Como fazer análise de dados eficiente? Confira!

Como fazer análise de dados eficiente? Confira!

As empresas têm investido em melhorar as práticas de como fazer análise de dados, sendo esta um grande trunfo para as empresas, desde startups até organizações internacionais que se preocupam em fazer a melhor leitura de seus resultados e tomar decisões em cima disso.

A análise de dados é uma forma comprovada para organizações e empresas obterem as informações necessárias para tomar melhores decisões, atender seus clientes e aumentar a produtividade e a receita.

Os benefícios da análise de dados são numerosos demais para contar, e alguns dos benefícios mais gratificantes incluem obter as informações certas para sua empresa, obter mais valor dos departamentos de TI, criar campanhas de marketing mais eficazes e obter um melhor entendimento dos clientes.

Afinal, o que é análise de dados?

A análise de dados é um componente principal da mineração de dados e é fundamental para obter a percepção que impulsiona as decisões de negócios. Organizações e empresas analisam dados de várias origens usando soluções de gerenciamento de Big Data e soluções de gestão da experiência do cliente que utilizam análise de dados para transformar dados em insights acionáveis.

A análise de dados inclui todas as maneiras de decompor os dados, avaliar as tendências ao longo do tempo e comparar um setor ou medida com outro. Também pode incluir as várias maneiras pelas quais os dados são visualizados para tornar as tendências e os relacionamentos intuitivos de relance. Envolve fazer perguntas sobre o que aconteceu, o que está acontecendo e o que acontecerá (análise preditiva).

Como fazer uma conferência de dados com sucesso?

Os dados são tão bons quanto as perguntas que são definidas. Por mais avançada que seja sua infraestrutura de TI, seus dados não fornecerão uma solução pronta, a menos que se faça uma pergunta específica.

Os dados, geralmente, representam os processos de um negócio. Isso pode ser um usuário interagindo com um site de comércio eletrônico, um paciente em um hospital, um projeto sendo aprovado, software sendo comprado e faturado e assim por diante.

Todos eles são representados em milhares de bancos de dados em todo o mundo e todos eles são armazenados de maneira ligeiramente diferente com regras de negócios diferentes.

Para ajudar a transformar dados em decisões de negócios, deve-se começar a preparar os pontos de vista que deseja obter insights antes mesmo de iniciar o processo de coleta de dados.

Com base na estratégia, nas metas, no orçamento e nos clientes-alvo da empresa, deve-se preparar um conjunto de perguntas que orientarão com facilidade a análise de dados e o ajudará a chegar a insights relevantes.

Todos (ou, pelo menos, a maioria das empresas de dados maduros) têm uma fonte de dados de verdade. Mas, deve-se sair da mentalidade de fonte única de dados e pensar em como unir os dados quantitativos e qualitativos para provocar insights melhores. A integração de seus dados pode emprestar dados de ação do usuário do Google Analytics e combiná-los com dados de usuários no Marketo ou SalesForce, por exemplo.

O que é preciso para organizar questionamento?

Em toda análise de dados organizacionais ou de negócios, deve-se começar com as perguntas corretas. As perguntas devem ser mensuráveis, claras e concisas. O analista deve elaborar perguntas para qualificar ou desqualificar possíveis soluções para seu problema ou oportunidade específica.

Considere que tipo de dados você precisaria para responder à pergunta-chave. Ao responder a essa pergunta, você provavelmente precisará responder a muitas subquestões.

Finalmente, em sua decisão sobre o que medir, certifique-se de incluir quaisquer objeções razoáveis ​​que qualquer parte interessada possa ter.

Analistas de dados também precisam se concentrar no contexto que está por trás dos dados que estão analisando. Isso significa entender as necessidades dos outros departamentos que solicitaram o projeto, bem como compreender realmente os processos por trás dos dados que estão analisando.

Isso significa que os analistas de dados precisam entender essas regras de negócios e lógica! Caso contrário, eles não podem realizar uma boa análise, eles farão suposições ruins e, frequentemente, criarão dados sujos e duplicados.

Tudo porque eles não entendiam o contexto. O contexto permite que equipes focadas em dados tornem as suposições mais claras. Eles não são forçados a gastar muito tempo na fase de hipóteses em que estão testando todas as teorias possíveis. Em vez disso, eles podem utilizar o contexto para ajudar a acelerar o processo de análise.

O contexto em torno dos dados são como ouro para os cientistas de dados. Não está sempre lá, mas quando está, torna o trabalho muito mais fácil!

Como apresentar os dados coletados para a sua empresa?

A grande maioria das ocasiões em que os dados são apresentados (relatórios, painéis executivos, apresentações de conferências ou simplesmente uma coisa automática por email do Google Analytics) acabam sendo improdutivas, porque a maior parte da discussão ainda é sobre os dados.

E se você está em uma discussão estratégica, qualquer ocasião para agir sobre os dados, precisará obter respostas o mais rápido possível.

Uma excelente visualização de dados realça exatamente o que você deseja que o usuário perceba e os leva à ação antes mesmo que você possa mencioná-la. Renuncie às tabelas e aos scorecards métricos — é para isso que servem as exportações de dados! Use ferramentas interativas para contar uma história com dados e chamar a atenção das partes interessadas com o que você encontrar.

Confira algumas dicas que potencializarão sua apresentação:

  • não seja desleixado. Sua apresentação é sua marca;
  • traga o foco e simplifique;
  • determine a altitude de dados de forma otimizada;
  • elimine as distrações, utilize somente dados essenciais;
  • consolide os dados, seja o mais honesto possível.

A análise de dados valiosos solicita visualmente as ações a serem tomadas?

Muitas empresas são inundadas com relatórios com excessos de dados. Embora essa abordagem possa deter a maré de alguns interessados ​​com fome de dados, ela serve como um pontinho em um vasto oceano de dados.

Enquanto isso, uma ótima análise de dados pode realmente impactar a estratégia da empresa. Portanto, priorize análises que sejam críticas e que permitam a extração de algum resultado. Você nunca deve ter um ponto de análise que não responda à pergunta “o que posso fazer com esses dados?”

Procure sempre investir não somente em ferramentas de coleta, mas também nas de filtragem e análise.

Para saber mais sobre como fazer análise de dados confira o artigo Big Data: o que é, quais suas vantagens e como usar na sua empresa?

 

Oracle cloud: como e por que usar na sua empresa?

Oracle cloud: como e por que usar na sua empresa?

Ganhar velocidade nos processos e melhorar o desempenho do negócio promovendo a transformação digital. Se é isso que você busca para a sua empresa, existe algo que certamente ajudará você: a Oracle Cloud.

Para quem está à procura de um serviço completo e que reduza a complexidade operacional e tecnológica da companhia, a Oracle Cloud será uma excelente escolha no que se refere ao caminho para a nuvem.

Com ela, você poderá adotar um modelo de TI híbrido, executando determinados recursos nela própria e outros no local. Além disso, também é possível implementar e gerenciar aplicações na sua nuvem privada ou movê-las para a pública.

De qualquer forma, este artigo foi preparado para mostrar por que utilizar a Oracle Cloud como solução. Continue a leitura e confira.

Quais as características da Oracle Cloud?

Começaremos, então, pelas características da Oracle Cloud. A primeira observação a se fazer é que ela consegue ser a nuvem mais automatizada do mercado e, ainda assim, oferecer o menor custo quando comparada aos seus principais concorrentes.

A segunda é que a Oracle Cloud é também uma das opções mais abrangentes e integradas que existem. Ela entrega possibilidades de implantação que vão desde a nuvem pública até o data center, e também apresenta serviços de primeira linha em Infraestrutura como Serviço (IaaS), Plataforma como Serviço (PaaS), Dados como Serviço (DaaS) e Software como Serviço (SaaS).

Tais atributos colaboram fortemente para todo e qualquer tipo de organização que queira promover inovação e transformação. Isso aumenta a agilidade e reduz a complexidade do TI.

Acumulando a experiência de 40 anos da Oracle, a Oracle Cloud foi desenvolvida com o que há de melhor em termos de tecnologia e ferramentas digitais. Tudo isso garante uma oferta de computação em nuvem totalmente sintonizada com as exigências da atualidade.

