Qual a melhor forma de fazer gestão na nuvem?

Qual a melhor forma de fazer gestão na nuvem?

A gestão na nuvem é algo com a qual muitas empresas agora têm que lidar, uma vez que praticamente todos os negócios têm alguma forma de utilização de recursos e serviços virtualizados. Na verdade, é um desafio que já ocorre há alguns anos.

Em 2016, um estudo da Cisco já apontava que 69% das organizações que migraram algum elemento de suas infraestruturas tecnológicas para a nuvem ainda não lidavam com isso de maneira estratégica.

Segundo os especialistas, essas empresas atuavam com pouca especialização e com ativos autogerenciados — o que reduz bastante o aproveitamento dos investimentos.

Uma vez que se toma a decisão de gerir negócios a partir da nuvem, deve-se fazer de uma maneira consciente e com uma nova visão de uso da tecnologia. Como administrar operações e aproveitar oportunidades de mercado se a virtualização não é vista como uma estratégia? Neste artigo, resolvemos trazer essa reflexão.

Aqui, além de saber em detalhes o que é gestão na nuvem, você vai ver algumas dicas para realizá-la da melhor maneira possível.

O que é gestão na nuvem?

Basicamente, gestão na nuvem refere-se à prática da utilização de infraestrutura, sistemas, recursos e serviços baseados em computação em nuvem para administrar um negócio.

Não importa se o empreendimento está 100% amparado pela virtualização ou se a migração é parcial. Contar com soluções virtualizadas na operação e/ou na estratégia em si é fazer gestão na nuvem.

O que diferencia as empresas que fazem isso de uma maneira eficiente das que ainda estão se adaptando a essa nova realidade é a consciência.

Com o avanço das ofertas de aplicações em nuvem, muitos negócios estão apenas inserindo recursos em seu dia a dia e acabam atuando de maneira intuitiva. Logo, muitas vezes, não conseguem visualizar resultados palpáveis.

É correto afirmar que uma empresa que faz uma boa gestão na nuvem é aquela que consegue extrair retornos dos seus investimentos em recursos virtualizados.

Também está certo dizer que as empresas que logram esse estado de excelência são aquelas que controlam seus ambientes virtuais com eficiência, escolhem boas ferramentas de gestão na nuvem (e utilizam suas funcionalidades da melhor forma possível).

Além disso, estamos falando de novas maneiras de explorar os benefícios dessa abordagem (mobilidade, redução de custos, fácil escalabilidade etc.) com estratégia e foco em resultados.

Como fazer uma boa gestão na nuvem?

Dito isso, vamos agora a uma série de passos que pode ajudá-lo a ter uma excelente gestão na nuvem em seu negócio:

1. Defina as necessidades da empresa antes de migrar para a nuvem

Não é possível chegar a um patamar de estratégia se os recursos de nuvem (softwares, equipamentos, infra, serviços etc.) são inseridos sem um levantamento prévio de requisitos técnicos e de negócio.

É assim com qualquer investimento empresarial. No entanto, na ânsia de modernizar a TI, muitos negócios deixam de fazer essa “lição de casa”. Daí que a prática de aquisição de sistemas como serviço (SaaS), sem que o departamento de tecnologia saiba, já se transformou em um fenômeno — o chamado Shadow IT, ou TI invisível!

Para escolher um tipo de armazenamento de dados (em nuvem pública, privada ou híbrida), por exemplo, é fundamental verificar quais recursos a empresa já dispõe. Isso pode ajudar, inclusive, a evitar gastos desnecessários.

2. Faça uma pesquisa profunda antes de contratar um provedor

O mercado de computação em nuvem tem crescido vertiginosamente. Há provedores para todos os gostos e bolsos. O desafio agora é separar o joio do trigo.

Antes de firmar contrato com o primeiro provedor que oferecer um pacote de serviços, é interessante pesquisar. Para tal, é fundamental ir além do discurso comercial dos potenciais fornecedores.

As empresas mais bem-sucedidas em suas parcerias são aquelas que fazem benchmarking, pedem referências a quem já utiliza um determinado serviço e — muito importante — fazem “degustações” antes de fechar negócio.

Uma boa dica é reunir informações de no mínimo três provedores para avaliar os diferenciais de cada um e determinar qual deles melhor atende às particularidades do negócio.

3. Fique atento ao acordo de nível de serviço (SLA)

Outro ponto muito sensível na hora de criar uma estratégia de gestão na nuvem é o chamado acordo de nível de serviço. Ele é conhecido normalmente pela sigla SLA (do inglês Service Level Agreement).

O SLA é um documento assinado entre o provedor e a empresa cliente. Nele estão descritos detalhadamente quais serviços serão fornecidos e quais padrões de desempenho deverão ser cumpridos por ambas as partes.

É nesse documento que estão definidos, por exemplo, os horários de atendimento do suporte. Em muitos casos até as multas que as partes deverão pagar, caso não cumpram com suas obrigações, estão especificadas ali.

4. Certifique-se de qualificar sua equipe para lidar com a nuvem

Também é fundamental que a empresa prepare sua equipe para lidar com o leque cada vez maior de recursos da computação em nuvem.

Normalmente, os empresários pensam que os recursos virtualizados são preocupações apenas do departamento de tecnologia. Não é bem assim.

Tanto os usuários quanto as lideranças e a alta hierarquia devem ser capacitados para lidar com a gestão na nuvem. Logicamente, cada qual dentro das suas atribuições.

A capacitação do time abarcar desde fatores como segurança da informação até a forma com que devem assinar o serviço de suporte do provedor. Ou seja, estamos falando de uma nova cultura organizacional — uma vez que a maneira como a tecnologia será empregada e utilizada mudará significativamente.

Sua empresa já faz gestão na nuvem de maneira estratégica?

Para finalizar, é importante pontuar que a nuvem não é uma tendência. Ela é uma realidade. De acordo com o Global Cloud Index (2015-2020), relatório produzido pela Cisco, até 2020, o tráfego de recursos virtualizados deverá consumir praticamente a totalidade das capacidades de data centers em todo o globo. Ou seja, em pouco tempo esse será o único sinônimo de computação existente.

Sendo assim, ter uma boa gestão na nuvem já não é mais um diferencial. As organizações que ainda não se deram conta disso estão atrasadas num mercado cada vez mais competitivo e exigente.

Agora que você já sabe como fazer uma boa gestão na nuvem, não perca nossas próximas publicações. Para isso, curta agora mesmo nossa página no Facebook!

Confira as 8 melhores ferramentas de visualização de dados!

Confira as 8 melhores ferramentas de visualização de dados!

Muitos afirmam que a informação é a nova moeda dos negócios, e que a internet é a agência de câmbio na qual ela é negociada. Analogias à parte, o mais importante está na sua compreensão, e as ferramentas de visualização de dados são essenciais neste processo.

Mais do que apenas analisá-los, é preciso descobrir os padrões e as observações que dificilmente seriam percebidos com uma mera análise. É por esse motivo que você deve apresentá-los de forma visual e intuitiva, pois essa é a melhor maneira de garantir que as informações sejam compreendidas pela diretoria.

Como disse o autor, jornalista e designer da informação, David McCandless, em sua palestra na TED Talks, “visualizando as informações, nós a transformamos em uma paisagem que você pode explorar com os seus olhos, uma espécie de mapa informativo. Quando se está perdido, um mapa é sempre muito útil”.

Dito isso, mostraremos a seguir as 8 melhores ferramentas de visualização de dados. Não perca essa leitura em hipótese alguma. Confira!

