Ataques DDoS: o que são e como se proteger?

Ataques DDoS: o que são e como se proteger?

Os ataques DDoS estão em ascensão e cada vez mais estão se tornando motivo de preocupação para usuários da web e administradores de ambientes online. Somente em 2017 foram mais de 250 mil invasões no Brasil, o que representa uma média de 30 ataques por hora.

Ficando cada vez mais sutis e elaborados, os ataques DDoS estão tirando o sono de equipes de TI por todo o mundo. Se considerarmos que, a cada dia, mais instrumentos sustentam suas operações em estruturas na internet, o perigo aumenta.

Por isso, no post de hoje, você entenderá melhor como funcionam esses ataques, quais prejuízos eles podem acarretar à sua empresa e quais as formas mais eficazes de se proteger contra eles. Confira!

O que é o ataque DDoS

Um relatório publicado pela Arbor Networks, empresa de proteção de redes corporativas, indica que o Brasil é o maior alvo dos ataques DDoS da América Latina, além de receber também as intervenções mais intensas.

Contudo, muitas vezes, não se sabe as origens desses ataques, que têm seu conceito relacionado a objetivos de grande impacto, como derrubar sistemas como os de servidores de alta demanda (Netflix, Playstation Network, etc) ou, até mesmo, a competição por espaço de grupos hackers.

Também conhecido como ataque de negação de serviço, os ataques DDoS (da sigla Distributed Denial of Service) ocorre quando um usuário utiliza-se de milhares de computadores — também chamados de usuários zumbis — com a intenção de esgotar os recursos disponíveis em um servidor, rede ou aplicativo. O aumento repentino do tráfego gera uma sobrecarga fazendo com que os usuários reais não consigam acessar o domínio.

Para o ataque de negação se concretizar, é preciso um grande número de computadores, que funcionam como um exército da máquina mestre — responsável por comandar os demais usuários.

Para conseguir acesso a tantos servidores, são criados “malwares” (vírus, cavalos de troia, backdoor’s, entre outros), que, após disseminados na rede, instalam nos computadores recursos que permitem o comando involuntário.

O que impede a identificação da máquina mestre é o número de usuários que acessam o domínio com recursos parecidos e números de IP que se modificam constantemente — o que dificulta também o reconhecimento do usuário como máquina zumbi.

Quem são as principais vítimas do ataque DDoS?

É comum que os ataques atinjam máquinas domésticas, uma vez que elas, muitas vezes, não são devidamente protegidas ou podem ter os seus softwares desatualizados.

No entanto, é importante não pensar que apenas as páginas de menor alcance são vulneráveis. Sites de grandes corporações já foram vítimas dos hackers como a Amazon, o E-bay e até a própria Microsoft.

Informações referentes a e-mails, CRMs, ferramentas de automação, dados de clientes, documentação de cadastro e outras dezenas de operações da empresa são vulneráveis aos ataques DDoS, refletindo diretamente na produtividade e segurança da corporação.

Contudo, não se pode dizer qual é o principal alvo do ataque. Tanto o usuário comum quanto as grandes corporações trabalham com softwares igualmente bem elaborados e com sistemas de proteção condizentes com a necessidade do equipamento. O que pode determinar a máquina “alvo” são as reais motivações do hacker.

Quais as intenções do hacker e a quem eles já atingiram?

Os motivos para que esses ataques ocorram são os mais variados: tentativas de fraude, atos de protesto, competição entre grandes grupos hackers, entre outros.

Entre as invasões mais conhecidas no Brasil, destaca-se o ataque ao site da Petrobras, em 2011. A página da empresa ficou por algumas horas fora do ar e um grupo de hackers chamado LulzSecBrazil — que fez questão de se identificar pelo feito — reivindicou a queda em uma postagem de blog. Na publicação, o grupo responsabilizava o preço do combustível na época pela ação.

E não parou por aí. O grupo anunciou que outros grandes sites também seriam atacados. No mesmo dia, mais tarde, as páginas federais presidencia.gov.br e brasil.gov.br saíram do ar.

Outros ataques mais maliciosos e elaborados também já estiveram em pauta. Em 2016, uma empresa americana de proteção computacional descobriu um ataque que acontecia (inclusive em empresas brasileiras) por meio de malwares que se utilizavam de câmeras de segurança. A invasão nos sistemas conectados de segurança permitiu o acesso a dados sigilosos de bancos e outras grandes corporações que eram passíveis de fraudes.

Com o avanço da Internet das Coisas (IoT), a situação tende a piorar?

Agora, que até aparelhos eletrodomésticos mais básicos, como um fogão ou uma geladeira, têm acesso à internet, o número de opções para os atacantes pode aumentar consideravelmente e, em contrapartida, diminuem-se as chances de descobrir as origens do ataque. Afinal, quem desconfiará que um item de cozinha é o responsável por danos a softwares e informações de grandes empresas?