A solução é aberta, completa e absolutamente segura, com data centers na Europa, Ásia e Américas, incluindo duas unidades no Brasil (Campinas e São Paulo, capital).

Outra particularidade da Oracle Cloud é o seu marketplace. Ele consiste em um ecossistema criado dentro da própria nuvem para dar suporte aos usuários que chegam até ela, mesmo que eles não utilizem nenhum produto Oracle.

Por que usar a Oracle Cloud?

Desenvolvida para toda a sua empresa e com aplicativos que você pode usufruir à medida que ela cresce. Basicamente, é por essa razão que o uso da Oracle Cloud vem sendo cada vez mais indicado.

No entanto, para fortalecer o porquê de usá-la, destacaremos brevemente o que cada um dos seus serviços em nuvem pode proporcionar para as organizações:

Software as a Service (SaaS)

Por oferecer o conjunto de aplicativos SaaS mais completo, inovador e confiável de todos, a Oracle Cloud possibilita aos clientes transformar seus negócios com as mais recentes tecnologias de Inteligência Artificial (IA).

Data as a Service (DaaS)

Podendo ser utilizada a partir de uma ampla variedade de fontes da Oracle e de terceiros, sua nuvem de dados pode ser usada pelas áreas de marketing e vendas para a produção de resultados mais satisfatórios.

Platform as a Service (PaaS)

A Oracle Cloud também apresenta a maior gama de serviços PaaS do setor, permitindo que os profissionais de TI e líderes corporativos desenvolvam, ampliem e projetem aplicações que se aproveitam de análises precisas e avançadas.

Infrastructure as a Service (IaaS)

Além de tudo o que já foi falado, o serviço de infraestrutura da Oracle Cloud é um dos que mais apresenta alto desempenho e baixo custo do mercado. Ele consente aos seus consumidores a execução de altas cargas de trabalho em seus aplicativos.

Completa, a solução é baseada em um único modelo de dados que liga de ponta a ponta todos os processos da empresa. Isso acaba tornando-a mais inteligente e contribuindo, desse modo, para o ganho de eficiência operacional.

O ponto a destacar, nesse caso, é que, independentemente do tipo ou tamanho da organização, a Oracle Cloud se capacita para todas elas — de startups à corporações globais.

Quais são as soluções oferecidas pela Oracle Cloud?

Devido ao fato que a Oracle é um player de atuação abrangente no mercado de TI, de bancos de dados a infraestrutura e software, a Oracle Cloud prima por sua diversidade de usos e soluções. A seguir, mostraremos algumas delas e o que elas proporcionam:

Ravello

Solução que permite a integração das suas cargas de trabalho do data center existente baseado em KVM ou VMware no Oracle Cloud Infrastructure, GPC ou AWS, sem ser preciso qualquer modificação no armazenamento, na rede ou nas VMs.

Database

Com eficácia empresarial comprovada, o database (serviço de banco de dados em nuvem) é capaz de suportar qualquer volume de trabalho para implantações ou desenvolvimentos em larga escala.

Analytics

O recurso de analytics da Oracle Cloud é que o há de mais abrangente em termos de análise na nuvem. A plataforma é única, capacitando toda a sua empresa a realizar qualquer pergunta sobre quaisquer dados utilizando qualquer dispositivo em qualquer ambiente!

Container

Serviços na nuvem para o gerenciamento de aplicações baseadas em contêineres Docker no Oracle Cloud Infrastructure. Excelente opção para os casos de uso de Dev, Dev/Test, DevOps e outros tipos contêineres nativos.

Oracle Integration Cloud

Por meio de uma plataforma unificada e fácil de usar, o Oracle Integration Cloud facilita a integração de aplicativos, a gestão de casos adaptáveis, a automação de processos e muito mais.

Além desses, cabe salientar também as seguintes soluções:

  • API Platform;
  • Big Data Cloud;
  • Application Runtime;
  • Developer Cloud;
  • Management Cloud;
  • Identity;
  • MySQL;
  • Virtual Cloud Network;
  • Internet of Things.

Para ter uma melhor compreensão de todas as possibilidades, dê uma conferida no site da própria Oracle.

Quais as vantagens da Oracle Cloud?

Antes de concluirmos, nada mais justo do que deixarmos bem claras quais são as vantagens da Oracle Cloud. As principais são:

Vale deixar claro que a redução do custo já é percebida no licenciamento da solução. Isso ocorre porque, ao contratar o serviço em nuvem da Oracle, o pagamento é mensal, com um valor consideravelmente mais baixo quando comparado à compra da licença, por exemplo.

A Oracle Cloud se faz da pirâmide IaaS, SaaS e PaaS, sendo a IaaS na base e a SaaS no topo. Foi o modelo Software as a Service que deu início à extensão dos demais. Isso significa que ela foi estruturada de cima para baixo.

Para comparação, as outras nuvens começaram, geralmente, de baixo para cima — ou seja, de IaaS para SaaS. Essa condição reflete no aspecto de que somente a Oracle tem alguns produtos como SaaS (BI, CRM e ERP). Para os clientes que estão em busca um serviço pronto, é válido optar por SaaS.

Esperamos que você tenha gostado deste artigo sobre a Oracle Cloud. Se quiser saber ainda mais e conhecer os planos e valores dessa solução, entre em contato conosco. Nossa equipe está pronta para atender você e tirar todas as suas dúvidas!

7 motivos para contratar uma consultoria em cloud

7 motivos para contratar uma consultoria em cloud

Lidar com a chamada transformação digital e os ganhos oferecidos por ela se tornou uma necessidade de sobrevivência para muitas empresas nos últimos anos. Porém, como conseguir a migração perfeita, que extraia o potencial máximo da nuvem na sua rotina de trabalho? Uma ótima resposta para essa pergunta está na consultoria em cloud.

Neste artigo, vamos contar por que ela é importante e por que você deveria pensar em contratar uma agora mesmo! Vamos começar?

Qual é a importância da consultoria em cloud?

Antes de listar os motivos para apostar na consultoria em cloud, nós temos que entender por que isso importa. Por que não simplesmente contratar um serviço de nuvem e implementá-lo por conta própria?

A resposta dessa questão vem de uma necessidade interminável em qualquer negócio que trabalhe com produtos e serviços digitais: a busca por otimização de recursos e processos sem que isso afete a qualidade. Não há como se manter consolidado no mercado por muito tempo se os concorrentes conseguem entregar algo semelhante mais rápido e gastando menos.

A nuvem está sim disponível para o uso e não faltam opções para contratar. Mas, com um uso básico dessa estrutura, não é possível usufruir de todos os benefícios que ela oferece. Como identificar qual ferramenta vamos usar na hora certa? Para as empresas, a resposta para esse tipo de pergunta está atrelada à eficiência de custo e às outras vantagens.

Ao escolher uma consultoria, sua empresa ganha mais inteligência para usar os recursos da nuvem e alcançar o melhor resultado para o negócio. Isso trará eficiência de custo, escalabilidade, disponibilidade e diversas outras vantagens que detalharemos mais a seguir. É uma questão de tirar o máximo proveito da nuvem para as necessidades do seu negócio.

Quais são os 7 motivos para contratar uma consultoria em cloud?

Então, podemos entrar em mais detalhes no que faz a consultoria em cloud um investimento necessário para empresas que buscam extrair o máximo da tecnologia que contratam e adquirem. Como dissemos, são vantagens que convergem na busca por otimização e podemos citar as 7 mais importantes:

1. Eficiência de custo

O que mais se espera de uma consultoria tecnológica é conseguir a melhor estrutura pelo menor preço possível. Quando se adquire hardware, por exemplo, isso significa pesar o custo-benefício e negociar condições de pagamento. Contudo, em um modelo recorrente de serviço, o foco é um pouco diferente.

Aqui, o importante é conseguir não o melhor ou o mais potente, mas os componentes que se adequem mais ao fluxo produtivo da empresa. Ferramentas, conexão, sistema, virtualização, armazenamento — tudo isso deve ser contratado de acordo com o que você precisa para encurtar processos e facilitar o desenvolvimento.

Só uma empresa especializada é capaz de levantar esses dados em todos os seus aspectos e indicar qual é a melhor solução para cada etapa desse processo.

