a nuvem depende muito da velocidade de conexão à Internet.

Então, o que é armazenamento em nuvem?

A tecnologia de armazenamento em nuvem permite que todos tenham acesso à informação disponível lá, não importa onde eles estejam. Além disso, a nuvem tem recursos que permitem uma gestão efetiva dessa informação, permitindo assim um controle de versão mais confiável do que no armazenamento físico das informações. E também permite uma maior disponibilidade dessa informação, desde que exista uma conexão com a internet e uma permissão para acessá-los.

Dois pontos muito importantes no uso dessa tecnologia são a redução do custo de manutenção da infraestrutura de TI das empresas, bem como o aumento da segurança devido à descentralização dos dados. Dessa forma, os dados são imunes a problemas localizados, tais como incêndios, inundações e outros desastres que podem ocorrer.

Assim, o armazenamento em nuvem é uma maneira simples e escalável de armazenar, acessar e compartilhar dados pela Internet. O armazenamento físico abrange vários servidores (muitas vezes locais), geralmente é de propriedade e é gerenciado pelo provedor de serviços. Os usuários pagam o armazenamento que eles consomem a uma taxa mensal.

A inovação do armazenamento em nuvem veio tornar os desenvolvedores de negócios e de software do dia a dia muito mais seguros e fáceis. É uma tecnologia diferenciada e aguardada por todos os que tiveram algum problema com o armazenamento inadequado de informações.

A ideia de os aplicativos, os arquivos e os dados não precisarem mais serem instalados ou armazenados diretamente no computador do usuário possibilita a segurança no armazenamento de informações. Além da integridade e da disponibilidade de informações.

Como funciona o armazenamento na nuvem?

Um fornecedor oferece às organizações e aos indivíduos a capacidade de colocar e manter dados em um sistema de armazenamento fora do local. Os clientes podem alugar capacidade de armazenamento em nuvem por mês ou sob demanda.

Um fornecedor de armazenamento em nuvem hospeda os dados de um cliente em seu próprio data center, fornecendo infraestrutura de computação, rede e armazenamento baseada em taxas. Os clientes individuais e corporativos podem obter capacidade de armazenamento ilimitada nos servidores de um provedor com um preço baixo por gigabyte.

Em vez de armazenar dados em dispositivos de armazenamento locais, como uma unidade de disco rígido, os clientes escolhem um provedor de armazenamento em nuvem para hospedar dados em um sistema em um data center remoto. Os usuários podem então acessar esses arquivos usando uma conexão à internet.

As empresas compram componentes computacionais de software, de armazenamento e relacionados aos serviços de nuvem com uma licença de pagamento. Por exemplo, os clientes podem optar por alugar infraestrutura, plataforma, segurança, software e armazenamento como um serviço.

Quais são os tipos de armazenamento na nuvem?

Existem três tipos de nuvem: nuvens públicas (public cloud), nuvens privadas (private cloud) e nuvens híbridas (hybrid cloud). Dependendo do tipo de dados que você está trabalhando, é importante comparar nuvens públicas, privadas e híbridas em termos dos diferentes níveis de segurança e gerenciamento necessários. Confira!

Nuvem pública (public cloud)

A nuvem pública é o complexo de compartilhamento da internet. Um provedor possui e opera os servidores, lida com a segurança e pode trabalhar para atender aos padrões de dados para conformidade específica. Em seguida, aluga o espaço em seus servidores, cobrando de acordo com espaço em disco, largura de banda e preocupações especiais.

O armazenamento em nuvem pública é, quase sempre, muito mais barato do que o armazenamento no local — especialmente quando você leva em consideração a manutenção e as atualizações periódicas de hardware. Além disso, a maioria desses serviços de armazenamento em nuvem pode acompanhar aumentos na demanda.

Há, porém, algumas limitações e a nuvem pública pode não ser o melhor para cada organização. Por exemplo, você está compartilhando o espaço do servidor com outras empresas, o que pode levar a alguns problemas. Embora tenha sido projetado para fornecer um local seguro e isolado para cada empresa, mesmo os planos ilimitados geralmente têm alguns limites. Se você tiver uma demanda repentina de atividade, você pode achar sua conta limitada ou ter cobranças adicionais. Também pode haver um tempo de atraso maior à medida que os programas e usuários contatam a nuvem para obter dados.

Essa opção de armazenamento é particularmente favorecida para pequenas empresas que têm atividade estável e não têm muita informação proprietária que requer segurança extra.

Nuvem privada (private cloud)

O armazenamento privado em nuvem funciona de forma semelhante ao armazenamento em nuvem pública. Toda a informação é enviada e acessada pela internet. A principal diferença é que o servidor que hospeda a informação está localizado nas instalações. Isso permite que você mantenha um melhor controle sobre sua segurança e seu acesso enquanto ainda pode acessar informações de qualquer lugar. Como no armazenamento em nuvem pública, você pode hospedar vários inquilinos, mas eles podem ser departamentos específicos em uma empresa e não várias empresas.

Se você comprar e executar a solução da nuvem você mesmo, ainda terá os problemas de manutenção e as atualizações de hardware. No entanto, existem muitas companhias que oferecem a possibilidade de hospedar a sua nuvem privada para a sua empresa. Elas mantêm um servidor dedicado exclusivamente à sua companhia.

Caso você precise aumentar a escala, pode ser mais barato do que se você tivesse que comprar seu próprio hardware. Provavelmente seria mais rápido, pois simplesmente entraria em contato com a empresa em vez de obter aprovação para comprar equipamentos.