1. Tableau

Possivelmente a ferramenta de visualização de dados mais popular no mercado, o Tableau suporta uma ampla variedade de gráficos, mapas, tabelas e outros elementos. A versão principal deve ser instalada no computador, porém, também é possível utilizá-lo na nuvem, a partir de qualquer lugar e dispositivo, por exemplo.

Vale deixar claro que para criar os dados visuais não será necessário nenhum tipo de conhecimento em programação, ou seja, não será preciso se preocupar com linhas de código e integrações com SQL, SAP etc.

O Tableau possui versões pagas e gratuitas, baseando-se em 5 diferentes produtos:

  • Tableau Desktop;
  • Tableau Server;
  • Tableau Online;
  • Tableau Public;
  • Tableau Reader.

 

Verifique-os individualmente e veja qual das opções melhor se adapta as suas necessidades.

2. Infogram

De fácil utilização, o Infogram permite a criação de mapas interativos, gráficos e infográficos. Sua versão gratuita é bastante restrita, porém, as pagas incluem recursos com mais de 200 mapas, compartilhamento privado, biblioteca de ícones etc.

Assim como o Tableau, o Infogram não exige conhecimentos em programação. Qualquer pessoa com o mínimo de capacidade poderá usá-lo e desenvolver dados visuais muito bem projetados, legíveis e compreensíveis a todos.

Para se ter uma ideia da sua eficiência, no Brasil, um dos seus clientes é a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

3. Plotly

Ferramenta de análise e visualização de dados na web, o Plotly oferece uma enorme variedade de gráficos com recursos integrados de compartilhamento social. A questão estética é sem a menor sombra de dúvida uma das mais profissionais do mercado, motivo este que o faz ser a escolha de organizações como P&G e Shell.

Existe uma versão gratuita e uma paga. O problema em relação à primeira é que todas as criações nela desenvolvidas se tornarão públicas, isso sem contar que ela também não oferece muitas funcionalidades.

Já a segunda, por sua vez, permitirá que as suas informações sejam apenas suas, isto é, totalmente privadas. O Plotly pode ser utilizado no servidor local da empresa ou na nuvem, como você preferir. Entretanto, é importante que se tenha um certo conhecimento em programação, pois sua estrutura é baseada na linguagem Python.

4. RAW

O RAW pode ser definido como o “elo perdido” entre as planilhas e os gráficos vetoriais. Com ele, você poderá criar mapas e diagramas visuais utilizando dados em Google Docs, Excel e softwares similares. Construído sobre a D3.js (biblioteca interativa em JavaScript), ele tem uma interface tão interativa que o torna muito fácil de usar.

O processamento é todo feito no navegador, sendo disponibilizado mais de 16 tipos de gráficos, altamente customizáveis. Ele ainda permite melhorar a aparência dos gráficos com o auxílio de programas como o Illustrator e o Inkscape. E o legal de tudo isso é que o RAW é uma ferramenta de visualização de dados completamente gratuita!

5. D3.js

Para dar sequência, falaremos um pouco da D3.js, a qual acabamos de mencionar como a base de funcionamento do RAW. Nesse caso, essa biblioteca (Data Driven Documents/Documentos Orientados por Dados) também pode ser empregada para a visualização de dados.

A diferença, contudo, é que para utilizá-la “cruamente” é necessário ter algumas noções em programação. Para renderizar os gráficos, ela usa HTML, CSS e SVG, permitindo criações verdadeiramente incríveis. Repleta de recursos, a D3.js é gratuita e de código aberto, porém, exigindo determinados conhecimentos para utilizá-la.

6. Google Charts

O Google, é claro, não ficaria de fora desse mercado. Com a sua ferramenta Google Charts, você conseguirá criar gráficos e infográficos interativos. Com a sua amigável interface mais uma ampla galeria de modelos e configurações predisponíveis, ele proporciona uma perfeita compatibilidade com os sistemas iOS e Android.

7. Chartio

Bastante semelhante ao Tableau, mas menos conhecido, o Chartio também merece o seu destaque com uma das melhores ferramentas de visualização de dados. A montagem dos gráficos e mapas vetoriais é feita de forma simples e intuitiva, concedendo a conexão com outros softwares como o Google Analytics e o Salesforce.

Sua versão gratuita é interessante, mas estão nas pagas as suas principais funcionalidades. No entanto, o investimento mínimo necessário é um tanto quanto mais elevado se comparado às soluções concorrentes.

8. TimelineJS

Ótimo para a criação de linhas do tempo e fácil de usar, o TimelineJS permite a formação de gráficos a partir de informações simples, sem nenhum conhecimento em programação e inseridos em um modelo de planilha.

Todavia, se o profissional tiver mais competências no que corresponde ao JSON (JavaScript Object Notation/ Notação de Objetos JavaScript), poderá personalizar a sua linha do tempo ainda mais. O TimelineJS é gratuito, usado diretamente na web.

Para concluir, não poderíamos deixar de falar que essas ferramentas de visualização de dados não se referem apenas à análise de informações de infraestrutura, por exemplo, mas sim de todas as áreas de um negócio.

Enfim, esperamos que você tenha gostado deste artigo e que possa aproveitar essas soluções na sua empresa. Para ficar por dentro de outros conteúdos tão relevantes quanto a este, assine a nossa newsletter agora mesmo!

Você conhece os processadores Intel Xeon Scalable?

Você conhece os processadores Intel Xeon Scalable?

A Intel anunciou no segundo semestre do ano passado o lançamento de sua nova linha de processadores de alto desempenho, a família Intel Xeon Scalable. A novidade representa um salto em performance no segmento de data centers, mas você sabe o que estes processadores podem entregar para a infraestrutura de sua empresa?

De acordo com a própria Intel, os processadores Xeon Scalable representam um novo padrão em plataformas convergentes, capaz de integrar o mais moderno em computação, storage, memória, rede e segurança, em um salto de qualidade para os data centers.

O que tem “debaixo do capô” dos Intel Xeon Scalable?

Designado para atender uma gama variada de aplicações, a linha Intel Xeon Scalable chega para atender clientes que desejam levar sistemas de missão crítica (analytics, inteligência artificial) para a nuvem.

A linha é dividida em quatro categorias (tiers): Bronze, Silver, Gold e Platinum. Como é de se imaginar, quanto mais “valioso” o metal da linha, mais poderoso e mais recursos – mais núcleos, mais frequência, memória DDR mais rápida, mais RAS (confiabilidade, disponibilidade e serviço) – ele possui. Isso ocorre por meio de uma nova microarquitetura em seus núcleos, assim como um subsistema de memória redesenhado.

Para isso, ele inclui tecnologias como otimizador de workloads Intel AVX-512, assim como features já conhecidos e aprovados como a arquitetura Mesh, Intel QuickAssist e os SSDs Intel Optane. Ele também possui a tecnologia Omni-Path integrada, entregando uma banda de transferência de dados de até 100 Gb/s.

Além dos ganhos nítidos de performance, fisicamente o Scalable também foi reforçado, podendo oferecer até 28 núcleos de processamento e memória de até 6 terabytes. As novas CPUs conseguem entregar até 4,2 vezes mais de máquinas virtuais se comparadas com a da linha Xeon anterior. Configurado para uma melhor interação com storage, ele entrega 5 vezes mais IOPS, com 70% a menos de latência.

O que os Intel Xeon Scalable entregam para uma empresa?

Otimizados para performance, escalabilidade e resiliência, a nova família de processadores Intel tem o objetivo de entregar o máximo em desempenho, tanto em cenários para alta densidade de dados e memória, assim como setups flexíveis com maior capacidade de I/O. Baseado na tecnologia Intel Data Center Blocks, os processadores são altamente customizáveis em seus recursos (rede, storage, software), atendendo sob medida as demandas do usuário para um servidor dedicado.