Com a expansão da Internet das Coisas, as empresas precisam se dedicar mais ao desenvolvimento de softwares de proteção para evitar a vulnerabilidade dos aparelhos.

E não só os fabricantes, mas também os usuários devem se preocupar mais com as condições de segurança dos seus equipamentos. No caso citado acima, por exemplo, os usuários das câmeras não se preocupam em reforçar o código de acesso do sistema — muitos não chegam nem a mudar a senha de fábrica — o que facilita a entrada dos hackers.

É importante lembrar que as funções voltadas à segurança devem se sobrepor às questões de design e estética dos aparelhos adquiridos pelo cliente.

Como se proteger dos ataques DDoS?

Existem algumas práticas que dificultam as invasões e visam à proteção contra os ataques DDoS. Uma delas é a adoção de uma maior largura de banda, que visa atender tráfegos maiores, além de, claro, uma conexão reserva.

A instalação de sistemas de detecção também é uma alternativa viável, que se contrapõe à contratação de um especialista — o que pode ser caro em uma situação de urgência, como acontece na maioria dos casos.

Os sistemas de mitigação — termo difundido em setores de TI quando se fala em diminuição de riscos — também são eficazes por identificar quais tráfegos são ou não legítimos. A desvantagem é que o processo é demorado e a urgência por normalizar a situação da página pode transformá-lo em uma opção ineficaz.

E, por fim, armazenar os dados em um sistema de nuvem bem preparado para cenários de ataques é outra boa prática para mitigar riscos. Algumas empresas possuem seus sistemas de ERPs e CRMs completamente hospedados na internet. Um ataque desse porte pode colocar todas as informações em risco, paralisando o sistema por horas ou, até mesmo, dias.

Contudo, mesmo existindo várias formas de proteção, nenhuma tem sua eficácia 100% garantida. Ao mesmo tempo em que os desenvolvedores criam sistemas de proteção mais modernos e eficazes, os hackers atualizam seus códigos e instrumentos de ataque.

Por isso, adotar medidas preventivas é a melhor opção para evitar a invasão de seu sistema, ajudando a garantir segurança para o seu negócio e a deter imprevistos.

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Conheça 6 casos de sucesso de Big Data em empresas

Conheça 6 casos de sucesso de Big Data em empresas

A quantidade de dados digitais cresceu tremendamente nos últimos anos e, com isso, surgiu o Big Data, termo que refere-se a um processo de análise de dados para direcionamentos estratégicos nas empresas. E isso não se aplica somente àqueles que têm seus negócios focados em tecnologia. Existem casos de sucesso de Big Data em empresas de todos os tipos.

Todos sabemos que grandes empresas digitais como a Amazon, a Uber e a Netflix usam dados importantes para gerar tudo, desde o desenvolvimento de novos produtos até a previsão de quais filmes o manterão colado na sua cadeira. Contudo, os varejistas, as instituições públicas e empresas consolidadas enfrentam situações únicas que muitas empresas digitais não enfrentam e, mesmo assim, estão investindo em Big Data.

Os dados sempre foram importantes nos negócios, é claro. Porém, com a chegada das tecnologias digitais, ficou clara a necessidade de ajudar as empresas a desenvolverem uma vantagem competitiva sustentável.

Confira 6 empresas com casos de sucesso de Big Data:

1. Monsanto

Monsanto aproveita a análise de dados para elaborar projetos otimizados de plantio. Os agricultores estão sempre perguntando sobre quais sementes plantar, quanto, onde e quando. Essa empresa usa a ciência dos dados para fazer recomendações prescritivas para o plantio.

Eles usam os modelos matemáticos e estatísticos para planejar os melhores momentos e locais para cultivar plantas masculinas e femininas. A ideia é maximizar o rendimento e reduzir a utilização da terra.

Seu algoritmo de aprendizado de máquina atinge mais de 90 bilhões de pontos de dados em dias, em vez de semanas ou meses. Isso pode reduzir e otimizar a extensão da área de plantio, inclusive.

2. Grupo Pão de Açúcar

O grupo Pão de Açúcar tem um sistema de relacionamento com o cliente voltado para a fidelização do seu público externo. Chamado de Clube Extra, o sistema tem o objetivo de não só promover a aproximação com clientes mas também com fornecedores.

De forma simples, o cliente se cadastra no programa da rede de supermercados e pode acumular pontos por meio de compras online ou em lojas físicas. Os dados originados com essa plataforma são analisados para relacionar os clientes com os produtos, com as marcas favoritas e com os mais consumidos.

Operacionalmente, o sistema com a tecnologia Big Data otimiza o estoque, visto que a empresa terá conhecimento prévio sobre o quanto se deve comprar de determinado produto, tendo em vista os custos de mantê-lo.

3. Ministério da Justiça

As instituições governamentais também estão investindo no uso de Big Data. O Ministério da Justiça do Brasil usa um banco de dados imenso, com mais de 1 bilhão de registros.