À medida que a tecnologia e os serviços de armazenamento em nuvem pública melhoram, os servidores de nuvem privada estão em declínio de popularidade. No entanto, as empresas, especialmente no nível de multinacionais, ainda usam servidores privados por causa da segurança extra e da capacidade de resposta que eles fornecem.

Finalmente, existem algumas situações em que uma solução pública de armazenamento em nuvem simplesmente não funcionará porque o negócio não é facilmente vinculado à internet — plataformas de petróleo ou submarinos, por exemplo.

Nuvem híbrida (hybrid cloud)

Como o próprio nome indica, a nuvem híbrida emprega uma nuvem privada e pública para hospedar seus dados. Está se tornando a escolha mais popular para empresas de todos os tamanhos, especialmente em empresas de nível multinacional. É considerado redundante ter dados em nuvens privadas e públicas, mas é mais seguro para preservação de dados durante uma interrupção.

Uma vantagem para o método híbrido é a flexibilidade que você obtém. Enquanto alguns serviços em nuvem oferecem opções híbridas, muitas vezes, as empresas usam uma ou mais soluções baseadas na nuvem para atender às suas necessidades individuais.

Ao usar uma abordagem híbrida, as empresas podem manter o controle de uma nuvem privada gerenciada internamente enquanto dependem da nuvem pública conforme necessário. Por exemplo, durante os períodos de pico, as aplicações individuais ou partes de aplicativos podem ser migradas para nuvem pública. Isso também será benéfico durante interrupções previsíveis como manutenções agendadas.

A capacidade de manter um site de recuperação de desastres fora da premissa para a maioria das organizações é impossível devido ao custo. Embora existam soluções e alternativas de baixo custo, quanto menor o alcance de uma organização, a capacidade de recuperar dados rapidamente se reduz.

Quais são os usos do armazenamento na nuvem?

Os provedores de armazenamento em nuvem tem muitos recursos para oferecer aos clientes com uma plataforma confiável e eficaz para o armazenamento de dados. Abaixo estão algumas das características importantes.

Sincronização automática

Se um usuário fizer alterações em um arquivo na nuvem, esse recurso atualizará as mudanças em todos os dispositivos em tempo real. Alguns serviços com funcionalidades de sincronização não são automáticos.

Isso pode causar alguns problemas sérios se o usuário esquecer de sincronizar os arquivos manualmente. Assim, uma característica de sincronização automática supera esse problema.

Acesso remoto

O armazenamento em nuvem permite aos usuários acessar e editar arquivos na nuvem a partir de qualquer computador, smartphone, tablet ou qualquer outro dispositivo por meio da internet. O tempo e o esforço necessários para transferir e copiar arquivos para esses diferentes dispositivos são eliminados.

Segurança do arquivo

Essa é uma das características mais importantes no armazenamento em nuvem. Os provedores de serviços criptografam arquivos durante a transferência e ao armazenar. Isso garante que os dados do usuário não sejam passíveis de serem interceptados e usados ​​por terceiros. Alguns dos serviços também permitem aos usuários escolher a sua chave de criptografia e fornecer a facilidade para proteger os arquivos com senhas.

Compartilhamento de arquivos

O recurso de compartilhamento de arquivos dá a possibilidade de vários usuários acessarem arquivos na nuvem de onde quer que estejam. Isso torna os dados de transferência de uma pessoa para outra extremamente fáceis, o que é especialmente útil para transferir arquivos grandes para vários usuários.

Escala de armazenamento

A quantidade de armazenamento atribuída a cada usuário pode ser conforme o pedido. Os limites podem ser ampliados ou reduzidos conforme a demanda. Isso é excelente para startups que começam com apenas um pequeno requisito de memória, mas crescem rapidamente e precisam de muito mais armazenamento.

Quais são as vantagens do armazenamento na nuvem para empresas?

Caso você migre para a nuvem, há alguns benefícios imediatos que a sua empresa pode experimentar. Você pode reduzir os custos operacionais, aumentar a eficácia da TI e economizar tempo gasto no rastreamento e na atualização do software na nuvem.

Uma das maiores vantagens de hospedar seu aplicativo na nuvem é que ele permite que seus funcionários passem mais tempo em tarefas críticas que podem agregar valor à sua empresa. Os funcionários, nesse caso, não precisam perder seu tempo em tarefas operacionais que são cotidianas, demoradas e não agregam nenhum valor ao negócio.

Os provedores de serviços da nuvem também garantem que os recursos físicos sejam mais bem utilizados, e há menos consumo de energia. Confira, abaixo, algumas vantagens de destaque do armazenamento em nuvem. Continue a leitura!

Custo reduzido

Com a nuvem, sua empresa pode aumentar a produtividade e a eficiência — dois fatores diretamente relacionados ao custo e à produção. Como a quantidade de pessoas e os recursos que você precisa para operar de forma eficiente, o seu custo por unidade cai. Isso permite que você obtenha economias de escala muito mais rápidas.

Além disso, uma taxa para armazenamento ilimitado na nuvem é mais barata do que comprar e manter muito espaço de armazenamento no disco rígido. As pessoas ainda compram discos rígidos para vários níveis de armazenamento em seus escritórios. Mas qualquer dispositivo físico que você usa pode falhar por motivos diferentes.