2. Migração facilitada

Mesmo que não seja um processo tão complicado, a forma como sua empresa migra para a nuvem pode definir a otimização de seu uso no futuro. Se essa transição for desorganizada ou apressada, é possível que você precise de uma nova grande reformulação no futuro para não desperdiçar dinheiro e recursos.

Uma consultoria em cloud, quando feita com empresas experientes e com expertise, permite a elaboração de um plano de migração seguro, organizado e estruturado em etapas. Dessa forma, seu negócio garante o potencial máximo da nuvem desde o primeiro dia.

3. Escalabilidade pré-configurada

A escalabilidade de recursos é um dos maiores argumentos de venda da nuvem: uma empresa é capaz de, em alguns cliques, aumentar exponencialmente sua estrutura para atender a picos de demanda, sem precisar necessariamente aumentar de forma proporcional os gastos e os esforços dos profissionais.

Parece fácil, mas só é assim quando o provedor de nuvem oferece um serviço de qualidade e o seu sistema como um todo já está preparado para lidar com esse processo. Para garantir as duas coisas, a consultoria em cloud é uma grande aliada.

4. Disponibilidade adequada à demanda

Quanta infraestrutura você precisa hoje para atender ao seu público? Quanto você vai precisar daqui a cinco, dez anos? Esse tipo de planejamento é essencial para quem quer crescer de forma sustentável, mas nem sempre é um processo simples para quem já tem que lidar com uma rotina de trabalho intensa.

A consultoria pode tirar esse peso das suas costas e fazer o planejamento por você. Da sua parte e dos profissionais da empresa, basta utilizar esses dados como fonte para traçar uma estratégia de crescimento utilizando a cloud computing.

5. Microsserviços

Uma tendência atual de desenvolvimento em nuvem é a troca de grandes ferramentas abrangentes por arquitetura de microsserviços, quando cada aplicação funciona de forma precisa e dedicada a determinada função.

A grande sacada desse modelo é dar mais flexibilidade para a forma como esses módulos se conversam para agilizar o desenvolvimento. Partes desnecessárias podem ser descartadas para economizar e realocar esse capital em funcionalidades mais importantes. Uma consultoria em cloud poderá escolher, estruturar e implementar um sistema baseado em microsserviços para aumentar a rapidez e a qualidade da sua entrega.

6. Backups garantidos

O uso de backups na nuvem hoje é fundamental para qualquer negócio que não quer lidar com desastres originados da perda de dados. Mas armazenar cópias e criar redundâncias de qualquer jeito não garante que você terá um sistema confiável.

O que uma consultoria em cloud pode fazer é levantar e delimitar duas métricas importantes para garantir o sucesso de recuperação em casos de desastre:

  • o Recovery Point Objective, ou RPO, define em quanto tempo antes de uma falha ou desastre alterações de dados podem ser perdidas para que o sistema seja recuperado;
  • o Recovery Time Objective, ou RTO, determina quanto tempo a empresa tem para recuperar aplicações e dados que foram comprometidos a um estado operacional antes que haja prejuízo para a operação.

7. Segurança

O assunto segurança é prioritário em empresas que planejam a sua transformação digital e a migração para a nuvem. Por isso, ela é mais um ponto a se pensar na hora de decidir contratar uma consultoria.

A cloud computing é hoje uma tecnologia muito segura, com provedoras investindo em equipamentos mais modernos e equipes de segurança dedicadas. No entanto, isso depende do modelo escolhido, da empresa contratada e da implementação bem-feita.

A equação que equilibra todos esses fatores não é sempre simples de fazer por profissionais que já precisam lidar com suas rotinas no dia a dia. Deixar a cargo de uma boa consultoria em cloud pode ser a forma perfeita de tirar o peso das suas costas e garantir o sistema mais seguro possível.

Quais são as dificuldades que a empresa pode ter na hora de migrar?

Quando uma empresa decide fazer a migração para a nuvem por conta própria, ela pode esbarrar em uma série de dificuldades que irão pôr em cheque a qualidade da implementação.

Geralmente, profissionais têm pouco tempo para elaborar um plano completo, já que estão constantemente trabalhando na melhoria do seu produto. Um planejamento inicial incompleto gera demora nas etapas de migração, dificuldade de encontrar uma harmonia entre as soluções contratadas e muita gambiarra para encaixar esse novo sistema nos seus processos atuais.

Uma consultoria em cloud pode eliminar todos esses pontos problemáticos. É o tipo de empresa que fará um levantamento da sua estrutura, do seu fluxo de trabalho e das suas necessidades de entrega. Dessa forma, ela garantirá a melhor solução de nuvem para alavancar a qualidade e a agilidade do seu trabalho.

O que você está esperando, então, para contratar uma consultoria em cloud? Entre em contato conosco agora! A Under vai acompanhar você nesse processo e vai garantir uma transformação digital completa para a sua empresa!

RAID: o que é e como ele ajuda os servidores?

RAID: o que é e como ele ajuda os servidores?

O armazenamento é essencial ao configurar um servidor, já que praticamente toda informação depende de um dispositivo de storage, onde é salva, atualizada e recuperada em diversas utilizações. Se você tiver requisitos de redundância ou desempenho mais complexos, soluções como o RAID podem fazer a diferença.

Confira a seguir como o RAID pode ampliar a capacidade de armazenamento e velocidade do seu servidor. Veja mais!

Afinal, o que é RAID?

RAID é uma sigla para Redundant Array of Independent Disks ou Conjunto Redundante de Discos Independentes. É uma técnica que consiste em utilizar um conjunto de discos rígidos de forma que eles operem com maior eficiência.

De uma forma simples, RAID é a configuração de dois ou vários discos rígidos para funcionar como uma única unidade em um único sistema de computador. Embora a configuração possa variar de acordo com o uso pretendido, o principal conceito é fornecer uma instalação de alta disponibilidade, que deve isolar todo o armazenamento de dados de situações como falhas no sistema ou falhas na infraestrutura.

No mundo da tecnologia da informação, o termo “alta disponibilidade” é obtido por meio da redundância. Isso pode ser feito implantando matrizes RAID no centro de dados, o que reduz a probabilidade de falhas do sistema, que acontecem devido a falhas do disco rígido. Isso evita que as matrizes de disco configuradas falhem e, portanto, suas operações gerais também não serão afetadas fazendo com que os usuários do data center nunca experimentem o tempo de inatividade.

Por que usar o RAID?

Os valores primários fornecidos pelo RAID são a redundância de dados e os ganhos de desempenho. A redundância destina-se a ajudar a aumentar a disponibilidade dos seus dados.

Isso significa que, durante certas condições de falha, como quando uma unidade de armazenamento fica defeituosa, suas informações ainda estão acessíveis e o sistema como um todo pode continuar a funcionar até que a unidade seja substituída.

Isso não significa um mecanismo de backup — os backups separados sempre são recomendados com RAID como com qualquer outro tipo de armazenamento — mas, em vez disso, tem como objetivo minimizar as interrupções quando ocorrem problemas.

O outro benefício que o RAID oferece em alguns cenários está no desempenho. O armazenamento geralmente é limitado pela velocidade de um único disco. Com o RAID, os dados são redundantes ou distribuídos, o que significa que vários discos podem ser consultados para cada operação de leitura, aumentando a taxa de transferência total. As operações de gravação também podem ser melhoradas em certas configurações, pois cada disco individual pode ser solicitado a escrever apenas uma fração do total de dados.

Qual nível de RAID é adequado para o meu negócio?

RAID 0

O RAID 0 destina-se a velocidades rápidas de leitura e gravação, dando ao usuário um ótimo desempenho. O RAID 0 é um pouco diferente porque, apesar do seu nome, não há redundância. Em vez disso, os dados são “listrados” nas unidades, o que significa que cada disco contém uma parte da informação geral.

Embora isso permita velocidades de leitura e gravação mais rápidas, isso também significa que, se uma das unidades falhar, não há como recuperar qualquer um dos dados em discos de trabalho restantes.

O RAID 0 geralmente é a configuração RAID preferida para jogadores, em que a velocidade é de extrema importância.