Por meio de sua parceria com a Intel, a Under foi uma das primeiras empresas de infraestrutura do país a receber o novo hardware. No final de 2017, a empresa passou a utilizar estes processadores em sua infraestrutura de cloud pública, e no primeiro trimestre de 2018 passa a oferecer a linha Intel Xeon Scalable como servidor dedicado.

E aí, ficou interessado? Para saber mais sobre a linha Intel Xeon Scalable, confira os servidores dedicados da Under. Para saber mais informações sobre tecnologia, data center e gestão de TI, não deixe de assinar a newsletter do Blog da Under!

Armazenamento na nuvem: quais as vantagens para sua empresa?

Armazenamento na nuvem: quais as vantagens para sua empresa?

Fornecedores de serviços e armazenamento na nuvem oferecem soluções de TI valiosas para empresas de todos os tamanhos. Originalmente pensado para uso pessoal, com o surgimento de Big Data, o armazenamento em nuvem para negócios está seguindo os passos de muitas tecnologias pessoais adaptadas para fins comerciais.

Muitas empresas podem se beneficiar de serviços abrangentes da nuvem — aplicativos hospedados, infraestrutura como serviço, software as a service (SaaS) e mais — e a transição geralmente começa com as necessidades de armazenamento de dados.

Se o seu armazenamento atual de dados no local parece suficiente ou você simplesmente não teve tempo para considerar o armazenamento em nuvem, revisar essas vantagens é uma ideia para seu negócio. Continue a leitura!

Armazenamento na nuvem x armazenamento tradicional

Ao contrário dos dispositivos de armazenamento tradicionais, como discos rígidos ou CDs, nos quais as informações são armazenadas em um formato físico, todos os dados da nuvem são armazenados em servidores. Além disso, você pode acessar tudo o que está na nuvem a partir de qualquer computador com conexão à internet.

A primeira grande diferença entre o armazenamento em nuvem e o armazenamento tradicional é a acessibilidade. Enquanto os discos rígidos oferecem acesso local à informação, o armazenamento em nuvem oferece acesso ilimitado ao volume de dados, se os usuários fornecerem as senhas necessárias e se o computador tiver acesso à internet.

Trabalhar com um serviço de armazenamento em nuvem tem muitas vantagens. Provavelmente, a vantagem mais óbvia que se destaca é que você não precisará desordenar seu disco rígido com informações inúteis. Além disso, os serviços de armazenamento na nuvem geralmente empregam funções avançadas de compressão de informações, o que significa maior capacidade de indexação.

Isso, por sua vez, se traduz em velocidades de pesquisa mais rápidas. No entanto, o uso de um serviço de armazenamento na nuvem não é desvantagem. Sendo uma entidade de hospedagem, migrar para a nuvem depende muito da velocidade de conexão à Internet.

Então, o que é armazenamento em nuvem?

A tecnologia de armazenamento em nuvem permite que todos tenham acesso à informação disponível lá, não importa onde eles estejam. Além disso, a nuvem tem recursos que permitem uma gestão efetiva dessa informação, permitindo assim um controle de versão mais confiável do que no armazenamento físico das informações. E também permite uma maior disponibilidade dessa informação, desde que exista uma conexão com a internet e uma permissão para acessá-los.

Dois pontos muito importantes no uso dessa tecnologia são a redução do custo de manutenção da infraestrutura de TI das empresas, bem como o aumento da segurança devido à descentralização dos dados. Dessa forma, os dados são imunes a problemas localizados, tais como incêndios, inundações e outros desastres que podem ocorrer.

Assim, o armazenamento em nuvem é uma maneira simples e escalável de armazenar, acessar e compartilhar dados pela Internet. O armazenamento físico abrange vários servidores (muitas vezes locais), geralmente é de propriedade e é gerenciado pelo provedor de serviços. Os usuários pagam o armazenamento que eles consomem a uma taxa mensal.

A inovação do armazenamento em nuvem veio tornar os desenvolvedores de negócios e de software do dia a dia muito mais seguros e fáceis. É uma tecnologia diferenciada e aguardada por todos os que tiveram algum problema com o armazenamento inadequado de informações.

A ideia de os aplicativos, os arquivos e os dados não precisarem mais serem instalados ou armazenados diretamente no computador do usuário possibilita a segurança no armazenamento de informações. Além da integridade e da disponibilidade de informações.

Como funciona o armazenamento na nuvem?

Um fornecedor oferece às organizações e aos indivíduos a capacidade de colocar e manter dados em um sistema de armazenamento fora do local. Os clientes podem alugar capacidade de armazenamento em nuvem por mês ou sob demanda.

Um fornecedor de armazenamento em nuvem hospeda os dados de um cliente em seu próprio data center, fornecendo infraestrutura de computação, rede e armazenamento baseada em taxas. Os clientes individuais e corporativos podem obter capacidade de armazenamento ilimitada nos servidores de um provedor com um preço baixo por gigabyte.

Em vez de armazenar dados em dispositivos de armazenamento locais, como uma unidade de disco rígido, os clientes escolhem um provedor de armazenamento em nuvem para hospedar dados em um sistema em um data center remoto. Os usuários podem então acessar esses arquivos usando uma conexão à internet.

As empresas compram componentes computacionais de software, de armazenamento e relacionados aos serviços de nuvem com uma licença de pagamento. Por exemplo, os clientes podem optar por alugar infraestrutura, plataforma, segurança, software e armazenamento como um serviço.

Quais são os tipos de armazenamento na nuvem?

Existem três tipos de nuvem: nuvens públicas (public cloud), nuvens privadas (private cloud) e nuvens híbridas (hybrid cloud). Dependendo do tipo de dados que você está trabalhando, é importante comparar nuvens públicas, privadas e híbridas em termos dos diferentes níveis de segurança e gerenciamento necessários. Confira!

Nuvem pública (public cloud)

A nuvem pública é o complexo de compartilhamento da internet. Um provedor possui e opera os servidores, lida com a segurança e pode trabalhar para atender aos padrões de dados para conformidade específica. Em seguida, aluga o espaço em seus servidores, cobrando de acordo com espaço em disco, largura de banda e preocupações especiais.

O armazenamento em nuvem pública é, quase sempre, muito mais barato do que o armazenamento no local — especialmente quando você leva em consideração a manutenção e as atualizações periódicas de hardware. Além disso, a maioria desses serviços de armazenamento em nuvem pode acompanhar aumentos na demanda.

Há, porém, algumas limitações e a nuvem pública pode não ser o melhor para cada organização. Por exemplo, você está compartilhando o espaço do servidor com outras empresas, o que pode levar a alguns problemas. Embora tenha sido projetado para fornecer um local seguro e isolado para cada empresa, mesmo os planos ilimitados geralmente têm alguns limites. Se você tiver uma demanda repentina de atividade, você pode achar sua conta limitada ou ter cobranças adicionais. Também pode haver um tempo de atraso maior à medida que os programas e usuários contatam a nuvem para obter dados.

Essa opção de armazenamento é particularmente favorecida para pequenas empresas que têm atividade estável e não têm muita informação proprietária que requer segurança extra.

Nuvem privada (private cloud)

O armazenamento privado em nuvem funciona de forma semelhante ao armazenamento em nuvem pública. Toda a informação é enviada e acessada pela internet. A principal diferença é que o servidor que hospeda a informação está localizado nas instalações. Isso permite que você mantenha um melhor controle sobre sua segurança e seu acesso enquanto ainda pode acessar informações de qualquer lugar. Como no armazenamento em nuvem pública, você pode hospedar vários inquilinos, mas eles podem ser departamentos específicos em uma empresa e não várias empresas.