Os serviços de armazenamento em nuvem oferecem ofertas acessíveis para seus usuários. Por exemplo, o principal serviço da nuvem Dropbox permite usar 2 GB de armazenamento gratuitamente. É suficiente para sincronizar seus arquivos de smartphone e manter pelo menos documentos de texto. Se suas demandas exigem mais espaço, existem diferentes opções para comprá-lo que podem otimizar seu negócio.

Possibilidade de trabalhar com os dados de qualquer lugar

A nuvem é um instrumento perfeito para a troca imediata de dados. A opção de dar acesso a várias pessoas torna esse serviço uma ferramenta perfeita para trabalhos distantes e internos. As pessoas precisam transferir informações todos os dias. Por exemplo, se você trabalha com funcionários em home office ou vendedores externos, eles podem enviar arquivos para sua análise mais rápido do que via e-mail.

Você pode sincronizar qualquer pasta com seu armazenamento em nuvem e dar acesso apenas a pessoas selecionadas. Mesmo se você estiver ausente do seu trabalho, você pode entrar no seu armazenamento via smartphone e resolver o seu negócio online. Essa oportunidade de cooperação apaga o fosso entre as pessoas, para que todos possam entregar produtos de seu trabalho mais rápido do que antes.

Segurança dos dados

O monitoramento contínuo de vulnerabilidades de segurança e configuração é crucial. Uma violação de segurança ou perda de dados pode ser perigosa e prejudicial para a integridade do seu negócio. Com a nuvem, você é capaz de mitigar riscos ao armazenar informações valiosas, dados e aplicativos fora do site.

O armazenamento em nuvem monitora continuamente o seu armazenamento, com base nos testes que você escolheu ou criou e na frequência que deseja que eles executem. Se um problema for encontrado, ele alerta quem você designa e mantém um registro da descoberta, juntamente a descrições detalhadas do problema e sua provável resolução.

Escalabilidade e flexibilidade

Você pode escalar infinitamente para atender a demanda do cliente (ou a falta dela), e não precisa atualizar seus servidores ou bancos de dados constantemente. Isso significa que há custos iniciais mais baixos e você pode operar em uma infraestrutura mais enxuta.

A escalabilidade sob demanda, ou elasticidade, permite que as organizações economizem custos ao pagar o uso, e não a capacidade máxima necessária.

Você pode ter atualizações de recursos e segurança para o aplicativo em toda sua base de usuários, sem que eles tenham que baixar ou instalar nada, ou pedir aos seus administradores. Se algo der errado, você também pode reverter essas mudanças rapidamente.

Backup

É altamente recomendável que as empresas tenham um plano de emergência de backup pronto no caso de uma emergência. Simplificando, o trabalho que é salvo na nuvem não é mais vulnerável a problemas técnicos com o equipamento dos funcionários.

Se o computador de um funcionário quebrar, ou o disco rígido for danificado, o trabalho pode ser perdido sem esperança de recuperação. No entanto, quando são guardados na nuvem, ainda podem ser acessados ​​por meio de outros dispositivos.

Assim, o armazenamento em nuvem pode ser usado como um plano de backup por empresas fornecendo uma segunda cópia de arquivos importantes. Esses arquivos são armazenados em um local remoto e podem ser acessados ​​pela conexão à internet.

Tempo de inatividade zero

O armazenamento em nuvem utiliza vários servidores, hardware e recursos usados ​​para armazenar e gerenciar seus dados. Assim, a falha de um ponto não afeta a continuidade do negócio, já que o resto dos outros recursos são capazes de distribuir a carga de trabalho. Portanto, seus dados estão sempre disponíveis com o armazenamento em nuvem.

Confiabilidade e taxas de adoção mais altas

Os fornecedores de nuvem oferecem acordos de nível de serviço (service level agreement — SLAs), geralmente incluindo disponibilidade, desempenho, segurança, privacidade, acesso a dados, portabilidade de dados e qualquer processo de mediação de controvérsias.

A barreira à entrada para usuários é baixa. Eles já estão familiarizados com aplicativos baseados na web, e você pode oferecer inscrições de um clique. Ser baseado na web significa que você pode oferecer seu produto a qualquer pessoa com conexão à internet.

Por último e, o mais importante, a nuvem oferece a vantagem de uma implantação rápida. Depois de optar por esse método de funcionamento, todo o seu sistema pode ser totalmente funcional em questão de alguns minutos. Claro, a quantidade de tempo aqui dependerá do tipo exato de tecnologia que você precisa para o seu negócio.

Ausência de manutenção

Muitas empresas, independentemente do tamanho, preferem armazenar dados dentro de servidores internos e centros de dados. Embora essa abordagem não seja uma opção ruim como tal, ela, no entanto, vem com despesas gerais adicionais.

Os servidores exigem manutenção constante, o que significa que a empresa deve empregar uma grande equipe de TI para gerenciá-los, o que é uma proposta dispendiosa. Graças ao armazenamento em nuvem, as empresas podem economizar muito dinheiro na manutenção, já que seus servidores agora estão sob controle de fornecedores externos.

Em vez disso, eles podem concentrar recursos nos principais aspectos de seus negócios, sem se preocupar com uma equipe de TI ou com seus orçamentos maciços.

Aumento de produtividade

Quando outra pessoa assume a responsabilidade sobre o armazenamento, você pode se concentrar no que é mais importante para você — seu negócio. Alguém responsável pela gestão de um site de comércio eletrônico deve estar mais preocupado em encontrar clientes, fabricar e entregar um produto e fornecer atendimento ao cliente pós-venda.