Para poder analisar todos os dados, o Ministério da Justiça conta com o auxílio da tecnologia Watson da IBM, desenvolvida para coletar e processar dados em milésimos de segundos. Ele ainda utiliza o Big Data para identificar ações ilícitas, especialmente relacionadas com lavagem de dinheiro.

4. Zara

Antes que as portas se abram diariamente em cada um dos 2.213 estabelecimentos da Zara em todo o mundo, os funcionários e os gerentes compartilham detalhes dos artigos mais vendidos do dia anterior, peças devolvidas pelos clientes, feedback dos compradores, bem como tendências que a equipe tem percebido.

Usando um sistema sofisticado orientado para a tecnologia, analistas divulgam as atualizações diárias e usam-nas para pintar uma imagem precisa do que exatamente os clientes da Zara estão exigindo.

Essa informação é rapidamente traduzida por uma vasta equipe de mais de 300 designers internos em projetos tangíveis que obedecem às tendências de moda, que são decentemente feitos e vendidos a preços acessíveis. E, em 21 dias, a nova peça está disponível no varejo.

Enquanto a maioria das marcas de moda rápida tentam antecipar o que os clientes desejam, a Zara ganha a tendência, obtendo os comentários dos clientes. As lojas são abastecidas duas vezes por semana — com pedidos uma vez antes do fim de semana e uma vez depois. O estoque é novo e o cliente geralmente pode encontrar itens que são exclusivos.

A Zara está sempre preparada para dar aos consumidores o que eles querem ou, melhor ainda, o que eles nem sabem que precisam. E, ao que parece, esse é o segredo do seu sucesso.

5. NASA

Não chega a ser uma grande surpresa, mas a Agência Espacial Norte-americana (NASA) tem diversos programas que contam com o uso de Big Data. Um exemplo é o projeto de pesquisa sobre mudanças climáticas, com análises de dados importantes coletados por meio de 16 satélites de ciências da terra da NASA para o programa de ciência climática, monitorando a qualidade do ar, os oceanos e os furacões, entre outros.

Outro projeto é o supercomputador Pleiades — o supercomputador mais avançado do mundo para modelagem e simulação. Ele é um dos mais poderosos instalados no Centro de Pesquisa da NASA em Moffett Field, Califórnia, e apoia as missões da agência na exploração da ciência terrestre e espacial, aeronáutica, futuras viagens espaciais e explorações.

Pleiades já foi usado para explicar a atmosfera do sol por meio de modelos numéricos avançados. Usado para modelagem e simulação, esse supercomputador ajuda os pesquisadores da NASA a aproveitar os recursos computacionais vastos e incorporar simulações em escalas espaciais.

6. Nike

A Nike é líder mundial em várias categorias de calçados e vestuários esportivos e está investindo pesadamente em aplicativos, wearables e Big Data. A Nike está olhando além dos produtos físicos e pretende criar marcas de estilo de vida que os atletas não querem correr sem.

A empresa tem 13 linhas diferentes, em mais de 180 países. No entanto, a forma como ela segmenta e serve esses mercados é o seu diferencial real. Nike divide o mundo em empreendimentos esportivos em vez de apenas em geografia. A teoria é que as pessoas que jogam golfe, por exemplo, têm mais em comum do que as pessoas que simplesmente vivem próximas umas das outras.

Essa estratégia de varejo e marketing é, em grande parte, impulsionada por Big Data. A Nike tem investido também em análise de dados demográfica para definir seus mercados de teste e impulsionar seus negócios.

Como você pôde perceber, o Big Data auxiliou essas empresas a alavancarem seus negócios e a alcançaram excelentes resultados. Quer saber mais sobre o uso do Big Data? Veja o nosso outro artigo sobre o assunto!

Quais as vantagens e as desvantagens do outsourcing de TI?

Quais as vantagens e as desvantagens do outsourcing de TI?

No mercado atual, no qual a eficiência de custos e a assertividade em processos fala mais alto, a terceirização vem ganhando cada vez mais adeptos. Mesmo assim, muitos de gestores de tecnologia ainda guardam dúvidas quanto às vantagens e às desvantagens do outsourcing de TI.

Entretanto, é importante entender também que terceirizar os processos nem sempre será a melhor solução. Tudo vai depender das necessidades e das características da organização: cada caso deve ser analisado individualmente.

Mesmo assim, não se pode negar o fato de que a aplicação dessa abordagem faz parte da transformação digital, a qual está mudando a realidade dos negócios e fazendo com que as empresas cresçam cada vez mais.

De qualquer maneira, este artigo foi preparado para abordar as vantagens e as desvantagens do outsourcing de TI. Confira!

Vantagens do outsourcing de TI

Começaremos então pelas suas vantagens. O ponto a destacar, nesse caso, é que os benefícios apresentados pela terceirização dos serviços serão percebidos em praticamente todos os tipos de empresa.