Se você comprar e executar a solução da nuvem você mesmo, ainda terá os problemas de manutenção e as atualizações de hardware. No entanto, existem muitas companhias que oferecem a possibilidade de hospedar a sua nuvem privada para a sua empresa. Elas mantêm um servidor dedicado exclusivamente à sua companhia.

Caso você precise aumentar a escala, pode ser mais barato do que se você tivesse que comprar seu próprio hardware. Provavelmente seria mais rápido, pois simplesmente entraria em contato com a empresa em vez de obter aprovação para comprar equipamentos.

À medida que a tecnologia e os serviços de armazenamento em nuvem pública melhoram, os servidores de nuvem privada estão em declínio de popularidade. No entanto, as empresas, especialmente no nível de multinacionais, ainda usam servidores privados por causa da segurança extra e da capacidade de resposta que eles fornecem.

Finalmente, existem algumas situações em que uma solução pública de armazenamento em nuvem simplesmente não funcionará porque o negócio não é facilmente vinculado à internet — plataformas de petróleo ou submarinos, por exemplo.

Nuvem híbrida (hybrid cloud)

Como o próprio nome indica, a nuvem híbrida emprega uma nuvem privada e pública para hospedar seus dados. Está se tornando a escolha mais popular para empresas de todos os tamanhos, especialmente em empresas de nível multinacional. É considerado redundante ter dados em nuvens privadas e públicas, mas é mais seguro para preservação de dados durante uma interrupção.

Uma vantagem para o método híbrido é a flexibilidade que você obtém. Enquanto alguns serviços em nuvem oferecem opções híbridas, muitas vezes, as empresas usam uma ou mais soluções baseadas na nuvem para atender às suas necessidades individuais.

Ao usar uma abordagem híbrida, as empresas podem manter o controle de uma nuvem privada gerenciada internamente enquanto dependem da nuvem pública conforme necessário. Por exemplo, durante os períodos de pico, as aplicações individuais ou partes de aplicativos podem ser migradas para nuvem pública. Isso também será benéfico durante interrupções previsíveis como manutenções agendadas.

A capacidade de manter um site de recuperação de desastres fora da premissa para a maioria das organizações é impossível devido ao custo. Embora existam soluções e alternativas de baixo custo, quanto menor o alcance de uma organização, a capacidade de recuperar dados rapidamente se reduz.

Quais são os usos do armazenamento na nuvem?

Os provedores de armazenamento em nuvem tem muitos recursos para oferecer aos clientes com uma plataforma confiável e eficaz para o armazenamento de dados. Abaixo estão algumas das características importantes.

Sincronização automática

Se um usuário fizer alterações em um arquivo na nuvem, esse recurso atualizará as mudanças em todos os dispositivos em tempo real. Alguns serviços com funcionalidades de sincronização não são automáticos.

Isso pode causar alguns problemas sérios se o usuário esquecer de sincronizar os arquivos manualmente. Assim, uma característica de sincronização automática supera esse problema.

Acesso remoto

O armazenamento em nuvem permite aos usuários acessar e editar arquivos na nuvem a partir de qualquer computador, smartphone, tablet ou qualquer outro dispositivo por meio da internet. O tempo e o esforço necessários para transferir e copiar arquivos para esses diferentes dispositivos são eliminados.

Segurança do arquivo

Essa é uma das características mais importantes no armazenamento em nuvem. Os provedores de serviços criptografam arquivos durante a transferência e ao armazenar. Isso garante que os dados do usuário não sejam passíveis de serem interceptados e usados ​​por terceiros. Alguns dos serviços também permitem aos usuários escolher a sua chave de criptografia e fornecer a facilidade para proteger os arquivos com senhas.

Compartilhamento de arquivos

O recurso de compartilhamento de arquivos dá a possibilidade de vários usuários acessarem arquivos na nuvem de onde quer que estejam. Isso torna os dados de transferência de uma pessoa para outra extremamente fáceis, o que é especialmente útil para transferir arquivos grandes para vários usuários.

Escala de armazenamento

A quantidade de armazenamento atribuída a cada usuário pode ser conforme o pedido. Os limites podem ser ampliados ou reduzidos conforme a demanda. Isso é excelente para startups que começam com apenas um pequeno requisito de memória, mas crescem rapidamente e precisam de muito mais armazenamento.

Quais são as vantagens do armazenamento na nuvem para empresas?

Caso você migre para a nuvem, há alguns benefícios imediatos que a sua empresa pode experimentar. Você pode reduzir os custos operacionais, aumentar a eficácia da TI e economizar tempo gasto no rastreamento e na atualização do software na nuvem.

Uma das maiores vantagens de hospedar seu aplicativo na nuvem é que ele permite que seus funcionários passem mais tempo em tarefas críticas que podem agregar valor à sua empresa. Os funcionários, nesse caso, não precisam perder seu tempo em tarefas operacionais que são cotidianas, demoradas e não agregam nenhum valor ao negócio.

Os provedores de serviços da nuvem também garantem que os recursos físicos sejam mais bem utilizados, e há menos consumo de energia. Confira, abaixo, algumas vantagens de destaque do armazenamento em nuvem. Continue a leitura!

Custo reduzido

Com a nuvem, sua empresa pode aumentar a produtividade e a eficiência — dois fatores diretamente relacionados ao custo e à produção. Como a quantidade de pessoas e os recursos que você precisa para operar de forma eficiente, o seu custo por unidade cai. Isso permite que você obtenha economias de escala muito mais rápidas.

Além disso, uma taxa para armazenamento ilimitado na nuvem é mais barata do que comprar e manter muito espaço de armazenamento no disco rígido. As pessoas ainda compram discos rígidos para vários níveis de armazenamento em seus escritórios. Mas qualquer dispositivo físico que você usa pode falhar por motivos diferentes.

Os serviços de armazenamento em nuvem oferecem ofertas acessíveis para seus usuários. Por exemplo, o principal serviço da nuvem Dropbox permite usar 2 GB de armazenamento gratuitamente. É suficiente para sincronizar seus arquivos de smartphone e manter pelo menos documentos de texto. Se suas demandas exigem mais espaço, existem diferentes opções para comprá-lo que podem otimizar seu negócio.

Possibilidade de trabalhar com os dados de qualquer lugar

A nuvem é um instrumento perfeito para a troca imediata de dados. A opção de dar acesso a várias pessoas torna esse serviço uma ferramenta perfeita para trabalhos distantes e internos. As pessoas precisam transferir informações todos os dias. Por exemplo, se você trabalha com funcionários em home office ou vendedores externos, eles podem enviar arquivos para sua análise mais rápido do que via e-mail.

Você pode sincronizar qualquer pasta com seu armazenamento em nuvem e dar acesso apenas a pessoas selecionadas. Mesmo se você estiver ausente do seu trabalho, você pode entrar no seu armazenamento via smartphone e resolver o seu negócio online. Essa oportunidade de cooperação apaga o fosso entre as pessoas, para que todos possam entregar produtos de seu trabalho mais rápido do que antes.

Segurança dos dados

O monitoramento contínuo de vulnerabilidades de segurança e configuração é crucial. Uma violação de segurança ou perda de dados pode ser perigosa e prejudicial para a integridade do seu negócio. Com a nuvem, você é capaz de mitigar riscos ao armazenar informações valiosas, dados e aplicativos fora do site.

O armazenamento em nuvem monitora continuamente o seu armazenamento, com base nos testes que você escolheu ou criou e na frequência que deseja que eles executem. Se um problema for encontrado, ele alerta quem você designa e mantém um registro da descoberta, juntamente a descrições detalhadas do problema e sua provável resolução.