RAID 1

O RAID 1 é uma configuração de, pelo menos, duas unidades que contém exatamente os mesmos dados. O RAID 1 fornece o que se chama “tolerância a falhas”, o que significa que, quando uma unidade falha, as outras ainda funcionarão. Esse é, portanto, o favorito para aqueles que precisam de alta confiabilidade.

A diferença é que ele não oferece nem mesmo as mesmas velocidades de gravação que uma configuração RAID 0. Quando os dados são salvos, ele deve ser gravado em cada unidade, o que significa que a velocidade de gravação só pode ser tão rápida quanto a unidade mais lenta na matriz. Posteriormente, o espaço de armazenamento também depende da unidade menor da matriz.

Pense na eficiência do RAID 1 como o número de unidades divididas pelo número de unidades. Dois divididos por dois são um (um para armazenamento e o outro para backup). Já uma configuração de cinco unidades ainda tem apenas um valor de unidade de informação, mas quatro backups.

RAID 5

A configuração mais popular, o RAID 5 usa um método semelhante ao RAID 0, e também tem uma “paridade” distribuída nas unidades.

De uma forma lógica, os dados são reunidos no caso de uma única falha na unidade, usando as informações de paridade armazenadas nas outras unidades.

Essa função é executada enquanto as outras unidades continuam suas operações normais, o que significa que o tempo de inatividade é zero em caso de falha na unidade. É por isso que o RAID 5 requer pelo menos três unidades.

O RAID 5 perde 33% do espaço de armazenamento (usando três unidades) para essa paridade, mas ainda é uma configuração mais econômica do que o RAID 1. As configurações mais populares do RAID 5 usam quatro unidades, o que reduz o espaço de armazenamento perdido para 25%.

RAID 10

O RAID 10 consiste em um mínimo para quatro unidades e tem todas as vantagens de RAID 0 e RAID 1 — embora a um custo ligeiramente maior.

O RAID 10 tem as características de desempenho de uma configuração RAID 0, mas, em vez de confiar em discos únicos, é utilizada uma matriz espelhada, que fornece uma redundância de todos os acolhimentos. Isso significa que o RAID 10 pode fornecer a velocidade do RAID 0 com a redundância do RAID 1, razão pela qual, às vezes, você o verá como RAID 1 + 0 (ou 10).

Como aplicar RAID no meu negócio?

O RAID normalmente é usado em servidores em que a tolerância a falhas é necessária e a acessibilidade de dados é crítica. Como resultado, o RAID é comumente usado em dispositivos de armazenamento conectados em rede, bem como servidores que hospedam linhas críticas de aplicativos de negócios.

O RAID também pode ser usado em PCs de mesa. As empresas que criam PCs de alta potência para seus funcionários, como aqueles nos campos de edição de CAD ou multimídia, podem se beneficiar da configuração do RAID. O RAID fornece proteção de falha do disco rígido para aqueles que devem usar aplicativos robustos com grandes quantidades de armazenamento.

Como o RAID deixa o negócio mais seguro?

Ter uma configuração de redundância nos discos rígidos de seus servidores poderia potencialmente salvar seu negócio de tempo de inatividade dispendioso.

Com o RAID, as organizações podem perder um disco em sua matriz e continuar com suas operações do dia a dia sem se preocupar. A maioria das matrizes RAID fornece aos administradores estatísticas do disco, que fornece alertas para a equipe de TI se uma unidade estiver prestes a falhar dentro de um RAID.

Gostou dos benefícios que o armazenamento em RAID pode trazer para sua operação de dados. Pois saiba que os servidores dedicados Under já contam com discos RAID para garantir a melhor disponibilidade. Entre em contato conosco para saber mais.

Transformação digital: como aproveitar essa tendência?

Transformação digital: como aproveitar essa tendência?

A transformação digital veio junto com a grande evolução tecnológica e está revolucionando o planeta, provocando disrupções fantásticas, alavancando projetos imensos e levando os lucros das organizações para a estratosfera. Se a sua empresa ainda não entrou nessa onda, muitos poderão dizer que ela está fadada a morrer na praia.

Será que essa é uma visão fatalista demais ou apenas um reflexo da realidade em que vivemos?

Os excessos que alguns players de tecnologia cometem com o termo “transformação digital” acabou causando reações adversas: alguns afirmam que não passa de um termo mercadológico, enquanto outros dizem que esse conceito é inatingível, tamanha a pressão para que ocorra. Isso, muitas vezes, resulta em iniciativas fragmentadas ou esforços equivocados que levam a oportunidades perdidas, desempenho lento ou falsos começos.

A verdade é que a transformação digital veio para ficar e está realmente mudando a forma de tocar os negócios. As empresas precisam se adequar e investir em inovação se almejam continuar competitivas. Porém, como tudo na vida, é preciso muito senso crítico, um certo cuidado e um grande planejamento estratégico para fazer uma verdadeira transformação digital e trazer resultados positivos para o seu produto e sua organização.

Mas vamos ao que interessa: o que é a transformação digital e por que ela se faz tão necessária? Você vai descobrir aqui tudo o que precisa saber — e explicado de uma forma bem simples — aqui, neste post. Vamos lá?

O que é transformação digital?

Vale a pena uma pausa para esclarecer o vocabulário e aprimorar a linguagem. Os líderes empresariais devem ter uma compreensão clara e comum de exatamente o que são os meios digitais e o que isso significa para seus negócios.

Existem três termos que andam causando confusão nos meios de comunicação: digitalização, digitização e transformação digital. Vamos entender melhor cada um deles:

  • Digitalização é o processo de converter um objeto físico ou analógico em um arquivo digital (um exemplo prático é utilizar um scanner ou tirar uma foto de um contrato em papel). Quando uma empresa é digitalizada, quer dizer que passou seus processos de papel para a forma digital, armazenando esses documentos em uma base de dados. Inclusive, é interessante lembrar que as duas formas — papel físico e dados lógicos — podem continuar coexistindo.
  • Digitização é um processo que muda o modelo de negócio e os processos operacionais da empresa para o formato digital, envolvendo também a digitalização da documentação.
  • Transformação digital é a soma da digitização e da digitalização, fazendo a mudança para que a empresa seja totalmente digital. Envolver todos os departamentos, os processos e as operações da empresa. Essa transformação é profunda, altera a cultura da empresa, das pessoas e do modelo de negócios.

Portanto, a transformação digital é muito mais do que passar os produtos e serviços para a forma digital: ela também é sobre os processos que criam, habilitam, gerenciam e entregam— e é nesse momento que a TI entra. Os processos e as tecnologias subjacentes devem ser utilizados a favor do negócio, da empresa e, claro, do cliente.

Antes, tínhamos dificuldade em administrar o tempo, problemas com distância e difícil acesso à informação. O avanço das novas tecnologias nos últimos anos permitiu que se iniciasse a transformação digital, que veio para atenuar e resolver essa série de problemas. Temos que pensar que o foco maior é o ser humano e que, nesse contexto, a máquina deve trabalhar a nosso favor.

Hoje em dia, sua empresa pode aproveitar plenamente as mudanças e oportunidades das tecnologias digitais ou perder o incrível valor que essas ferramentas representam para as empresas, sejam elas pequenas ou grandes. O desafio não é analisar se a organização deve ou não adotar a tecnologia atual em seus processos de negócios existentes, e sim pensar em como maximizar a tecnologia digital sem interromper suas funções de negócios existentes.

Quais os benefícios da transformação digital?

Quando cuidadosamente executada, os benefícios da transformação digital são enormes. A mudança pode aumentar a produtividade de maneira drástica e conceder ao seu negócio a vantagem competitiva que você precisa para oferecer uma experiência excepcional ao cliente.

Além disso, ela levará a um aumento na geração de dados de múltiplas fontes, dando às empresas uma oportunidade de interagir com os clientes e indicar novos produtos e serviços com base em suas experiências de compras anteriores.

As oportunidades e benefícios são praticamente infinitas: você poderá contar, entre várias outras coisas, com a melhoria da interação em tempo real com os clientes, informações mais precisas, melhor gerenciamento de estoque, acesso a novos segmentos de clientes, maior produtividade, processos de produção simplificados, melhor alocação de recursos, previsão efetiva e decisões comerciais eficientes. Vamos detalhar algumas:

Acompanhamento do progresso

Com as novas ferramentas de análise de dados, é possível monitorar facilmente o progresso, os problemas e o sucesso de um negócio online. Ao rastrear o desempenho do site, por exemplo, você pode ter acesso ao número de cliques, visualizações ou respostas para sua campanha e/ou produto sem gastar muito.