O que vocês não deveriam desperdiçar o seu tempo é em alocar memória nos servidores de aplicativos da web, em preocupar-se com regras de firewall e detecção de intrusão, em escolher a melhor rede de distribuição de conteúdo, em fazer backups regulares e em elaborar um plano de recuperação. Pense na posse de um carro. Muitas pessoas não sabem como mantê-lo e repará-lo, mas todos que desejam saber como dirigi-lo. É assim que deve ser com aplicativos, especialmente nos negócios.

Quer saber mais sobre hospedagem de sites e armazenamento na nuvem? Assine nossa newsletter e fique por dentro das novidades!

Ataques DDoS: o que são e como se proteger?

Ataques DDoS: o que são e como se proteger?

Os ataques DDoS estão em ascensão e cada vez mais estão se tornando motivo de preocupação para usuários da web e administradores de ambientes online. Somente em 2017 foram mais de 250 mil invasões no Brasil, o que representa uma média de 30 ataques por hora.

Ficando cada vez mais sutis e elaborados, os ataques DDoS estão tirando o sono de equipes de TI por todo o mundo. Se considerarmos que, a cada dia, mais instrumentos sustentam suas operações em estruturas na internet, o perigo aumenta.

Por isso, no post de hoje, você entenderá melhor como funcionam esses ataques, quais prejuízos eles podem acarretar à sua empresa e quais as formas mais eficazes de se proteger contra eles. Confira!

O que é o ataque DDoS

Um relatório publicado pela Arbor Networks, empresa de proteção de redes corporativas, indica que o Brasil é o maior alvo dos ataques DDoS da América Latina, além de receber também as intervenções mais intensas.

Contudo, muitas vezes, não se sabe as origens desses ataques, que têm seu conceito relacionado a objetivos de grande impacto, como derrubar sistemas como os de servidores de alta demanda (Netflix, Playstation Network, etc) ou, até mesmo, a competição por espaço de grupos hackers.

Também conhecido como ataque de negação de serviço, os ataques DDoS (da sigla Distributed Denial of Service) ocorre quando um usuário utiliza-se de milhares de computadores — também chamados de usuários zumbis — com a intenção de esgotar os recursos disponíveis em um servidor, rede ou aplicativo. O aumento repentino do tráfego gera uma sobrecarga fazendo com que os usuários reais não consigam acessar o domínio.

Para o ataque de negação se concretizar, é preciso um grande número de computadores, que funcionam como um exército da máquina mestre — responsável por comandar os demais usuários.

Para conseguir acesso a tantos servidores, são criados “malwares” (vírus, cavalos de troia, backdoor’s, entre outros), que, após disseminados na rede, instalam nos computadores recursos que permitem o comando involuntário.

O que impede a identificação da máquina mestre é o número de usuários que acessam o domínio com recursos parecidos e números de IP que se modificam constantemente — o que dificulta também o reconhecimento do usuário como máquina zumbi.

Quem são as principais vítimas do ataque DDoS?

É comum que os ataques atinjam máquinas domésticas, uma vez que elas, muitas vezes, não são devidamente protegidas ou podem ter os seus softwares desatualizados.

No entanto, é importante não pensar que apenas as páginas de menor alcance são vulneráveis. Sites de grandes corporações já foram vítimas dos hackers como a Amazon, o E-bay e até a própria Microsoft.

Informações referentes a e-mails, CRMs, ferramentas de automação, dados de clientes, documentação de cadastro e outras dezenas de operações da empresa são vulneráveis aos ataques DDoS, refletindo diretamente na produtividade e segurança da corporação.

Contudo, não se pode dizer qual é o principal alvo do ataque. Tanto o usuário comum quanto as grandes corporações trabalham com softwares igualmente bem elaborados e com sistemas de proteção condizentes com a necessidade do equipamento. O que pode determinar a máquina “alvo” são as reais motivações do hacker.

Quais as intenções do hacker e a quem eles já atingiram?

Os motivos para que esses ataques ocorram são os mais variados: tentativas de fraude, atos de protesto, competição entre grandes grupos hackers, entre outros.

Entre as invasões mais conhecidas no Brasil, destaca-se o ataque ao site da Petrobras, em 2011. A página da empresa ficou por algumas horas fora do ar e um grupo de hackers chamado LulzSecBrazil — que fez questão de se identificar pelo feito — reivindicou a queda em uma postagem de blog. Na publicação, o grupo responsabilizava o preço do combustível na época pela ação.

E não parou por aí. O grupo anunciou que outros grandes sites também seriam atacados. No mesmo dia, mais tarde, as páginas federais presidencia.gov.br e brasil.gov.br saíram do ar.

Outros ataques mais maliciosos e elaborados também já estiveram em pauta. Em 2016, uma empresa americana de proteção computacional descobriu um ataque que acontecia (inclusive em empresas brasileiras) por meio de malwares que se utilizavam de câmeras de segurança. A invasão nos sistemas conectados de segurança permitiu o acesso a dados sigilosos de bancos e outras grandes corporações que eram passíveis de fraudes.

Com o avanço da Internet das Coisas (IoT), a situação tende a piorar?