Escalabilidade e flexibilidade

Você pode escalar infinitamente para atender a demanda do cliente (ou a falta dela), e não precisa atualizar seus servidores ou bancos de dados constantemente. Isso significa que há custos iniciais mais baixos e você pode operar em uma infraestrutura mais enxuta.

A escalabilidade sob demanda, ou elasticidade, permite que as organizações economizem custos ao pagar o uso, e não a capacidade máxima necessária.

Você pode ter atualizações de recursos e segurança para o aplicativo em toda sua base de usuários, sem que eles tenham que baixar ou instalar nada, ou pedir aos seus administradores. Se algo der errado, você também pode reverter essas mudanças rapidamente.

Backup

É altamente recomendável que as empresas tenham um plano de emergência de backup pronto no caso de uma emergência. Simplificando, o trabalho que é salvo na nuvem não é mais vulnerável a problemas técnicos com o equipamento dos funcionários.

Se o computador de um funcionário quebrar, ou o disco rígido for danificado, o trabalho pode ser perdido sem esperança de recuperação. No entanto, quando são guardados na nuvem, ainda podem ser acessados ​​por meio de outros dispositivos.

Assim, o armazenamento em nuvem pode ser usado como um plano de backup por empresas fornecendo uma segunda cópia de arquivos importantes. Esses arquivos são armazenados em um local remoto e podem ser acessados ​​pela conexão à internet.

Tempo de inatividade zero

O armazenamento em nuvem utiliza vários servidores, hardware e recursos usados ​​para armazenar e gerenciar seus dados. Assim, a falha de um ponto não afeta a continuidade do negócio, já que o resto dos outros recursos são capazes de distribuir a carga de trabalho. Portanto, seus dados estão sempre disponíveis com o armazenamento em nuvem.

Confiabilidade e taxas de adoção mais altas

Os fornecedores de nuvem oferecem acordos de nível de serviço (service level agreement — SLAs), geralmente incluindo disponibilidade, desempenho, segurança, privacidade, acesso a dados, portabilidade de dados e qualquer processo de mediação de controvérsias.

A barreira à entrada para usuários é baixa. Eles já estão familiarizados com aplicativos baseados na web, e você pode oferecer inscrições de um clique. Ser baseado na web significa que você pode oferecer seu produto a qualquer pessoa com conexão à internet.

Por último e, o mais importante, a nuvem oferece a vantagem de uma implantação rápida. Depois de optar por esse método de funcionamento, todo o seu sistema pode ser totalmente funcional em questão de alguns minutos. Claro, a quantidade de tempo aqui dependerá do tipo exato de tecnologia que você precisa para o seu negócio.

Ausência de manutenção

Muitas empresas, independentemente do tamanho, preferem armazenar dados dentro de servidores internos e centros de dados. Embora essa abordagem não seja uma opção ruim como tal, ela, no entanto, vem com despesas gerais adicionais.

Os servidores exigem manutenção constante, o que significa que a empresa deve empregar uma grande equipe de TI para gerenciá-los, o que é uma proposta dispendiosa. Graças ao armazenamento em nuvem, as empresas podem economizar muito dinheiro na manutenção, já que seus servidores agora estão sob controle de fornecedores externos.

Em vez disso, eles podem concentrar recursos nos principais aspectos de seus negócios, sem se preocupar com uma equipe de TI ou com seus orçamentos maciços.

Aumento de produtividade

Quando outra pessoa assume a responsabilidade sobre o armazenamento, você pode se concentrar no que é mais importante para você — seu negócio. Alguém responsável pela gestão de um site de comércio eletrônico deve estar mais preocupado em encontrar clientes, fabricar e entregar um produto e fornecer atendimento ao cliente pós-venda.

O que vocês não deveriam desperdiçar o seu tempo é em alocar memória nos servidores de aplicativos da web, em preocupar-se com regras de firewall e detecção de intrusão, em escolher a melhor rede de distribuição de conteúdo, em fazer backups regulares e em elaborar um plano de recuperação. Pense na posse de um carro. Muitas pessoas não sabem como mantê-lo e repará-lo, mas todos que desejam saber como dirigi-lo. É assim que deve ser com aplicativos, especialmente nos negócios.

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Gestão de risco: o que é e como fazer de forma eficiente?

Gestão de risco: o que é e como fazer de forma eficiente?

Se você possui ou gerencia uma empresa que faz uso da Tecnologia da Informação (TI), é importante identificar as ameaças para seus sistemas e dados, reduzir ou realizar a gestão de risco e desenvolver um plano de resposta em caso de crise.

Os CEOs de empresas têm obrigações legais em relação à privacidade, às transações eletrônicas e ao treinamento de pessoal. Tudo isso influencia as estratégias de gestão de risco de TI. Infelizmente, você não pode prever quando ocorrerá um ataque e o que isso pode envolver. Se ocorrer um incidente de segurança, você deve minimizar o impacto e voltar aos negócios o mais rápido possível.

Um plano de resposta ao incidente de segurança cibernética ajudará você e sua empresa a se preparar e responder a ele de forma rápida e eficaz.

Os riscos de TI incluem falhas de hardware e software, erros humanos, spam, vírus e ataques maliciosos, bem como desastres naturais, como incêndios ou inundações.

Os impactos para a empresa incluem comprometimento da confidencialidade dos dados do cliente, danos à reputação, multas regulatórias e honorários legais, danos ao seu crédito e incapacidade de garantir empréstimos bancários, para não mencionar inconvenientes extraordinários e diminuição da produtividade.

Você pode gerenciar problemas de TI ao completar uma avaliação de risco de negócios. Ter um plano de continuidade de negócios pode ajudar sua empresa a se recuperar de um incidente de TI.

Este artigo ajudará você a entender os riscos de TI e fornecerá informações sobre formas de se preparar e responder a incidentes de TI.

Qual é a importância da gestão de risco?

Nos negócios de hoje, o risco representa uma questão crítica. Quase todas as decisões empresariais exigem que os executivos e gerentes equilibrem o risco e a recompensa. A gestão eficaz dos riscos empresariais é essencial para o sucesso de uma empresa.

Muitas vezes, o risco de TI é ignorado. Outros riscos comerciais, como riscos de mercado, risco de crédito e riscos operacionais, foram incorporados nos processos de tomada de decisão corporativa.

O risco de TI foi relegado a especialistas técnicos fora da sala de reuniões, apesar de cair sob a mesma categoria de risco “guarda-chuva”, como outros riscos comerciais.

Todas as empresas que usam TI, seja uma startup ou grandes corporações, podem se beneficiar da gestão de risco de TI. Esse risco pode ser personalizado para qualquer tipo de empresa em qualquer localização geográfica.

As soluções de análise de risco permitem que as empresas tomem decisões conscientes por meio de programas e metodologias de gestão mais inteligentes — direcionando o desempenho do negócio para melhores resultados.

A gestão de risco é tão importante quanto um plano de negócios. Todos pensam que isso não pode acontecer com seu negócio, então não é preciso se preparar para isso. Porém, uma vez que esse risco se torne realidade, você precisa se concentrar em lidar com o evento, ao mesmo tempo que precisa continuar a administrar seu negócio.

Se a sua empresa estiver lutando para reunir uma resposta a uma ameaça enquanto também lida com o incidente, isso dificultará a sua capacidade de informar o público e resolver o problema.

Os recursos combinados da gestão de riscos podem ajudar sua empresa a alcançar um crescimento lucrativo e atender demandas cada vez maiores de conformidade regulamentar nas condições de mercado voláteis e atuais de hoje.