Isso é ainda mais verdade para aquelas que lidam com um grande volume de informações e, que por causa disso, necessitam de sistemas robustos, 100% funcionais e sempre disponíveis.

De acordo com o Outsourcing Institute, as vantagens mais relevantes são:

Redução de custos

Sem a menor sombra de dúvida, a redução de custos é um dos principais incentivos pelo outsourcing de TI. E não é nada difícil de entender o porquê visto que, ao compará-lo com os gastos necessários para a implantação e manutenção de uma infraestrutura dedicada, você perceberá uma economia significativa.

Porém, é possível ir ainda mais adiante, pois, além de reduzir os custos de capital, haverá também uma redução considerável no que se refere aos custos operacionais.

Nesse sentido, estamos nos referindo às despesas para criar e manter uma equipe interna, como:

  • recrutamento e seleção;
  • treinamentos;
  • salários e bonificações;
  • impostos trabalhistas (que podem chegar ao dobro do que está na folha de pagamento);
  • férias e 13º salário;
  • rescisões.

Ao jogar esses números no papel, você verá que ao optar pela “internalização” incidirá em gastos um tanto quanto mais elevados. Ao terceirizar, parte desses custos pode ser instantaneamente eliminada.

Entretanto, uma conta mais correta a fazer seria analisar essa questão sob uma perspectiva de médio e longo prazo. Em outras palavras, essa vantagem será mais bem compreendida ao longo do tempo.

Flexibilidade

Como você sabe, flutuações na demanda são fatores absolutamente normais em qualquer tipo de organização. Seja em épocas de crise ou de economia aquecida, é importante poder se adaptar ao volume de negócios.

E é essa mais uma das vantagens do outsourcing de TI, que permite a flexibilidade dos serviços conforme as diligências do momento. Em resumo, você paga apenas pelo que usa, podendo aumentar ou diminuir a sua carga de necessidades de forma simples e rápida.

Inovação

Outro ponto que merece ser destacado é a inovação. E o porquê disso? A resposta: porque, ao contratar uma empresa especializada no fornecimento das soluções que você necessita, ganha-se, com isso, uma infraestrutura atualizada e em conformidade com as últimas tecnologias do mercado.

Expertise profissional

Ao contar com o conhecimento do fornecedor, você será beneficiado com a expertise do seu time de profissionais. Por ter na prestação de serviços a sua atividade principal, o mínimo que se espera é uma equipe de colaboradores certificados e experimentados acerca dos treinamentos de capacitação.

Desvantagens do outsourcing de TI

Como a quase tudo que se relaciona aos negócios, o outsourcing de TI também tem as suas desvantagens. Sempre que houver a delegação de atividades para um terceiro, riscos estarão envolvidos.

Embora não exista relação com os fornecedores em si, o que ocorre aqui é que eles serão minimizados se você encontrar um bom parceiro. Dito isso, veja a seguir quais são os dispêndios da terceirização:

Perda de confidencialidade

Para muitos, a perda de confiabilidade é a maior desvantagem. Ao decidir-se pelo outsourcing, o acesso (ou, até mesmo, o controle) aos seus dados confidenciais terá de ser “repassado” ao fornecedor do serviço.

É claro que, nesse , estarão as práticas de segurança da informação. No entanto, se você não tiver o devido cuidado na hora de escolher a terceirizada, existe um risco inerente para o mau uso dos seus dados.

Por essa razão, avalie a idoneidade dos fornecedores com muita atenção, isso é muito importante. A dica é simples: observe quem são os seus clientes, quais classes e entidades eles participam e que companhias são suas parceiras.

Risco de mau clima

Queira você ou não, a passagem do “interno” para o “externo” costuma envolver a demissão de funcionários, podendo gerar um clima de mal-estar no ambiente de trabalho.

Por isso, é fundamental que você seja o mais transparente possível, comunicando as reais causas para os desligamentos. Se não fizer isso, os colaboradores que nada têm a ver com essa transição podem pensar que também estão ameaçados — resultando, desse modo, em um clima ainda pior.

Outra questão a salientar e que precisa ser avaliada é a relação entre os seus funcionários com os da empresa contratada. Diante disso, analise o profissionalismo dos fornecedores nos momentos em que você estiver sendo atendido, por exemplo.

Além desses, é válido acrescentar as desvantagens relacionadas ao fornecimento de um serviço de má qualidade, como:

  • suporte ineficiente;
  • atendimento inadequado;
  • custos ocultos (sem a menção de quando podem ocorrer);
  • etc.

Para concluir, não poderíamos deixar de mencionar as situações em que a terceirização é recomendada. Basicamente, a solução é indicada para os casos em que:

  • a estrutura atual esteja limitando as operações do negócio;
  • exista uma necessidade de redução de custos;
  • seja preciso inovar os processos.