Mercado-alvo

Conheça seu nicho com sua presença online. Você obtém informações em tempo real relacionadas à demografia, bem como o número de visitantes do site, seus países de origem, gostos, preferências e comportamentos. Também se torna fácil acompanhar as taxas de rejeição, ou seja, por quanto tempo os visitantes permanecem em seu site.

Armazenamento de dados

Antigamente, as informações eram sempre armazenadas em arquivos (de departamento), o que era altamente ineficiente. Era complicado armazenar enormes volumes de dados essenciais e mais ainda encontrar o que precisasse depois. Agora, com a ajuda de novas ferramentas de armazenamento e softwares na nuvem, as empresas estão ficando mais organizadas e o processo de arquivamento de dados se tornou mais inteligente e eficiente.

Eco-friendly

A transformação digital ajuda as empresas a operarem sem a necessidade de uso do papel, assim ajudando a reduzir custos e, de quebra, proteger o meio ambiente. Pode não parecer, mas essa é uma mudança cultural profunda no ambiente corporativo, pois muitos departamentos ainda adoram guardar papéis sem necessidade e podem agilizar uma série de processos ao optar pela automatização deles.

Acessibilidade

Além da economia da papelada, os enormes volumes de dados podem ser armazenados na nuvem, o que também significa que você não precisará de uma força de trabalho enorme para manter seu site. Os sistemas de colaboração empresarial permitem que os funcionários baixem somente o conteúdo relevante, desenvolvendo sistemas de comunicação eficientes em toda a organização e dizendo adeus a backups no computador do funcionário ou mídias externas para armazenamento.

Rentabilidade

O marketing online promete um ROI enorme para as empresas. Com o número de usuários digitais em ascensão, a transformação digital será uma solução lucrativa para você.

Funcionários melhores

Todo negócio quer que sua força de trabalho seja mais inteligente, rápida e produtiva. Alcançar esse objetivo requer soluções inovadoras para tornar mais fácil a colaboração, a comunicação e a troca irrestrita de dados entre seus funcionários.

Diversas ferramentas de produtividade em nuvem, soluções ERP e empresas especialistas estão preparadas para a transformação digital e ajudam as suas equipes a ter a máxima proficiência.

Interação perfeita com o cliente

A satisfação, a lealdade e a retenção do cliente sempre foram importantes para a sobrevivência e o crescimento das empresas. Uma forte experiência do cliente significa uma maior fidelidade do cliente, mais vendas e mais novos clientes através de referências. Seu negócio deve gastar tempo identificando como interagir com os clientes no momento certo, no lugar certo.

Como fazer a transformação digital na empresa?

Apesar a TI ter possibilitado essa revolução, ela precisa de outras estruturas para que tudo funcione corretamente. Para essa inovação acontecer é imprescindível organização e planejamento para executar essa mudança e todo o projeto precisa estar embasado nos quatro pilares da transformação digital, que são: envolver os clientes, capacitar seus funcionários, otimizar operações e transformar produtos. Acompanhe para entender um pouco mais sobre estes pilares:

Público: envolver os clientes

Os clientes são a força vital de qualquer negócio, e cultivar e fortalecer essas relações determina, em grande parte, se uma organização irá crescer ou morrer. Em termos gerais, podemos pensar que o termo “cliente” representa os atores externos atendidos pela sua organização. Se você melhorar a satisfação e a UX dos clientes e a imagem da marca, os resultados do negócio serão excelentes!

Depois de entender a jornada e os comportamentos de seus clientes, você estará em uma posição forte para criar um plano digital em conformidade e começar o processo de escolha da tecnologia certa para tirar o máximo aproveitamento do resultado.

Com o acesso a novas ferramentas de gerenciamento de relacionamento com clientes, o big data e a inteligência artificial com foco na análise de dados prevê diversas vantagens. Você pode coletar informações de contato, do comportamento do site comercial e do comportamento de compra e serviço do cliente, melhorando significativamente sua estratégia de engajamento do consumidor.

“O cliente sempre tem a razão”: essa frase nunca foi tão verdadeira. Tudo tem que ser rápido, perfeito e sem erros. No entanto, muitas empresas acreditam que basta digitalizar os processos e criar um front-end amigável que está tudo certo. Mais uma vez, não é assim que a coisa funciona!

Vamos pegar um exemplo de vendas online. Não basta criar um aplicativo com uma UX impecável, que aumente as vendas, e deixar os demais processos de lado. É preciso rever diversos pontos e agilizar processos, como:

  • app de vendas ou website;
  • as mais diversas formas de pagamento;
  • logística para a entrega, com diminuição do prazo e custo de entrega;
  • um atendimento excelente em todos os setores, com equipes especializadas na pré-venda, financeiro e pós-venda;
  • rapidez, eficiência e políticas claras sobre devolução de pedidos.

Todas as ações da transformação digital têm por objetivo libertar o ser humano do trabalho orientado a processos para que todos possam lidar com as exceções, passar mais tempo com os clientes e focar nos negócios e nos produtos.

Pessoas: capacitar seus funcionários

Grandes organizações se concentram em construir uma cultura de alto desempenho e investir em suas pessoas. Este pilar se encontra nas várias unidades de negócios, departamentos, equipes e indivíduos.

Do ponto de vista de dados e análises, a mobilidade traz as soluções para que o colaborador resolva a dor dos seus clientes, com as informações certas, no momento certo e no formato correto. A ideia da capacitação é acelerar a entrega, melhorar a qualidade e proporcionar realização dos usuários.

É fundamental que a equipe esteja afiada com a estratégia corporativa geral estabelecida pela administração executiva. Crie a visão das funções necessárias para o sucesso e faça com que eles enxerguem e foquem nessa visão. Aproveite para promover o desenvolvimento das habilidades com essa equipe.

Fortaleça a cultura da inovação

É uma tarefa difícil, mas é possível trabalhar com a empresa inteira para que os funcionários compartilhem novas ideias, buscando processos rápidos e baratos para obter soluções inovadoras para o mercado. Entenda:

  • oriente a equipe sobre o que pode ser mais estimulado e o que nunca será implementado devido a regras do negócio ou termos legais;
  • eleja os campeões da inovação, mas valorize também os gerentes que estão lá mantendo funcionando enquanto a inovação não chega;
  • redefina métricas e incentivos;
  • dê aos funcionários as ferramentas que eles precisam para testar as ideias.

Toda empresa precisa de uma estratégia digital inovadora para ganhar vantagem competitiva. As maiores empresas estão rapidamente adotando tecnologias digitais para atender ao alto nível de expectativas do cliente. Portanto, passar pela transformação digital é a melhor solução para obter uma vantagem competitiva, pois ajudará você a analisar os novos participantes e fortalecer os relacionamentos fornecedor–cliente.

Existe um aumento exponencial no uso da Internet, que agora não é mais considerada como somente mais um canal de marketing, especializado somente em um segmento ou nicho de clientes. Agora, ela é vista como um investimento com retorno garantido e os canais online são tidos como o método mais econômico para chegar a um público-alvo grande, astuto e bem-informado.

Crie uma política de segurança de dados

Mesmo com tantos benefícios, ainda existem preocupações aumentadas em torno da segurança cibernética e do risco de dados. Uma forte política de segurança de dados deve ser usada para definir métodos para transferir ou compartilhar dados de forma segura e ajudar a interromper o uso de serviços e aplicativos não suportados ou inseguros.

Essas políticas devem ser muito específicas sobre o que é aceitável ou não — e deve valer para todos os funcionários. Tudo precisa estar documentado, comunicado e deve ser atualizado periodicamente. Eles devem incluir informações sobre sigilos de negócios, políticas de e-mail e dispositivos móveis, redes sociais e uso correto da internet.

Faça reuniões e sessões de treinamento para educá-los regularmente sobre a realidade da segurança de dados e seu papel em manter a informação segura.