Então, o que é a gestão de risco?

A gestão de risco é um procedimento de identificação, análise e controle de ameaças a uma empresa, que podem ter como resultado uma grande diversidade de fontes, incluindo incerteza financeira, erros de gestão estratégica, responsabilidades legais, acidentes e desastres naturais.

As ameaças à segurança de TI e os riscos relacionados com os dados, bem como as estratégias de gestão de riscos para amenizá-los, tornaram-se uma prioridade para as empresas tecnológicas voltadas à transformação digital.

Como resultado, um plano de gestão de risco inclui cada vez mais os processos das empresas para identificar e controlar as ameaças aos seus ativos digitais, incluindo dados corporativos proprietários, informações pessoais e de propriedade intelectual de um cliente.

O plano deve conter quatro aspectos: um plano de gestão de riscos para minimizar a ameaça; um plano de mitigação para limitar o impacto de qualquer ataque em seu negócio; um plano de resposta para que saiba exatamente o que fazer (e não fazer); e um plano de recuperação de dados para garantir que o seu negócio esteja funcionando novamente o mais rápido possível caso ocorra um imprevisto.

As ameaças gerais aos sistemas e dados de TI incluem:

  • vírus: código de computador que pode copiar e se espalhar de um computador para outro, muitas vezes, interrompendo as operações do computador;
  • falha de hardware e software: perda de energia ou corrupção de dados;
  • spam, fraudes e phishing: e-mail não solicitado que procura enganar as pessoas para revelar detalhes pessoais ou comprar bens fraudulentos;
  • malware: software malicioso projetado para interromper a operação do computador;
  • erro humano: processamento de dados incorretos, descarte de dados de forma descuidada ou abertura acidental de anexos de e-mail infectados.

As ameaças criminais específicas para os sistemas e dados de TI incluem:

  • desonestidade pessoal: roubo de dados ou informações confidenciais, como detalhes do cliente;
  • hackers: pessoas que ilegalmente invadem os sistemas informáticos;
  • negação de serviço: ataques online que impedem o acesso do site para usuários autorizados;
  • fraude: usar um computador para alterar dados para benefício ilegal;
  • falhas de segurança: inclui falhas físicas, bem como online;
  • roubo de senhas: muitas vezes, um alvo para hackers mal-intencionados.

Desastres naturais, como fogo e inundações, também apresentam riscos para sistemas de TI, dados e infraestrutura. Os danos causados ​​aos edifícios e ao hardware podem resultar em perda ou corrupção de registros e transações de clientes.

Em resumo, a gestão de risco:

  • permite a integração com as estruturas globais de risco e conformidade dentro da empresa;
  • fornece uma visão abrangente de todos os riscos relacionados ao uso de TI e um tratamento similarmente completo da gestão de risco para questões operacionais;
  • evolui dinamicamente com uma arquitetura de risco que pode se adaptar eficientemente à medida que as práticas de gestão de riscos, as exigências dos clientes e as tendências de TI mudam;
  • melhora a tomada de decisões, fornecendo ferramentas de gestão, análise de risco, visão e transparência;
  • permite que as empresas compreendam e gerenciem todos os tipos significativos de risco de TI;
  • explica como capitalizar um investimento feito em um sistema de controle de TI já implementado para gerenciar riscos relacionados a TI;
  • fornece benefícios empresariais tangíveis e reduz o custo da conformidade regulamentar;
  • aumenta o retorno sobre o capital, tomando decisões com base no risco sobre como otimizar a alocação de capital e qualificar para incentivos fiscais;
  • acelera e racionaliza os processos de risco para redução de custos de perdas de crédito e gerencia riscos operacionais.

Como criar uma política de gestão de risco corporativa?

A gestão de risco de TI não funciona somente uma vez. Não é um produto a comprar. Em vez disso, é um processo que deve ser realizado de forma contínua. É fundamental que uma organização examine continuamente os riscos e os objetivos de segurança em seu ambiente de negócios e proteja sistematicamente na forma como opera.

A abordagem sistemática deve se estabelecer como um modelo geral para a gestão de risco de negócios, identificando processos relacionados à segurança que devem ser analisados ​​e fornecendo orientação sobre objetivos de segurança, postura de segurança e alternativas de arquitetura de segurança.

A gestão adequada de riscos exige um forte compromisso da alta administração, um processo documentado que apoia a missão da organização, uma política de gestão de risco de informação e uma equipe, inclusive de fornecedores de TI. Depois de identificar o nível aceitável de risco da sua empresa, você precisa desenvolver uma política de gestão de risco de informação.

A política de risco de TI deve ser um subconjunto da política geral de gestão de riscos da organização (os riscos para uma empresa incluem mais do que apenas problemas de segurança da informação) e devem ser mapeados para as políticas de segurança organizacional, que estabelecem o risco aceitável e o papel da segurança como um todo na organização. A política de riscos de TI é focada na gestão de riscos, enquanto a política de segurança é de alto nível e aborda todos os aspectos da segurança. Ela deve abordar os seguintes itens:

  • objetivos;
  • nível de risco que a empresa aceitará;
  • processos formais de identificação de risco;
  • conexão entre a política e os processos de planejamento estratégico da organização;
  • responsabilidades e funções a serem cumpridas;
  • mapeamento de risco para controles internos;
  • abordagem para mudar comportamentos de pessoal e alocação de recursos em resposta à análise de risco;
  • mapeamento de riscos para metas e orçamentos de desempenho;
  • indicadores-chave para monitorar a eficácia dos controles.

A política fornece a infraestrutura para os processos e procedimentos de gestão de riscos da organização e deve abordar todas as questões de segurança da informação, da triagem de pessoal e da ameaça para segurança física e firewalls. Ele deve fornecer orientação sobre como a equipe relaciona informações sobre os riscos da empresa para a gerência sênior e como executar corretamente as decisões da administração em tarefas de mitigação de risco.

Papel das equipes na política de risco de TI

Em organizações líderes, a gestão de risco deve ser um item constante nas agendas de CEOs e conselhos. Para ficar à frente das ameaças, os executivos devem se envolver em um diálogo contínuo para garantir que sua estratégia evolua continuamente e devem fazer os trade-off adequados entre oportunidades de negócios e riscos.

A preparação para a violação começa com a definição das atividades que uma organização deve seguir ao definir uma gestão de risco. A política de risco de TI deve ser clara quanto ao papel de cada um dentro da organização. A política deve conter uma lista de “fazer e não fazer” para a equipe seguir.

O que a política realmente deve fazer é apontar para promover o comportamento de segurança inteligente. Seu plano deve ser criar uma cultura em que os funcionários saibam o que se espera deles — e que são inteligentes o suficiente para detectar possíveis problemas de segurança em cenários reais de risco.

Gerentes de negócios

Eles precisam entender o que é o risco de TI e como ele pode ajudar a suportar seus processos de negócios. Os acordos firmados de contratação de novos sistemas devem ser feitos sob o conceito de segurança do negócio e devem ser responsáveis por decisões críticas. Por exemplo, se os sistemas comerciais devem ser desligados em caso de ameaça.

Representantes da TI

Como a equipe de TI interage? Que ações são realizadas pela equipe de TI durante as operações de resposta a uma ameaça? A equipe terá acesso fácil à rede e aos logs de sistemas para fins de análise? A equipe poderá fazer recomendações para melhorar a segurança da infraestrutura organizacional?

Representantes do departamento jurídico

Quando e como o departamento jurídico deve estar envolvido nos esforços de resposta a incidentes? O pessoal jurídico também pode ser necessário para revisar acordos de confidencialidade, desenvolver uma redação apropriada para entrar em contato com outros sites e organizações, e determinar a responsabilidade do site para incidentes de segurança do computador.