Agora, que até aparelhos eletrodomésticos mais básicos, como um fogão ou uma geladeira, têm acesso à internet, o número de opções para os atacantes pode aumentar consideravelmente e, em contrapartida, diminuem-se as chances de descobrir as origens do ataque. Afinal, quem desconfiará que um item de cozinha é o responsável por danos a softwares e informações de grandes empresas?

Com a expansão da Internet das Coisas, as empresas precisam se dedicar mais ao desenvolvimento de softwares de proteção para evitar a vulnerabilidade dos aparelhos.

E não só os fabricantes, mas também os usuários devem se preocupar mais com as condições de segurança dos seus equipamentos. No caso citado acima, por exemplo, os usuários das câmeras não se preocupam em reforçar o código de acesso do sistema — muitos não chegam nem a mudar a senha de fábrica — o que facilita a entrada dos hackers.

É importante lembrar que as funções voltadas à segurança devem se sobrepor às questões de design e estética dos aparelhos adquiridos pelo cliente.

Como se proteger dos ataques DDoS?

Existem algumas práticas que dificultam as invasões e visam à proteção contra os ataques DDoS. Uma delas é a adoção de uma maior largura de banda, que visa atender tráfegos maiores, além de, claro, uma conexão reserva.

A instalação de sistemas de detecção também é uma alternativa viável, que se contrapõe à contratação de um especialista — o que pode ser caro em uma situação de urgência, como acontece na maioria dos casos.

Os sistemas de mitigação — termo difundido em setores de TI quando se fala em diminuição de riscos — também são eficazes por identificar quais tráfegos são ou não legítimos. A desvantagem é que o processo é demorado e a urgência por normalizar a situação da página pode transformá-lo em uma opção ineficaz.

E, por fim, armazenar os dados em um sistema de nuvem bem preparado para cenários de ataques é outra boa prática para mitigar riscos. Algumas empresas possuem seus sistemas de ERPs e CRMs completamente hospedados na internet. Um ataque desse porte pode colocar todas as informações em risco, paralisando o sistema por horas ou, até mesmo, dias.

Contudo, mesmo existindo várias formas de proteção, nenhuma tem sua eficácia 100% garantida. Ao mesmo tempo em que os desenvolvedores criam sistemas de proteção mais modernos e eficazes, os hackers atualizam seus códigos e instrumentos de ataque.

Por isso, adotar medidas preventivas é a melhor opção para evitar a invasão de seu sistema, ajudando a garantir segurança para o seu negócio e a deter imprevistos.

Gostou deste post? Então, assine a nossa newsletter e fique por dentro das mais relevantes informações do mundo tecnológico!

Link privado: por que ter e qual é sua importância?

Link privado: por que ter e qual é sua importância?

Você já pensou em ter a estabilidade e a segurança de uma rede privada em todos os acessos da empresa aos servidores na nuvem e à internet em geral? Então, o link privado pode ser a resposta que você procura.

Neste artigo, vamos apresentar para você essa tecnologia, mostrar os benefícios de investir na solução e especificar em que casos você tem mais a ganhar apostando em uma VPN. Vamos lá?

O que é um link privado?

Um link privado pode ser descrito como uma rota exclusiva de transporte de dados entre duas pontas via internet. É um canal de comunicação criptografado usado para conexões VPN, as redes privadas virtuais.

A ideia principal por trás desse tipo de tecnologia é garantir a estabilidade e segurança de uma rede corporativa interna sem restringir a produtividade ao escritório da empresa.

Isso é possível porque a conexão é direta e existem poucas brechas para a interceptação e captura de dados. Mesmo que isso ocorra, será impossível que o criminoso visualize e edite essas informações sem a chave correspondente.

Quais são as vantagens de um link privado na empresa?

Investir na solução de link privado associado a uma VPN é uma grande saída para diminuir ameaças externas, garantir a confiabilidade do negócio e ainda dar mais espaço para que o gestor de TI se preocupe com questões mais estratégicas de negócio apoiadas em tecnologia. Veja alguns exemplos de benefícios que a tecnologia pode proporcionar à sua empresa:

Estabilidade de conexão

A velocidade de um link privado geralmente segue a qualidade e banda contratada pela empresa fornecedora, como qualquer tipo de conexão. Porém, apostar em VPN ou link privado é uma forma de adquirir um link dedicado para o seu sistema.

Exclusividade de estrutura é uma garantia de mais estabilidade e disponibilidade principalmente de serviços na nuvem. Essa pode se tornar uma grande vantagem de negócio, principalmente em um país como o Brasil, com suas limitações de infraestrutura de conectividade.

Criptografia

Esse é o grande benefício quando falamos de segurança em um negócio apoiado por cloud computing. A base do link privado é a criptografia de ponta a ponta, ou seja, os dados são embaralhados na saída e só podem ser desembaralhados quando alcançarem o destino certo.

Mesmo que essas informações sejam capturadas e haja alguma indisponibilidade momentânea no serviço, é virtualmente impossível visualizar esses dados sem a chave de criptografia. Esse é o tipo de cuidado com a segurança que traz confiança e credibilidade à marca, tanto entre fornecedores como parceiros, colaboradores e, claro, o público.

Controle maior na gestão de dados

Outra vantagem de contar com esse túnel privado para a troca de informações é que fica muito mais fácil gerenciar e monitorar o uso de informações sensíveis por funcionários e colaboradores.

Como é quase impossível que haja o comprometimento de dados no caminho entre as duas pontas, falhas humanas e casos de uso indevido de documentos podem ser rastreados com mais facilidade — todos esses processos confinados dentro do sistema.