Só não se esqueça de que, para obter os seus benefícios, é necessário contratar um fornecedor reconhecido e que seja capaz de proporcionar um serviço qualificado.

Esperamos que você tenha gostado deste artigo sobre as vantagens e as desvantagens do outsourcing de TI. Se sim, não deixe de conferir como o Business Intelligence cria oportunidades para os profissionais do setor.

Gestão de segurança da informação: como fazer?

Gestão de segurança da informação: como fazer?

A gestão de segurança da informação é uma prática cada dia mais urgente em empresas de todos os portes e em todos os segmentos de atuação. É uma preocupação tão importante quanto lidar com os desafios de inovação frente às necessidades de seu negócio.

Com a mesma voracidade com que a tecnologia avança – seja em questões como nuvem, big data, e outras inovações  – cresce também a chamada “indústria hacker” — além dos desafios relacionados à confiabilidade, disponibilidade e integridade dos dados presente no dia a dia operacional.

É sobre isso que vamos refletir neste artigo.

Continue lendo para entender o que é gestão de segurança da informação, sua importância e como fazê-la de maneira otimizada!

O que é gestão da segurança da informação?

Por definição, a gestão de segurança da informação é o conjunto de procedimentos e rotinas que visa garantir a confidencialidade, integridade e disponibilidade de informações, dados e serviços de TI de uma organização. Entra nisso, a utilização de ferramentas de monitoramento, firewall, soluções de antivírus, métodos de backup, entre outras práticas.

Basicamente, estamos falando de processos e metodologias concebidos e implementados para proteger dados corporativos sensíveis e/ou confidenciais contra acesso não autorizado, mau uso, divulgação indevida, cópia, destruição, alteração ou interrupção.

Logo, podemos dizer que há uma gestão de segurança da informação quando esses esforços são realizados de maneira coordenada, estratégica. Ou, em termos ainda mais simples: quando a questão da segurança da informação é tratada de maneira preventiva e não reativa.

Por que a gestão de segurança da informação é tão importante?

Por padrão, quatro atributos conduzem a gestão da segurança da informação: confidencialidade, integridade, autenticidade e disponibilidade. É a partir dessas necessidades que o planejamento e a implementação de metodologias, atividades, recursos e serviços são realizados. Entenda cada uma deles em detalhes:

  • confidencialidade: limites de acesso às informações apenas às pessoas e/ou entidades devidamente autorizados pelo detentor dos direitos;
  • integridade: garantia de que a informação manipulada conserve todas as suas características originais conforme criadas ou estabelecidas pelo proprietário da informação. Essa é uma propriedade ligada ao controle das mudanças e à garantia do ciclo de vida da informação (origem, manutenção e destruição);
  • autenticidade: garantia da identidade de quem está produzindo e/ou manipulando os dados;
  • disponibilidade: garantia de que as informações estarão sempre disponíveis para o uso.

Assim, empresas que têm uma boa gestão de segurança da informação são aquelas que conseguem fazer com que sua infraestrutura de TI (hardwares, softwares etc.) e seus dados estejam em uma zona controlável de confidencialidade, integridade, autenticidade e disponibilidade.

Para se ter uma ideia da importância disso, basta olharmos para as estatísticas relacionadas a fraudes, especialmente virtuais, mas também de danos aos dados corporativos no Brasil e no mundo.

Segundo o WISR – Worldwide Infrastructure Security Report, relatório anual da Netscout Arbor, as empresas brasileiras sofreram uma média de 30 ataques de negação de serviços (indisponibilidade de aplicações) por hora em 2017. Numa escala global, somos o quinto país com maior incidência desse tipo de fraude.

Um outro estudo conduzido pela PwC apontou que os empreendimentos brasileiros tiveram perdas superiores a 1 milhão de dólares em 2017. Para a consultoria global, roubos e danos foram os maiores causadores desse prejuízo, mas também indisponibilidades de serviços, aplicações e redes.

O que fazer para melhorar a gestão de segurança da informação na sua empresa?

Agora que já entendemos o que é gestão de segurança da informação e sua importância no mundo corporativo, vamos a algumas dicas para otimizá-la no seu negócio.

Confira, a seguir, cinco passos que você pode dar para tornar o gerenciamento de segurança da informação mais estratégico:

1. Crie uma política de segurança da informação

Tudo começa pela criação de normas e pela adoção de metodologias de segurança da informação. É importante, por exemplo, controlar acesso aos sistemas e à rede corporativa, estabelecer regras para a utilização dos dados remotamente (soluções em nuvem acessadas via dispositivos móveis etc.), entre outras normativas.

A criação de uma política de segurança da informação também ajuda a tornar o tema parte da cultura organizacional. E isso deve ser feito em todas as camadas da hierarquia, não deve ficar restrito somente aos profissionais de TI. Afinal, os usuários têm que se conscientizar da importância de proteger os dados do negócio.