Representantes de recursos humanos

Podem auxiliar no desenvolvimento de descrições de trabalho para contratar pessoal e na criação de políticas e procedimentos para remover empregados internos envolvidos em atividades de informática não autorizadas ou ilegais.

Representantes de relações-públicas

Devem estar preparados para lidar com quaisquer perguntas da mídia e ajudar a desenvolver políticas de divulgação de informações e de práticas.

Especialistas em auditoria e gerenciamento de riscos

Eles podem ajudar a desenvolver métricas de ameaças e vulnerabilidade, avaliações, melhores práticas de segurança em toda a organização.

Como fazer uma boa gestão de risco na área de TI?

Para priorizar e gerenciar o risco de TI, os CEOs precisam de um quadro de referência e uma compreensão clara da função de TI e do seu risco. No entanto, mesmo as pessoas que devem ser responsáveis pela gestão de riscos dentro da empresa, muitas vezes, não tem um entendimento completo.

O risco de TI não é apenas uma questão técnica. Embora os especialistas em assuntos de TI ajudem a entender e gerenciar aspectos do risco de TI, a gestão de negócios é mais importante.

Os gerentes de negócios determinam o que a TI precisa fazer para suportar seus negócios; eles estabelecem as metas para TI e são responsáveis ​​pela gestão dos riscos associados.

A estrutura de TI permite que a empresa tome as decisões adequadas e permite aos usuários compreender como responder ao risco.

Todos os processos de gestão de riscos seguem as mesmas etapas básicas. Juntas, estas 6 etapas combinam para oferecer um processo de gestão de risco simples e eficaz.

1. Identificar o risco

Você e sua equipe descobrem, reconhecem e descrevem os riscos que podem afetar seu negócio ou seus resultados. Existem várias técnicas que você pode usar para encontrar os riscos no negócio da empresa, desde o processo operacional até o atendimento ao cliente. Nem todos os dados precisam ser protegidos da mesma maneira; algumas informações são públicas, algumas informações são confidenciais da empresa e algumas informações são privadas. A quantidade de recursos financeiros que a organização gasta para protegê-la depende da sua importância para a organização.

Os dados têm valor, tanto na quantidade de vantagem competitiva que os dados permitem quanto nos custos difíceis associados à divulgação não autorizada desses dados. Um esforço bem-sucedido de classificação de dados determinará o valor intrínseco ou de evitação de custos do conjunto de dados. Uma vez que uma organização determina o verdadeiro valor dos dados, pode determinar quanto gastar para protegê-lo.

Existem muitos dados de local (por exemplo, bancos de dados de produção, cópias de backup, data warehouses, lojas de dados departamentais, sistemas de teste e desenvolvimento). A localização torna-se crucial para determinar como protegê-lo.

2. Analisar o risco

Isso é crítico e pode evoluir ao longo do tempo. É perfeitamente possível que uma empresa não tenha uma imagem completa de quem tem acesso a certos tipos de dados. Ao identificar isso, uma empresa pode determinar quem tem uma necessidade legítima de vê-los e pode restringir ainda mais o acesso.

Uma vez que os riscos são identificados, você determina a probabilidade e a consequência de cada risco. Você desenvolve uma compreensão da natureza do risco e seu potencial para afetar as metas e os objetivos da empresa.

3. Avaliar ou classificar o risco

Avalie ou classifique o risco determinando a magnitude dessa ameaça, que é a combinação de probabilidade e consequência.

Conduza as avaliações configurando pontuações e classificando-as usando uma matriz de risco simples. Transmita as pontuações para uma entidade ou organização avaliada. Defina a lógica para calcular pontuações de risco inerentes e residuais, e veja e analise essas pontuações por meio de mapas de calor flexíveis.

Ao completar um processo de classificação de dados, uma organização pode determinar quanto esforço e custo são necessários para proteger adequadamente os ativos de informação mais críticos. Uma vez que uma organização tenha concluído uma iniciativa de classificação de dados, decisões gerenciais podem ser feitas para equilibrar despesas de segurança com o valor real dos dados que a organização está tentando proteger.

4. Tratar o risco

Isso também é referido como Planejamento de Resposta ao Risco. Durante essa etapa, você avalia seus riscos classificados mais altos e estabelece um plano para tratar ou modificar esses riscos para alcançar níveis de risco aceitáveis.

Como você pode minimizar a probabilidade de riscos negativos e aumentar as oportunidades? Você cria estratégias de mitigação de risco, planos preventivos e planos de contingência nessa etapa. Defina um plano de ação e acompanhe o processo de remediação e os problemas de risco mais altos ou mais sérios.

5. Monitorar e rever o risco

Embora a maioria das estruturas líderes de controle de segurança incluam controles de verificação, chamamos atenção especial para isso como parte do processo de gestão de risco. Periodicamente, as organizações devem avaliar seus controles de segurança para obter garantia sobre a eficácia do controle da segurança e determinar se os controles estão operando como pretendido dentro das organizações.

Muitas vezes, vejo organizações com departamentos de auditoria interna que se concentram amplamente nos controles internos sobre relatórios financeiros. Avaliar os controles de segurança (por meio de uma combinação de testes de controle e testes de penetração) também é uma ótima maneira para os departamentos de auditoria interna continuarem a agregar valor aumentando a postura geral de segurança da organização.

O risco é sobre a incerteza. Se você colocar uma estrutura em torno dela, então você efetivamente desrespeitará seu negócio. E isso significa que você pode mover-se muito mais com confiança para alcançar os objetivos da sua empresa. Ao identificar e gerenciar uma lista abrangente dos riscos, as surpresas e barreiras desagradáveis ​​podem ser reduzidas e você pode descobrir oportunidades douradas.

O processo de gestão de riscos também ajuda a resolver problemas quando ocorrem, porque esses problemas foram planejados e os planos para tratá-los já foram desenvolvidos e acordados. Você evita reações impulsivas e entra no modo “fogo combate” para corrigir problemas que poderiam ter sido antecipados.

Isso faz com que equipes e partes interessadas fiquem mais felizes e menos estressadas. O resultado final é que você minimiza os impactos das ameaças de TI e captura as oportunidades que ocorrem.

6. Aceitar o risco

As violações de alto perfil demonstram, mesmo com processos de segurança robustos, que as organizações podem sofrer uma violação. Quando as medidas de segurança falham, podem ocorrer impactos financeiros (por exemplo, monitoramento de crédito para clientes afetados, aumento de custos de processamento de transações ou multas avaliadas por agências reguladoras).

As organizações devem entender sua exposição financeira em relação a um conjunto de dados comprometido. Nesse ponto, a organização pode avaliar a eficácia geral do seu processo de segurança e decidir se aceita esse risco ou transfere esse risco por meio de uma política de responsabilidade civil.

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8 dicas para um projeto de redução de custos

8 dicas para um projeto de redução de custos

A grande pressão dos executivos para que sejam implantadas as melhores soluções utilizando a alta tecnologia disponível no momento definitivamente está tirando o sono de muitos experts em TI. Entretanto, implementar uma eficiência financeira em sua empresa necessita de um sólido projeto de redução de custos.

Afinal, diminuir os custos e aumentar a lucratividade é algo que toda organização busca incansavelmente e, nos últimos anos, a TI está sendo a peça mais importante dessa engrenagem. O grande desafio é conseguir implantar um projeto de redução de custos excelente sem prejudicar a segurança e a disponibilidade dos sistemas.