Detecção de ameaças

E se é mais fácil identificar anomalias no uso dos dados, também é mais simples encontrar brechas sendo exploradas por criminosos e outros tipos de ameaça externa. Como o tráfego de informações é criptografado, suas ações de segurança podem focar nas pontas do sistema, seja a rede interna do escritório ou dispositivos específicos acessando documentos à distância.

Maior confiança em processos

Com um sistema melhor gerenciado, mais seguro e garantido pela criptografia, o gestor de TI tem mais ferramentas e tempo disponível para focar na otimização de processos, na relação de confiança entre sistemas e, por consequência, no aumento geral de produtividade da empresa.

É uma arma que você tem para transformar uma solução tecnológica em um motivador por economia, inovação e disrupção em todos os departamentos.

Para que casos um link privado é mais recomendado?

Se você procura mais estabilidade de conexão e segurança para a operação e gestão da nuvem, o link privado é uma solução importante para a sua empresa. Mas podemos especificar ainda mais em que situações uma VPN pode contribuir para o sucesso da empresa:

Quando há uso do Active Directory da Microsoft

A melhor forma de garantir a segurança no uso de ADs hospedados na nuvem é por meio de links privados ou conexões VPN. Dados confidenciais ou sensíveis para a operação ficam armazenados em um sistema de alto rendimento sem a preocupação de brechas que permitam roubo de informações — já que, para qualquer acesso, será exigida a chave de criptografia.

Quando a empresa tem filiais

O link privado pode ser uma ótima solução para comunicação confiável, estável e segura entre filiais, escritórios diferentes ou departamentos que não estejam todos integrados em uma mesma rede. É uma forma de criar um canal tão protegido de ameaças externas quanto seria uma rede interna corporativa.

Quando há uma política de trabalho remoto na empresa

Se você pretende implementar ou já gerencia modelos como BYOD e trabalho remoto na sua empresa, o link privado se transforma em mais uma camada de proteção sem prejudicar a produtividade.

Nesse cenário, apenas os aplicativos monitorados com credenciais verificadas poderão visualizar e editar documentos dentro do sistema. Essa não só é uma solução para uma gestão de dados segura como pode ser um novo passo tecnológico para impulsionar o crescimento da sua empresa.

Quando o link privado não é recomendado?

A questão da segurança de dados hoje é tão importante que não se recomenda o link privado apenas para gestão de informações que já são públicas ou que não afetam a operação do negócio. Por exemplo, quando o site da empresa é hospedado em um servidor na nuvem, não faz sentido utilizar uma VPN para visualização de código e arquivos.

Mas, como estamos acompanhando nos últimos anos, é a gestão dos dados sensíveis para um negócio que se torna cada vez mais vital para o sucesso em um mercado transformado digitalmente. Se você quer, ao mesmo tempo, garantir a segurança do seu sistema e aumentar a produtividade de todos os departamentos, o link privado pode ser a solução que você precisa!

Gostou da dica? Quer ficar ainda mais informado sobre como garantir segurança, estabilidade e confiança na gestão de dados da sua empresa? Então, assine a nossa newsletter! Você vai receber diretamente no seu e-mail mais artigos como este!

RAID: o que é e como ele ajuda os servidores?

RAID: o que é e como ele ajuda os servidores?

O armazenamento é essencial ao configurar um servidor, já que praticamente toda informação depende de um dispositivo de storage, onde é salva, atualizada e recuperada em diversas utilizações. Se você tiver requisitos de redundância ou desempenho mais complexos, soluções como o RAID podem fazer a diferença.

Confira a seguir como o RAID pode ampliar a capacidade de armazenamento e velocidade do seu servidor. Veja mais!

Afinal, o que é RAID?

RAID é uma sigla para Redundant Array of Independent Disks ou Conjunto Redundante de Discos Independentes. É uma técnica que consiste em utilizar um conjunto de discos rígidos de forma que eles operem com maior eficiência.

De uma forma simples, RAID é a configuração de dois ou vários discos rígidos para funcionar como uma única unidade em um único sistema de computador. Embora a configuração possa variar de acordo com o uso pretendido, o principal conceito é fornecer uma instalação de alta disponibilidade, que deve isolar todo o armazenamento de dados de situações como falhas no sistema ou falhas na infraestrutura.

No mundo da tecnologia da informação, o termo “alta disponibilidade” é obtido por meio da redundância. Isso pode ser feito implantando matrizes RAID no centro de dados, o que reduz a probabilidade de falhas do sistema, que acontecem devido a falhas do disco rígido. Isso evita que as matrizes de disco configuradas falhem e, portanto, suas operações gerais também não serão afetadas fazendo com que os usuários do data center nunca experimentem o tempo de inatividade.

Por que usar o RAID?

Os valores primários fornecidos pelo RAID são a redundância de dados e os ganhos de desempenho. A redundância destina-se a ajudar a aumentar a disponibilidade dos seus dados.

Isso significa que, durante certas condições de falha, como quando uma unidade de armazenamento fica defeituosa, suas informações ainda estão acessíveis e o sistema como um todo pode continuar a funcionar até que a unidade seja substituída.

Isso não significa um mecanismo de backup — os backups separados sempre são recomendados com RAID como com qualquer outro tipo de armazenamento — mas, em vez disso, tem como objetivo minimizar as interrupções quando ocorrem problemas.