Gestão: otimizar operações

Esse é o pilar que reúne os clientes, funcionários e a TI para que tudo isso se transforme em uma organização com a melhor compreensão dos processos atuais, sejam eles de qualquer área.

Com ele, as organizações conseguirão criar repositórios de dados inteligentes para que consigam as melhores análises e insights, provocando a vantagem competitiva. Conseguir identificar esse padrões de dados pode até prever um problema e atuar na solução antes mesmo que ele aconteça.

O foco para a melhor otimização do operacional das instituições é unir a tecnologia para poder coletar as informações dos clientes e, com a expertise e a inteligência das pessoas, conseguir insights transformadores. Alguns exemplos que você pode implementar:

Análise e agendamento dinâmico

Algoritmos de análise e o uso de machine learning (ou aprendizado de máquina) possibilitam a mineração dos dados para obter informações estratégicas.

Soluções ERP na nuvem

Tomando um exemplo, uma solução ERP pode fornecer visibilidade em todos os canais de distribuição e em níveis de inventário para que as matérias-primas possam ser mantidas e reabastecidas com base nas próximas necessidades e pedidos passados.

TI: transformar produtos

Esse termo dita sobre como as organizações estão aproveitando a tecnologia para inovar em sua proposta de valor para o mercado e seus cliente. É o último pilar e abrange também as soluções físicas mais atuais e que sustentam o ambiente da Terceira Plataforma: o Big Data, os dados na nuvem, as mídias sociais e a mobilidade.

E aqui o departamento de TI ou a sua consultoria deve estar na vanguarda e utilizar as ferramentas da Terceira Plataforma para ajudar a reduzir custos, proteger dados comerciais, minimizar riscos e facilitar a conformidade.

Para a maioria das empresas que já possuem um bom nível de tecnologia ou que utilizam ferramentas como BI, CRM e ERP, as mudanças poderão ser em menor escala — isso, claro, em relação às novas implementações. Vale ressaltar que é preciso estar muito atento aos ambientes de contingência e assegurar que o processo de migração entre os sistemas seja o menos traumático possível.

Quais os impactos na sociedade que a transformação digital promove?

Vamos agora ver alguns impactos que a transformação digital está causando na sociedade atual. Entre eles, temos boas notícias e alguns problemas que todos esperam que a sociedade consiga contornar. Vamos conferir juntos:

Escritórios virtuais

O chamado teletrabalho está crescendo e sendo regularizado aqui no Brasil. Essa é uma forte tendência mundial e em breve será a forma mais utilizada de trabalho. Os escritórios virtuais estão sendo estruturados sob a forma de ambientes de trabalho em casa, acessos remotos, horários flexíveis e trabalho cooperativo.

Com os deslocamentos para os escritórios da cidade se tornando cada vez mais estressantes, o desejo de um equilíbrio entre trabalho e vida pessoal e a tecnologia a favor com muitas ferramentas de controle de acesso, conferência virtual e até mesmo a realidade aumentada podem ajudar a colocar os colegas de trabalho artificialmente na mesma sala.

Technostress

O crescimento da tecnologia em nossas rotinas está fazendo com que seja difícil desligar das telinhas. No entanto, essa exigência de conexão a qualquer momento e em qualquer lugar, está afetando nosso nível de estresse e saúde mental. A isso foi dado o nome de Technostress.

Definido como o vínculo psicológico negativo entre as pessoas e as novas tecnologias, ele pode ser experimentado por pessoas que não podem se adaptar às novas tecnologias ou pessoas com comportamentos compulsivos quanto a estar conectado e compartilhar atualizações constantes. O grupo de pessoas mais propensas a sofrer tecnologia no trabalho são homens jovens e aqueles com menor alfabetização em informática.

Além de trabalhar para telecomunicações interpessoais mais ricas e mais naturais, os designers terão que começar a pensar além do design UX do próprio produto e considerar a experiência de vida holística dos usuários.

Segregação ideológica online

A transformação digital não afeta apenas o mundo dos negócios, mas também o comportamento social. Infelizmente, a segregação existe desde o início da civilização, e nós temos a tendência natural a ouvir somente as declarações com as quais já concordamos. Por esses motivos, acabamos nos organizando em grupos cada vez menores e mais segmentados.

Na era pré-digital, as pessoas se definiam por sua política ou pelos jornais que liam. Porém, a era digital está criando uma sociedade bem mais profunda e fragmentada: enquanto as mídias sociais fornecem voz a todos e tem sido vista como uma força democratizadora, está sendo argumentado que as redes sociais e a personalização excessiva aumentam a segregação ideológica.

A personalização é uma ferramenta UX inteligente que aprende e se adapta ao usuário com base no seu comportamento. Seu objetivo é construir um vínculo com os usuários, fornecendo o conteúdo certo no momento certo para a pessoa certa. A forma mais básica de personalização sugere conteúdo relacionado com base no conteúdo que está sendo visualizado. Isso é simples de fazer — e é uma poderosa ferramenta de marketing —, mas reduziu o acesso do leitor a uma variedade específica de conteúdo e visualizações.

À medida que a segregação ideológica em linha se torna mais evidente, a pressão pode crescer em empresas, provedores de conteúdo e designers UX para reduzir o nível de personalização do conteúdo. Sim, isso está sendo revisto e veremos novidades em breve.

Quais empresas já passaram pela transformação digital?

Tesla: consolidando o carro elétrico

A Tesla acumulou dívidas imensas durante muitos anos e o mercado estava só aguardando para ver o que poderia acontecer com a empresa. Foi aí que ela resolveu revolucionar a indústria, passando por uma grande transformação digital e criando o seu carro elétrico — o mais vendido do mundo!

É o primeiro carro totalmente elétrico que tem capacidade de carregar 80% da bateria em meia hora, com autonomia superior a 360 quilômetros.

Por sua grande inovação, a Tesla foi eleita por duas vezes em primeiro lugar na lista da Forbes como a empresa mais inovadora.

Experian: tornando a vida dos clientes melhor

A empresa conhecida por pontuação de crédito está ajudando as pessoas a construir um perfil de crédito mais preciso, aumentando a capacidade de aceitar empréstimos para habitação e outras linhas de crédito. Trabalhando em parceria com o desenvolvedor de finanças Finicity, eles são capazes de capturar “dados alternativos”, como pagamentos de renda, pagamentos de serviços públicos e outras transações em tempo real para construir um histórico de crédito mais preciso.

Pode até ser que muitas empresas não percebam a verdadeira necessidade da transformação digital, mas não dá para negar como ela tem um papel fundamental na agilização de todo tipo de processo corporativo. As mudanças na cultura organizacional também são um ponto forte a ser considerado, levando vantagens não só para o negócio em si mas para todos os colaboradores e envolvidos.

Se você se esforça para estar sempre atualizado com as tendências de TI, assine nossa newsletter e receba nossas dicas e novidades para aumentar as chances de sua empresa alcançar uma transformação digital perfeita!

Redução de custos em TI: por onde começar? Como fazer?

Redução de custos em TI: por onde começar? Como fazer?

Apesar da área de TI ser estratégica para qualquer empresa, muitos gestores de tecnologia são pressionados a fazer uma redução de custos ou otimização dos recursos. Mas por onde começar?

Não é só porque o Brasil passou, ou ainda passa, por uma crise econômica, mas sim porque as empresas ganham mais quando os seus custos operacionais são menores. Muito se recorre a soluções tecnológicas para adquirir a vantagem de diminuir gastos, sem perder a qualidade dos produtos ou serviços oferecidos.

Muitas vezes, empresas gastam com tecnologia para gerir melhor seus recursos e otimizar seus processos, mas a falta de planejamento ou preparo faz com que estes investimentos sejam desperdiçados. De pouco adianta injetar dinheiro em tecnologia sem estar pronto para ela.

Mesmo assim, a onda de transformação digital permite que as empresas apostem na otimização de recursos com a adoção de novos serviços ou a terceirização de alguns. Nesse caso um exemplo é o cloud computing que ajuda na diminuição de gastos.

Mas nem sempre é fácil achar o caminho correto que se deve trilhar para cada empresa. Foi pensando nessas dificuldades de encontrar soluções de corte de custo ou otimização dos recursos que fizemos este post.