Para resolver esses problemas de forma sustentável, a primeira ação a ser tomada é o planejamento estratégico. Apresentaremos, primeiramente, como estabelecê-lo e, logo após, daremos dicas para a implantação de um projeto de redução de custos que atenda as necessidades.

Planejamento estratégico

O tal do Planejamento estratégico nada mais é do que estabelecer um plano para alcançar a missão do projeto, por meio da consecução dos objetivos estabelecidos. Para cada objetivo ou item de redução de custos que consta dentro do planejamento, é crucial definir se os prazos serão de curto, médio ou longo prazo. Porém, dentro de cada plano estratégico de longo prazo, pode existir um plano operacional com metas de curto prazo.

Em alguns casos, as empresas são muito boas em articular um plano estratégico, mas não conseguem executar com sucesso um plano operacional de curto prazo. Ao combinar o planejamento estratégico de longo prazo com um plano operacional de curto prazo, a organização é capaz de estabelecer um caminho geral com base em seus valores e objetivos, ao mesmo tempo que tem a capacidade de se adaptar a ambientes em mudança.

Um plano bem executado consegue visualizar onde o negócio está agora, aonde a gerência quer ir, como e quando eles chegarão lá e como eles saberão que chegaram. E como fazer isso? Ao entender e descobrir no que pode ser realizado as melhores e mais efetivas reduções de custos. Confira agora as dicas que trouxemos para você!

1. Crie uma cultura de otimização de custos

Assegure-se de incorporar uma cultura de propriedade, empenhada em ajudar a reduzir custos desnecessários.

As prioridades estratégicas de redução de custos devem ser regularmente revisadas e atualizadas da mesma maneira que sua corporação avalia a relevância de seu projeto e as oportunidades futuras.

Essa mudança de cultura com os colaboradores inclui facilitadores para a revisão periódica e a conscientização da melhoria contínua no negócio. É importante recompensar e incentivar o pessoal a buscar continuamente oportunidades de melhoria, assim como ensinar a diferenciar claramente os custos necessários dos desnecessários.

2. Diferencie os custos

A principal prioridade na redução de custos estratégicos é direcionar os recursos para aquilo em que eles podem ganhar o melhor retorno, em vez de apenas cortar custos em si. O ponto de partida é diferenciar as capacidades necessárias para gerar o crescimento lucrativo — “custos necessários” direcionados ao investimento — de operações de baixo desempenho e operações ineficientes — “custos desnecessários” visando a revisão ou a eliminação.

Os melhores custos são capacidades que diferenciam seus negócios, aproximam-se dos clientes e permitem desenvolver novas proposições de valor. É preciso determinar o que realmente interessa aos clientes no mercado de hoje.

3. Mensure a performance do projeto de redução de custos

Existe muito interesse e muita pressão por parte dos executivos para que os valores sejam reduzidos constantemente. Se você planejar devidamente e começar a ter resultados, faça relatórios gerenciais que quantifiquem e qualifiquem os pontos do projeto de redução de custos, além de calcular o ROI.

Você também pode fazer projeções, que poderão mostrar um caminho diferente no projeto se algo não estiver indo para o caminho desejado.

É importante mensurar a cada finalização de uma etapa e sempre criar uma projeção próximo o suficiente para que sua equipe de gerenciamento sinta que está fazendo um bom trabalho ou que precisa mudar alguma coisa para que o projeto seja um sucesso.

4. Mantenha uma equipe enxuta

Uma das coisas mais difíceis — e erradas — que algumas organizações fazem é desligar a metade dos funcionários. A redução de custos é resolvida a curto prazo e a folha de pagamento fica mais leve. Mas os funcionários que ficaram costumam ficar inseguros, insatisfeitos e claro, sobrecarregados.

A melhor estratégia é conhecer melhor a equipe, capacitá-los para que tenham cada vez mais valor para a organização. Dessa forma, não é necessário contratar mais pessoas para fazer um trabalho que o funcionário antigo está apto a fazer. Pode ser considerado um custo bom e facilmente justificável aos executivos: especializar e manter a equipe enxuta, produtiva e feliz.

5. Incentive o home office

Está sendo cada dia mais utilizado pelas empresas de vanguarda e traz inúmeros benefícios a todos os envolvidos. Além das facilidades com os colaboradores, como evitar o trânsito, ter o próprio horário e passar mais tempo com a família, temos diminuições de custos em espaço físico e os custos operacionais, como energia, água e transportes.

Para que isso funcione corretamente, é imprescindível que a TI monte uma infraestrutura segura, atualizada e com mobilidade. Pense na utilização de aplicativos online, SaaS e infraestrutura na nuvem.

6. Considere mudar para a nuvem

Colocar a infraestrutura e os seus sistemas em na nuvem é uma das tendências de TI mais utilizadas há alguns anos e está cada dia mais sofisticada, eficiente e segura. Praticamente todos as vantagens propiciam a redução de custos.

Não envolve investimentos antecipados, pois todas as necessidades de infraestrutura de TI serão atendidas pelo provedor de serviços da nuvem por um custo fixo. Vamos dar alguns exemplos:

Custo operacional x capital

Quando você executa operações em seus próprios servidores, você precisa comprar mais hardware. Comprar hardware extra pode adicionar muito ao seu custo capital (o chamado Capex), pois precisam de manutenção mesmo se ociosos, e podem gerar gastos vultuosos em casos de troca de equipamento. Com os cloud services, essa preocupação é diluida ao longo de meses, se tornando um custo operacional (Opex), mais previsível para a sua empresa.

Reduza a equipe eventual especializada

Você não precisa se preocupar em contratar especialistas em TI somente para algum projeto ou uma equipe imensa, focada somente na manutenção de todo o parque dos servidores in house. A equipe poderá focar em outras áreas e no core business da organização.

Consuma menos energia

O consumo fica a cargo do provedor da nuvem, que também consome significativamente menos energia e é mais eficiente do que ter uma instalação de TI interna.

Tenha escalabilidade

A nuvem garante a plena utilização dos recursos de hardware independente da carga de trabalho do seu negócio. É ótimo em épocas sazonais ou em períodos de baixa atividade de processamento porque a carga de trabalho será utilizada de acordo com a necessidade da operação.

7. Automatize as tarefas

Esse ponto é bastante difícil e demorado, mas fará muita diferença a longo prazo. Tenha em mente que não é só “passar tudo para o computador”, existem muitas análises anteriores a serem feitas, como:

  • fazer um levantamento de todos os processos;
  • encontrar os processos redundantes entre os setores;
  • olhar quantos passos são necessários para uma tarefa ser finalizada e encontrar uma solução mais simples;
  • considerar a utilização de aplicações na nuvem, como Software as a Service (SaaS);
  • automatizar as tarefas, deixar a vida do usuário mais simples e integrar os sistemas.

8. Pense em terceirizar serviços

Ao terceirizar os serviços de TI, você investe em profissionais que são altamente especializados e conseguem alinhar seus objetivos de negócios com os seus. Eles se esforçam para trabalhar de forma eficiente e resolvem os problemas rapidamente, pois estão focados nisso. Pesquise bastante e encontre uma excelente consultoria, pois essa é uma opção que vale a pena considerar na redução de custos.

Os maiores players do mercado já estão assegurando o diferencial competitivo da redução efetiva de custos estratégicos. E a vantagem que eles ganharam continuará a aumentar à medida que o mercado não se manter atualizado. Não perca mais tempo!

Esperamos que essas ideias tenham trazido inspiração para que você faça um projeto de redução de custos fantástica e sua empresa fique ainda mais fortalecida! Para garantir seu projeto e saber mais detalhes, descubra também como escolher a melhor consultoria de TI!