2. Levante e acompanhe os riscos de segurança da informação

Outra prática muito importante é o levantamento de todos os riscos e vulnerabilidades da empresa em relação à segurança da informação. Sabendo exatamente onde há pontos de melhorias necessárias, é possível trabalhar para ajustá-los e também fazer um acompanhamento mais próximo.

Nem sempre é fácil fazer isso por conta própria. Se for o caso, chame ajuda especializada. Há consultorias especializadas nisso, com profissionais altamente capacitados para fazer auditorias, por exemplo.

3. Utilize recursos, serviços e métodos avançados

A segurança da informação está em constante evolução, pois os desafios não param de surgir. Daí que é importante que a empresa se mantenha atualizada em métodos, recursos e serviços.

Contratar um serviço de monitoramento da infraestrutura de TI, por exemplo, é uma excelente escolha. Dessa forma, os cuidados passam a ser automatizados e são observados de perto por um fornecedor especializado e dedicado.

4. Faça backups e tenha um plano de contingência

Uma rotina de backups é fundamental. Melhor ainda se ela for automatizada, sem a necessidade de intervenção humana — isso é conseguido mais facilmente quando a infra de TI ou as aplicações estão na nuvem.

No entanto, a realização de cópias de segurança não exclui um bom plano de contingência, ou seja, uma estratégia de recuperação de dados caso um ataque aconteça, por exemplo.

5. Torne o time de TI mais estratégico

Por fim, uma coisa que muitas empresas ainda não perceberam é que quando a equipe de tecnologia tem uma atuação mais analítica, menos operacional, a gestão de segurança da informação é otimizada.

Com profissionais atuando de maneira mais estratégica, a cultura de “apagar incêndios” deixa de existir. A gestão de segurança da informação pode ser feita com proatividade, sempre prevenindo problemas em vez de remediá-los.

Como está a gestão de segurança da informação na sua empresa? Você gostou das dicas que trouxemos neste texto? Compartilhe-o nas suas redes sociais para que mais pessoas tenham acesso a ele!

Quais as melhores estratégias para reduzir custos de TI?

Quais as melhores estratégias para reduzir custos de TI?

Se tem uma dor de cabeça em comum para diretores de TI no mundo todo é a pressão constante por estratégias para reduzir custos de TI. O mercado exige transformação digital nas empresas, a concorrência é cada vez mais voltada para performance e eficiência de custos.

Mas será que é possível transformar esse desafio em uma oportunidade? Neste artigo, nós listamos para você uma série de atitudes, ações e filosofias que podem ajudar você a cortar gastos, aumentar a produtividade e contribuir como nunca para o crescimento da empresa. Vamos lá?

Faça um levantamento completo da sua estrutura

O primeiro passo de qualquer estratégia de redução de custos começa por entender onde, como e por que a empresa gasta o que gasta com tecnologia atualmente.

Comece fazendo um levantamento completo da situação da sua TI. Custos de manutenção, licenças, contratos, até os gastos de energia devem ser mensurados e registrados. Você vai se surpreender como esse simples relatório de gastos já é suficiente para apontar várias oportunidades de redesenho de processos que gerem economia imediatamente.

Reformule a sua governança

Independente da metodologia que você escolha para gerenciar a TI, é muito importante que você crie um sistema padronizado de governança, tanto para todos os departamentos quanto seu próprio controle tecnológico.

Isso significa investir algum tempo em elaborar termos de uso, definir KPIs, implementar um sistema centralizado de desenvolvimento, entre outras atitudes que facilitem a você identificar e resolver desperdícios.

Invista na estrutura para reduzir custos

Na busca por custos menores, muitas vezes, não nos damos conta que em determinados casos a melhor solução é investir para economizar mais na frente.

Um exemplo: para quem tem sua infraestrutura de servidores em um data center próprio, a manutenção recorrente de equipamentos antigos pode ser mais custosa do que migrar para uma estrutura nova, seja interna ou em provedores terceirizados. Além de ter menos trabalho com dispositivos novos, eles podem trazer uma performance para o seu trabalho que facilite tarefas, agilize processos e, por consequência, economize recursos.

Virtualize servidores

Outra boa ideia para aproveitar ao máximo a estrutura que você já tem é virtualizar os servidores que ainda tem capacidade de processamento, mas ficam muitas vezes ociosos.

Os sistemas virtualizados permitem maior densidade na utilização dos recursos disponíveis. É o famoso fazer mais por menos. Com uma boa governança da TI e um sistema bem implementado, é possível aumentar muito a produtividade — uma forma indireta de economizar.

Aposte em mobilidade

Muitos custos indiretos podem ser eliminados se a sua empresa estiver pronta para se tornar móvel. O trabalho remoto hoje é capaz de aumentar a produtividade da equipe sem se preocupar com impedimentos que consomem tempo e dinheiro — como o trânsito ou a necessidade de alinhar fisicamente a agenda de todos os envolvidos em uma decisão importante.