Continue lendo e veja nossas dicas de como fazer uma redução eficiente de custos de TI na sua empresa.

Auditoria de processos e sistemas internos de TI

Esse deve ser o primeiro passo de quem deseja reduzir sua despesa em TI: saber como está a organização de processos e sistemas. Muitos gestores desconhecem processos internos e acabam cortando custos necessários e deixando os desnecessários, o que não ajuda em nada a organização.

Outra questão que pode ser um ponto de redução é olhar para todos os sistemas que a empresa está usando. A tecnologia evolui em pouco tempo e você pode estar usando algum sistema obsoleto ou que já está ultrapassado e não é mais necessário. Isso também gera custo, já que não ajuda na produtividade de quem está utilizando o sistema.

Renegociar contratos também é uma forma de redução de custos. Uma das despesas mais altas em TI é o de contratos de serviços de telecomunicações. Confira se não existem concorrentes com preços mais baixos e negocie com seus fornecedores.

Muitas vezes, nos acomodamos com o serviço prestado e não pesquisamos mais a concorrência que pode trazer tanto mais qualidade quanto um menor preço.

Se não conseguir baixar os custos nesse ponto, verifique se a sua rede está sendo usada de forma adequada. Uma saída pode ser otimizar o uso para conseguir poupar recursos, se isso não prejudicar usuários ou impactar softwares ou aplicações. Lembre-se de que nada pode parar para que a empresa não seja prejudicada.

Processos operacionais automatizados

Depois da auditoria e com o mapa dos processos em mãos, o ideal é identificar quais deles podem ser automatizados.

A automatização libera a sua equipe para realizar outras atividades que tragam mais resultados. Isso é economia de tempo e significa, por consequência, dinheiro.

Quando os processos são automatizados as chances de erro diminuem — e muito. Com todo o avanço da Inteligência Artificial, principalmente no uso de aplicações com Machine Learning, suas operações poderão ter ganhos significativos em eficiência. Até mesmo processos que não usam diretamente essa tecnologia poderão ser beneficiados por isso.

Outra questão vantajosa é a análise que pode ser feita a partir de diagnósticos mais precisos. As análises são um bem precioso quando podem ser usadas para melhorar os próprios processos, o que em última instância pode trazer mais lucros.

Foco na transformação digital

Além de trazer reduções de custos para as empresas, a transformação digital gera valor para o seu cliente, por isso, pensar nela é importante e inevitável. Ela já está acontecendo e é melhor garantir que a sua empresa continue competitiva.

A concorrência é sempre acirrada e, atualmente, os consumidores escolhem quem oferece o melhor serviço ou tem o melhor relacionamento com eles em todos os canais.

Para começar um projeto de transformação digital, os gestores têm que lidar com alguns desafios. Um deles é alinhar toda a empresa com o conceito. Será que todo mundo sabe mesmo o que é isso?

Além da disseminação do conceito, a transformação digital exige um mapeamento das oportunidades que já estão dentro da empresa, uma olhada no mercado, a construção de um ambiente ágil e eliminar algumas resistências.

A seguir, apresentamos algumas dicas para você aplicá-las no seu negócio. Acompanhe!

Mostre o valor da mudança

Para alinhar todos com a ideia de que é necessário fazer uma transformação digital é preciso primeiro buscar argumentos.

Faça uma pesquisa com os seus concorrentes e veja quais já estão mais adiantados no processo e como está a curva de aprendizado das tecnologias que eles estão utilizando.

Falamos agora há pouco de Machine Learning e esse é um assunto que ainda traz muitas dúvidas. Todas as possíveis perguntas têm que ser respondidas de forma prática e, se possível, com exemplos.

O ideal é que as sugestões para a sua empresa sejam feitas com a construção de cenários.

E já que está precisando otimizar gastos, é bom citar também os custos e benefícios das novas tecnologias para que a apresentação seja mais tangível.

A TI tem um valor comercial, o difícil é demonstrar esse valor quando ela não é uma prioridade. Então não deixe essa oportunidade escapar por falta de informações.

Tente, ainda, abordar o ganho na experiência de quem já é cliente, como ela traz mais inteligência para novas vendas e cross-sell com a análise de dados, entre outras vantagens.

Essa pode ser uma forma de ganhar o apoio de outras áreas que trabalham com o foco no cliente.

Construa ambientes ágeis

Agora que a etapa de convencimento passou, vamos para o próximo passo: checar como estão suas operações de TI.

Segundo uma pesquisa da KPMG, com mais de 600 líderes de TI, existem ainda problemas em sistemas que estão em uso atualmente e esse é o principal motivo para a falta de inovação. 66% dos entrevistados disseram que o ambiente, a estrutura, processos e padrões são os principais pontos a serem melhorados.

Sem melhorias nessas questões nenhum projeto vai alcançar o sucesso esperado. Pode parecer que isso não reduzirá custos e vai apenas aumentá-los, mas todo investimento nessa área tem o potencial de se pagar em pouco tempo, pois o impacto será bem significativo.

Outra questão crítica é a falta de habilidades específicas em profissionais de TI. Profissões como gerentes de produtos e gerentes de serviço ainda tem pouca densidade no mercado.

E mesmo as habilidades mais comuns como especializção em experiência do usuário (UX), segurança, mobilidade e cloud são difíceis de encontrar nos profissionais de hoje.

Sendo assim, antes de partir com tudo para a transformação digital, é preciso olhar para essas questões e tentar capacitar sua equipe para esse novo desafio.

Investimento em cloud computing

Quando se fala em transformação digital, a computação em nuvem é logo mencionada. Além disso, é uma das tendências mais fortes para redução de custos de TI, com a opção de contratar serviços de outsourcing quando se trata de serviços em cloud, desde infraestrutura (IaaS), até aplicações (SaaS) e plataformas (PaaS).

Todo gestor de TI já ouviu falar que a nuvem é o futuro, e ela continua sendo tendência tecnológica, se mostrando muito eficaz nos projetos de redução de custos.

Isso é comprovado em um estudo da Gartner, que revela que 70% dos custos que uma empresa tem com TI vem da sua infraestrutura.

Olhando para os dados acima, conclui-se que na verdade uma adoção do serviço é uma otimização de recursos, já que o cloud computing pode ter menor custo se a troca do físico pela nuvem for levado em consideração.

A escolha por um servidor na nuvem pode ser feita de várias formas, com servidores privados ou híbridos, de acordo com a necessidade de uso.

Mas, como a computação em nuvem ainda gera algumas dúvidas, vamos falar um pouco mais das vantagens e novas possibilidades que trazem para as empresas. Confira!

Mobilidade

Essa é a primeira vantagem que passa na mente de qualquer pessoa ao pensar nessa inovação.

Ter a possibilidade de acessar suas informações ou sistemas de qualquer lugar em qualquer dispositivo é um ganho para executivos que vivem fora do escritório, o que acarreta na agilidade de tomada de decisões e diminui gargalos de aprovações.

Não são só os gestores que aproveitam essa vantagem. Funcionários também podem ser beneficiados em um momento que se fala tanto em home office. Mesmo que não seja algo aplicado em larga escala pelas empresas é uma nova possibilidade sustentada por um serviço de TI.

Escalabilidade

Se você decide contratar um serviço de computação na nuvem, com certeza vai buscar fornecedores que possam atender as suas necessidades com eficiência e que tenham credibilidade no mercado.

Geralmente, esse tipo de parceria traz ganhos como a manutenção e a evolução da tecnologia do serviço prestado.

Como o fornecedor é especializado no assunto, ele vai estar preparado para oferecer mais espaço ou acessos, se a sua empresa aumentar e precisar disso. E é justamente para fazer frente as demandas dos novos serviços sugeridos pela transformação digital que você vai precisar de escalabilidade.

A quantidade de dados gerada e o processamento, que vai ajudar tanto a prever alguns comportamentos de consumidores, pode duplicar ou triplicar sua necessidade de armazenamento. Para estar preparado para esse aumento, sua empresa precisa de um fornecedor que ofereça um serviço qualificado.

Segurança

Um dos grandes pontos de dúvida sobre cloud computing ainda é a segurança. Nesse momento, surgem várias perguntas, tais como: será que os dados da minha empresa estão totalmente protegidos contra ataques ou desastres? Eu vou ter que dividir o espaço em hardware com outras empresas?