O outro benefício que o RAID oferece em alguns cenários está no desempenho. O armazenamento geralmente é limitado pela velocidade de um único disco. Com o RAID, os dados são redundantes ou distribuídos, o que significa que vários discos podem ser consultados para cada operação de leitura, aumentando a taxa de transferência total. As operações de gravação também podem ser melhoradas em certas configurações, pois cada disco individual pode ser solicitado a escrever apenas uma fração do total de dados.

Qual nível de RAID é adequado para o meu negócio?

RAID 0

O RAID 0 destina-se a velocidades rápidas de leitura e gravação, dando ao usuário um ótimo desempenho. O RAID 0 é um pouco diferente porque, apesar do seu nome, não há redundância. Em vez disso, os dados são “listrados” nas unidades, o que significa que cada disco contém uma parte da informação geral.

Embora isso permita velocidades de leitura e gravação mais rápidas, isso também significa que, se uma das unidades falhar, não há como recuperar qualquer um dos dados em discos de trabalho restantes.

O RAID 0 geralmente é a configuração RAID preferida para jogadores, em que a velocidade é de extrema importância.

RAID 1

O RAID 1 é uma configuração de, pelo menos, duas unidades que contém exatamente os mesmos dados. O RAID 1 fornece o que se chama “tolerância a falhas”, o que significa que, quando uma unidade falha, as outras ainda funcionarão. Esse é, portanto, o favorito para aqueles que precisam de alta confiabilidade.

A diferença é que ele não oferece nem mesmo as mesmas velocidades de gravação que uma configuração RAID 0. Quando os dados são salvos, ele deve ser gravado em cada unidade, o que significa que a velocidade de gravação só pode ser tão rápida quanto a unidade mais lenta na matriz. Posteriormente, o espaço de armazenamento também depende da unidade menor da matriz.

Pense na eficiência do RAID 1 como o número de unidades divididas pelo número de unidades. Dois divididos por dois são um (um para armazenamento e o outro para backup). Já uma configuração de cinco unidades ainda tem apenas um valor de unidade de informação, mas quatro backups.

RAID 5

A configuração mais popular, o RAID 5 usa um método semelhante ao RAID 0, e também tem uma “paridade” distribuída nas unidades.

De uma forma lógica, os dados são reunidos no caso de uma única falha na unidade, usando as informações de paridade armazenadas nas outras unidades.

Essa função é executada enquanto as outras unidades continuam suas operações normais, o que significa que o tempo de inatividade é zero em caso de falha na unidade. É por isso que o RAID 5 requer pelo menos três unidades.

O RAID 5 perde 33% do espaço de armazenamento (usando três unidades) para essa paridade, mas ainda é uma configuração mais econômica do que o RAID 1. As configurações mais populares do RAID 5 usam quatro unidades, o que reduz o espaço de armazenamento perdido para 25%.

RAID 10

O RAID 10 consiste em um mínimo para quatro unidades e tem todas as vantagens de RAID 0 e RAID 1 — embora a um custo ligeiramente maior.

O RAID 10 tem as características de desempenho de uma configuração RAID 0, mas, em vez de confiar em discos únicos, é utilizada uma matriz espelhada, que fornece uma redundância de todos os acolhimentos. Isso significa que o RAID 10 pode fornecer a velocidade do RAID 0 com a redundância do RAID 1, razão pela qual, às vezes, você o verá como RAID 1 + 0 (ou 10).

Como aplicar RAID no meu negócio?

O RAID normalmente é usado em servidores em que a tolerância a falhas é necessária e a acessibilidade de dados é crítica. Como resultado, o RAID é comumente usado em dispositivos de armazenamento conectados em rede, bem como servidores que hospedam linhas críticas de aplicativos de negócios.

O RAID também pode ser usado em PCs de mesa. As empresas que criam PCs de alta potência para seus funcionários, como aqueles nos campos de edição de CAD ou multimídia, podem se beneficiar da configuração do RAID. O RAID fornece proteção de falha do disco rígido para aqueles que devem usar aplicativos robustos com grandes quantidades de armazenamento.

Como o RAID deixa o negócio mais seguro?

Ter uma configuração de redundância nos discos rígidos de seus servidores poderia potencialmente salvar seu negócio de tempo de inatividade dispendioso.

Com o RAID, as organizações podem perder um disco em sua matriz e continuar com suas operações do dia a dia sem se preocupar. A maioria das matrizes RAID fornece aos administradores estatísticas do disco, que fornece alertas para a equipe de TI se uma unidade estiver prestes a falhar dentro de um RAID.

Gostou dos benefícios que o armazenamento em RAID pode trazer para sua operação de dados. Pois saiba que os servidores dedicados Under já contam com discos RAID para garantir a melhor disponibilidade. Entre em contato conosco para saber mais.

Qual é a melhor forma de fazer seus backups periódicos?

Qual é a melhor forma de fazer seus backups periódicos?

Fazer backups periódicos é uma prática de segurança recomendada para evitar a perda de dados. No ambiente empresarial, isso é ainda mais importante, sobretudo com o avanço das fraudes virtuais. Não basta equipar a empresa com o que há de mais moderno em recursos tecnológicos se as informações processadas podem sumir em um piscar de olhos.

Sobre isso, vamos refletir aqui neste artigo. Continue lendo para entender algumas técnicas e formas de realizar backups periódicos para potencializar a segurança da informação no seu negócio!