As videoconferências, por exemplo, são perfeitas para aumentar a quantidade de reuniões e facilitar o ajuste de estratégias com um custo muito baixo.

Migre para a nuvem

E hoje, a resposta para a mobilidade é sempre a nuvem. Aliás, a cloud computing é a resposta para diversas ações de redução de custos e otimização para competir no mercado atual. A mudança do investimento de bens de capital para investimentos em serviços deixou de ser uma vantagem para se tornar uma necessidade de sobrevivência.

A terceirização da infraestrutura precisa ser estudada e implementada o quanto antes. É uma forma de garantir um sistema mais seguro, confiável, disponível e com escalabilidade.

Desabilite licenças de software desnecessárias

Licenças de software são grandes fontes de desperdício de dinheiro pela falta de atenção que é dada na gestão de contratos pela TI. Muitas vezes, essas licenças são recorrentes e não são canceladas quando ocorre uma mudança de processos que as torne obsoletas.

Que tal fazer um levantamento desses contratos? O investimento em SaaS é uma boa saída, já que integra o uso dos programas à estrutura de nuvem e torna todo esse gerenciamento mais simples.

Incentive programas de treinamento e capacitação

Seu sistema sempre será tão eficiente quanto as pessoas que o utilizam. É muito comum que empresas percam tempo e dinheiro porque funcionários não conseguem utilizar uma ferramenta em todo o seu potencial.

Incentive ou até elabore planos de treinamento e comunicação interna que incluam todos os departamentos em uma cultura de bom uso da tecnologia. Transforme a TI em uma aliada. Essa harmonia será uma das chaves para que todos consigam executar suas tarefas com mais eficiência.

Use a tecnologia para enxugar processos

Já que a tecnologia é sua aliada para reduzir custos, use e abuse dela. Crie grupos dentro da sua equipe e com representantes de outros setores para discutirem como utilizar a estrutura atual para otimizar cada etapa operacional.

Aproveitando o passo para a nuvem, não implemente qualquer sistema sem antes revisar os processos mais importantes da empresa e descobrir como uma TI flexível, automatizada e móvel pode redesenhar o trabalho dentro do escritório. Cada clique, cada aba, cada arquivo que você consegue eliminar de uma tarefa é um passo em direção a uma empresa mais econômica.

Invista em uma cultura de inovação dentro da empresa

Tudo que falamos nesses dois últimos tópicos tem a ver com esta ideia: a cultura de inovação. Você, como líder tecnológico da empresa, tem o poder e a responsabilidade de criar um ambiente propício à criatividade e ao pensamento disruptivo.

Abra um canal para conversar com todos os departamentos. Tente ouvir mais do que impor. Basta uma ideia vinda de uma pessoa inusitada para reformular completamente os custos de uma TI.

Busque parceiros especializados

E se todas essas estratégias parecem muita coisa para lidar de uma vez só, seu caminho fica muito mais simples com a ajuda de uma empresa especializada em implementação tecnológica eficiente.

Consultorias podem fazer um melhor levantamento sobre suas necessidades e oportunidades de economia, enquanto serviços de gestão de infraestrutura e nuvem podem dar a você o suporte necessário para garantir o sistema mais otimizado possível.

E por que isso é importante? Porque, com boas estratégias para reduzir custos de TI implementadas e bem gerenciadas, o gestor tecnológico está pronto para assumir um papel estratégico no negócio e encontrar novos rumos para o sucesso.

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Multicloud: o que é e por que usar essa inovação?

Multicloud: o que é e por que usar essa inovação?

Para as organizações focadas em inovar e que desejam desfrutar do cloud computing sem ter que apostar todas as suas fichas em apenas um único “ambiente”, as nuvens múltiplas (o chamado multicloud) são uma alternativa que mitiga riscos de indisponibilidade e busca aumentar a eficiência operacional.

Embora não sejam vistas como algo que vá otimizar a TI das empresas de forma revolucionárias, as otimizações que o multicloud entrega podem, de fato, favorecer uma empresa.

E, por mais singelas que essas melhorias possam ser, as nuvens múltiplas conseguirão satisfazer diferentes necessidades, superando os desafios impostos e trazendo as soluções que mais se adequem às suas demandas.

De qualquer modo, preparamos este artigo para apresentar os principais pontos em relação a elas. Se você possui vários softwares e precisa deixá-los operando simultaneamente para que todas as áreas do negócio funcionem bem, não perca esta leitura em hipótese alguma. Confira!

Mas, afinal, no que consiste o multicloud?

Em primeiro lugar, é preciso compreender o que são as nuvens múltiplas. Para isso, começaremos com as definições vindas da própria comunidade da tecnologia da informação.

A Technopedia, por exemplo, define o conceito como o uso de dois ou mais sistemas de cloud computing ao mesmo tempo. A implantação pode usar nuvens públicas, privadas ou uma combinação das duas, visando oferecer redundância nos casos de falhas de hardware ou software, evitando, desse modo, a dependência de apenas um único fornecedor.