Toda a formatação do projeto depende de você e do que você precisa. Além de toda a tecnologia de segurança da informação já estar mais evoluída – afinal se fala em computação na nuvem desde a década passada –, você ainda pode optar pela nuvem privada. O custo é um pouco maior, mas atende as empresas que precisam de um serviço mais exclusivo.

Sem contar que os fornecedores estão acostumados a oferecer tudo o que é necessário para a segurança dos dados, como firewall, e ambientes sempre atualizados. Na dúvida procure por parceiros que entreguem serviços de segurança adicionais que contemplem as suas necessidades.

Diminuição dos gastos com licenciamento de software

Utilizando o cloud computing também é possível economizar com o licenciamento de software com os serviços SaaS. Com ele, a empresa só paga o número de acessos que está sendo realmente necessário para seus funcionários.

Mas tem gente que ainda se pergunta como funciona e quais são as vantagens de migrar para um serviço desse.

Com essas plataformas, a empresa não paga pela aquisição do software e hardware para o uso. Os contratos são feitos com base na subscrição de usuários. Então o valor é condizente com o que é necessário, sem desperdícios.

Além disso, como a responsabilidade de manutenção fica com o prestador do serviço, não é preciso investir em hardware e em atualizações. Tudo isso fica por conta do fornecedor, que pode prestar um serviço bem melhor do que seria fazer isso dentro de casa.

Existem ainda serviços de PaaS (Plataforma como serviço) para hospedar e implementar hardware e softwares usados para prover aplicações por meio da internet. Além do IaaS (Infraestrutura como Serviço), que são ambientes virtuais, backups online, todos baseados na nuvem.

Barateamento da conta de energia elétrica

Apesar de ser uma questão não tão relacionada à TI, quando uma empresa conta com um data center, boa parte da conta de luz vem de custos ligados à manutenção de hardware, já que são equipamentos que precisam estar ligados 24 horas por dia. A escolha pela computação em nuvem pode ajudar nisso.

Esse é um ótimo argumento para convencer a área administrativa a apoiar o projeto, e ainda é possível conseguir mais aliados, se você levantar a questão que a empresa terá mais responsabilidade com o meio ambiente.

Otimização das tarefas da equipe

Por último, outro impacto gerado com o cloud computing é na equipe. Parte dela pode ser liberada de atividades de manutenção para a realização de tarefas mais estratégicas, o que também acarreta na otimização de recursos.

Padronização e integração de sistemas e processos

A padronização sempre facilita o processo de integração, elas andam juntas. No meio de uma empresa com várias gerências e áreas, é comum encontrarmos sistemas e soluções diferentes para o mesmo propósito. Isso pode ser um ralo do dinheiro por onde o orçamento de TI se esvai.

Isso acontece porque, às vezes, pessoas de diferentes setores de uma organização acabam procurando e demandando da TI uma solução que atenda suas necessidades. No entanto, se não há uma gestão bem-feita dessas soluções, com uma visão estratégica e integrada do negócio, isso pode se tornar um problema depois.

Custear soluções diferentes pode não ser o caminho. A padronização pode ajudar na redução de custos de TI, já que é mais barato pagar por usuários dentro de um sistema do que pagar vários sistemas diferentes.

Se for algo desenvolvido em casa a questão é o custo envolvido.  É perda de tempo e dinheiro investir em projetos que levem a uma mesma solução. É muito mais fácil começar um que atenda várias áreas para aquele objetivo.

É bom ter em mente que seu cliente é a empresa como todo e não as áreas isoladamente.

Quando você tem sistemas e soluções padronizados, também se torna muito mais fácil integrá-los, não é mesmo? Eles já começam com linguagens compatíveis, o que traz uma possibilidade maior de integração.

Outra vantagem que a padronização e a integração possibilitam é a diminuição de erros e paradas. Qualquer tempo ocioso de um profissional é um custo para a empresa. E se a instituição tem um e-commerce ou serviços online para clientes, essa questão fica ainda mais séria.

Por isso, a integração das soluções pode auxiliar na transformação de processos mais enxutos e criar um ambiente melhor e com mais funcionalidades. Além de trazer uma disponibilidade maior, o que evita qualquer interrupção de produtividade.

Investimento em tecnologias que ajudem a empresa a cumprir seu objetivo

Qualquer investimento é bom quando se tem um retorno. No entanto, muita gente pensa que esse retorno tem que ser imediato, sem olhar para o futuro. Mas não é bem assim. É necessário que exista um planejamento de curto, médio e longo prazo que estejam alinhados ao planejamento estratégico da empresa.

Esse pensamento ajuda tanto os gestores de TI como a alta direção da empresa. É possível mostrar que alguns investimentos só vão ter retorno no longo prazo, mas que são necessários agora para que a empresa possa cumprir também o seu objetivo.

Esse deve ser o posicionamento dos gestores de TI. Eles devem sempre consultar outras áreas para entender as tendências em toda a estrutura da organização. Assim é possível identificar quais são as soluções adequadas para quais demandas.

Com esse trabalho de troca de informações, a empresa vai poder avaliar melhor o que é prioridade e como ela vai caminhar nos próximos anos, tornando investimentos e gastos mais eficientes.

Terceirização de serviços

A busca por terceirização não é novidade e é uma opção muito comum para os gestores. As tarefas mais estratégicas de uma operação não são as mais indicadas para terceirizar. No entanto, para diminuir custos, as atividades mais operacionais podem ser repassadas para outra empresa, o que já é uma prática normal no mercado.

Para optar pela terceirização, é importante conhecer fornecedores que tragam vantagens nessa relação. Assim fica mais fácil de tomar uma decisão pelo serviço.

A terceirização pode ter um ótimo custo-benefício, então é interessante considerá-la. Esse modelo pode surpreender com uma boa qualidade, excelência no atendimento e melhorar o serviço prestado.  Isso também pode ajudar na otimização dos processos e fluxo de atividade.

Treinamento especializado da equipe de TI

Como já falamos, para fazer frente aos desafios que a transformação digital traz junto com a redução de custos, é importante oferecer treinamentos. Alguns gestores têm uma visão errada sobre eles. Acham que os treinamentos são apenas custos, não um investimento para levar ideias novas para a empresa e reter talentos.

Existem várias questões que podem ser resolvidas ou amenizadas com os treinamentos. A área de TI sofre com a competitividade para fisgar os melhores talentos do mercado. Muitas vezes, esses profissionais migram de uma empresa para outra em pouco tempo. Portanto, se você quer uma equipe de alto desempenho, os treinamentos são necessários.

Uma das vantagens que eles trazem é a possibilidade de praticar a gestão da inovação. Uma equipe motivada e atualizada é considerada como um terreno fértil para o desenvolvimento de novas ideias ou para a criação de soluções que podem ajudar na redução de custos.

Lembre-se de que a otimização de recursos também passa pela produtividade, que é fazer entregas com uma qualidade maior, em um prazo menor, melhorando os resultados da área. Para avaliar se isso acontece de fato no dia a dia, crie indicadores de desempenho e avalie seus funcionários com frequência.

Consolidação de metas voltadas para a redução

Outro ponto importante em relação à equipe é o desenvolvimento de metas relacionadas com a redução de custos. Com todos voltados para o mesmo objetivo, podem surgir novas ideias ou soluções que agreguem valor à empresa e ao projeto de redução.

O ideal é que todos estejam alinhados com a nova proposta, para que entendam a mudança das suas metas individuais. Um outro passo seria estender as metas para todos na organização.

Bom, se você chegou até aqui é porque realmente este é um assunto que lhe interessa. Depois de todas essas dicas de redução de custos só temos uma coisa a mais a falar: é importante que a TI busque ter um papel mais proativo e estratégico na empresa. Cada vez mais será exigido da área de tecnologia um posicionamento de trazer soluções que possam apoiar o negócio.

Isso fará com que os executivos entendam cada vez mais o valor da tecnologia da informação como uma área que entrega recursos e não só gera gastos. Assim, na hora de um possível corte, eles vão avaliar com mais critério o que é ou não importante dentro da empresa com uma TI mais fortalecida.

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