Os desafios da segurança dos dados

Vamos começar com um panorama rápido dos atuais desafios relacionados à segurança dos dados corporativos. Eles nos mostram a importância de uma boa estratégia de backups periódicos.

De acordo com o WISR – Worldwide Infrastructure Security Report, relatório anual da Netscout Arbor, as empresas brasileiras sofreram uma média de 30 ataques de negação de serviços (indisponibilidade de aplicações) por hora ao longo de 2017. Na escala global, o país está em quinto lugar nesse tipo de fraude.

Já um estudo realizado pela PwC aponta que os empresários brasileiros tiveram perdas superiores a 1 milhão de dólares em 2017 por conta de danos e roubos de dados, além de problemas com disponibilidade de serviços, softwares e redes.

Em nível mundial, de acordo com a fabricante de soluções em antivírus McAfee, os diversos tipos de cibercrimes já provocaram perdas na casa dos 600 bilhões de dólares. A empresa destaca a rapidez com que a chamada “indústria hacker” se adapta às inovações tecnológicas para explorar vulnerabilidades; e alerta para a necessidade de estratégias cada vez mais poderosas para lidar com o problema.

Backups periódicos como tática de segurança da informação

Não importa o tamanho da empresa ou em que segmento atue, os backups regulares são essenciais para garantir a segurança dos dados. Na prática, uma boa estratégia de backup pode ser a única forma de evitar um desastre na infraestrutura de TI como um todo.

Realizar backups periodicamente, de preferência de forma automatizada, ajuda a garantir que, independentemente da estratégia de segurança atual, a organização tenha dados seguros e limpos para manter sua operação em caso de perda de dados, ataques de hacker ou, até mesmo, um desastre natural.

Há especialistas que recomendam, inclusive, deixar o backup sempre em um servidor que não é o mesmo dele, em um outro datacenter. Em caso de desastre (incêndio, incidentes naturais etc.), por exemplo, é bom ter o backup mantido fora do ambiente interno de TI. E isso pode ser conseguido contratando um provedor de computação em nuvem.

Dessa forma, com os backups sendo realizados a quilômetros de distância (em alguns casos, até em outros países), a garantia de que os dados poderão ser recuperados facilmente aumenta significativamente.

Outra medida bastante recomendada é a realização de testes de backup com antecedência. Em um bom plano de contingência, são realizadas simulações para certificar de que as cópias de segurança serão realizadas regularmente.

A periodicidade indicada depende muito do sistema e do produto tecnológico que a empresa possui. Há aplicações que exigem backups semanais, como é o caso dos sites institucionais; e há casos como o dos softwares integrados de gestão empresarial (ERP) em que são necessárias cópias de segurança diárias e até de hora em hora.

Os modelos de backup mais comuns

Basicamente, são três os tipos de backups periódicos mais praticados atualmente:

Backup full ou backup completo

Esse é um tipo de backup no qual são geradas cópias de tudo o que a empresa possui em seus servidores. Dia a dia, tudo é copiado. Um dos desafios desse modelo é que ele consome bastante espaço de armazenamento.

Backup incremental

Como o próprio nome sugere, esse é um tipo de backup que copia apenas arquivos que foram alterados desde o backup anterior.

O problema desse backup é que é preciso restaurar a cópia completa e depois cada uma das diferenças. Ou seja, a restauração é mais trabalhosa.

Backup diferencial

O diferencial é um tipo de backup que copia todos os dados que mudaram desde o último backup completo. Por exemplo, se um backup completo for feito no domingo, o backup diferencial de segunda-feira faz cópia de todos os arquivos alterados ou adicionados desde o domingo.

Backups periódicos na nuvem são a melhor escolha

Soluções de backup em nuvem vêm ganhando bastante aderência nos últimos tempos. Bons provedores de soluções em nuvem fornecem serviços de backup automatizados, ou seja, sem a necessidade de intervenção humana.

Ao contrário das técnicas tradicionais de backup, o backup na nuvem se distingue por ser altamente flexível e escalável. Ou seja, as capacidades de realização cópias de segurança e de armazenamento, bem como a periodicidade, são facilmente adaptadas conforme aumentam as demandas da empresa. Basta que a empresa contratante solicite ao provedor de nuvem e as atualizações são realizadas automaticamente, sem necessidade de implementações na infraestrutura interna.

Graças aos vários níveis de redundância oferecidos pelo serviço de backup na nuvem, em casos de dados perdidos ou apagados (por erros dos usuários ou intencionalmente por agentes internos e externos à empresa), as cópias de segurança estão sempre disponíveis e podem ser facilmente localizadas. Logicamente, ao contratar backup em nuvem, é importante se certificar de que o fornecedor armazena diversas cópias em locais independentes um do outro (em diversos datacenters, espalhados, muitas vezes, por regiões diferentes). É isso que garante a redundância e eleva a certeza de que os dados não serão perdidos.

Por fim, um benefício muito importante dos serviços de backup online é a redução de gastos. Esses serviços são muito mais baratos do que unidades de fita, servidores ou outros elementos de hardware e software necessários para realizar o backup do modo tradicional, pois são totalmente digitais e virtualizados.

Além disso, todo o custo interno com equipe e infraestrutura desaparece, pois o backup em nuvem é de inteira responsabilidade do provedor do serviço.

Sua empresa já conta com backups periódicos na nuvem? O que você achou da reflexão que trouxemos neste artigo? Se gostou, compartilhe-o em suas redes sociais para que mais pessoas tenham acesso!