CloudTech descreve de maneira semelhante, mas com detalhes adicionais sobre por que as organizações as adotam, dizendo o seguinte: “as nuvens múltiplas combinam os melhores serviços dos mais distintos fornecedores para que se possa criar uma solução apropriada para as necessidades de uma empresa”.

Essa abordagem dá às companhias maior flexibilidade, oferecendo diferentes pontos de preço e assegurando uma melhor disponibilidade acerca de suas aplicações.

Para simplificar, as nuvens múltiplas podem ser resumidas como um modelo de implantação que envolve variados serviços em cloud, oriundos de fornecedores distintos.

De acordo com o InformationWeek, essa infraestrutura emerge como resultado de uma adoção orgânica, na qual uma equipe, um departamento ou uma unidade de negócio pode optar por utilizar o AWS e o Azure (ou ainda outros) ao mesmo tempo.

Quais as diferenças do multicloud em relação às nuvens híbridas?

Por uma questão de informação e para facilitar o seu entendimento sobre as nuvens múltiplas, é interessante abordarmos as suas diferenças em relação às nuvens híbridas.

Enquanto a primeira engloba diversos serviços de variados fornecedores, a segunda integra uma nuvem pública à rede privada. Aqui, utiliza-se uma parte da infra em uma nuvem privada (servidores físicos exclusivos) com uma nuvem pública (servidores não exclusivos).

Em quais casos é indicado que uma empresa utilize as nuvens múltiplas?

Um caso comum, provavelmente um dos mais recomendados, é quando um projeto da empresa se encaixa melhor nos custos e benefícios de uma nuvem, enquanto os outros melhor se ajustam nas condições de um segundo ou terceiro serviço. Essas condições podem ser variadas como: rede, latência, data center localizado no país, entre outros.

Não ficar dependente de só um fornecedor também é um motivo pelo qual os CIOs acabam optando pelo multicloud. O aumento da disponibilidade, da flexibilidade e do controle sobre as cargas de trabalho são outras razões pela sua escolha: se um fornecedor tiver problemas, a aplicação rodará no outro.

Vale ressaltar que os ataques DDoS são ameaças recorrentes e que podem derrubar uma solução em nuvem por inteiro. No entanto, essa alternativa nem sempre é a mais indicada, pois tudo depende das necessidades do negócio.

Se a organização quiser manter os seus dados críticos em sua infraestrutura interna, a nuvem híbrida é a opção mais adequada e também é mais apropriada para quem não queira dar complexidade ao seu ambiente: quanto mais fornecedores, mais complexo ele será.

Quais são os desafios ao utilizar as nuvens múltiplas?

Como em qualquer outro empreendimento de TI, a utilização das nuvens múltiplas envolve desafios que podem “destruí-la” se não houver um planejamento pertinente.

Os CIOs devem estar atentos a duas questões-chave: a escolha de bons fornecedores e a migração inicial, principalmente se você estiver fazendo um movimento significativo de um centro de dados tradicional para os vários ambientes em nuvem.

Não menos importante está a compreensão no que corresponde às potenciais plataformas em termos de segurança, conformidade e preços, por exemplo.

Entenda que nem todos os serviços ou fornecedores são iguais. Assim sendo, os obstáculos começam a partir do momento em que você tem que lidar com diferentes portais de gerenciamento.

Sem um controle bem instituído, os problemas e as dificuldades virão, disso não há a menor dúvida. Ao permitir que isso aconteça, prepare-se, pois eles podem gerar inúmeros prejuízos.

É é justamente por essa razão que os gestores de TI precisam buscar as soluções dos maiores e melhores provedores de cloud do mercado, encontrando uma forma de centralizar a gestão de todos os serviços contratados em somente um único local.

Só assim é que os responsáveis pelo departamento conseguirão ter uma visão clara e geral de todos os ambientes, os controlando adequadamente e fazendo com que as nuvens múltiplas tragam os resultados que tanto se espera.

Para concluir, é válido salientarmos que os “observadores de plantão” dizem que a sua adoção está sendo bastante impulsionada pelo fator da disponibilidade. Ao optar por essa metodologia, você acaba reduzindo os riscos de inatividade nos casos em que ocorrer um impedimento em algum dos serviços.

Além disso, há outros benefícios a considerar e que também estão contribuindo para essa tendência, como:

  • redução de custos;
  • melhora da segurança;
  • baixa latência;
  • poder de escolha;
  • aumento da confiabilidade;
  • otimização custo-desempenho;
  • melhor retorno sobre o investimento (ROI).

Isso sem contar que, com a elaboração de um bom plano de desastres, sua companhia se tornará mais resistente do que nunca. Mas não se esqueça: contrate um fornecedor que seja reconhecido pelo mercado e que utilize as melhores ferramentas do setor. Isso é muito importante!

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